sábado, 17 de outubro de 2015

Hahahaha, agora a "esperança" é ...a..Dilma?

O manifesto dos "intelectuais" pró-Dilma

O UOL noticia que um grupo de "intelectuais" lançou um manifesto contra o impeachment de Dilma Rousseff intitulado "A Sociedade Brasileira Precisa Reinventar a Esperança".


De acordo com os petistas, porque essa é a palavra correta para definir os tais "intelectuais", “Impeachment foi feito para punir governantes que efetivamente cometeram crimes. A presidenta Dilma Rousseff não cometeu qualquer crime”.


Entre os signatários, está Fernando Morais, aquele que pegou carona em jatinho da Odebrecht para ir a Cuba, juntamente com o lobista Lula.


O Antagonista acha que a sociedade brasileira precisa é tomar vergonha na cara.


Comentário

Essa Presidente é que é a esperança do povo brasileiro???

Anonimo
 

Basta ler o noticiário


Alguns leitores perguntam por que mudamos de opinião em relação à permanência de Eduardo Cunha na Presidência da Câmara.


Basta ler o noticiário policial da última semana e os movimentos do deputado, senhores. Gostaríamos muito que Eduardo Cunha fosse adiante com o processo de impeachment, mas ele, digamos, não parece à vontade para fazê-lo.

Cunha não vai durar



Eduardo Cunha ainda pode negociar com o governo o arquivamento de todo e qualquer processo de impeachment?


Formalmente, sim. Mas sua decisão poderá ser reversível no curto prazo, porque ele não continuará na Presidência da Câmara e o PT perdeu a condição de fazer o sucessor.



O melhor caminho para Cunha

O Antagonista reafirma o que disse: do ponto de vista estritamente político, o melhor para Eduardo Cunha seria renunciar à Presidência da Câmara e continuar atuando nos bastidores como sempre fez.


Menos visível, ele talvez conseguisse manter o seu grupo.

US$ 1,5 milhão para líder do governo





O JN deu detalhes da propina embolsada por Delcídio Amaral, líder do governo no Senado. Em sua delação, Fernando Baiano disse que o petista recebeu US$ 1,5 milhão desviados do contrato da refinaria de Pasadena, para sua campanha ao governo do Mato Grosso do Sul em 2006.


Em março, Teori Zavascki arquivou pedido da PGR para investigar Delcídio, citado por Paulo Roberto Costa como beneficiário de propinas do petrolão. Zavascki disse que faltavam evidências.


Não faltam mais.

A trama de Temer


"Dilma Rousseff está convicta de que Michel Temer tramou contra ela quando ainda era o responsável pela articulação política", diz Lauro Jardim.

O Antagonista espera que ele não tenha parado de tramar.

A notícia de que constituirá advogado próprio, perante o TSE, para separar a sua campanha da de Dilma Rousseff parece ser um bom indicador nesse sentido

Cunha é um deputado de fachada



A teia de empresas de fachada tecida por Eduardo Cunha para receber dinheiro roubado da Petrobras foi quase toda descoberta.

Hoje, O Globo publica que "o operador usado para abrir as contas de Eduardo Cunha na Suíça é a conexão entre o dinheiro movimentado no exterior pelo presidente da Câmara dos Deputados e o escândalo da Lava-Jato. Luis Maria Pineyrua Pittaluga, que criou para Cunha uma empresa de fachada em Cingapura, se apresenta como representante do escritório uruguaio Posadas & Vecino Consultores. O escritório funciona na Rua Juncal 1305, 21º andar, em Montevidéu, o mesmo endereço declarado como sede da Hayley S/A, investigada na Lava-Jato por receber propina pela intermediação de contratos de fornecimento de sondas de perfuração da coreana Samsung à área internacional da Petrobras."

A Hayley também é uma empresa de fachada, descobriu O Globo.

Em resumo, Eduardo Cunha é um deputado de fachada.

A LAVA JATO E O ARRASTÃO. NUNCA JAMAIS SE VIU TANTO PEIXE GRANDE ASSIM...


