quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pesquisa do TSE: 76% dos brasileiros querem o fim do voto obrigatório e metade não confia nas urnas eletrônicas.


(Valor) Uma pesquisa encomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostrou o clima de ceticismo do eleitor em relação ao processo político. Clique aqui e baixe a apresentação completa. 
 
 
O levantamento, feito pela empresa Checon, teve 1.964 entrevistas feitas em dezembro e teve caráter tanto qualitativo quanto quantitativo. De acordo com a sondagem, disponível desde ontem na página do TSE na internet, 76% dos pesquisados se disseram contra o voto obrigatório e 55% se mostraram favoráveis às candidaturas avulsas, sem filiação partidária, o que evidencia a descrença na representatividade dos partidos.

 
 
O levantamento mostra também que é expressiva a desconfiança do eleitor em relação à segurança das urnas eletrônicas. Dos pesquisados, 38% avaliaram a confiabilidade do sistema com notas de zero a 4. Outros 27% afirmaram que a confiabilidade oscila entre 5 e 7. E apenas 35% afirmaram que a confiabilidade das urnas está acima de 8.

 
 
A pesquisa encomendada pelo TSE registrou indícios de que a compra de votos ainda é expressiva. Dos pesquisados, 28% afirmaram ter testemunhado ou tido notícias de compra de votos, enquanto outros 8% preferiram não responder a pergunta. Esta foi parte específica da pesquisa que teve o resultado antecipado pelo jornal "Folha de S. Paulo". A pesquisa busca segmentar o resultado para todos os Estados pesquisados. Na Paraíba, o percentual foi de 39%, com 101 entrevistas locais. No Rio de Janeiro, com 105 entrevistas, ficou em 23%. O caso extremo foi Roraima, com 71%, mas com amostragem extremamente reduzida, de apenas dezessete entrevistas.

 
 
Ao responderem a um questionário sobre qual "o recado" que gostariam de mandar para o TSE, 14% apontou o fim do voto obrigatório, 7% pediram mais controle sobre a segurança da urna e 5% reivindicaram transparência na apuração e aplicação da Lei da Ficha Limpa.

 
 
A eleição presidencial no ano passado, a mais acirrada desde o retorno da redemocratização, teve pela primeira vez um pedido de auditoria na contagem de votos por parte da candidatura perdedora no segundo turno. O PSDB, tendo por base notícias esparsas em redes sociais, levantou dúvidas sobre a totalização dos votos, que deram a vitória para a presidente Dilma Rousseff por três pontos percentuais de diferença. O TSE autorizou o partido a ter acesso às urnas do segundo turno.

 
 
No dia da diplomação da presidente como reeleita, representantes do PSDB pediram formalmente a cassação do registro de candidatura de Dilma, alegando irregularidades durante a campanha e solicitaram que o perdedor fosse proclamado presidente eleito. O presidente do TSE, José Antonio Dias Toffoli, em um pronunciamento contundente horas mais tarde, afirmou que não iria permitir "um terceiro turno". "As eleições de 2014, para o Poder Judiciário, são uma página virada. Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral. Que os especuladores se calem", disse na ocasião Dias Toffoli.

 
 
A finalidade principal da pesquisa era medir o grau de "recall" das campanhas publicitárias feitas pelo TSE para estimular o eleitorado a comparecer às urnas. O grau de lembrança das peças publicitárias foi alto, acima de 70%.
 
 

Defesa de Yousseff vai na jugular do PT e afirma que doleiro foi apenas instrumento de uma organização criminosa a serviço de um projeto de poder.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015


(Estadão) A defesa do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Operação Lava Jato, comparou o esquema de corrupção e propinas na Petrobrás ao mensalão, escândalo que abalou o primeiro governo Lula e culminou com a condenação do ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu. Em defesa prévia entregue à Justiça Federal do Paraná, base da Lava Jato, os advogados de Youssef refutaram a acusação de que ele foi o líder da organização criminosa que se instalou na estatal petrolífera e afirmaram que “o domínio da organização criminosa estava nas mãos de agentes políticos”.


“Sua participação foi subsidiária às ordens de agentes políticos e públicos os maiores responsáveis pelo esquema que desviou fabulosas quantias dos cofres da Petrobrás visando a manutenção de um projeto de poder bem definido, a vontade de submeter partidos, corromper ideias e subverter a ordem constitucional”, afirma o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que coordena o núcleo de defesa do doleiro.


“Embora esse projeto de poder não seja novo, haja vista já ter sido implementado antes em outros órgãos públicos conforme restou provado no julgamento da Ação Penal 470/MG, conhecido como ‘mensalão’, no caso vertente foi superlativo quer pelo requinte dos malfeitos quer pela audácia e desmedida ganância dos agentes políticos, que incrustados no poder fizeram movimentar a máquina pública para atender suas exigências desviando valores vultosos da maior empresa do País a Petrobrás”, sustenta Basto.


O criminalista assegura que Youssef “não tinha poder para determinar o favorecimento de qualquer empresa ou pessoa junto à Petrobrás, somente atuava quando os acertos entre políticos, agentes públicos e empresas já haviam sido premeditados e executados”. “Sua função era fazer o dinheiro chegar aos corruptos e irrigar contas de partidos políticos, conforme ele mesmo informou em seu interrogatório”, destaca a defesa. “Podemos afirmar sem qualquer margem de erro que as propinas somente existiram por vontade dos agentes políticos.”


Basto invoca a delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa. “A questão esta cifrada na gestão da Petrobrás. Conforme dito por Paulo Roberto Costa, “réu colaborador”, ele foi “colocado” na Diretoria de Abastecimento com as funções de atender aos pleitos dos partidos da base aliada do governo, PT, PP e PMDB, sendo certo que esses partidos dividiam os valores arrecadados pelo esquema de corrupção na base de 1% a 3%.”


O advogado do doleiro vai além. “Não é preciso grandes malabarismos intelectuais para reconhecer que o domínio da organização criminosa estava nas mãos de agentes políticos que não se contentavam em obter riqueza material, ambicionavam poder ilimitado com total desprezo pela ordem legal e democrática, ao ponto do dinheiro subtraído dos cofres da Petrobrás ter sido usado para financiar campanhas políticas no legislativo e executivo. Agentes políticos das mais variadas cataduras racionalizaram os delitos para permanecer no poder, pois sabiam que enquanto triunfassem podiam permitir e realizar qualquer ilicitude, na certeza que a opinião pública os absolveria nas urnas.”


