domingo, 2 de agosto de 2015

Agosto será mês-chave para roteiro anti-Dilma


Rogério Jordão


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Crises políticas, ao menos quando caminham para um desfecho, costumam seguir roteiros. A de agora, que empareda o governo Dilma, não foge à regra, mas qual seria ele? Quem está brigando com quem e por quê? Até aqui a imprevisibilidade impera, favorecida pela fragmentação das forças políticas. Quando estas se aglutinarem o jogo se decide, para um lado ou para o outro, em futuro incerto.


Para os que tramam a saída de Dilma, agosto será um mês crucial. De cara, duas novas CPIs entram no horizonte: as do BNDES e dos Fundos de Pensão. O TCU deve anunciar o resultado de sua análise sobre as contas do governo. E  manifestações de rua estão convocadas. Temperando tudo isso, a economia embicada para baixo e as “novidades” permanentes da Operação Lava Jato, com mais delatores, mais delações, mais prisões e novos eixos de investigação (esta semana ampliado para a Eletrobrás).



Para quem aposta no ‘quanto pior, melhor’, o céu é de brigadeiro, mas a qual custo e até quando?


Este é o roteiro aparente. Há certamente o invisível, operado nas sombras, nos cochichos, nos tapetes dos gabinetes, dentro e fora de palácios. Deste enredo saberemos provavelmente daqui alguns anos, quando tudo já tiver virado História. Por enquanto o que prevalece é a guerra de informações, na qual acusações de corrupção se transformaram em arma principal.


No caso específico das CPIs, estas sempre foram e são importantes para os embates políticos. O Brasil tem uma longa tradição nisso. Não é de hoje. Entre 1984 e 1993, por exemplo, foram instaladas 120 CPIs na Câmara dos Deputados. No Congresso, muitas deram resultados expressivos, como as do PC Farias-Collor (1992), do Orçamento (CPMI, de 1993) e do Judiciário (1999). Outras morreram na praia, como a CPI dos Bancos (1999).



No Congresso atual há, de mais relevante digamos assim, as CPIs da Petrobras, do HSBC (que deve ser concluída com recomendações apenas) e a do Carf, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, que investiga a manipulação de julgamentos de multas da Receita Federal, com prejuízos aos cofres públicos na casa dos bilhões. Para esta última, que corre no Senado, foram convocados recentemente executivos de empresas nas áreas automobilística, de bancos e de comunicações (alguém ouviu falar?).


Já a futura CPI do BNDES enreda-se ostensivamente no contexto da guerra política. A que servirá exatamente? Há de fato elementos que a justificam ou faz parte de (mais um) movimento para desgastar o governo? Um oposicionista e um governista vão responder de modos opostos, é claro. CPIs são, sobretudo, instrumentos da luta política e dependem da correlação de forças (e fatos, evidentemente) para serem instaladas, frutificarem ou não.



O telespectador que acompanha a novela da crise no país deve estar atento a seu aspecto de espetáculo, quando a versão vale mais do que o fato. É preciso queimar o adversário a qualquer custo. Ao espalhar versões que não se sustentam, a corrupção como espetáculo gera uma expectativa na plateia que depois não se cumpre. E mais arriscado ainda: cria-se um cipoal de denúncias, um clima irrespirável, de modo a que se favoreça um novo pacto de poder, e o que é escândalo hoje vira torvelinho amanhã. É quando os cães ladram e a caravana passa.

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Deputados apoiam Cunha mas não impeachment.

Domingo, 2 de agosto de 2015



(Folha) A maioria dos deputados que lideram as bancadas de seus partidos na Câmara declara ser contra o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mesmo se o Supremo Tribunal Federal abrir um processo contra ele por causa da suspeita de que recebeu propina do esquema de corrupção descoberto na Petrobras. Os líderes também dizem não ver motivo para que outros colegas investigados pela Operação Lava Jato respondam a processo de cassação no Conselho de Ética.



A Folha ouviu na semana que passou 20 dos 22 líderes das maiores bancadas da Câmara. Desde que o lobista Julio Camargo afirmou que pagou US$ 5 milhões em propina a Cunha, alguns parlamentares têm pedido seu afastamento do comando da Casa. Mas a posição manifestada pelos líderes partidários mostra que ele mantém sólido apoio entre seus pares –mesmo após as declarações da advogada Beatriz Catta Preta, que representava Julio Camargo e acusou aliados de Cunha na CPI da Petrobras de tentar intimidá-la.



Embora a enquete tenha sido feita antes da veiculação da entrevista da advogada ao "Jornal Nacional", da TV Globo, a Folha apurou que a posição dos parlamentares em relação a Eduardo Cunha não sofreu alteração significativa. Líderes de dez bancadas, que somam 294 deputados (57% do plenário), são contra o afastamento de Cunha mesmo que ele seja denunciado pela Procuradoria-Geral da República e o Supremo abra um processo contra ele, transformando-o em réu.



"Não tem sentença ainda. Pode não dar em nada, e aí como faz?", diz Sibá Machado (AC), líder da bancada do PT, partido hoje em pé de guerra com Cunha. "Entendo que o presidente Eduardo Cunha deve exercer plenamente suas atribuições constitucionais e ter garantido seu direito à ampla defesa", reforça Rogério Rosso (PSD-DF).



Apenas o nanico PSOL e o PPS defendem o afastamento. "Vou questionar na reunião de líderes a situação do presidente em relação às denúncias gravíssimas que surgiram", diz Chico Alencar (PSOL-RJ). Com o fim do recesso de julho, o Congresso volta ao trabalho nesta semana.



Além de Cunha, 21 deputados são alvo de investigação por suspeita de envolvimento com a corrupção na Petrobras. A maior parte dos caciques partidários da Câmara diz não ver razão para que eles respondam a processo de cassação caso sejam denunciados pelo Ministério Público e processados no Supremo.