A próxima semana promete. Um sintoma é o desaparecimento do noticiário da Operação Lava jato. 
 
Enquanto Lula andava para lá e para cá, enquanto pixulecos eram distribuídos para comprar o silêncio ou a ação de figurões da República, enquanto os jornalões prosseguiam com a guerra de guerrilha das notas plantadas, a força tarefa da Lava Jato estava trabalhando. 
 
 
É o que denota a reportagem-bomba da revista Veja que está nas bancas e cujo resumo e capa estão aqui no blog que deu tudo em cima do lance ainda na noite desta sexta-feira.

E o assunto vai se desdobrando, vai se esclarecendo de modo que se pode antever para a próxima semana agradáveis notícias para os 90% dos brasileiros que querem se ver livres dos grilhões vermelhos da camorra do PT. 

Uma nota postada há pouco por O Antagonista, reforça esta impressão geral: 

"Os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez foram presos em 19 de junho.
Além deles, foram presos também os principais executivos dessas empreiteiras.
Um dos executivos presos, “dono de segredos estarrecedores”, de acordo com a Veja, resolveu contar à Lava Jato tudo o que sabia.
 
 
Muito assustado, o dono de uma empreiteira se reuniu com dois ministros aposentados do STJ e avisou:
 
“Se isso acontecer, vai o Lula, vai a Dilma, vai todo mundo”.

Nunca jamais se viu tantos peixes grandalhões assim...será um arrastão histórico.
 

OS CONTRATOS MILIONÁRIOS DE LULA COM A ODEBRECHT


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ÉPOCA obteve contratos assinados entre o ex-presidente e a empresa. No papel, dinheiro para “palestras”. Na prática, dinheiro para alavancar os negócios da empreiteira no exterior – A reportagem é dos jornalistas  THIAGO BRONZATTO, COM ANA CLARA COSTA E ALANA RIZZO.


No final da manhã de quinta-feira, 15 de outubro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava bem-humorado. Por iniciativa própria, prestava um depoimento reservado ao Ministério Público Federal, em Brasília, para explicar sua atuação ao lado da empreiteira Odebrecht. Em vez de ir ao prédio da instituição, Lula foi ouvido em uma casa no Lago Sul, de forma discreta. Foi seu único pedido ao procurador, para escapar ao assédio de jornalistas.


Ao seu estilo sedutor, Lula fez piadas com o procurador da República Ivan Cláudio Marx, ao dizer que o Corinthians, seu time, será campeão brasileiro. Na hora de falar sério, disse que não fez lobby, mas sim palestras no exterior com a missão de explicar a receita brasileira de sucesso em países da África e da América Latina. Procurou defender-se na investigação, revelada por ÉPOCA em maio, que apura se ele praticou tráfico de influência internacional em favor da empreiteira Odebrecht. Lula disse que não é lobista, que recebeu “convites de muitas empresas e países para ser consultor”, mas não aceitou porque “não nasceu para isso”.


Num termo de declaração de quatro páginas obtido por ÉPOCA, ele sustenta que todos os eventos para os quais foi contratado estão contabilizados em sua empresa L.I.L.S. – um acrônimo de seu nome. Foi por meio dela que Lula ficou milionário desde que deixou o Palácio do Planalto, em 2011.

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Lula com Alexandrino Alencar, da Odebrecht (de barba, atrás), no Peru. Alexandrino era o responsável pelas palestras de Lula no exterior e viajava com ele (Foto: reprodução)
ÉPOCA obteve cópia dos contratos privadosnotas fiscais edescrições das relações entre o ex-presidente e sua principal contratante. Nomeado projeto “Rumo ao Caribe”, as viagens de Lula bancadas pela Odebrecht inauguraram um padrão de relacionamento do ex-presidente, poucos meses após deixar o Planalto, com a empreiteira-chave da Lava Jato.  Ao longo dos últimos quatro anos, a L.I.L.S. foi acionada para que Lula desse 47 palestras no exterior, muitas a convite de instituições. Sua maior cliente é, de longe, a Odebrecht.
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A construtora que lidera a lista das patrocinadoras de Lula pagou quase R$ 4 milhões para o ex-presidente fazer dez palestras. Além disso, bancou os custos das viagens para países em que possui obras financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como Angola e Venezuela. Esses gastos de R$ 3 milhões, ao câmbio da época, incluem transporte e hospedagem em hotéis “5 estrelas ou superior”, com dormitório com cama king size, sofás, frutas, pães, queijos, frios, castanhas, água, refrigerantes normais e do tipo “zero” e, em alguns casos, fora do contrato, bebidas alcoólicas. As contratantes eram responsáveis por fretar aeronaves particulares.


