terça-feira, 15 de setembro de 2015

Jogando a conta para o colo do povo.Sabem quanto o povo ganha?Menos de 800 reais por mes.Sabem quanto os que se recusam a pagar a conta ganham por mes?Varia, entre dezenas de milhares a alguns milhões.



Vendo seu governo ruir mais rapidamente depois que a S&P rebaixou a nota brasileira, indicando que o país não é mais seguro para investimentos, Dilma pediu que seus ministros promovessem rapidamente uma saída para manter de pé seu “castelo”, e hoje a tarde o governo, através dos ministros  Levy e Barbosa da Fazenda e Planejamento, respectivamente, informaram cortes de gastos no valor de R$ 26 bilhões além de informarem sobre a ressurreição da CPMF, o imposto de cheque por um período de até 4 anos com alíquota de 0,2%.
Joaquim Levy,
“Foi considerado que, diante de todas as alternativas de tributos, a prorrogação da vigência da lei original de 1996 da CPMF seria o caminho que traria menor distorção à economia”
As ações que o governo disse nesta tarde que irá tomar para melhorar as contas públicas fez com que o dolar tivesse forte queda depois de vários dias de avanço, fechando o dia em 3,81, a Bovespa também fechou o dia em alta.

GILMAR MENDES RESPONDE A LEWANDOWSKI! MOSTRA A LIBERDADE E AUTONOMIA DOS JUÍZES BRASILEIROS



GILMAR MENDES SÉRIO
O Ministro do STF Gilmar Mendes, na manhã desta segunda, 14 de setembro, em meio a palestra patrocinada pela OAB/São Paulo, onde foi um dos painelistas, escancarou seu desprezo  ao artigo publicado pelo jornal A Folha de São Paulo, ontem, domingo, dia 13 de setembro,  o qual é assinado pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski,  que tentacolocar rédeas” na magistratura brasileira.



Com uma resposta muito dura, Gilmar Mendes  aproveitou para ficar ao lado dos juízes,  lembrando que é necessário que os julgadores  tenham liberdade e responsabilidade no desempenho das suas funções, pois é mínimo  que o país espera da Suprema Corte até  o seu mais jovem juiz de primeiro grau.




Não se sentindo em nada  atingido  pelo “pito escrito por Lewandowiski” , Gilmar Mendes fez uma forte manifestação política e foi direto e objetivo ao  afirmar: “O governo está em xeque de novo e se fala em necessidade de reforma política. Não vamos fazer reformas mais profundas neste contexto de crise”, disse o ministro do STF no Seminário Saídas para a Crise, em um painel que discute política e os rumos das mudanças”.



Gilmar Mendes aproveitou para lembrar que: “Estamos diante de uma situação delicada, com adensamento crise econômica, e para enfrentá-la é preciso um consenso político básico que ainda não existe. Se não há credibilidade para conduzir conversas entre contrários, não se avança sobre a grave crise econômica”… “Como falar em aumento de impostos neste contexto geral? Como pedir sacrifícios às pessoas quando elas estão indignadas com a corrupção?”




O ministro também criticou a crescente onda de corrupção no País que vem sendo desvendada pela Operação Lava Jato. Segundo ele, a Lava Jato deixou claro que se criou no País uma “forma corrupta em toda a sua extensão“. E sem citar especificamente a gestão petista que comanda o País há cerca de 13 anos, defendeu que “isso precisa ser encerrado“. Ele destacou que a política foi contaminada e estruturou-se no País um modo de fazer política corrupta.



http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,mendes-corrupcao-nao-tem-a-ver-com-financiamento-eleitoral–mas-com-metodo-de-governanca-,1761861
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MERCADANTE É ABATIDO EM PLENO VÔO! ASSISTIU E PERMITIU O “ACERTO” DO CAIXA DOIS, DIZ RICARDO PESSOA



Mercadante
Não existe mais clima para o Senador Aloizio Mercadante permanecer na Chefia da Casa Civil do Governo Dilma Rousseff. Ricardo Pessoa, considerado o “capo” do clube das empreiteiras admitiu a presença de Mercadante em reunião que definiu doações  “por fora” – caixa dois – para sua campanha em 2010. A delação premiada de Pessoa também envolve o Senador do PSDB paulista Aloysio Nunes Ferreira.