"Denúncia não significa condenação não só para o parlamentar, mas como para qualquer cidadão. Caso contrário, você está antecipando o julgamento e tirando um mandato decidido pelo voto popular", diz o deputado André Moura (SE), líder do PSC e um dos aliados de Cunha. 



IMPEACHMENT
A enquete mostra também que a maior parte dos líderes partidários da Câmara diz não ver motivo para que Cunha dê prosseguimento a um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o que, nos bastidores, o peemedebista ameaça fazer. "Não existe comprovação de cometimento de nenhum crime no exercício do mandato", afirma o líder da bancada do PMDB, o partido de Cunha, Leonardo Picciani (RJ). 

Ao todo, 11 líderes de bancadas que somam 298 deputados (58% do total) dizem ser contra a abertura do processo de impedimento da petista. "Não pode comprometer o país, o povo brasileiro, a economia do país, o capital estrangeiro investido aqui, falando uma coisa sem propriedade e sem embasamento jurídico nenhum", diz Celso Russomanno (PRB-SP), que comanda um bloco de 38 deputados formado pelo PRB com outros partidos nanicos. 


"O Brasil não é uma republiqueta que qualquer um desrespeita as bases democráticas", diz o líder do governo, José Guimarães (PT-CE). De todos os partidos ouvidos, só o oposicionista DEM diz já ver elementos suficientes. "São muitos fortes as comprovações de que ela afrontou a Constituição e as finanças públicas", afirma Mendonça Filho (DEM-PE).

Dilma tenta cerco ao impeachment. Vem aí nova onda de corrupção.


Para tentar barrar o impeachment, Dilma assedia o presidente do Senado, Renan Calheiros, típico representante do patrimonialismo brasileiro, que cobrará caro por eventual apoio (aliás, ele é um camaleão político). O camaleão, no entanto, vai esperar as manifestações das ruas para tomar uma decisão. Então, leitores, todos pra rua no dia 16 de agosto:


Tratado pelo Palácio do Planalto como peça-chave para impedir o agravamento da crise política, que pode culminar até no impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem sinalizado a interlocutores diretos que pode voltar a colaborar com o governo da petista a partir desta semana, na volta do recesso parlamentar. Renan, contudo, cobrará "faturas" nas áreas política e econômica, em troca da ajuda.

Há duas semanas, logo após o anúncio do rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governo decidiu reforçar uma operação envolvendo ministros como Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) e lideranças políticas petistas para cortejar o presidente do Senado. "Renan será o fiel da balança", definiu um dos envolvidos na investida do governo.

O Palácio do Planalto quer retomar a relação que mantinha com Renan durante o primeiro mandato Dilma, quando ele foi o principal interlocutor do governo no Congresso. O peemedebista, que contou com o apoio da presidente para se reeleger presidente do Senado em fevereiro, afastou-se do Planalto no mês seguinte, na esteira da abertura de três inquéritos contra ele no âmbito da Operação Lava Jato. Nos bastidores, Renan acusa o governo de ter atuado para incluí-lo no rol dos investigados.
O Planalto, porém, aposta no presidente do Senado para neutralizar os efeitos de uma provável decisão desfavorável no julgamento das contas de 2014 da gestão Dilma pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Caberá à Casa presidida por Renan apreciar inicialmente o parecer analisado pela corte.
Se tanto o Senado quanto a Câmara reprovarem as contas do governo, esse seria o primeiro passo para que um processo de impeachment fosse aberto contra a presidente. Por isso, dizem aliados, com a Câmara liderada pelo oposicionista Cunha, Renan é tido como fundamental para barrar no nascedouro um movimento pelo impedimento da presidente.
O peemedebista, porém, ainda não decidiu que papel vai adotar. É a esse delicado cálculo político que ele tem se dedicado nos últimos dias. Apesar da disposição de voltar a ajudar o governo, Renan deve investir na tese de que a análise das contas de 2014 poderá ser feita antes das contas de anos anteriores - ainda pendentes de julgamento - serem apreciadas pelo Congresso. Não há nada no regimento do Congresso que impeça isso e trata-se de uma decisão política.
Conta. Para aliados do presidente do Senado ouvidos pelo Estado, contudo, Renan está inclinado a assumir o papel de fiador da governabilidade de Dilma.
Mas vai impor condições. Segundo interlocutores, uma das principais faturas do peemedebista seria que Dilma promovesse mudanças no seu núcleo duro de governo, a começar pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. O nome que conta com a simpatia de Renan é o do ministro da Defesa, Jaques Wagner, considerado por ele um político habilidoso. Desde a época em que eram colegas de Senado, Renan e Mercadante nunca tiveram uma boa relação e o peemedebista não está disposto a voltar a conversar com o Planalto se tiver o atual ministro como interlocutor.
Em outra frente, o presidente do Senado aguarda um apoio financeiro maior do governo federal a seu filho e herdeiro político, o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) - que comanda um Estado com graves dificuldades econômicas. A expectativa no ano passado, quando Renan Filho foi eleito, era de que ele teria total apoio de Brasília para tirar de Alagoas o título de campeão em recordes negativos em indicadores sociais.
Ajuste. Renan também quer ter maior participação nas decisões do governo, principalmente em relação à política econômica. O fato de Levy ter consultado o senador antes do anúncio da redução da meta do superávit, há cerca de dez dias, agradou o peemedebista. Crítico do ajuste fiscal elaborado pela equipe econômica, que recentemente classificou como “tacanho”, ele defende ainda que o governo corte despesas do próprio Executivo, a começar pela redução do número de ministérios.
Assim como na crise de 2007, em que contou com o apoio do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o peemedebista espera solidariedade do governo caso sua situação na Lava Jato venha a se complicar.
O assunto tem preocupado o Planalto, que avalia que a 16ª fase da operação, deflagrada na semana passada e que avança sobre as irregularidades do setor elétrico, pode afetar diretamente o grupo ligado a Renan na Casa e, assim, dificultar ainda mais a reaproximação.
Peemedebista espera para avaliar a 'pressão das ruas'
A disposição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de ajudar o governo da presidente Dilma Rousseff vai depender também principalmente da pressão que vier das ruas.
Para avaliar qual caminho vai seguir, o peemedebista tem, inclusive, encomendado pesquisas para ver se os eleitores o relacionam como um nome ligado à petista. Segundo auxiliares do presidente do Senado, os resultados das pesquisas encomendadas por Renan mostram um descolamento da imagem dele e da petista, o que facilitaria a construção de um discurso caso ele decida romper publicamente com o governo.
O peemedebista tem dito a interlocutores que está aberto a uma reaproximação com o governo, mas isso pode mudar caso as manifestações que pedem o impeachment da presidente ganhem força. Os próximos protestos estão marcados para o próximo dia 16.
Renan deixou engatilhado o discurso de que o governo tomou um rumo, principalmente na crise econômica, com o qual não concorda. Por isso, estaria livre para desembarcar da base aliada.
Para lembrar: O 'camaleão político'
Com mais de 36 anos de carreira pública, desde que se elegeu pela primeira vez deputado estadual por Alagoas pelo antigo MDB, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), completa 60 anos no dia 15 de setembro, tendo passado por sobressaltos em sucessivos governos. É um “camaleão político”, na definição de um aliado.
No governo Sarney, Renan foi um dos artífices da candidatura de Fernando Collor (foto) à Presidência e, depois, integrante da tropa de choque do governo dele no Congresso. Rompeu com Collor posteriormente e contribuiu para sua queda ao acusá-lo de ter conhecimento do esquema PC Farias. (Estadão).