Ter Lula como palestrante custava caro. Mas, na maioria das vezes, valia muito a pena.



O “Palestrante” Lula (grafado desse jeito pela própria empresa em seus papéis internos) passou a ser mobilizado para atuar em locais onde a Odebrecht enfrentava pepinos em seus contratos. Em 1º de maio de 2011, Lula se comprometeu, por R$ 330 mil, a desembarcar na Venezuela no início de junho para falar sobre os “Avanços alcançados até agora pelo Brasil”.


A descrição das atividades que constam da cláusula 1.1 do contrato dizia que o “Palestrante” não participaria de qualquer outro evento além daqueles descritos “exaustivamente” no anexo 1.


O tal anexo, no entanto, possui duas linhas que mencionam apenas que o ex-presidente ficaria hospedado no Hotel Marriott de Caracas. Quando superposto aos documentos doInstituto Lula sobre o mesmo evento, vê-se que Lula se encontrou com o empresário Emílio Odebrecht, pai de Marcelo Odebrecht, hoje preso em Curitiba, e com o então presidente venezuelano, Hugo Chávez, morto em 2013. Era um momento de tensão entre o governo venezuelano e a empreiteira, que cobrava uma dívida de US$ 1,2 bilhão.


Telegramas sigilosos do Itamaraty sugerem que Lula e Chávez trataram sobre a dívida. A Odebrecht construía, desde 2009, a linha II do Metrô de Los Teques e a linha 5 do Metrô de Caracas. Fruto de uma negociação entre Lula e Chávez, o projeto foi irrigado com US$ 747 milhões (R$ 1,2 bilhão, em valores da época) em empréstimos do BNDES.


A pressão de Lula surtiu efeito. Quatro dias após a visita do ex-presidente a Caracas, Chávez se encontrou com a presidente Dilma em Brasília. Naquele momento, a dívida com a Odebrecht já estava acertada. As duas obras são investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União.



A principal suspeita, conforme revelou ÉPOCA em maio, é que os recursos tenham sido utilizados de forma irregular e de maneira antecipada sem o avanço do projeto – o dinheiro chegou, mas a obra não andou.


Em seu depoimento ao Ministério Público, Lula disse que não é lobista e “não nasceu” para ser consultor


Em alguns casos, as viagens de Lula eram sucedidas por concessões de empréstimos do BNDES para obras de infraestrutura no país.Angola é um exemplo disso. Desde 2011, a Odebrecht foi a que mais recebeu financiamentos do BNDES no país africano, que está no topo da lista de recursos destinados pelo banco para exportação.


Entre abril de 2011 e abril de 2014, foram liberados US$ 3,1 bilhões dos cofres do BNDES para a Odebrecht. Nos dias 30 de junho e 1o de julho de 2011, Lula foi contratado pela Odebrecht para dar uma palestra na Assembleia Nacional em Luanda, capital da Angola, sobre “O desenvolvimento do Brasil – modelo possível para a África”. Em seguida, Lula se reuniu por 40 minutos com o presidente do país, José Eduardo dos Santos. Após a conversa, Lula se encontrou com Emílio Odebrecht e com diretores das empreiteiras Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.