Diz a Folha de São Paulo: “Dono da UTC e delator da Operação Lava Jato, o empreiteiro Ricardo Pessoa disse que o ministro-chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante presenciou um acerto de caixa dois para financiar sua campanha, em 2010, quando concorria ao governo de São Paulo pelo PT. No mesmo depoimento, Pessoa também relatou pagamentos ilegais ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), também na eleição de 2010.


Leia a matéria na íntegra na guia
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/09/1681507-mercadante-presenciou-acerto-de-caixa-dois-diz-empreiteiro-da-utc.shtml
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Ou aumenta o imposto, ou aumenta o imposto.Enfim, pelo jeito a conta vai mesmo sobrar para a gente e aqueles que criaram a crise roubando o Brasil vão sair dessa bonitinho, com o bolso forrado e as contas na Suiça tambem.

Mansueto Almeida, futuro ministro do Planejamento do governo Michel Temer, explicou à Veja que, caso a CPMF seja rejeitada, Dilma Rousseff vai aumentar o imposto sobre a gasolina:

"Se os planos do governo não correrem como o esperado até o fim do ano, e o governo ainda depende da aprovação do Congresso para as proposta, ele pode elevar a Cide, que não depende do aval do Congresso”.

Puxando o próprio tapete


"Talvez não seja apenas pelos vinte centésimos da CPMF que o plano desande. Derrubar o plano é um modo de puxar o tapetinho sobre o qual ainda caminha Dilma Rousseff".

O Antagonista

O que está acontecendo lá dentro?


O Antagonista publicou que Murilo Ferreira abandonou o conselho da Petrobras para não compactuar com “o que está acontecendo lá dentro”.


A Folha de S. Paulo deu um exemplo do que está acontecendo lá dentro: Aldemir Bendine quer voltar a contratar as empreiteiras que roubaram a Petrobras.

Nova CPMF vai financiar a Previdência Social (ou vai ajudar a Lula a comprar mais um triplex?)


  • 14/09/2015 22h55
  • Brasília
Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (14), durante o anúncio de cortes no Orçamento de 2016 e das medidas para redução de gastos e aumento de receita, que a nova Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) será destinada para cobrir gastos da Previdência Social.


“A CPMF irá integralmente para o pagamento de aposentadorias. Ela será destinada à Previdência Social. Este é o destino a ser dado na PEC que será enviada ao Congresso Nacional”, afirmou Levy.(Alguém ainda acredita nisso???)
O tributo terá alíquota de 0,2% sobre transações bancárias. O governo federal vai propor sua criação por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC). Segundo o ministro, a previsão é de uma arrecadação de R$ 32 bilhões. Acrescentou que a expectativa é que o tributo não dure mais que quatro anos.


Durante o anúncio, Levy e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, explicaram que, desde 2004, houve um "aumento significativo" no déficit da Previdência, que estava em R$ 58 bilhões em 2014, atingiu R$ 88 bilhões este ano e deve chegar a R$ 117 bilhões em 2016.

De acordo com Levy, o diagnóstico demonstra a "importância de medidas estruturais para enfrentar" os déficits.

O ministro Nelson Barbosa informou que a CPMF é necessária para reforçar as receitas.“Temos uma desaceleração das atividades. Então, a receita não está crescendo como se previa anteriormente, mas a despesa continua crescendo, porque grande parte dos benefícios é vinculada ao salário mínimo e à própria demografia”, concluiu Barbosa.
 
 
Edição: Armando Cardoso
 
Comentário
 
O déficit causado pelas loucuras financeiras do Governo, devem ser pagas pelos lideres governamentais através da redução de suas benesses e não pelo povo que não tem culpa por essa situação.
 
Anonimo 

Governo joga o abacaxi no colo dos brasileiros e Renan ainda elogia a iniciativa!!

Renan diz que medidas demonstram disposição do governo em enfrentar a crise

  • 14/09/2015 22h40
  • Brasília
Iolando Lourenço e Luciano Nascimento - Repórteres da Agência Brasil
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), elogiou as medidas anunciadas nesta segunda-feira (14) pelo governo e que objetivam assegurar o montante de R$ 64,9 bilhões, de modo a fechar 2016 com as contas públicas equilibradas. Segundo Renan, com o anúncio o governo demonstra "que está querendo vencer o imobilismo, que está recuperando a sua capacidade de iniciativa".
O presidente do Senado, Renan Calheiros, fala à imprensa sobre a repatriação de recursos (Wilson Dias/Agência Brasil)
Renan Calheiros considerou positiva a intenção de economizar R$ 26 bilhões com a redução de gastosArquivo/Wilson Dias/Agência Brasil
Calheiros considerou positiva a intenção do governo de economizar R$ 26 bilhões com a redução de gastos na máquina administrativa e em alguns investimentos.