Ao final do documento de 86 páginas anexado aos autos da Lava Jato , a defesa do doleiro pede ainda a unificação de todas as ações penais e a nulidade das escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal.
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Mais um estado sem agua!E no DF os politicos continuam promovendo o desmatamento e a invasão de areas ambientalmente protegidas!






Governo declara "cenário de alerta" para falta d'água no Espírito Santo

Do UOL, no Rio


Os mananciais que fazem parte do sistema de abastecimento de água no Espírito Santo apresentam níveis de 30% a 39% do total esperado para o mês de janeiro, o que fez com que o governo do Estado declarasse, na última terça-feira (27), um "cenário de alerta" para a possibilidade de falta d'água no território capixaba.


De acordo com  a Agerh (Agência Estadual de Recursos Hídricos), por orientação do Executivo, técnicos fazem o monitoramento da vazão dos rios Jucu, Santa Maria da Vitória, Benevente, Jabuti e Conceição, entre outros. Juntos, eles são a principal fonte de captação de água para tratamento e distribuição.


O CHG (Comitê Hídrico Governamental), órgão criado para formular medidas de enfrentamento da crise hídrica --essa é a pior estiagem dos últimos 40 anos no Espírito Santo, na avaliação técnica do comitê--, informou que há estudos para que, se a falta de chuvas permanecer durante o mês de fevereiro, seja realizada a captação de água do rio Reis Magos e do rio Doce para a grande Vitória.


"O período chuvoso, que historicamente se inicia no mês de outubro, contribui para ocorrência destas vazões. Mas a falta de chuvas significativas no Estado durante o verão até o presente momento tem contribuído para redução dos níveis dos rios", informou o governo do Estado, em nota.

Governo quer punir desperdício

A Agência Estadual de Recursos Hídricos estabeleceu nesta semana uma resolução por meio da qual recomenda que as prefeituras em todo o Espírito Santo punam o desperdício de água, tais como "lavagem de vidraças e fachadas, calçadas, pisos, muros e veículos com uso de mangueiras, rega de gramados e jardins, resfriamento de telhados com umectação ou sistemas abertos de troca de calor e umectação de vias públicas e outras fontes de emissão de poeiras, exceto quando a fonte for o reuso de águas residuais tratadas".


O governo também decidiu suspender a concessão de novas permissões de uso de recursos hídricos na agricultura e na indústria, o que inclui atividades como irrigação, aquicultura, piscicultura, entre outros.

Margem seca da represa Billings é invadida em SP.E ninguem faz nada? Só pode ter politico por tras disso!






Em São Paulo


  • Margem seca da represa Billings é ocupada por moradores da região de Pedreira Margem seca da represa Billings é ocupada por moradores da região de Pedreira


Moradores da região de Pedreira, na zona sul, invadiram há um mês uma margem seca da represa Billings para construir moradias. Segundo um líder comunitário, que não quis ser identificado, a área foi dividida em 12 terrenos e terá ruas dando acesso para a estrada do Alvarenga, energia e água.
"Aqui está seco há três anos e a água nunca mais vai subir. Conheço a região", afirmou. A invasão é uma extensão da favela da Fumaça, que há pelo menos 15 anos está instalada em um das margens do manancial.



 
 
No início da tarde desta quarta-feira (28), algumas famílias capinavam o mato seco na margem da represa, cada uma em seu respectivo lote. De acordo com os futuros moradores, alguns fiscais da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), responsável por administrar o manancial, já estiveram no local, mas não impediram a demarcação da área.


As famílias admitem que vão buscar energia e água de forma irregular, até que ocorra uma futura legalização dos serviços.

"Vamos contar com a ajuda da Sabesp e da Eletropaulo quando a comunidade estiver consolidada. Eles vão ter consideração com a gente", disse uma faxineira de 36 anos, que não se identificou e participa da ocupação.

 

Disputa na Justiça

A Emae disse que solicitou à Justiça, em 2008, a reintegração de posse das áreas às margens da represa e aguarda "manifestação do Judiciário".


Segundo a empresa, em 2012 foi realizado um cadastramento de 150 famílias. A Emae afirmou também que, durante o andamento da ação, "tem notificado os órgãos municipais" sobre o adensamento irregular da área.


A Prefeitura disse que o local é de responsabilidade da Emae, mas que já foi "alvo de diversas ações de remoção" da Subprefeitura da Cidade Ademar, que também apreendeu materiais de construção.


As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Parabens PT!!Parabens Dilma! Em ano eleitoral, gasto bate recorde e governo tem déficit fiscal inédito. A unica coisa que aumentou foi o DESMATAMENTO, não é PT?


29/01/2015 09h31 - Atualizado em 29/01/2015 10h49

Em 2014, foi registrado primeiro déficit nas contas do governo em 18 anos.
Neste ano, governo já anunciou alta de tributos e limitação de benefícios.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília
CONTAS PÚBLICAS
Resultado primário no ano (em R$ bilhões)
1,887,5720,1620,9821,7331,5739,0849,3452,6748,7457,6571,4339,4378,7793,5288,2676,99-17,24200020052010-250255075100
Fonte: Tesouro Nacional
O governo bateu recorde de gastos em 2014 – ano marcado pelas eleições presidenciais – e, com isso, as contas públicas do ano passado tiveram o pior resultado de toda a série histórica do Tesouro Nacional.


Os dados divulgados nesta quinta-feira (29) mostram que as contas do governo registraram o primeiro déficit primário (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida pública) em 18 anos, de R$ 17,24 bilhões, pelo conceito "acima da linha", utilizado pelo Tesouro.


Pelo cálculo por outra metodologia, conhecida como "abaixo da linha", usada pelo Banco Central e que serve de referência para as metas fiscais, o déficit foi maior ainda: R$ 20,2 bilhões em 2014. O novo secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, declarou que o resultado do ano passado "não é bom".


Em 2013, as contas haviam registrado um superávit de R$ 76,99 bilhões, o equivalente a 1,6% do PIB. Até o momento, o pior resultado havia sido registrado em 1997 (superávit de R$ 1,8 bilhão, ou 0,2% do PIB).

Não é bom"
Marcelo Saintive, do Tesouro, sobre o resultado das contas
No ano passado, as contas públicas registraram forte deterioração devido ao aumento de gastos públicos, à ajuda para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e à queda real da arrecadação – resultado do fraco nível de atividade da economia e das desonerações de tributos anunciadas nos últimos anos pelo governo federal.