Lula aterrissou em São Paulo no dia 2 de julho, à 0h30. No dia 28 de julho de 2011, o BNDES liberou um empréstimo de US$ 281 milhões (R$ 455 milhões, em valores da época), tão aguardado pela Odebrecht, para a construção de 3 mil unidades habitacionais e desenvolvimento de infraestrutura para 20 mil residências em Angola.


No dia 6 de maio de 2014, Lula e Emílio Odebrecht voltaram a se encontrar em Angola. O ex-presidente viajou, numa aeronave cedida pelo governo angolano, de Luanda para a província de Malanje, onde visitou a usina de açúcar e etanol Biocom, sociedade entre a Odebrecht Angola e a Sonangol.




Em depoimento de sua delação premiada, o lobista Fernando Soares, o Baiano, disse que se associou ao empresário José Carlos Bumlai, amigo de Lula, para viabilizar a palestra do ex-presidente em Angola. Baiano atendia a um pedido de um general angolano, interessado no negócio. Lula estava a todo momento acompanhado por Emílio Odebrecht, pela ex-ministra do Desenvolvimento Social Márcia Lopes e pelo ex-deputado federal Sigmaringa Seixas, além de autoridades angolanas. Na manhã do dia seguinte, o ex-presidente teve uma reunião de cerca de uma hora com o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.



Nesse encontro, discutiram, entre outros assuntos, a linha de crédito do BNDES para a construção da hidrelétrica de Laúca, segundo telegramas do Itamaraty. Em dezembro do ano passado, sete meses após a visita de Lula, o ministro de finanças de Angola, Armando Manuel, assinou o acordo de financiamento com o BNDES. Em maio deste ano, o presidente do banco, Luciano Coutinho, deu o último aval para a liberação de um empréstimo que pode chegar a US$ 500 milhões (R$ 1,5 bilhão).



Questionado pelo Ministério Público, Lula disse que “nada foi referido sobre o financiamento do BNDES para a construção da hidrelétrica de Laúca e que o presidente José Eduardo nunca tratou desses temas”, embora documentos oficiais do Itamaraty mostrem uma versão diferente. “Não passa de uma ilação, porque o comunicante (do Itamaraty) não teria participado da reunião”, disse Lula.


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Lula com Hugo Chávez em Caracas, em 2011, e trechos de seus contratos com a Odebrecht (abaixo). Após uma palestra de Lula, o governo venezuelano pagou uma dívida com a Odebrecht (Foto: Jorge Silva/Reuters)
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Em suas viagens pela América Latina e pela África, Lula era acompanhado de perto pelo diretor de relações institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, apontado como o lobista da construtora na Operação Lava Jato.



Após quatro meses preso, o executivo foi libertado na sexta-feira por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, após quatro meses preso em Curitiba, no Paraná. O contrato original, que selou a parceria da Odebrecht com Lula, leva a assinatura de Alexandrino e de Paulo Okamotto, braço direito do ex-


presidente. Lula e Alexandrino se conhecem desde os tempos de Lula no Planalto. A proximidade entre eles era tão grande que se cumprimentavam com um beijo no rosto. Essa intimidade se intensificou após 2011, quando Lula passou a defender, ao lado de Alexandrino, os interesses da Odebrecht no exterior.


Um relatório de perícia do MPF sobre os movimentos migratórios de Lula e o ex-funcionário da Odebrecht aponta que os dois companheiros compartilharam ao menos cinco voos juntos nos últimos quatro anos, de acordo com dados extraídos do sistema de tráfego internacional da Polícia Federal.



Nesta semana passada, no depoimento ao Ministério Público, Lula manteve uma distância olímpica do amigo ao dizer que “Alexandrino era representante da Odebrecht, não sabendo precisar o cargo; que só tinha relação profissional com Alexandrino”.


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Um dos destinos da dupla foi uma caravana para Cuba e República Dominicana entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro de 2013. Lula recebeu R$ 373 mil pelas palestras. Naquela ocasião, Lula visitou o Porto de Mariel, parceria entre a Odebrecht e o governo cubano. Ao todo, a obra recebeu US$ 832 milhões do BNDES com um prazo para pagamento de 25 anos – e com uma parte das garantias atreladas à produção de fumo na ilha.