De acordo com o presidente do Senado, antes de propor medidas como a que pretende criar um tributo nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) o governo precisava mostrar que está disposto a cortar na “própria carne”.


“Anunciar um corte significativo é bom. O governo não pode ter nenhuma dúvida em cortar ministérios ou cargos em comissão. Essa é uma preliminar para que nós possamos discutir qualquer aumento de receita”, afirmou Renan.
Segundo ele, agora caberá ao Congresso apreciar as medidas, entre elas a que propõe a volta da CPMF, com alíquota de 0,2%. Com o imposto, o governo pretende arrecadar, em 2016, R$ 32 bilhões, a fim de ajudar a fazer superávit primário (economia para pagar os juros da dívida).


A oposição no Senado criticou as medidas, em especial a proposta de criação de um novo imposto. Em nota, o presidente do PSDB, senador Aécio neves (MG) informou que a sociedade, mais uma vez, é requisitada a pagar a conta. “Há medidas de redução de custeio, mas, infelizmente, como já era esperado, o maior “esforço fiscal” vem do aumento de impostos em plena recessão.”


Presidente do DEM, o senador José Agripino (RN) disse que não aumentaram em nada a credibilidade do governo. Agripino criticou a possibilidade de retorno da CPMF. “Para equilíbrio das contas só com aumento de impostos, não contarão conosco. É querer parar o país.”


O senador Lindberg Farias (PT-RJ) afirmou que não se pode transformar a volta da CPMF em um “cavalo de batalha”. Lindberg acrescentou que melhor seria tributar mais os mais ricos, o “andar de cima”.


“Esse [CMPF] não é nosso maior problema. Preferíamos outros impostos, como o sobre distribuição de lucros e dividendos. Mas não vamos fazer um cavalo de batalha sobre isso, porque pode ser necessário nas circunstâncias do país.”


Farias mostrou-se preocupado com o anúncio de redução de gastos de R$ 26 bilhões, que atingem programas como o Minha Casa, Minha Vida, a saúde e o reajuste dos servidores públicos.


Segundo ele, essas medidas podem ter efeito reverso e aprofundar a crise. “Achamos que devia ter tido mais essa preocupação de tributar o andar de cima. Sobre os cortes, volto a dizer que isso acabará aprofundando a recessão econômica e aumentando a crise política, porque agora vamos brigar de vez com nossa base social, com os movimentos sociais”, concluiu.


Edição: Armando Cardoso

Saiba a verdade sobre os grandes mitos dos que defendem a revogação do Estatuto do Desarmamento

Mitos e Fatos


MITO 1: A população rejeitou o Estatuto do Desarmamento no Referendo de 2005.

Fato:É uma falácia dizer que o cidadão é contrário ao Estatuto do Desarmamento. No referendo de 2005, a pergunta era apenas sobre um item: se a venda de armas a civis deveria ser proibida. A decisão pela permanência da venda a civis vem sendo respeitada.


Cidadãos ainda podem comprar armas, desde que comprovada sua necessidade, aptidão e baixo risco de uso indevido.O que é certo é que o Estatuto do Desarmamento é muito mais amplo, regulando diversos aspectos da circulação de armas de fogo inclusive restringindo o porte e a posse.


Não há apoio popular às armas, pelo contrário, segundo pesquisa de 2013 do Datafolha, o brasileiro é absolutamente contra até mesmo a posse de armas: 62% afirmam que a posse deveria ser proibida, pois ameaça a vida de outras pessoas.

MITO 2: O Estatuto do Desarmamento não teve impacto na redução da violência.

Fato:O ano de 2004, primeiro de proibição de porte civil e vigência do Estatuto, registrou a primeira queda no índice de homicídios no país após mais de uma década de crescimento ininterrupto. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Espírito Santo, que vêm encarando o controle de armas com seriedade e combinando-o com políticas de segurança pública integradas, estão vivendo quedas consecutivas e consistentes em seus índices de homicídio. Não à toa, três secretários de segurança pública (SP, RJ, ES) assinaram a carta aberta em apoio ao Estatuto do Desarmamento.