Meta fiscal
No início de 2014, a equipe econômica informou que o objetivo para as contas de todo o setor público (governo, estados e municípios), em 2014, seria de um superávit de R$ 99 bilhões – o equivalente a 1,9% do PIB, o mesmo percentual registrado em 2013. Deste total, R$ 80,8 bilhões corresponderiam ao esforço que somente o governo central estaria buscando em 2014.


Em novembro de 2014, porém, com o fraco resultado das contas públicas, o governo enviou um projeto de lei ao Congresso Nacional para alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e abandonar a meta fiscal acertada no início do ano passado.



O projeto, que admitia a possibilidade de haver até mesmo déficit primário em 2014 (como de fato aconteceu), foi fruto de debates intensos no Legislativo, mas acabou sendo aprovado pelos parlamentares.
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GASTOS DO GOVERNO
Gastos anuais, R$ bilhões
131,54147,24154,31173,78202,67232,33257,35302,71351,76401,97455,61497,9572,18700,32724,39804,96914,111.031,1200020052010010002505007501250
Fonte: Tesouro Nacional
Receitas, despesas e investimentos


De acordo com dados do governo federal, as receitas totais subiram 3,6% em todo ano passado, contra 2013, para R$ 1,22 trilhão. O crescimento das receitas foi de R$ 42,93 bilhões no último ano.
Ao mesmo tempo, as despesas totais cresceram 12,8% em 2014, ou seja, mais que o triplo da expansão das receitas, para R$ 1,03 trilhão. Neste caso, a elevação foi de R$ 116,99 bilhões em 2014. Os gastos somente de custeio, por sua vez, avançaram bem mais no ano passado: 18,2%, para R$ 222 bilhões.


Na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), ainda segundo números da Secretaria do Tesouro Nacional, os gastos públicos bateram recorde no ano passado – ao somarem 21,3% do PIB. Foi a primeira fez que as despesas do governo superaram a marca dos 20% do PIB. O recorde anterior havia sido registrado em 2013 (18,9% do PIB).


Já no caso dos investimentos, os gastos somaram R$ 77,53 bilhões no ano de 2014, informou o Tesouro Nacional, valor que representa um aumento de 22,6% frente a 2013 (R$ 63,22 bilhões).


Dividendos, concessões e CDE
Segundo o governo, as receitas de concessões recuaram fortemente no ano passado. De acordo com dados oficiais, somaram R$ 7,92 bilhões em 2014, em comparação com R$ 22,07 bilhões no ano anterior. A queda foi de R$ 14,15 bilhões. Os números da série histórica mostram que o resultado de 2014 não foi ruim, mas sim que o valor registrado em 2013 foi excepcional.


Ao mesmo tempo, o governo recolheu um pouco mais de dividendos das empresas estatais no ano passado. De acordo com o Tesouro Nacional, os dividendos pagos pelas empresas estatais ao Tesouro Nacional somaram R$ 18,93 bilhões em 2014, contra R$ 17,14 bilhões em 2013. O aumento foi de R$ 1,79 bilhão no último ano.


O governo informou ainda que subiram os pagamentos feitos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) em 2014. Segundo o governo, foram pagos R$ 9,2 bilhões para a CDE em 2014, em comparação com R$ 7,86 bilhões em 2013. Havia a previsão de um novo pagamento de R$ 9 bilhões em 2015, mas o governo já informou que não haverá mais esse repasse, o que encarecerá ainda mais a conta de energia neste ano.


Meta fiscal de 2015
A nova equipe econômica já anunciou, no fim do ano passado, uma meta de superávit primário (economia feita para pagar juros da dívida pública) de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 66,3 bilhões para todo o setor público – que inclui também os estados, municípios e empresas estatais.


Desse montante, R$ 55,3 bilhões correspondem à meta para o governo e R$ 11 bilhões são uma estimativa para estados e municípios.


O fraco resultado de 2014, com um déficit primário da ordem de cerca de R$ 20 bilhões nas contas do governo, tormam mais difícil o ajuste das contas públicas neste ano – uma vez que o esforço terá de ser maior para atingir a meta pré-definida. Somente para as contas do governo, o ajuste fiscal será de cerca de R$ 75 bilhões.


Medidas já anunciadas
Nos últimos meses, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já anunciou uma série de medidas para tentar reequilibrar as contas públicas. Entre elas estão a limitação de benefícios sociais, como seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial e pensão por morte, que ainda têm de passar pelo crivo do Congresso Nacional.

Outra medida foi a alta do IPI para automóveis, no início deste ano, e o aumento de tributos sobre combustíveis, importados e operações de crédito. O governo também já confirmou que não haverá mais repasses do governo ao setor elétrico.

As medidas já anunciadas para 2015 já superam a marca dos R$ 50 bilhões de ajuste fiscal, segundo números oficiais divulgados pelo governo. Com a mudança dos benefícios sociais, o governo prevê um impacto de R$ 18 bilhões a menos em gastos, ao mesmo tempo em que a ausência dos repasses à CDE tem um impacto de R$ 9 bilhões.

Com o aumento do IPI de automóveis, a previsão é de aumentar a arrecadação em mais R$ 5 bilhões em 2015, enquanto que, com a alta da tributação sobre combustíveis, importados e crédito, estão previstos mais R$ 20 bilhões em arrecadação neste ano.

Analistas observam, porém, que a limitação de benefícios sociais, cuja previsão é de impacto de R$ 18 bilhões nas contas públicas neste ano, foi enviada ao Congresso Nacional por meio de Medidas Provisórias.


Com isso, ainda têm de passar pelo crivo do Legislativo. As centrais sindicais pressionam contra as alterações.

Novo governo prega fim da barganha política . Será? E a barganha com os invasores de areas de proteção ambiental como fica? E quando a agua acabar e/ou a cidade ficar tão quente por falta de ilhas verdes que a população adoecer?

Oficialmente, GDF diz que não fará "toma lá, dá cá", para aprovar medidas

millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br



O governo deve enfrentar sérios problemas para aprovar seu pacote de medidas na Câmara Legislativa do DF. A própria base de governo deve dificultar a tramitação das propostas. Um dos distritais alinhados com o governador diz, com ênfase, que será preciso “muita, muita, muita” conversa para que as medidas passem.


O Buriti, a exemplo do que o governador Rodrigo Rollemberg prega desde a campanha,  diz esperar uma relação diferente com a Câmara Legislativa —apesar de todos os indícios de que cargos têm sido negociados entre os partidos. “A gente gostaria que, nos termos de uma nova política, de um novo modo de governar que nós estamos tentando implantar, que não haja barganha política em torno dos interesses maiores da população do DF”, afirmou o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle.