Quatro meses após a passagem de Lula por Cuba, o banco estatal brasileiro liberou a quinta parcela do financiamento do projeto, de US$ 229,9 milhões (R$ 482,7 milhões), que estava represada devido ao atraso nos pagamentos e à falta de garantias para a operação. Em 31 de janeiro, Lula desembarcou na República Dominicana, onde se encontrou com o presidente Danilo Medina.


E lá foi o líder petista visitar, novamente, outro canteiro de obras da Odebrecht. Seis meses depois, a Odebrecht conseguiu mais US$ 114 milhões (R$ 228 milhões) do BNDES para desenvolver o corredor Viário Norte-Sul no país.


>> Documentos secretos mostram como Lula intermediou negócios da Odebrecht em Cuba


Procurada, a Odebrecht afirma por meio de nota que mantém “uma relação institucional e transparente com o ex-presidente Lula.


O ex-presidente foi convidado pela empresa para fazer palestras para empresários, investidores e líderes políticos sobre as potencialidades do Brasil e de suas empresas, exatamente o que têm feito presidentes e ex-presidentes de outros países, como Estados Unidos, França e Espanha”.


A Odebrecht nega que Lula tenha feito lobby em seu favor junto a governos estrangeiros. O depoimento de Lula pode ter sido agradável, mas o Ministério Público Federal no Distrito Federal estuda formar uma força-tarefa de procuradores para investigar as suspeitas de tráfico de influência. Pediu até o compartilhamento de provas da Operação Lava Jato que mencionem o ex-presidente, a Odebrecht e o BNDES.



http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/10/r-4-milhoes-pelo-lobby-os-contratos-milionarios-de-lula-com-odebrecht.html
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COVARDIA DE LULA! AGORA, PARA SE SAFAR, ACUSA EMPRESÁRIO AMIGO DE USAR SEU NOME PARA RECEBER PROPINA



LULA E BUM LAI
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou com colaboradores que o pecuarista José Carlos Bumlai pode ter se aproveitado de sua amizade para obter vantagens financeiras.


O ex-presidente cogitou essa hipótese um dia depois de vir à tona o depoimento no qual o lobista Fernando Baiano afirma ter pago R$ 2 milhões a Bumlai para compra do apartamento de uma nora do ex-presidente.


Nas conversas com seus aliados, Lula negou que a negociação tenha ocorrido e reclamou de Bumlai, afirmando que, caso confirmada a versão de Baiano, o amigo teria se valido dessa intimidade para ganhar dinheiro.


Ainda segundo seus interlocutores, Lula se queixou da divulgação da informação sem que nem sequer se tenha identificado a nora. Lula tem quatro noras. Nessas conversas, o ex-presidente contou ter ajudado cada uma delas para a compra de um apartamento. Ele diz que doou R$ 200 mil para cada uma.

Para descrever a situação financeira, Lula argumentou ainda que o primeiro filho de Dona Marisa vive num imóvel alugado.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, reagiu com indignação e disse que esse tipo de vazamento de informação estimula a intolerância contra o partido.

“Não tem cabimento esse tipo de informação sem comprovação, sem documento, sem saber o nome da pessoa. É uma irresponsabilidade da grande mídia, um jornalismo declaratório. Quem é a nora? O Lula tem quatro noras. Nenhuma nora dele recebeu dinheiro”, afirmou Falcão. 


‘CONTA-GOTAS’
Filho do ex-presidente Lula, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, requereu ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta sexta (16) o acesso à íntegra do acordo de delação premiada e dos depoimentos prestados por Fernando Baiano.


O pedido foi entregue ao ministro Teori Zavascki, que homologou o acordo de colaboração do lobista do PMDB.


Baiano disse que o pagamento que beneficiaria a nora de Lula foi feito a Bumlai e se referia a uma negociação envolvendo a OSX, empresa de construção naval de Eike Batista, atualmente em recuperação judicial.