MITO 3: A arma do cidadão de bem não comete crime.

Fato: A arma do cidadão de bem comete crime sim! A ligação entre mercado legal e mercado ilegal é amplamente comprovada. A CPI do Tráfico de Armas da Câmara dos Deputados de 2006 analisou as armas apreendidas, ou seja, envolvidas em crimes, e documentou que 86% das armas apreendidas provinham do mercado nacional, ou seja, haviam sido fabricadas e vendidas no Brasil. 68% das armas relacionadas a crimes haviam sido vendidas por lojas autorizadas sendo 74% destas para pessoas físicas e 25% para empresas de segurança privada. 18% das armas foram desviadas das forças de segurança do país.


Pesquisa mais atual, realizada pelo Instituto Sou da Paz em 2011 e 2012, com mais de 14 mil armas apreendidas na cidade de São Paulo, identificou que 78% delas eram nacionais. 2/3 das armas de fogo tinham sido produzidas antes do Estatuto (2003), o que comprova que o controle mais rígido dificultou o acesso às armas também para a criminalidade e que sentimos até hoje os efeitos perversos da legislação permissiva que existia anteriormente.

Ou seja, a arma do “cidadão de bem” também abastece o mercado ilegal!

MITO 4: O cidadão de bem não comete crime, somente os criminosos “de carreira”.

Fato: No Brasil boa parte dos homicídios são praticados por motivos fúteis, conflitos cotidianos que com a presença da arma acabam em mortes. Com uma arma em mãos ou em casa é muito mais provável que ela seja utilizada em pequenos conflitos. Qualquer um está sujeito a perder a cabeça. Se a arma está presente, facilmente pode ser usada. A presença de armas de fogo nas residências também aumenta as chances de suicídios e acidentes, em especial envolvendo crianças e adolescentes.

MITO 5: Mais pessoas armadas conseguem dissuadir criminosos e evitar roubos ou outros crimes.

Fato: Embora traga uma falsa sensação de segurança, não é verdade que o “cidadão de bem” armado pode evitar crimes e dissuadir criminosos. Evidências científicas no Brasil e no exterior deixam isso claro. Três teses de doutorado em economia da PUC-Rio, da FGV e da USP evidenciaram que a maior disponibilidade de armas de fogo nas cidades causa um aumento significativo na taxa de homicídio, mas não possui nenhum efeito para dissuadir o criminoso profissional, bem como os roubos e os furtos subjacentes.

MITO 6: Não é a arma que mata sozinha, as pessoas é que as utilizam e matariam de outra forma.

Fato: No Brasil, 71% dos homicídios são cometidos por arma de fogo, enquanto 16% são causados por objetos cortantes ou penetrantes – categoria na qual se enquadram as facas (Datasus, 2012). Há 17 anos, o percentual de agressões cometidas com facas é estável, mesmo considerando que existe pelo menos uma faca em cada domicílio no país. Há mais facas do que armas nas casas dos brasileiros, mas há muito mais homicídios cometidos com armas de fogo porque elas foram feitas para matar. As armas de fogo, são o principal instrumento escolhido dos homicidas, pois matam com eficácia e com menor risco para o agressor.

MITO 7: Desarmaram o cidadão de bem e não o bandido

Fato: Os números de armas ilegais apreendidas pelas polícias são muito superiores ao de armas recolhidas na Campanha Nacional do Desarmamento. Veja os dados abaixo dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro que desconstroem este mito:

Apreensão (armas ilegais) Entrega voluntária Apreensão (armas ilegais) Entrega voluntária

São Paulo Rio de Janeiro
2009 21.880 1.440 8.914 614
2010 18.755 2.941 7.554 623
2011 19.048 10.234 7.435 3.978
2012 18.739 7.877 7.367 2.251
2013 18.833 8.502 8.101 1.893
Total: 97.255 30.994 39.371 9.359


Para cada arma entregue na campanha em São Paulo, ao menos três armas ilegais são apreendidas. No Rio de Janeiro a proporção é ainda maior. Para cada arma recolhida na Campanha de Desarmamento, quatro armas ilegais são apreendidas.


De toda forma, os estados que mais reduziram homicídios foram os que trabalharam simultaneamente nestas duas frentes para retirar o maior número possível de armas de circulação.