Lá fora, FHC poupa Dilma, que chama de honrada. Alguém ainda acredita no ex-presidente?


Bene, respondo de antemão: eu não acredito em FHC, por quem jamais tive simpatia, seja política ou intelectualmente. Ele nunca se penitenciou de sua infame "teoria da dependência", que mereceu figurar no Manual do Perfeito Idiota Latino-americano, de Álvaro Vargas Llosa e outros. Pois é, aqui dentro, diante dos tucanos, ele critica a presidente, e lá fora, com luvas de pelica, bota panos quentes na corrupção petista. Por que não te calas, FHC?  

No lugar das críticas que tem feito às gestões petistas de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) baixou o tom em entrevista à revista alemã de economia Capital e disse que a atual presidente da República não está envolvida no escândalo de corrupção na Petrobrás, investigado pela operação Lava Jato. As informações sobre a entrevista foram divulgadas nesta sexta-feira, 31, pela agência de notícias alemã Deutsche Welle.
De acordo com a DW, FHC disse na entrevista, publicada em alemão na edição da revista deste sábado, 1º, que Dilma não está envolvida nos desvios da estatal petrolífera, mas que o PT está. Ele lembrou que João Vaccari, ex-tesoureiro da sigla, foi detido na operação. "Eu a considero uma pessoa honrada, e não tenho nenhuma consideração por ódio na política, também não pelo ódio dentro do meu partido, ódio que se volta agora contra o PT", diz FHC, creditando a Lula a responsabilidade por todo o escândalo.
Apesar das críticas ao ex-presidente petista, Fernando Henrique ponderou, à publicação internacional, que, para ele seja preso, é preciso que haja algo "muito concreto" e que isso dividiria o País, já que ele é um líder popular. E disse que talvez Lula tenha que depor como testemunha, "o que já seria suficientemente desmoralizante".
"Não se deve quebrar esse símbolo (Lula), mesmo que isso fosse vantajoso para o meu próprio partido. É necessário sempre ter em mente o futuro do País", disse o ex-presidente tucano na entrevista. FHC chegou até a elogiar o petista: "Ele certamente tem muitos méritos e uma história pessoal emocionante. Um trabalhador humilde que conseguiu ser presidente da sétima maior economia do mundo."
Junto com os elogios, o tucano fez questão de reiterar que Lula, que o sucedeu na Presidência da República, apenas levou adiante a sua política, ao citar que as pessoas viam o petista como uma espécie de Cristo. "Eles fizeram dele um Deus, mas ele apenas levou adiante a minha política."
O tom mais equilibrado de FHC se contrapõe às suas recentes declarações rechaçando uma possível aproximação com Lula. "O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo", declarou o tucano no último final de semana.
Consciência. Em fevereiro deste ano, quando a presidente Dilma afirmou que, se os escândalos de corrupção na Petrobras tivessem sido investigados durante a gestão de FHC, alguns dos funcionários corruptos não estariam mais praticando atos ilícitos, o ex-presidente tucano rebateu a petista e sugeriu que ela fizesse um "exame de consciência".
"A Excelentíssima Presidente da República deveria ter mais cuidado. Em vez de tentar encobrir suas responsabilidades, jogando-as sobre mim, que nada tenho a ver com o caso, ela deveria fazer um exame de consciência. Poderia começar reconhecendo que foi no mínimo descuidada ao aprovar a compra da refinaria de Pasadena e aguardar com maior serenidade que se apurem as acusações que pesam sobre o seu governo e de seu antecessor", afirmou o tucano, em nota divulgada à imprensa. O ex-presidente se referiu à autorização da presidente pela compra de 50% da refinaria, no Texas (EUA), quando era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, em 2006.
Na época, FHC disse se sentia "forçado" a reagir, uma vez que "a própria presidente entrou na campanha de propaganda defensiva, aceitando a tática infamante da velha anedota do punguista que mete a mão no bolso da vítima, rouba e sai gritando ''pega ladrão!", escreveu o ex-presidente.(Estadão).
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MOLOTOV contra o Instituto Lula .Ora, ora, isso bem pode ser coisa dos próprios petistas, para chamar atenção. Vindo de onde vem, é bom desconfiar: parece coisa de encomenda:

31/07/2015

 

Molotov contra o cafofo do Lula? Quem ódio semeia, ódio colhe.