Mesmo sem o negócio ter sido concretizado, Bumlai teria cobrado a “comissão” de Baiano para repassar à suposta nora de Lula.


O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lulinha, criticou repasse de informações “pingadas a conta-gotas” de uma “delação sob sigilo” e disse que seu cliente é alvo de ataques sistemáticos da mídia.


“O que se identifica são irresponsáveis ilações daqueles que foram, depois, desmentidos”, disse Martins.
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PÂNICO EM BRASÍLIA – LAVA JATO VAI ENGOLIR LULA E DILMA … NAS ENTRELINHAS DA VEJA E NA CERTEZA DO ANTAGONISTA






LAVA JATO LULA E DILMA
A porcaria orquestrada por Lula, Renan Calheiros e José Sarney para desmantelar a Lava Jato, usando seus esbirros no STF, obteve uma série de sucessos nas últimas semanas.
A Veja garante, porém, que “a esperança de um Brasil mais justo trazida pela operação comandada pelo juiz Sergio Moro continua de pé, longe das manchetes. A Lava Jato tem seus ritos e tempos próprios. Mais dia, menos dia, ela emerge das águas profundas e desfaz os acordos espúrios tramados na superfície”.


O que isso significa?
A capa da Veja esclarece o que a reportagem, por uma questão de confidencialidade, não pode explicitar: a Lava Jato está se preparando para engolir Lula, Dilma Rousseff e Eduardo Cunha.


http://www.oantagonista.com/posts/a-lava-jato-vai-engolir-lula-e-dilma
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O MONSTRO! LULA GIGANTE SE ESCONDE ATRÁS DA FORMIGA CUNHA



lula orcrim
Ninguém é bobo no Brasil. Não adianta o PT tentar “esconder” o serviço sujo que Lula comandou.


Agora, quando surgem documentos oficiais que provam que LULA ficou MILIONÁRIO fazendo LOBBY e emprestando dinheiro do BNDES para países quebrados e inadimplentes, a “turma da ORCRIM” está agindo a pleno vapor. tentam desviar a atenção…


Ninguém é bobo no BRASIL! Eduardo Cunha é muito pequeno. Sua ação criminosA, se provada, representa um grão de areia diante da GIGANTESCA operação montada pela ORCRIM para quebrar o Brasil.


EDUARDO CUNHA NÃO É UMA FORMIGA… É O BOI DE PIRANHA DO PT!
NINGUÉM É BOBO NO BRASIL, LULA! VOCÊ É O CHEFE DA ORCRIM.
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Após críticas de Lula e de outros petistas, rumores de demissão de Levy fazem dólar ir as alturas



Brasília- DF- Brasil- 19/01/2015- Entrevista do Ministro da Fazenda Joaquim Levy.(Wilson Dias/Agência Brasil)
Informações de que Levy pode deixar a qualquer momento o Ministério da Fazenda fez com que o dólar voltasse a fechar e brusca alta nesta sexta-feira (16).


Segundo informa o portal Diário do Poder, Levy teria se irritado com críticas de Lula, que parecer querer a saída do Ministro da Fazenda de seu cargo, além de outros petistas, que seguem as orientações do líder mor do PT, e com carta renúncia na mão, Levy pediu encontro com Dilma.


Diário do Poder – Neste momento, a “turma do deixa disso” está atuando para tentar evitar que ele venha a consumar a decisão. O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) é o mais empenhado em tentar demover Levy de sair do cargo, mas ele parecia irredutível, mais cedo.

Levy parece estar desgastado ao extremo devido aos bombardeios permanentes de Lula e parlamentares do PT, que atribui a Levy os aspectos mais duros do ajuste fiscal.


O outro lado.
A matéria foi desmentida pelo Ministério da Fazenda, que divulgou nota negando que Levy vai deixar a pasta: “O ministro não pediu demissão. Não há essa carta [de demissão]. Não existe essa carta. Ele continua trabalhando e se esforçando pelo futuro do país”, informou a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda.