MITO 8: É impossível comprar legalmente uma arma hoje no Brasil

Fato: O Estatuto não proibiu a compra de armas pelo cidadão. Desde 2004 mais de 500 mil armas foram vendidas no Brasil segundo o Exército. 72 mil novos registros de arma foram concedidas a civis para defesa.

Diga NAO à revogação do estatuto do desarmamento! Com mais armas vai haver mais crimes e tiroteios nas escolas!!!

Deputados votam esta semana texto que altera Estatuto do Desarmamento





  • 14/09/2015 09h03
  • Brasília
Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil




Armas
Estatuto do Desarmamento, criado há 12 anos, resultou na retirada de circulação, em 11 anos, de mais de 130 mil armasMarcello Casal/Arquivo/Agência Brasil
Em quatro dias, deputados podem decidir se mudam ou não as regras previstas no atual Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826). Criado há 12 anos, o estatuto, no período de 2003 a 2014, resultou na retirada de circulação de mais de 130 mil armas no país. A proposta, na época, era adotar uma medida para reduzir o número de homicídios. Hoje, muitos parlamentares questionam a eficácia da lei.


Em 2012, o deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) foi o autor de uma proposta (PL 3.722/12) que revogava o estatuto. O texto avançou este ano, quando foi criada uma comissão especial para analisar as regras. Na última semana, o relator do PL, deputado Laudívio Carvalho (PMDB-MG), apresentou substitutivo ao que foi proposto por Peninha. Carvalho recuou em muitos pontos, retomando previsões do estatuto, como a quantidade de munições permitidas por ano e mantendo requisitos criados para o comercio de armas de fogo, munições e acessórios. Por outro lado, fez alterações polêmicas, reduzindo, por exemplo, a idade mínima exigida para a aquisição de armas, de 25 para 21 anos.


“Como o Congresso pode aprovar a redução da maioridade e uma pessoa com 21 anos continuar sem poder comprar uma arma? Isso é uma incoerência”, afirmou. São pontos como esse que prometem esquentar a sessão de votação, marcada para o próximo dia 17. Na reunião em que foi apresentado o parecer, a divisão de opiniões já tinha ficado clara e um pedido de vista adiou a decisão sobre o texto que, se aprovado, vai ao plenário da Câmara para depois ser apreciado pelo Senado.


O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), que foi contrário à redução da maioridade penal, segue a mesma linha em relação à mudança do limite para o acesso a armas. O parlamentar cita outros pontos do texto que, segundo ele, devem ser integralmente rejeitados, como a ampliação do direito ao porte para outras categorias, além das previstas pelo estatuto. O relator incluiu na relação de categorias com direito ao porte, deputados, senadores, agentes de trânsito, aposentados das polícias e das Forças Armadas e servidores do Poder Judiciário, entre outros profissionais.


“Ele [o relator] permite o porte de arma para uma série de categorias, entre as quais a dos taxistas. É risco maior para os próprios taxistas, seja porque no trânsito normalmente há conflitos, seja porque serão vistos como alvos fáceis de ladrões que queiram roubar armas. É uma irresponsabilidade”, disse Molon.


Para ele, a proposta “é preocupante” porque cria condições para que um número maior de pessoas tenha acesso a arma, “aumentando o risco para a sociedade”. Da mesma opinião, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) afirmou que a flexibilização do estatuto “é uma forma de dizer que queremos uma guerra na sociedade civil”. Segundo Valente, o movimento pela revogação da atual lei é resultado da pressão da indústria de armamento nacional. É uma violação da cultura da paz”, completou.


O relator Laudívio Carvalho reagiu, garantindo que o parecer não tem esse objetivo. “Não estamos armando a população, Estamos devolvendo o direito de defesa ao cidadão a partir do momento em que o Estado é incompetente para garantir a segurança”, defendeu, destacando levantamentos que mostram a ocorrência de mais de 50 mil mortes anualmente por arma de fogo, “que não são causadas por cidadãos de bem”.

Registro e porte
Alvo também de críticas, o ponto do substitutivo que trata do registro e porte de armas traz uma mudança significativa em relação às normas atuais. Enquanto o estatuto define que a validade dessas duas certidões é três anos, sendo exigida a repetição de exames periódicos para que sejam renovadas, Carvalho estabelece, em seu texto, que o registro das armas de fogo será feito apenas uma vez.