Ele diz esperar que a insatisfação dos parlamentares  da base que gostariam de ter mais  participação no governo não interfira na tramitação dos projetos. “Temos de criar uma cultura nova na política do Distrito Federal. Se a gente ficar acomodado à velha cultura política, aí vamos ter que entrar no ‘toma lá, dá cá’, para aprovar medidas de interesse da população, estaremos seguindo pelo mau caminho”, argumentou Hélio Doyle.


Na reunião que fez com os distritais, anteontem, o governador deixou clara a importância de se aprovar as medidas para ajustar as contas. A maioria dos deputados, no entanto, sinalizou preocupação com o pacote. Na Câmara Legislativa, ontem, os verbos mais pronunciados eram “estudar” e “analisar”.


O distrital Rodrigo Delmasso (PTN) disse que encomendou à sua equipe um estudo que responda a uma questão: “Estas medidas são a última saída?”


Namoro com bloco do PMDB

As presenças de Dr. Michel (PP), Rafael Prudente (PMDB), Wellington Luiz (PMDB) e Cristiano Araújo (PTB) foram a maior surpresa da reunião organizada na Residência Oficial de Águas Claras, anteontem. Do bloco  Juntos por Brasília, faltou apenas Robério Negreiros (PMDB), que, segundo Michel, está viajando. Não fosse isso, ele garante, “com certeza absoluta”, lá estaria.

O governador tem namorado o bloco, Michel não esconde. Mas os deputados têm uma condição que já foi dita a Rollemberg: “Para sermos da base, precisamos ser do tamanho dos deputados que  estão na base. Não seremos de segundo escalão”. O deputado do PP reconheceu que o governador já sinalizou que quer os cinco do seu lado.

Na saída de Águas Claras, Prudente fez jus ao sobrenome e à recomendação do presidente do partido no DF, Tadeu Filippelli: “A orientação  que a gente permaneça independente. Não será oito ou 80. Não aprovaremos tudo o que o governo quer, mas também não seremos uma oposição burra.”

Sobre o pacote de medidas, o filho de Leonardo Prudente disse que o momento é de “análise”.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Ministério Público Federal cria site com informações da Lava Jato


O Ministério Público Federal lançou nesta quarta-feira, 28, um site que reunirá as principais informações sobre a Operação Lava Jato. A página reúne uma série de dados, como número de pessoas sob investigação, quantidade de procedimentos instaurados e a íntegra das denúncias apresentadas pelo MPF. O site foi produzido pela força-tarefa que cuida da Lava Jato, criada em abril de 2014 pelo MPF, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em nota divulgada pela assessoria do MPF, o coordenador da força-tarefa, o procurador da República Deltan Martinazzo Dallagnol, afirma que o site reforça o compromisso do órgão "com a transparência e a prestação de contas do trabalho já realizado". "Trata-se da maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o país já teve. Com as denúncias, o MPF começa a romper a impunidade dos poderosos grupos econômicos e políticos que, há muitos anos, articulam-se contra os interesses do país", disse Dallagnol em nota. O objetivo é que o site seja atualizado constantemente com os novos desdobramentos da Operação.


O site compila ainda os principais resultados, em números, da Lava Jato até agora. Os crimes já denunciados envolvem cerca de R$ 2,1 bilhões, sendo que R$ 450 milhões já são considerados recuperados e R$ 200 milhões foram bloqueados em bens. Os números consideram atualizações até dezembro. Segundo a Procuradoria, foram apresentadas 18 acusações criminais realizadas pelo órgão até o momento, contra 86 pessoas, pelos crimes de corrupção, crime contra o sistema financeiro nacional, tráfico transnacional de drogas, formação de organização criminosa, lavagem de ativos, entre outros. São 150 pessoas e 232 empresas sob investigação.


No total, 12 acordos de colaboração premiada - a exemplo do que fez o doleiro Alberto Youssef - foram feitos com pessoas físicas.
É possível ainda tirar dúvidas como o que originou a Operação e qual a relação do caso com outros escândalos, com o do Banestado, no qual o doleiro Youssef também estava envolvido. Com linguagem didática e com uso de artes e diagramas, o site traz curiosidades como "por que alguém procura um doleiro?". Estão disponíveis explicações de termos técnicos como o conceito de delação premiada e empresa offshore. Há ainda uma área de interação com o MPF, por meio de um link "denuncie aqui", que disponibiliza um endereço de e-mail para contato.


Equipe
Duas equipes trabalham na linha de frente dos desdobramentos da Lava Jato. A primeira, a chamada de Força Tarefa, atua na Justiça Federal do Paraná, onde o caso é conduzido. Fazem parte deste grupo os procuradores da República Deltan Martinazzo Dallagnol, Antônio Carlos Welter, Carlos Fernando dos Santos Lima, Januário Paludo, Orlando Martello Junior, Athayde Ribeiro Costa, Diogo Castor de Mattos, Roberson Henrique Pozzobon, Paulo Roberto Galvão e Andrey Borges, que atua como colaborador.


Em Brasília, um grupo de trabalho instituído na última semana pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atua para auxiliar o PGR nos processos em trâmite no Supremo, com investigação e acusação de parlamentares e autoridades que têm foro privilegiado. O segundo grupo é composto pelos procuradores regionais da República Douglas Fischer, Vladimir Aras, Danilo Dias; pelos procuradores da República Andrey Borges de Mendonça, Bruno Calabrich, Fábio Coimbra, Rodrigo Telles de Souza, Daniel Resende Salgado; e os promotores Sergio Fernandes e Wilton Queiroz.

Fonte: Estadao Conteudo Jornal de Brasilia

Oposição diz que Dilma mentiu e mostrou "falta de vergonha":"A quem ela pensa que pode enganar? Esse tipo de mentira recorrente e a tentativa permanente de iludir a opinião pública causa revolta e a descredencia ainda mais. Não basta mentir durante toda a campanha como candidata e agora vai continuar mentindo como presidente? Tem que ter vergonha. Está faltando vergonha", disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).

A oposição reagiu com indignação ao pronunciamento feito nesta terça-feira, 27, pela presidente Dilma Rousseff na abertura da primeira reunião ministerial deste segundo governo, em Brasília. Para deputados e senadores oposicionistas, em sua primeira fala desde a posse, a petista mentiu e mostrou "falta de vergonha" ao afirmar que as medidas econômicas adotadas no início deste ano são necessárias para "manter o rumo, preservando as prioridades sociais". Eles também voltaram a apontar contradição entre o discurso de campanha e as práticas atuais, o que Dilma negou em seu pronunciamento.
 