O desplante do Instituto Lula - construído em terras públicas - é dizer que o ataque foi político. Ora, ora, isso bem pode ser coisa dos próprios petistas, para chamar atenção. Vindo de onde vem,  é bom desconfiar: parece coisa de encomenda:

O Instituto Lula informou nesta sexta-feira, 31, que foi alvo de um ‘ataque político’. Em nota, a Assessoria de Imprensa do Instituto destacou que um ‘artefato explosivo’ foi arremessado contra o seu prédio-sede. O objeto foi atirado de um carro. O ataque, segundo o Instituto, ocorreu por volta de 22 horas desta quinta, 30. Ninguém ficou ferido.
A Secretaria de Segurança Pública confirmou que ‘uma pequena bomba de fabricação caseira foi lançada no Instituto Lula’.
A entidade foi criado pelo ex-presidente logo que ele deixou o Palácio do Planalto, em 2003. O Instituto comunicou a ocorrência às Polícias Civil e Militar, o secretário da Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Alexandre de Moraes, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
O Instituto disse que ‘espera que os responsáveis sejam identificados e punidos’. Na última quarta-feira, 29, o PT divulgou que vai fazer uma ampla divulgação do relatório sobre as atividades do Instituto Lula.
O documento foi produzido pelo próprio Instituto. “Em um momento onde certos setores atacam a liderança do ex-presidente Lula e lançam mentiras sobre suas atividades, vale conhecer o amplo trabalho no Brasil e no mundo, e divulgar contra as mentiras espalhadas por certos setores da imprensa”, diz texto divulgado pela Secretaria Nacional de Organização do partido.
A Operação Lava Jato, da Polícia Federal, constatou que a Camargo Corrêa – empreiteira sob suspeita de ter participado de cartel para fraudes em contratos da Petrobrás – repassou R$ 3 milhões para o Instituto Lula, entre os anos de 2011 e 2013.
A informação consta do laudo 1047/2015, anexado no início de junho aos autos da investigação. Na ocasião, o Instituto já esclareceu, por sua Assessoria de Imprensa. “Os valores citados foram doados para o Instituto Lula para a manutenção e desenvolvimentos de atividades institucionais, conforme objeto social do seu estatuto, que estabelece, entre outras finalidades, o estudo e compartilhamento de políticas públicas dedicadas à erradicação da pobreza e da fome no mundo.”
Lula e o Instituto não são alvos de investigação na Lava Jato. A constatação do repasse de R$ 3 milhões se deu na quebra de sigilo da empreiteira, medida que buscava identificar pagamentos à empresa de consultoria do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil no Governo Lula).
“Vamos divulgar amplamente este material nas redes sociais”, anuncia o PT em referência ao relatório das atividades do Instituto.
O relatório vai abranger as mais diversas frentes de atuação do Instituto nos últimos quatro anos. “Desde a preservação do acervo histórico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até o trabalho de cooperação e intercâmbio com a África e a América Latina.”
O documento também conta a história de 25 anos do atual Instituto Lula desde que era conhecido como IPET, na década de 1990, e depois como Instituto Cidadania. “O ex-presidente, depois de dois mandatos, retornou para a mesma residência que tinha antes de ser eleito e para o mesmo escritório onde trabalhava antes de ser presidente.”
A Secretaria Nacional de Organização do partido destaca, ainda. “Para resgatar num único documento o registro desse trabalho e possibilitar que pessoas de boa fé conheçam esse histórico, divulgamos a retrospectiva que você pode acessar e consultar através do link: http://goo.gl/R4RWSO.
COM A PALAVRA, A SECRETARIA DE SEGURANÇA DE SÃO PAULO
Nessa madrugada, uma pequena bomba de fabricação caseira foi lançada no Instituto Lula, na Rua Pouso Alegre, no Ipiranga, área do 17ºDP. Houve danos materiais de pequena monta e não há feridos. O Secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, conversou pela manhã com o Ministro da Justiça. A perícia já foi determinada e as investigações já começaram. (Estadão).
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Manifestantes acampam em frente à casa de Cunha por impeachment de Dilma


Integrantes do Movimento Brasil Livre protocolaram pedido de impedimento presidencial no dia 27 de maio, e agora cobra que presidente da Câmara o coloque em votação


Marcelo Camargo/Agência Brasil
Movimento Brasil Livre se alia a Cunha contra a governabilidade


Integrantes do Movimento Brasil Livre estão acampados em frente à residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Os manifestantes pedem que o deputado coloque em pauta os pedidos de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.


O grupo protocolou um pedido de impeachment no dia 27 de maio. “Agora estamos aqui para exigir que ele coloque para votar esse pedido logo após o final do recesso [parlamentar]”, disse Fernando Silva, coordenador nacional do movimento. O recesso termina neste fim de semana.


Na manhã de hoje (31), quando Cunha deixou sua casa em direção ao aeroporto, os manifestantes gritaram: “Ô, Cunha, não me enrola, bota o impeachment para ela ir embora”.


Até o momento, foram protocolados 13 pedidos de impedimento na Câmara. Na semana passada, Eduardo Cunha pediu que os autores reformulassem os documentos de acordo com os requisitos do regimento da Câmara para que pudessem ser apreciados pela Mesa Diretora. Questionado sobre a devolução dos pedidos para correção dos erros, Cunha argumentou que fez o que entendeu que deveria ser feito. O deputado  já disse que, embora tenha anunciado o rompimento com o governo federal, analisará os pedidos com base em fundamentos legais.