Para o relator, o documento equivale a um título de propriedade com validade nacional e, por isso, “não teria sentido uma renovação periodica”. O registro dá direito exclusivamente a ter a arma dentro de casa ou nos limites de propriedades rurais e dependências.


O relator lembrou que mesmo com validade indeterminada, “o registro pode ser cassado se o cidadão cometer alguma ilicitude. Isso é um incentivo para tirar as armas da ilegalidade, porque uma pessoa que tem que sair, por exemplo, de uma propriedade rural para renovar o registro acaba não indo”, afirmou.


A validade do porte de arma, de acordo com o parecer, passa dos atuais três anos para dez anos. Carvalho garantiu que, mesmo com essas alterações, o texto endurece a atual lei. O argumento do parlamentar é que, além de manter a exigência dos exames previstos no Estatuto do Desarmamento para conceder registro e porte, ele incluiu novas
obrigatoriedades, no caso de porte.


 “Eu endureci a lei. No atual estatuto, para ter o registro e porte, você precisa se submeter a exames. Agora, você faz uma única vez. No relatório, mantenho a exigência para porte e acrescento a obrigatoriedade de um curso de capacitac a o especi fica, com durac a o mi nima de dez horas e aprovação em prova prática”, disse. No parecer, Carvalho sugere que o cadastramento de armas seja sempre gratuito, para tornar a iniciativa mais atrativa e aumentar o controle.

As explicações não convenceram os parlamentares, que preferem a manutenção do Estatuto do Desarmamento. Tanto a ampliação do prazo para porte quanto a eternização do registro dificultam o controle sobre como são e quais são as armas que estão no Brasil. [A validade de três anos prevista no estatuto] é uma maneira de saber quantas e quais armas foram roubadas”, avaliou Alessandro Molon.

Molon defendeu a rejeição total do texto, mas admite que há chances de a proposta ser aprovada na comissão especial. “Mas, em plenário, minha expectativa é que seja rejeitada. Se for para mudar o estatuto, tem que ser para torná-lo mais rígido”, defendeu.

Munições e armas
Em relação ao texto original apresentado para revogar o Estatuto do Desarmamento, Carvalho recuou na alteração do número de armas permitidas. Enquanto o autor do PL sugeriu que a quantidade passasse para dez por cidadão, o relator considerou que seis armas de fogo, como previsto na lei vigente, são suficientes. Nessa relação é possível ter duas armas curtas de porte, duas armas longas de alma raiada e duas armas longas de alma lisa.


Também ficou mantido número máximo anual de 50 cartuchos para cada arma de fogo de uso permitido, com exceção para atividades de caca e tiro desportivo por colecionadores, atiradores e caçadores desportivos e para uso diretamente em estandes, agremiaces de caca, escolas de tiro e empresas de instrucao de tiro.


“O deputado Peninha propôs mudar para 50 munições por mês. Estou mantendo 50 munições por ano porque é o suficiente, mesmo com o argumento de pessoas que defendem mais para que possam treinar. O treinamento tem que ser feito nas escolas de tiro e não em uma propriedade”, afirmou.

Punições

Carvalho manteve os requisitos exigidos para a concessão do porte e criou categorias de armas no lugar das classificações por arma especifica. Nesse caso, se o cidadão tem o porte para categoria armas curtas de repetição, ele poderá portar um revolver nos calibres 38, 32 ou 22. Caso seja habilitado para mais de uma categoria, todas terão que ser descritas no Certificado de Registro de Porte de Armas de Fogo.


O relator lembrou que as atuais tipificações de crimes relacionados foram conservadas e sugeriu o agravamento de algumas penas. “Quero tirar da clandestinidade aquele que foi empurrado pelo atual estatuto e dizer que a lei é pesada. Não afrouxei a lei, pelo contrário”, afirmou, ao comparar a pena mínima para porte ilegal de arma – que varia entre 1 e 3 anos, de 2 a 4 anos e, dependendo das circunstâncias da prática, de 12 a 20 anos, segundo o substitutivo.

 http://noticias.r7.com/brasil/em-comissao-para-rever-desarmamento-deputado-pede-financiamento-a-fabricante-de-pistolas-04052015
Edição: Graça Adjuto

Governo não tem condições de pedir sacrifícios, diz Gilmar Mendes


Agência Brasil

02:13 Economia, Notícias 14/09/2015 - 18h24 São Paulo (SP) 
 
Cátia Rodrigues


O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou, nesta segunda-feira (14), que o governo vive uma crise de legitimidade e por isso não tem condições de pedir sacrifícios à população.