 
"A quem ela pensa que pode enganar? Esse tipo de mentira recorrente e a tentativa permanente de iludir a opinião pública causa revolta e a descredencia ainda mais. Não basta mentir durante toda a campanha como candidata e agora vai continuar mentindo como presidente? Tem que ter vergonha. Está faltando vergonha", disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).



Para líderes do DEM no Congresso, a fala de Dilma demonstra que o governo quer combater a crise com "retórica". Para o líder da bancada na Câmara, Mendonça Filho (PE), e para o líder da oposição no Congresso, deputado federal e senador eleito Ronaldo Caiado (GO), Dilma tenta adotar agora o marketing da campanha eleitoral petista de "vender uma versão fantasiosa" da situação econômica do País.

"Dilma venceu a eleição defenestrando seus opositores e agora recorre ao 'estilo João Santana'(marqueteiro da campanha presidencial) para que ministros vendam esse Brasil de ilusão que foi forjado durante a campanha. Não se vence uma crise econômica com palavras. Não é com a continuação da mentira que a inflação vai diminuir e o país vai voltar a crescer ", atacou Caiado em nota divulgada pela bancada do partido.

O senador eleito apontou contradições no discurso da presidente. "Como é que depois de suspender R$ 10 bilhões em direitos trabalhistas se pode falar que eles são intocáveis? Como é que o Brasil quer ser uma pátria educadora retirando recursos do MEC e bolsas de ensino?", questionou.

"Dilma prometeu uma coisa na campanha, fez o inverso assim que assumiu, mandou a conta do descalabro econômico para a classe média e ainda tem a coragem de ir a público pregar diante de seus ministros a continuação da guerra de comunicação", afirmou Mendonça Filho. Mendonça disse que o atual governo se utiliza da "enganação" como método de gestão.

Nesta tarde, a presidente disse que as medidas de ajuste adotadas pelo governo são de "caráter corretivo". Para a oposição, o governo faz uma "confissão" de falhas na condução da política econômica nos últimos anos. "Se é caráter corretivo é para se corrigir algo que falhou e ainda precisa ser corrigido", afirmou Mendonça.

Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Conservação de parques do DF longe de ser satisfatória. Aliás como tudo que se refere a meio ambiente no DSF ou está abandonado opu foi invadido com a ajuda dos Distritais que dão um jeito de regularizar ate invasões em cima de mananciais ou em cima do Rio São Bartolomeu.Com a ajuda do IBRAM está claro.



No Lago Norte, mato alto evidencia que poda não é feita há tempos

raphael.costa@jornaldebrasilia.com.br


Uma das principais opções de entretenimento gratuito no Distrito Federal são os parques. Durante o período de férias, estes locais têm um volume maior de frequentadores – o que, em teoria, demanda uma maior atenção no que   diz respeito à manutenção. Porém, a realidade que se vê em alguns parques  é o oposto do esperado. Falta de poda e lixo espalhado são alguns dos problemas que podem ser observados.


O socorrista Egnaldo Lopes,   41  anos,  é frequentador do Parque Vivencial do Lago Norte, local que se encontra em más condições. “Costumo frequentar aqui sempre com a minha família. Desde novembro do ano passado, sempre que chego aqui  tenho a sensação de que o parque está abandonado. O mato está muito alto e há muita sujeira espalhada”, relata o socorrista.
Egnaldo vê a situação como mais um problema em meio à crise financeira do GDF. “Se setores essenciais como educação e a saúde estão em condições precárias, a situação do parque não seria diferente”, lamentou.


Segurança
Já Rodrigo Pereira Gomes, vigilante de 41 anos, não é frequentador assíduo do parque do Lago Norte, mas  também afirma não ter gostado do que viu na última visita. “Queria ficar até mais tarde, mas com essa grande quantidade de mato temo pela minha segurança e a de minha família. Sei que aqui tem vigilantes, mas com o mato alto e fechado da maneira que está, temo que atraia usuários de drogas”, explicou.


Insatisfeito, Rodrigo descreveu  a sensação ao checar a situação do parque: “Fico chateado. Você vem aproveitar uma opção de lazer e não está em condições apropriadas. É triste”.

Previsão para limpeza
Responsável pelos parques, o  Instituto Brasília Ambiental (Ibram) informou que conta com o apoio da Novacap para a poda e roçagem da vegetação. No  Parque Vivencial  do Lago Norte, este trabalho deve ter início nesta segunda.


Sobre a limpeza do parque, o instituto afirmou que conta com funcionários de   empresa terceirizada para manter a conservação de espaços comuns, como sede administrativa e banheiros. Em razão da greve feita por esses funcionários recentemente, o trabalho foi interrompido, mas   está sendo retomado. O Ibram também conta com o apoio do SLU e das administrações regionais para  demais serviços.

No parque Olhos D'água, na Asa Norte, o mato também   está alto. O bancário Paulo Lourenço, de 56 anos frequenta o local diariamente e afirma que a situação  foi piorando gradativamente. “Apesar de a limpeza estar sempre em ordem, a questão da poda  não tem sido vista com tanto rigor”, contou.


Segundo o Ibram, o Parque Olhos D'água ficará fechado nesta segunda feira para que a Novacap faça os serviços de manutenção.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Reajustes causam polemica. Leiam o desabafo de um cidadão que foi enganado e explorado pelo PT: O Governo do PT faz gastos sem medir as consequências,gastou com copa pra um time de m. perder,gastou com campanha politica,chantageando e subornando os bolsistas idiotas que esses deveriam pagar a conta dona dilma,senão essa petista não ganhava,o governo quer economizar?acaba com a bolsa familia,ajuda de reclusão,bolsa de presença na escola,etc....e com os alugueis dos parlamentares,e ticket gasolina,e dos moteis tambem e corta a mesadas das amantes!Leiloa o mané garricha,prende o agnelo,até ele devolver o dinheiro público que roubou,querer que o povo pague a conta pelos rombos,isso e corvadia,nós cidadãos temos que ir pra ruas,manifestar,exigir que ladrões que tão no governo ou passaram por ele sejam presos.

Após pacto causar polêmica, GDF alega que não há imposição

Entram na lista de reajustes IPVA, IPTU e o ICMS sobre gasolina e telefonia. Em compensação, os impostos sobre remédios, alimentos da cesta básica e taxas de transferência de bens serão reduzidas

daniel.cardozo@jornaldebrasilia.com.br

Após o anúncio de aumento de impostos, o Governo do Distrito Federal garantiu que não existem imposições.