Os cerca de 30 manifestantes estão se revezando em seis barracas e pretendem ficar acampados até a próxima terça-feira (4). “Conseguimos falar com ele [Eduardo Cunha] na própria quarta -feira (29), quando ele deu justificativas de que está analisando todos os pedidos juridicamente. Mas queremos uma resposta mais enfática, uma resposta que satisfaça de fato a vontade das ruas”, disse Fernando Silva.


Ministros e líderes do governo têm dito que não existem razões para um possível impeachment da presidenta. Em entrevistas anteriores, Dilma Rousseff disse que não teme o impeachment por entender que não há “base real” para um eventual processo. A presidenta afirmou, ainda, considerar que o assunto tem caráter de luta política contra seu governo.


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sábado, 1 de agosto de 2015

Terras: Disputa de 13 anos vai ao STJ A área em disputa corresponde ao tamanho do Paranoá e do Itapoã juntos




Associação de moradores do Tomahawk promete recorrer à instância a fim de derrubar a decisão da Justiça do DF que deu posse da área ao GDF. Especialista afirma que terras, que devem ser destinadas a programa de habitação, são mesmo públicas

A disputa entre a Terracap e a Associação do Condomínio Residencial Tomahawk, ocupação irregular situada no Lago Norte, deve ir ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)...  Após a 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TDJFT) decidir de forma unânime que o terreno é do GDF, os associados contestam a ação do juiz e classificam como “ilegal” a atitude da agência imobiliária do governo no processo. Para o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF), porém, a decisão judicial corresponde à realidade: as terras são públicas.

O espaço em questão é considerada a “picanha” do patrimônio da Terracap. São 104,9 alqueires de terras da Fazenda Brejo ou Torto — o correspondente a 500 campos de futebol e superior às áreas das regiões administrativas do Paranoá e do Itapoã somadas. O relevo inclinado, localizado a cerca de 8km do Shopping Iguatemi e nas proximidades da Torre de TV Digital, permite uma visão privilegiada para o Lago Paranoá. De acordo com a Secretaria de Gestão de Território e Habitação (Segeth), o local fica no Trecho 2 da etapa 1 do Setor Habitacional Taquari — que não pôde ser finalizada por causa da ocupação.

Domínio particular

Caso os ocupantes não provem a posse do terreno, eles terão de sair. Quem afirma é o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF), Tony Malheiros. “Trata-se de uma área que tem um dono: o GDF. Os primeiros a chegar ali são ocupantes irregulares. Algumas pessoas tinham chácaras; depois, vieram grileiros que afirmam ter ‘todos os documentos’”, explica. “Funciona assim: eu tenho um documento que diz que o apartamento em que você mora é meu e você tem outro afirmando ser seu. Ambos são visualmente regulares. Alguém — no caso, a Justiça — tem que dizer qual é falso”, continua Malheiros.

Para a advogada da Associação do Condomínio Residencial Tomahawk, Giselle Francisco de Oliveira, a área é de domínio particular, do espólio de Joaquim Marcelino de Souza. “A Terracap insiste em alegar que a área é pública para se apropriar. Em nenhum momento do processo, porém, apresentou qualquer matrícula em nome dela”, alega. Segundo Giselle, os herdeiros do terreno fizeram um repasse em um contrato de 1999.

“Vamos recorrer no Superior Tribunal de Justiça”, garante. No processo, a agência imobiliária do DF esclarece, porém, que as terras da Fazenda Brejo ou Torto, de Joaquim Marcelino, foram desapropriadas em 1956 pelo Estado de Goiás para a criação do Distrito Federal. Apesar da decisão judicial favorável ao governo, a farra dos lotes continua. Terrenos de 600 mil metros quadrados são postos à venda em sites especializados, com valores que variam entre R$ 40 mil e R$ 80 mil.

Em nota, a Terracap afirmou que “aguarda que seja publicado o acórdão da decisão da 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal para se pronunciar”. A empresa entrou na disputa pelas terras em 2002, após o Condomínio Tomahawk e os associados processarem o Condomínio Mirante do Castelo e a Associação dos Proprietários Condôminos Granjas Reunidas do Mirante por invasão de terras. Durante o processo, a Terracap foi questionada pela Justiça se tinha interesse na área. A agência entrou com ação contra os dois condomínios sob o argumento de que teria sofrido expropriação da área, tese acolhida pelo juiz.

Fonte: Por Guilherme Pera, Correio Braziliense com foto de Breno Fortes/CB/D.A Press - 22/11/11 - 31/07/2015 - - 09:41:16

Clima: Por que devemos nos preocupar No Brasil, o governo ainda não apresentou à Convenção de Clima seus compromissos nacionais

Cúpula das Consciências pelo Clima

Participei da Cúpula das Consciências pelo Clima, em Paris, convocada pelo presidente François Hollande, por meio de seu representante especial, Nicolas Hulot. Com abordagem inusitada e inovadora no trato das mudanças climáticas, a reunião aconteceu em 21 e 22 de julho, ao mesmo tempo que o encontro informal, também em Paris, de ministros de 46 países para discutir a nova rodada da Convenção do Clima (COP 21). Nada mais simbólico do que reunir na mesma cidade, ao mesmo tempo, os dois trilhos nos quais o governo francês adequadamente pretende conduzir, no que lhe cabe, a preparação para a COP 21, em dezembro — ... o da negociação político-diplomática das propostas técnicas, e o da mobilização da opinião pública internacional.



As manifestações de rua certamente acontecerão, mas, desta vez, a lógica central da pressão pende mais para o suporte, por meio de constrangimento ético, a compromissos efetivos de todos os países. Por isso a Cúpula das Consciências foi tão significativa. Em primeiro lugar, pelo foco no papel da consciência individual para comprometer setores cada vez mais ampliados da sociedade com as ações necessárias numa transição civilizatória marcada por profunda crise de significados, na qual o aquecimento global não pode ser visto como problema isolado.