“LULA” 5 MILHÕES EM PROPINA A CERVERÓ “Delatores afirmam”

16/10/2015


Montante teria sido pago pelo grupo Schahin em troca de um contrato de operação do navio-sonda Vitória 10.000


O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi acusado por dois delatores da Operação Lava Jato de ter acertado o pagamento de 5 milhões de dólares em propina para o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e outros dois ex-gerentes da estatal. Os valores foram pagos pelo Grupo Schahin, em troca de contrato de operação do navio-sonda Vitória 10.000, segundo os delatores.


O nome de Bumlai aparece na delação de Fernando Soares, o Fernando Baiano, que está preso desde dezembro do ano passado e foi condenado a 16 anos de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro desviado de esquema ilícito instalado na Petrobras. Ele é apontado como o braço do PMDB no arranjo montado na estatal. A outra citação foi feita por Eduardo Musa, ex-gerente da área Internacional da petroleira. Cerveró foi condenado a 12 anos de prisão também pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.


Segundo as investigações, há registro de reunião entre Bumlai, Fernando Baiano, Cerveró, Eduardo Musa e o ex-gerente executivo da área Luis Carlos Moreira no escritório do operador do PMDB, no Rio de Janeiro.


O pagamento dos US$ 5 milhões teria sido tratado diretamente por Fernando Schahin, filho de um dos fundadores do grupo, e dividido entre os três ex-executivos da Petrobras da Diretoria Internacional, da cota do PMDB no esquema de corrupção na estatal. Dois deles indicaram contas bancarias no Uruguai para receber suas partes e um, na Suíça.


Conselheiro - Apontado como “o pecuarista” em conversas de executivos investigados em Curitiba, Bumlai seria uma espécie de avalista dos negócios com a Schahin, segundo suspeita da Polícia Federal. Seu nome ainda não havia sido citado diretamente nos negócios de propina alvos da força-tarefa da Lava Jato.


Lula e Bumlai estreitaram relações na campanha eleitoral de 2002. Desde então, o pecuarista passou a ser um dos conselheiros com acesso direto ao ex-presidente. E-mails apreendidos na sede da empreiteira Odebrecht, em São Paulo, indicam que Bumlai, que gozava de acesso irrestrito ao gabinete da Presidência na gestão Lula, tentou, inclusive, agendar reunião com Marcelo Odebrecht, presidente da empresa, para tratar de assuntos relativos ao governo da presidente Dilma Rousseff, como as privatizações de rodovias.


Cunha - O navio-sonda Vitória 10.000 fez parte de um pacote de construção de dois equipamentos do tipo, usados para exploração de petróleo em águas profundas. Contratados pela Diretoria Internacional, com negociações iniciadas em 2005, por Cerveró, o pacote incluiu os termos de construção e depois de operação. Ambos, segundo a Lava Jato, envolvendo propina.


O estaleiro Samsung Heavey Industries, em parceria com o Grupo Mitsui, foi o responsável pela construção dos dois navios-sonda (Vitória 10.000 e Petrobras 10.000). Processo já julgado procedente pelo juiz responsável pelas ações penais da Lava Jato, Sérgio Moro, concluiu que a empresa pagou pelo menos 30 milhões de reais em propina, via lobista Júlio Camargo, representante do estaleiro no Brasil, e Fernando Baiano nessa primeira etapa. Um dos beneficiados, segundo Camargo, foi o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que recebeu pelo menos 5 milhões de reais.


As novas revelações de Fernando Baiano e do ex-gerente da área Internacional Eduardo Musa confirmam que a segunda fase de contrato do Vitória 10.000, para operação do equipamento, também envolveu propina e a interferência direta de Bumlai. A Schahin foi contratada, por meio da Deep Black Drilling LLP, para operação do Vitoria 10.000 durante 10 anos (2010-2020) pelo valor US$ 1,5 bilhão.


Apurações internas da Petrobras anexadas aos autos da Lava Jato indicaram problemas no contrato com a empresa. “A demora em concretizar negociação com a Schahin para a vinda do Vitoria 10.000 para o Brasil implicou custo de aproximadamente 126 milhões de reais”, informa documento da estatal.