Gilmar Mendes se referiu à intenção do governo de criar ou aumentar tributos, como algumas das medidas em estudo para tentar cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões previsto na proposta de orçamento de 2016.

O ministro participou do seminário chamado "Saídas para a crise", realizado na sede da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na capital paulista.

Questionado se a solução para a crise política e econômica do país passa pela reforma política, Gilmar Mendes defendeu que é preciso haver uma repactuação entre os partidos.

O seminário "Saídas para a crise" prossegue nesta terça-feira (15). Está prevista a participação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no evento.

O Palácio do Planalto disse que não vai se pronunciar sobre as declarações do ministro Gilmar Mendes.

DF expõe dificuldade de caixa e vai anunciar redução de gastos


01:39 Geral, Notícias 14/09/2015 - 21h24 Brasília (DF) 
 
 
Gilberto Costa
O governador Rodrigo Rolemberg se reuniu nesta segunda-feira (14) com 15 sindicatos de servidores do Distrito Federal para tratar das dificuldades de caixa do GDF.

A primeira categoria a tratar do assunto foi a dos professores, que aguardam um ajuste de 5% em média no pagamento de setembro. Conforme Cleber Soares, da diretoria do Sindicato dos Professores do DF, o governo disse que o ajuste esperado resultaria em impacto de R$ 130 milhões por mês. O dirigente do sindicato sinalizou que os professores não vão aceitar ficar sem o reajuste.

O SindiSaúde, o segundo a se reunir com o governador. A presidente do sindicato, Marli Rodrigues, lembrou que o ajuste está previsto em duas leis.

Professores e profissionais de saúde compõe duas das quatro categorias com mais servidores no GDF, 75 mil trabalhadores.

O governador Rodrigo Rolemberg deve anunciar medidas de redução de gastos nesta terça-feira (15). A expectativa é que haja redução de 24 para 15 secretarias de estado. O GDF poderá editar um pacote de medidas prevendo aumento de impostos, fim de isenções do ICMS, além de adiar a realização de novos concursos públicos e cobrar o repasse de recursos do Fundo Constitucional pagos pela União.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Folha confirma notícia do “Que País É Esse?” sobre negociação entre tucanos e Michel Temer

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Folha confirma notícia do “Que País É Esse?” sobre negociação entre tucanos e Michel Temer

michel_temer_34Contagem regressiva – A vocação do UCHO.INFO de levar aos leitores e seguidores informações exclusivas e as análises mais balizadas foi confirmada nesta segunda-feira (14) pelo jornal “Folha de S. Paulo”, que deu destaque à informação que o editor do site divulgou com antecedência no programa “Que País É Esse?”, uma produção da UCHOTV que você pode acompanhar de segunda à sexta-feira, das 19 às 20 horas, no endereço www.quepaiseesse.info.


Diante da crescente e múltipla crise enfrentada pela presidente Dilma Rousseff, a oposição começa a se aproximar do vice Michel Temer, que trabalha nos bastidores com a possibilidade de assumir o comando do País em breve, caso prospere na Câmara dos Deputados o pedido de impeachment da petista ou até mesmo por conta de eventual renúncia. Com esse cenário que vem tirando o sono da cúpula do PT, Temer reuniu-se recentemente com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que garantiu apoio ao peemedebista no caso de um governo de transição.


Ciente de que a saída de Dilma provocaria uma revolução na política nacional, o PSDB preferiu negociar com Michel Temer, em vez de ter de disputar de afogadilho uma eleição que poderia não acontecer por causa de um sem fim de manobras jurídicas. 


De tal modo, os tucanos costuram um acordo para que o partido lance candidato à Presidência da República em 2018, com a promessa de o PMDB não atrapalhar os planos da legenda.
Como contraponto, o tucanato aceita apoiar Temer, desde que a legenda consiga emplacar no governo de transição um dos filiados para comandar a economia. O nome em voga nos bastidores é do senador José Serra (PSDB-SP), ex-governador paulista e talvez o político brasileiro mais preparado da atualidade. Esse quadro cria, de antemão, um enorme imbróglio no ninho tucano, pois Serra, na eventualidade de ser indicado ministro, reforçaria seu cacife dentro do PSDB para participar da corrida presidencial.