Esse foco se materializou na “mobilização de autoridades morais e religiosas” para essa reunião, cuja pergunta básica foi: “Por que me preocupo?”. Estava lá um grupo expressivo da diversidade étnica, cultural, filosófica e religiosa global, com lideranças de todos os continentes, num exercício raro de convergência a partir do traço comum da identidade socioambiental. Presentes o fotógrafo Sebastião Salgado e os índios brasileiros, representados pelos guarani-kaiowá Valdelice Veron e Natanael Cáceres, cujo depoimento impactante mostrou o processo de extinção que esse povo sofre no Mato Grosso do Sul.



A cúpula, que deverá ser replicada em outros países, foi chancelada pela presença do presidente Hollande, da ministra do Meio Ambiente, Segolène Royal, e do secretário-geral da ONU para Mudança Climática, Janos Pasztor. Referendou a busca de novos caminhos para tirar as decisões sobre o clima de seu reduto insuficiente, nos limites da Convenção do Clima, e transformá-las em questão da humanidade. Entram em campo, com novas responsabilidades, os líderes mais preocupados com os fundamentos intangíveis que devem nortear as decisões pela mudança do modelo de desenvolvimento, não contabilizáveis em retorno econômico ou poder político, mas em equilíbrio do planeta, qualidade de vida e justiça ambiental.

Foi importante o estabelecimento de um novo lugar para analisar as mudanças climáticas, com uma espécie de métrica diferente, de valores, para avaliar os resultados que precisam ser alcançados. A cúpula colocou em relevo a sustentabilidade como imperativo também moral, filosófico, espiritual, cultural, quebrando a rotina diplomática que se arrasta há décadas em torno de poder geopolítico e da hegemonia econômica. É o constrangimento ético a que me referi, contra intenções protelatórias que impeçam fechar a conta de redução, em 30 anos, de 80% das emissões globais de CO2 e outros gases.



Precisamos, portanto, traduzir isso em compromissos fortes. Por exemplo: 1) os países de renda alta e média devem assumir metas diferenciadas de redução de emissões; 2) os países de renda baixa devem assumir metas de redução do crescimento das emissões, dentro de sua realidade; 3) os segmentos populacionais de renda alta e média no mundo devem fazer a sua parte, mudando comportamentos individuais e coletivos que estão na base do modelo intensivo em carbono; 4) todos os países devem eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis e promover incisivamente as energias de baixo carbono; 5) os países de renda alta devem ajudar financeira e tecnologicamente os países de renda baixa na sua transição.

No Brasil, o governo ainda não apresentou à Convenção de Clima seus compromissos nacionais, mas diferentes setores da sociedade se mobilizaram, por meio do Observatório do Clima, e construíram um excelente ponto de partida para o debate (http://www.observatoriodoclima.eco.br/). A participação de lideranças religiosas e espirituais na cúpula foi expressiva e surpreendente, pela maneira como já articulam as mudanças climáticas às suas ações e expressões. O exemplo inspirador do papa Francisco, muito citado, se mostrou não o único, mas parte de uma silenciosa movimentação religiosa que tende a se tornar mais explícita. É como se todos estivessem assumindo que amar o criador e não respeitar a sua criação é enorme incoerência. Sobretudo quando o que está em curso pode destruir pessoas, culturas, modos de vida e a vida propriamente dita de partes essenciais de nosso planeta.



Fonte: Por Marina Silva, Correio Braziliense - 31/07/2015 - - 12:30:26

(Recomendo vivamente aos pais que se sentirem confusos sem saber como educar os filhos). Escolarização completa a Educação e não o contrário.

Compriiiiiidooo mas vale a pena ler.Muito elucidativo."Lei de Godwin: quando acabam os argumentos na discussão, resta chamar o adversário de nazista".

LADRAM OS CÃES DE GUARDA DO PT

 

 

 




O que ainda segura o PT é o uso criminoso de verba estatal para comprar apoio político, seja na Internet, seja na mídia de larga escala. Ao não priorizarmos esta batalha, temos que gastar esforços ao cubo em outras demandas.

 

Ilimar Franco acusa movimentos de direita de “nazismo” e inicia nova fase da guerra midiática contra a liberdade

 


O jornalista Ilimar Franco, do Globo, resolveu levar a guerra midiática contra os opositores do PT a novos patamares. Ele adentrou ao território do confronto aberto. Enfim, as organizações Globo resolveram, assim como fizeram na ditadura militar, abraçar com toda força a ditadura petista. Para compreendermos diante de qual nível de baixeza estamos, melhor começar com a análise de Alexandre Borges, com muitas informações interessantíssimas:
"Quando a ultra-petista Tereza Cruvinel saiu do jornal O GLOBO em 2007 para assumir a presidência da EBC (TV Brasil, NBR TV, Agência Brasil e várias rádios) a convite de Lula, deixou em seu lugar o cunhado Ilimar Franco. É como no futebol quando um técnico sai e deixa seu carregador do saco de bolas e uniformes no lugar. Tereza Cruvinel na adolescência foi militante da Liga Operária, atual PSTU, mas depois deu uma “guinada à direita” e acabou petista
Ilimar foi esquecido na coluna que a cunhada mais famosa assinava em O GLOBO e, oito anos depois, a indigência intelectual continua a mesma. Seu colunismo é do tipo mais comum em Brasília, o “papo de cafezinho”, aquele que se resume a publicar fofocas plantadas pelo PT e pela esquerda em geral para mandar recados a adversários e apitar os “dog whistles” para a militância. É como um blog de fofoca de celebridades, só que com gente feia nos holofotes.
A coluna de hoje reproduz, da maneira bocó e pedestre que caracteriza seu autor, a infalível Lei de Godwin: quando acabam os argumentos na discussão, resta chamar o adversário de nazista. 
Nesse caso, Ilimar não só cruzou esta última linha como associou diretamente os movimentos de rua contra o governo ao nazismo, com todas as letras, citando o MBL, o Vem pra Rua e o Revoltados On Line. O que resta a esses movimentos é, sem dúvida, a via judicial. Se algum advogado liberal estava esperando uma oportunidade para ajudar a limpar o país do petismo, ela chegou.
Você, que é um dos nove entre dez brasileiros cansados do petismo, também é visto pelo colunista como alguém que “ataca nordestinos” e é contra as cotas, uma maneira esquerdista light de te chamar de racista. Está bom de insultos para domingo de manhã num dos principais jornais do país?
Outra técnica manjada é tentar dar um ar acadêmico ao comentário, nesse caso convocando o esquerdista Alberto Carlos de Almeida para desqualificar os movimentos oposicionistas: “não tem expressão real”. Veremos nas próximas eleições, mas é interessante como o fato de 93% dos brasileiros desaprovarem esse desastrado, corrupto, inepto e decadente governo passa completamente despercebido para os “cientistas políticos” autorizados pelo petismo para frequentas as colunas de jornal.
Com a internet e as redes sociais, a população já não é mais refém desse tipo de delinquente que tem como única função no jornalismo avançar a agenda petista como se empurra comida goela abaixo de um ganso para produzir foie gras. Não mais, é hora do basta, e é sempre um alívio saber que os recados desse triste serviçal do petismo são cada vez menos relevantes para o eleitorado."