As propostas, reforçam as autoridades,  dependem de debate com a sociedade e aprovação na Câmara Legislativa. Mesmo assim, fica a advertência: caso alguma das 21 medidas fique pelo caminho, será necessário conseguir outras fontes de recursos.



Entram na lista de reajustes IPVA, IPTU e o ICMS sobre gasolina e telefonia.


Em compensação, os impostos sobre remédios, alimentos da cesta básica e taxas de transferência de bens serão reduzidas. As 21 medidas incluem também revisão nos contratos – muitos deles superfaturados, segundo o governo – corte no número de cargos comissionados e diminuição de gastos considerados supérfluos.


Para esclarecer os pontos da proposta, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) ligou para entidades representativas do setor produtivo, enquanto o secretário de Relações Institucionais, Marcos Dantas, se encarregou de falar com sindicatos.


O secretário-chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, concedeu entrevista coletiva na tentativa de acalmar os ânimos.  Para ele, não se pode pensar apenas em prejuízos com as propostas, que visam reequilibrar as finanças do governo e, a partir daí, ter benefícios na economia.


Alternativas
O planejamento do governo prevê R$ 400 milhões a mais já neste ano, com reforço na fiscalização tributária e economia nos contratos. Para 2015, está nos planos ter R$ 800 milhões extras. No entanto, caso não seja possível colocar todas os ajustes em prática, será necessário discutir alternativas.


“Queremos definir o impacto positivo que cada medida vai ter. Porque vamos supor que caso alguma delas não seja aprovada, alguma coisa vai ter que ser colocada no lugar. Está tudo feito na ponta do lápis”, disse Hélio Doyle, que garantiu que o governo pretende ouvir vários segmentos para chegar a propostas viáveis.


Segundo o chefe da Casa Civil, uma novidade nas propostas é que os deputados distritais estão sendo chamados a conhecer os pontos onde haverá alterações. Doyle assegura que o procedimento não é comum no caso de projetos de lei a serem apreciados ao Legislativo.


Nova tentativa de antecipar verba da União
Todos os projetos de lei com as 21 medidas seguem para a Câmara Legislativa na segunda-feira. Isso também inclui a Antecipação de Receita Orçamentária (ARO), que servirá para cobrir os benefícios atrasados de servidores, como 13º e horas extras do ano passado. Também haverá uma nova tentativa de antecipar recursos do Fundo Constitucional junto à União.


Há anos, a regularização fundiária é colocada em pauta, mas não sai do papel. Com a crise financeira, essa poderia também ser uma medida para fazer caixa. O secretário-chefe da Casa Civil afirma que a situação é avaliada, mas ainda não é possível definir quando os terrenos serão legalizados, por se tratar de uma questão complexa.


“É interessante também para atrair receitas, desde que seja feita nos critérios legais e ambientais, como também para a correção de distorções. Hoje em muitos casos se cobra imposto sobre X metros quadrados, mas aí você vai ver a pessoa tem X vezes quatro”, avaliou.


A sugestão de cobrar pelos terrenos sem regularização foi levantada por deputados distritais  no mesmo dia do anúncio das 21 medidas. Seria uma forma de “queimar patrimônio”.


Contribuinte já sente o impacto
Qualquer possibilidade de aumento de impostos mexe com a população. O contribuinte já pensa logo no impacto que terá com o tributo a mais e é impossível não reclamar de reajustes.


A indignação toma conta do taxista Luís Júnior. Quando o assunto é pagar mais caro pela gasolina, por exemplo, ele pensa em arranjar outras medidas que o governo poderia adotar para ter prejuízo. “É muita mordomia. Os políticos têm até auxílio paletó. Tinha que acabar com tudo isso”, reclama.
Para quem pode sentir na pele, o aumento no ICMS dos combustíveis, o cenário não é animador. “O gás é muito caro aqui em Brasília, então não compensa. O preço da gasolina está cada vez mais alto. O jeito é usar etanol. Vamos torcer para que compense”, afirmou.

Já o securitário Rogério Portilho contesta a necessidade de aumento nos impostos. Para ele, o Distrito Federal tem condições de se manter já com os tributos atuais. “É mentira isso que o caixa está quebrado. O déficit do DF é um dos menores do Brasil. E ainda por cima recebemos um grande repasse da União, um dos melhores. Esse tipo de conversa em começo de governo é a coisa mais comum que existe”, disparou.


“Absurdo”

Absurdo foi a palavra usada pela servidora pública Bruna Lopes para definir os possíveis reajustes. Um dos motivos para a crise financeira seria o excesso de gastos. “Aumento tudo, menos o nosso salário. Precisavam diminuir os próprios salários. Como eles podem ganhar bem em tempos de crise?”, questionou.


Crise deve aumentar desemprego
A Pesquisa de Emprego e Desemprego no Distrito Federal foi divulgada, ontem, pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) — em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística de Estudos Socioeconômicos (Dieese) e com a Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo. Os dados mostram que o desemprego no DF recuou de 12,2%, em novembro, para 11,7% no mês passado. Isso significa que 177 mil pessoas estavam sem trabalhar em dezembro, seis mil a menos que no mês anterior.


Apesar da queda, o índice analisado aumentou em relação a dezembro de 2012 (era 11,1%) e é preocupante, segundo o presidente da Codeplan, Júlio Miragaya. "A sazonalidade faz com que os dois últimos meses do ano sejam melhores. Em janeiro, começa uma temporada normal de perdas de postos de trabalho, que perdura até março ou abril. Isso, associado a um período muito ruim na economia nacional, nos leva a acreditar que os próximos meses serão difíceis", disse.



Fonte: Da redação do Jornal de Brasília




Alex Morgana Morgana

O Governo do PT faz gastos sem medir as consequências,gastou com copa pra um time de m. Perder,gastou com campanha politica,chantageando e subornando os bolsistas idiotas que esses deveriam pagar a conta dona dilma,senão essa petista não ganhava,o governo que economizar?acaba com a bolsa familia,ajuda de reclusão,bolsa de presença na escola,etc....e com os alugueis dos parlamentares,e tick gasolina,e dos moteis tbém.e corta a mesadas das amantes!
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Alex Morgana Morgana

Leiloa o mané garricha,prende o agnelo,até ele devolver o dinheiro público que roubou,querer que o povo pague a conta pelos rombos,isso e corvadia,nós cidadãos temos que ir pra ruas,manifestar,exigir que ladrões que tão no governo ou passaram por ele sejam presos.
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carlos

Lamento a velocidade em se achar a solução do problema financeiro de um Estado! arrocha o trabalhador. Devia avisar antes das eleições para podermos avaliar esse tipo de solução que vem direto no bolso do lascado.
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osmar sevilha da silva de jesus

OLA,BOM DIA O GOVERNO ALEGA QUE NAO HA IMPOSIÇÃO? CLARO QUE HA, O BRASILIENSE VAI PAGAR A CONTA COM AUMENTO DE IMPOSTOS COMO:IPVA,IPTU.ICMS,ISTO E UM ABSURDO??????