 “A escolha da Schahin como parceira foi discricionária.” O contrato foi rescindido pela Petrobras, em maio, após o nome da empresa ser citado como uma das participantes do cartel alvo da Lava Jato. O grupo entrou esse ano em concordata.


Bumlai informou que “não participou de reunião alguma com essas pessoas” e que não tratou de contratos da Petrobras.”Todas as informações ultimamente veiculadas na imprensa ligando o nome do empresário José Carlos Bumlai a escândalos relacionados à Operação Lava Jato são ilações inverídicas baseadas exclusivamente em depoimentos prestados por delatores (…) Bumlai nega que tenha qualquer relação com as mentiras já publicadas (pela imprensa), e repudia as novas infâmias que estão sendo agora assacadas contra sua pessoa”, diz a nota.


(Com Estadão Conteúdo) Via Veja e Agência 

Ministro do STF defende renúncia tripla! Seria muita felicidade para o povo brasileiro!

16/10/2015


Marco Aurélio Mello, ministro do STF, defende uma forma, segundo o magistrado, “não traumática” para o país superar a crise, segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Para ele, o ideal seria a “renúncia coletiva” da presidente Dilma Rousseff, do seu vice Michel Temer e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

“Falo como cidadão e em uma perspectiva utópica, já que seria algo impensável para os atuais detentores dos poderes”, diz ele.

Para o ministro, “o mal maior, a crise econômica”, está sendo deixado em “segundo plano” por “interesses políticos”.

“Virou caso de Policia” PF abre inquérito sobre irregularidades em campanha de Dilma

17/10/2015


Investigação foi requerida pelo ministro Gilmar Mendes, relator das contas de campanha da presidente na Justiça Eleitoral

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar suspeitas de irregularidades na campanha para a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014. 


O inquérito foi instaurado na semana passada por determinação do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes, relator das contas da campanha do ano passado, e pode dar munição para a oposição que tenta abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma.


Na semana passada, o TSE decidiu dar andamento a uma ação movida pelo PSDB que pede a cassação da presidente Dilma e de seu vice, Michel Temer (PMDB), por abuso de poder na campanha eleitoral do ano passado.



Em despacho, o ministro Gilmar Mendes apontou haver indicativos da prática de ilícitos eleitorais e crimes de ação penal pública na prestação de contas da presidente, reeleita em 2014.


Mendes, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal, alegou em documento do mês de agosto haver “vários indicativos”, obtidos com o cruzamento de notícias veiculadas na imprensa e documentos sigilosos da operação Lava Jato, de que o PT foi indiretamente financiado por recursos da Petrobras.



Segundo o ministro, a investigação policial apurou que empreiteiras corrompiam agentes públicos para firmar contratos com a Petrobras, mediante fraude à licitação e formação de cartel.



“Parte da propina voltaria ao PT em forma de doações contabilizadas à legenda e às campanhas eleitorais. Outra parte seria entregue em dinheiro ao tesoureiro do partido. Uma terceira financiaria a agremiação por meio de doações indiretas ocultas, especialmente por meio de publicidade”, disse o ministro em despacho.



Além disso, segundo a assessoria do TSE, o ministro afirmou que a conta de campanha de Dilma também contabilizou expressiva entrada de valores depositados por empresas investigadas na Lava Jato.


O ministro pediu, no despacho de agosto, investigação pela Procuradoria-Geral da República, Corregedoria-Geral Eleitoral e Polícia Federal.


O PT tem afirmado, em resposta a pedidos de investigação sobre a campanha de Dilma, que as doações recebidas ocorreram de forma legal e foram declaradas à Justiça Eleitoral. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto disse que não iria comentar o inquérito.


O TSE havia aprovado, porém com ressalvas, a prestação de contas da campanha eleitoral de reeleição de Dilma e do comitê eleitoral petista em dezembro do ano passado.


(Com Reuters)