Essa coisa, aliás, pode ser lida aqui, bem como na versão impressa do jornal. Abaixo segue um printscreen da acusação:
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Renan Santos, um dos líderes do Movimento Brasil Livre, com toda razão não vai levar desaforo para casa. Veja o vídeo:
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E tem que processar mesmo!
Porém, é importante acrescentar algo. Ilimar Franco e os blogueiros petistas fazem parte do mesmo time. A diferença é que os últimos geram o conteúdo que será depois multiplicado pela mídia de maior porte. Ryan Holiday já havia explicado o processo em um livro intitulado Trust Me, I´m Lying. Faço questão de adicionar o trailer abaixo por que (apesar de ser em inglês) ele dá uma descrição de como funciona:


Logo, é preciso combater o uso de verba estatal para os blogs petistas, que dependem de verba desproporcional para conseguir estabelecer verdadeiros think tanks virtuais, pelos quais criaram um negócio baseado na confecção de factóides para o governo.
Por outro lado, tudo que tem ocorrido tem origem nos últimos dois meses de 2014, quando o PT resolveu cortar, ao menos por algum tempo, as verbas estatais de anúncios para a Revista Veja, e, ao mesmo tempo, iniciou uma campanha para causar a censura de Rachel Sheherazade no SBT. Essas duas mensagens poderosíssimas fizeram com que a mídia, já tendenciosa em favor do governo, fosse se ajoelhar de uma vez por todas. Sendo que os blogs estatais continuam sendo abastecidos pelas verbas estatais, é óbvio que a coisa ia descambar para esses ataques, que serão ainda maiores daqui para a frente.
Em novembro de 2014, escrevi, após Rachel ter sido censurada:
"De novo, outra vitória simbólica estupenda do PT na questão da censura de mídia. De novo, outra vitória simbólica estupenda do PT na questão da censura de mídia. Se eles já conseguiram cortar verbas para a Veja (e ninguém falou nada), o silêncio dos republicanos em relação à mais esse caso irá cada vez mais implantar a seguinte mensagem no senso comum: “é lícito e normal que o governo use seu poder econômico para coagir empresas a direcionar conteúdo a seu favor, assim como punir aquelas que tenham conteúdo contra”.
Evidentemente, um impeachment de Dilma Rousseff é provável. Todavia, ele é triplamente mais difícil exatamente pelo fato de o governo continuar mantendo uma blogosfera estatal, direcionando conteúdo da mídia a partir de anúncios estatais. Bastaria uma proibição de anúncios de estatais monopolistas em qualquer mídia, além de definir critérios isonômicos para todos os meios (sem nenhum risco de sanção), o estabelecimento de um grande Adsense para anúncios de Internet (que ainda assim deveriam ser reduzidos, em investimento, comparado ao que acontece hoje) e a garantia da liberdade na Internet (onde nós podemos desconstruir as mentiras da mídia).
Em suma, o que ainda segura o PT é o uso criminoso de verba estatal para comprar apoio político, seja na Internet, seja na mídia de larga escala. Ao não priorizarmos esta batalha, temos que gastar esforços ao cubo em outras demandas.
Renan Santos faz muito bem ao processar Ilimar Franco Nós todos, porém, devemos priorizar leis para (1) encerrar ou limitar radicalmente anúncios de estatais monopolistas, (2) estabelecer um limite para gastos estatais com anúncios, (3) garantir isonomia de distribuição de verbas, (4) sem querer ser redundante, estabelecer limites e uma política de isonomia para anúncios estatais especialmente na Internet, e (5) garantir a Internet livre. Com medidas assim, tiramos o sorriso do rosto de gente como Ilimar Franco fácil, fácil…