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Voce é brasileiro, honesto e trabalhador? Então voce está retratado aqui:

BLOG LIBERTATUM

Vale a pena ler de novo: Mensagem ao Governo Rollemberg.

A favelização de Brasilia sob a mira da UNESCO.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

A favelização de Brasília sob a mira da Unesco

Os consultores da Unesco que estiveram por quatro dias na capital federal detalharam uma série de irregularidades neste Patrimônio Cultural da Humanidade,título pomposo conquistado pela Toca da Corrupção.
 
Os moços da Unesco alertaram para descoordenação entre o governo da capital e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, áreas verdes no amarelo,construções irregulares, abandono,desinteresse em conservação.
 
Escreveram tudo na prancheta,assinaram,carimbaram,compraram umas lembrancinhas de índios,algumas coisinhas tipo fui à Brasília,lembrei-me de você e foram embora,prometendo voltar em dois anos. Por sua vez a Secretaria de Habitação do Distrito Federal (SEDHAB!!)declarou  que já está adotando medidas em todas as áreas da administração pública para regularizar os pontos observados pela Unesco como a prática e contundente ação de declarar 2012 como o Ano de Valorização de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade. Assinado e carimbado. Pronto,todo mundo feliz,mãos lavadas e vamos ao whisky com gelo que ninguém é de ferro...

O retrato de Brasília pintado pelos mocinhos da Unesco é a fotografia 3x4 sem retoques do próprio Brasil:ocupação desordenada,desinteresse,falta de conservação e manutenção da infraestrutura,órgãos públicos sem coordenação entre si, medidas pífias para remendar e nunca para prevenir, ação apenas sobre pressão e geralmente com medidas de propaganda para mostrar serviço que não dão em nada,confiando no esquecimento. O país apodrece debaixo de uma pintura às pressas sempre que há uma crítica,uma passada de cal branca no meio-fio na hora do desfile.

A Era Lula deixará sequelas que se um dia voltarmos a ter um regime democrático,com governantes alfabetizados e honestos,praticamente terão de começar do zero,pois a infraestrutura do país caminha para um ponto que não haverá mais conserto,não há atualmente governo e sim um contínuo saquear,um descontrole de órgãos públicos inertes chefiados por apadrinhados políticos sem formação e sem noção,cujo único fito é se dar bem e que se dane o resto. 
 
 
Não é Brasília que está sendo favelizada,é o próprio Brasil. A capital federal não necessita da intervenção da Unesco,necessita,para o bem do país,da intervenção das Forças Armadas,da instalação de uma gigantesca UPP que expulse os criminosos do poder,elimine os traficantes de cargos,os saqueadores das instituições,os estupradores da Constituição e promova a reurbanização da Pátria favelizada...

Vale a pena ler de novo:No Brasil, comercio sem fiscalização dá nisso.




População se mobiliza para alertar: dar dinheiro é uma atitude que só aumento o problema
 
Renan Bortoletto
renan.bortoletto@jornaldebrasilia.com.br


Não importa onde você vá, eles estarão sempre prontos para te abordar. Os pedidos podem vir das mais variadas formas, mas o objetivo é um só: sobreviver nas ruas em troca de doações e esmolas. O ato, porém, é contestado por aqueles que se sentem prejudicados e até mesmo coagidos a "colaborar" com os pedintes.

Na quadra 302 Sul, comerciantes espalharam cartazes próximo aos caixas e balcões de atendimento sugerindo que os fregueses não deem esmolas aos moradores de rua. Hoje, aproximadamente duas mil pessoas vivem em situação de vulnerabilidade social no Distrito Federal.

Os problemas, no entanto, vão muito além da contribuição.

Na 302 Sul, as vielas entre o comércio e o setor residencial estão cheias de pertences dos moradores de rua, que chegam a disputar os melhores espaços para passar a noite. Além disso, o cheiro de urina e os restos de comida contribuem para um cenário desolador.

A iniciativa de distribuir panfletos aos comerciantes da 302 Sul partiu da prefeitura local. Um dos principais motivos apontados é que, em muitos casos, as esmolas são usadas para o consumo de drogas. O aviso também destaca que "o GDF disponibiliza atendimento à população de rua na 903 Sul, das 8h às 18h em duas úteis, com atendimento médico e psicossocial, banheiros, guarda de pertences, oficinas, cursos de capacitação, café da manhã e almoço. Às 17h, há transporte para abrigos."

Reclamações

"Eles pedem por comida e dinheiro toda hora. O problema é que abordam nossos clientes logo que saem da porta e já tivemos reclamações. Não sabemos mais quem é mendigo, quem é guardador de carro. Está difícil até mesmo trabalhar", disse Iranice Rodrigues, gerente de uma doceria na 302 Sul.
Ela conta que já foi ameaçada por moradores de rua que estavam nitidamente sob efeito de álcool ou drogas, e por conta disso teve que contratar um segurança para o comércio. "A gente pede para eles não entrarem, mas eles nos mandam calar a boca e perguntam o que tem pra comer. Parece até que temos a obrigação de dar algo", reclama a comerciante.

Situação se torna ciclo vicioso
Gerente de um varejão na 302 Sul, Wesley Alves de Sousa, 30, diz que nunca deu esmolas nem mesmo restos de frutas ou verduras aos moradores de rua que procuraram o seu comércio.


"Acontece que se você dá qualquer coisa num dia, eles vão voltar no próximo e continuar pedindo, é um processo inevitável. Além disso, eles trazem mais moradores de rua para o local. Eu nego de cara, eles saem xingando, reclamando, mas é melhor assim do que contribuir e criar esse vínculo", aconselha.


E para quem faz compras diariamente na 302 Sul, o convívio com os moradores de rua também pode ser incômodo. "Já dei esmola, mas hoje não dou mais. O problema é que isso já cria a insatisfação neles, e acaba que eles te marcam", ressaltou o aposentado Maurício Martins de Faria, de 68 anos.