Acontece que nessa queda de braços eterna que existe nos bastidores do PSDB estão, também, o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do partido, e Geraldo Alckmin, governador de São Paulo e forte candidato ao Palácio do Planalto em 2018. Tanto é assim, que o UCHO.INFO aposta que em breve, respeitando o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, Alckmin poderá deixar o PSDB.


O desespero do staff petista no rastro das negociações de Michel Temer com a oposição é tamanho, que Lula procurou o vice-presidente para convencê-lo a manter o PMDB na base de apoio à “companheira” Dilma, o que em tese poderia minimizar o risco de impeachment. Isso porque o mais consistente pedido de afastamento da presidente da República é da lavra do jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.



Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=97582

Financial Times fala a verdade.Uma verdade que o PT se recusa a admitir.Financial Times afirma que Brasil é doente terminal e o vice Michel Temer “um político medíocre”

Financial Times afirma que Brasil é doente terminal e o vice Michel Temer “um político medíocre”

(AFP - Getty Images)
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Artilharia pesada – O editorial intitulado “A terrível queda do Brasil da graça econômica”, na edição desta segunda-feira (14) do jornal britânico “Financial Times” começa assim: “Se o Brasil fosse um paciente de hospital, médicos da sala de emergência poderiam diagnosticá-lo como em um declínio terminal”. O texto afirma que a falta de apoio político faz com que “seja praticamente impossível para Dilma Rousseff responder adequadamente à crise econômica”. O FT ainda ressalta que sem Joaquim Levy investidores teriam “visão sombria da capacidade do governo de endireitar as contas”.

O jornal também declara que a economia brasileira está “uma bagunça” diante de recessão esperada para 2015 e 2016, do déficit das contas públicas, do novo Orçamento com expectativa de saldo primário negativo e a consequente elevação da dívida pública. “Essa é a razão por trás da decisão surpresa da agência Standard & Poor’s de rebaixar a nota brasileira”, destaca o editorial.

Entretanto, o “Financial Times” afirma que apesar da piora da economia, a deterioração do quadro político é que deflagrou a decisão da S&P. A falta de popularidade e de apoio do Legislativo “faz com que seja praticamente impossível para Dilma responder adequadamente à crise econômica”. O editorial destaca que o Congresso Nacional atualmente está mais preocupado em salvar a própria no rastro das graves acusações levantadas a partir Operação Lava-Jato. “O sistema político do Brasil sempre foi conhecido por ser podre. Agora, ele também não está funcionado”.


O FT afirma que tantas incertezas econômicas e políticas aumentam cada vez mais a instabilidade e destaca os rumores sobre o trabalho do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Segundo o jornal, o trabalho de Levy “tem sido minado por outros que acreditam erroneamente que o Brasil poderia voltar a gastar mais como maneira de acabar com os problemas”.
O editorial ainda lembra os rumores sobre enfraquecimento de Levy , alertando que a S&P pode enfraquecer ainda mais o ministro. “Se ele sair, os investidores terão uma visão sombria da capacidade do governo de endireitar as contas públicas. Além disso, muito possivelmente, entrariam no difícil caminho financeiro que o Brasil já percorreu antes. A viagem foi ruim antes e poderia ser de novo agora”.

Sobre a crise política, o “Financial Times” ressalta que a renovação política no atacado poderia ser a solução. “Infelizmente, há pouca chance disso até as eleições programadas para 2018”, declara. “Impopularidade é uma razão insuficiente para remover a senhora Rousseff: se fosse, Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente que estabeleceu as bases da agora desperdiçada estabilidade econômica, poderia não ter terminado o segundo mandato”.

O sisudo jornal britânico afirma que “conhecida por sua teimosia e ser cabeça-dura”, a petista insiste que não renunciará. “Também não há qualquer evidência de que ela, pessoalmente, tenha lucrado com o esquema fraudulento na Petrobras. É verdade que ela poderia ser acusada por outros motivos, como a contabilidade governamental incorreta”. Mesmo assim, o editorial repete a avaliação já feita de que eventual saída de Dilma traria “um político medíocre” para substituí-la e cita Michel Temer, Eduardo Cunha e Renan Calheiros. (Danielle Cabral Távora)

A COPA foi realizada no Brasil contra a nossa vontade! Faliu o Brasil!!E agora o PT quer aumentar nossos impostos para pagar a conta?