Kennedy Alencar quer dar golpe em Cunha

Por que um petista chama os outros de golpistas o tempo todo? Simples: para esconder seu próprio vício em golpismo, uma vez que as ações petistas geralmente incorrem em golpe. Com Kennedy Alencar não seria diferente. Diz ele:
"O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), diz que pretende continuar no comando da Casa na hipótese de ser denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
A denúncia deverá vir em breve.
Reservadamente, um dos investigadores afirma que o relato do que foi apurado até agora poderá levar Cunha a sofrer pressão política para reavaliar a intenção de continuar a presidir a Câmara. A denúncia teria fatos fortes."
Ué, não é Eduardo Cunha quem precisa “pretender” continuar no comando da Casa na hipótese de denúncia. São os golpistas do PT que devem “pretender” tirá-lo de lá apenas com meras denúncias que, como tais em um Estado de Direito, não configuram motivo para afastamento (onde está o resultado do julgamento, Kennedy?). Ademais, segundo os próprios petistas, apeamento de alguém que foi eleito por voto é “golpe”. Neste caso, os petistas estariam dando um golpe duplo, posto que Cunha foi eleito pelo povo, no voto direto, e depois eleito Presidente da Câmara, por votação em uma Câmara de Deputados, todos eles eleitos pelo povo, também em voto direto.
"Na avaliação de quem está no centro das decisões da Lava Jato, a prisão preventiva de Cunha já teria sido pedida caso ele fosse um executivo de uma empreiteira. Investigadores dizem que o presidente da Câmara teria tentado interferir nas investigações. Cunha nega e se diz perseguido pela Procuradoria Geral da República.
Mas, como o peemedebista é chefe de um poder da República, seriam complicados os eventuais pedidos de prisão ou de afastamento da presidência da Câmara _este último uma possibilidade em estudo e ainda sem decisão da parte do Ministério Público."
A coisa é mais simples. A expressão “seriam complicados os eventuais pedidos de prisão ou de afastamento” significam “o golpe é mais difícil”.
"Cunha sempre negou ter cometido crime no âmbito da Lava Jato. E já deu prova de que tem audácia política suficiente para enfrentar a Procuradoria Geral da República.
Segundo parlamentares que conversaram com Cunha nos últimos dias, ele estaria decidido a tentar ficar no comando da Câmara e a marcar o início do segundo semestre como um inferno para o Palácio do Planalto.
O duelo entre Cunha e Janot promete emoções."
A emoção vai aumentar muito mais no momento em que os republicanos do Brasil (ou seja, todos aqueles que não apoiam o totalitarismo petista) começarem a demonstrar o quanto a tentativa de afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara é golpismo puro e simples.
O quão baixo os governistas podem descer? Cientificamente, não temos esta resposta, pois neste caso eles nos mostram descobrir a arte de explorar o infinito absoluto.
Os petistas destruíram a economia brasileira, saquearam o estado e aparelharam toda a máquina com tamanha proficiência porque possuem uma ética digna de assustar o Satanás. É gente com esse perfil que consegue, no mesmo instante em que acusam os opositores de “golpistas”, usar um discurso, este sim, golpista, e ainda por cima sem se corar.
A partir de agora, devemos aplicar a regra de Alinsky, que dita que devemos fazer o adversário sucumbir pelo próprio livro de regras, e humilhá-los em público a cada vez que tentarem dar um golpe em Eduardo Cunha.

Luis Nassif diz que não se importa se Othon Luiz Pinheiro da Silva é culpado ou não


O almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva apareceu na delação premiada de Danton Avancini, diretor da Camargo Correa (que lhe teria feito três pagamentos). Othon foi para trás das grades. Em vista disso, Luis Nassif afirmou:
"É possível que Othon seja culpado, é possível que não seja, pouco importa: desde hoje está na cadeia o pai do programa nuclear brasileiro.
O Brasil deve a Othon o maior feito de inovação da sua história moderna: o processo de enriquecimento de urânio através de ultra centrífugas. Foi um trabalho portentoso, que sobreviveu às crises do governo Sarney, ao desmonte da era Collor, aos problemas históricos de escassez de recursos, enfrentando boicotes externos, valendo-se de gambiarras eletrônicas para contornar a falta de acesso a componentes básicos, cuja exportação era vetada por países que já dominavam a tecnologia."
Como se diz por aí… eu queria “desler” isso.
Quer dizer que Luis Nassif afirma que “pouco importa” se Othon é culpado ou não? O problema, conforme ele alega, é que o sujeito é definido como “pai do programa nuclear brasileiro”. Na verdade, não. Othon foi apenas o coordenador de projetos especiais e, como tal, poderia ter sido substituído por outra pessoa. O bizarro é que Nassif tratou o almirante como se fosse um cientista, sem o qual uma “descoberta” não existiria.
E nem que fosse! O fato é que as qualificações e méritos de Othon, neste momento, não significam absolutamente nada: o que importa é se ele é culpado ou inocente. Repare que para Nassif “não importa” se ele é culpado ou inocente. Quer dizer, mais uma vez um petista inverte tudo no momento de fazer avaliações morais.
Em tempo: nós não devemos nada a Othon. Que eu saiba ele recebeu salário pelo que fazia. E ele não fez caridade alguma. E ainda por cima o salário dele foi pago por nós.

01 de agosto de 2015
LUCIANO AYAN

Vale a pena ler de novo--Assistencialismo sem critérios



Segundo informações OFICIAIS do IBGE municípios inteiros são dependentes do Bolsa Família e outros programas onde seus jovens não estudam, consequentemente não trabalham por não terem qualificação, razão pela qual nem procuram mais emprego.


Esse é o lado ruim da distribuição de renda sem critérios, somente com o claro intuito eleitoreiro, é como distribuir carro pipa no sertão, ou seja, não procuram ‘abrir poços’ ou ‘construir açudes’, mantendo a eterna dependência parasitária, entrando assim o país numa espiral rumo ao caos social.


Da série Pensamentos…
Aqui pensando… partido político é considerado Pessoa Jurídica de Direito Privado, sendo assim, a PETROBRAS – infestada de PeTralhas transformando a estatal em um balcão de negociatas e toda sorte de ‘malfeitos’ – foi, finalmente, PRIVATIZADA pelo PT!


Por Fábio Delgado para Revolta Brasil

Do FACE BOOK:Presidente do Brasil humilha os brasileiros!




Comentário

 Se as crianças brasileiras são ignorantes é porque ALGUÉM desviou os recursos destinados à educação!

Anonimo