Para ele, quem dá esmola ou até mesmo comida aos pedintes está agindo de forma errada e irresponsável. "O governo não propicia soluções para isso, mas sei que há abrigos que ajudam estas pessoas. O que quero dizer é que eles dão a moradia, mas não capacitam ou oferecem condições para que eles saiam das ruas de vez", realça.

Faria afirma que já se sentiu coagido em diversas situações, e que teve que "driblar" os pedintes da 302 Sul. "Venho a este setor comercial há mais de 20 anos, mas já deixei até de vir de carro para não ser abordado pelos guardadores de carro e neguei ajuda mesmo podendo", confessou.

Nem mesmo os bairros mais nobres de Brasília estão livres das ações dos moradores de rua. Gerente de uma padaria na quadra 301 do Sudoeste, Simone Freire de Souza conta já ter tido dificuldades até mesmo para abrir o estabelecimento. "Teve dia que não dava nem para abrir as portas de tanta gente que tinha dormindo aqui. A padaria não é autorizada a dar nada para eles, mas os próprios fregueses têm feito isso. É um costume e isso contribui para que eles não larguem essa vida", confessa.

Moradores do Sudoeste também já fizeram campanha para que não se dê esmola, mas, ao que tudo indica, isso não preocupou os moradores de rua. Segundo Simone, os horários de pico são os que mais atraem os mendigos. "Eles aproveitam que as pessoas vêm comprar comida e saem pedindo. Semana passada vi um sair do mercado com um carrinho cheio", conta.

Abordagem assusta clientes

No Distrito Federal, difícil mesmo é encontrar uma cidade onde não existam moradores de rua. Os grupos se concentram, principalmente, em áreas movimentadas. No Guará I, por exemplo, o ponto escolhido por muitos é a QE 7. Ali estão situadas muitas lojas e agências bancárias.

Na quadra, a única solução encontrada pela Caixa Econômica Federal parece ter sido isolar a área externa com grades. Moradores do Guará lembram que há anos local abrigava muitos moradores de rua que passavam a noite ali e faziam suas necessidades fisiológicas nos arredores. Resultado: cheiro de urina, restos de comida espalhados em volta do prédio e constantes abordagens aos clientes. Antes do cercamento, essa população só se multiplicava.

Medo

"Agora eles encontraram um novo meio. Abordam você antes de chegar à agência e entregam um papel escrito com o que querem. Eles estão sempre se locomovendo, não ficam estáticos. Possuo conta nesta agência, venho só para ver se caiu pagamento e não ando mais com dinheiro ou carteira", afirmou o aposentado Júlio Pereira dos Santos, de 56 anos.

Além disso, ele reclama dos chamados "guardadores de carro". "Não são credenciados, muito menos vigiam o veículo. Só estão ali para pegar algum dinheiro e depois ir atrás da droga. E se você não dá, podem riscar seu carro ou fazer alguma maldade", denuncia o aposentado.

Versão Oficial

O secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), Osvaldo Russo, disse estar ciente de que os moradores de rua incomodam comerciantes e a população. O titular da pasta também defende que as ajudas oferecidas aos pedintes não são a melhor forma de combater o problema. "Temos programas sociais em que oferecemos tudo o que eles precisam para sair das ruas, a exemplo do DF Sem Miséria.

O que acontece, infelizmente, é que muitos ainda relutam em procurar ajuda, mas garanto que o número de moradores de rua tem diminuído drasticamente", alegou. Russo afirmou que existe também um preconceito com os moradores de rua, e que eles não optaram por esta vida, mas sim passaram por situações sociais que os levaram a tais condições. O secretário disse ainda que vai propor uma reunião com os comerciantes e moradores da 302 Sul para acompanhar de perto o problema relatado.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Desta vez, a presidente fez como Ali Babá e reuniu 40 ministros


Presidenta Dilma Rousseff faz a primeira reunião ministerial do segundo mandato na Granja do Torto (José Cruz/Agência Brasil)
Retrato de um governo não consegue se entender e cada um diz uma coisa


Carlos Newton


Um ministro anuncia uma coisa, logo é desmentido pelo Planalto ou por outro ministro. A confusão é geral é só faz aumentar. Ainda não satisfeita em ter 39 ministros, a maioria sem a menor expressão ou importância, a presidente Dilma Rousseff já elevou este número para 40, porque o assessor especial Marco Aurélio Garcia, tido como consultor da Presidência para Assuntos Internacionais, conquistou assento permanente junto aos demais e participa das reuniões ministeriais.


Mas esse espantoso número passa a 41 quando se entende que o marqueteiro João Santana também merece idêntica qualificação de ministro sem pasta. Na verdade, deveria até ser considerado como principal ministro, uma espécie de Rasputin imberbe, pois é o único que consegue ser escutado com atenção por Dilma Rousseff, que acata sem discutir todas as sugestões dele, embora algumas tenham sido inteiramente idiotas, como vazar para a mídia que a presidente Dilma costumava andar sozinha de motocicleta por Brasília, à noite.


No dia seguinte, vergonhosamente o Planalto teve de desmentir a falsa notícia, porque Dilma não tem habilitação nem sabe dirigir motocicleta. Foi patético, porque, na tentativa de desfazer a mancada de Santana, a Secretária de Comunicação Social então inventou que a presidente andava de carona na moto do então secretário-executivo da Previdência Social,  Carlos Gabas, que amavelmente se apressou a confirmar a veracidade da informação. E todos puderam imaginar a cena daquela volumosa senhora esforçando para subir na garupa de uma motocicleta para se abraçar fortemente a um jovem funcionário do governo, pelo simples prazer de dar um passeio pela capital…


CRIANDO E IMITANDO…
Santana é um excepcional marqueteiro, mas se alimenta muito da criatividade alheia, ao imitar ideias e situações. No caso do passeio de moto, por exemplo, ele copiou descaradamente o jornalista Said Farah, que era ministro da Comunicação do general João Figueiredo. Para popularizá-lo, Farah espalhou a notícia de que o então presidente gostava de andar de moto sozinho em Brasília, à noite, e divulgou até uma foto dele, a caráter.


Depois, Santana imitou também Ulysses Guimarães e fez Dilma se referir ao “Velho do Restelo”, o personagem de Luís de Camões que tentou evitar a viagem de Vasco da Gama. A presidente da República absurdamente aceitou a sugestão e tentou aparecer como conhecedora das Lusíadas, como se realmente tivesse esse tipo de cultura literária, vejam a que ponto os marqueteiros chegam.



Em outra ocasião, Santana inventou que Lula passara a ler livros e teria até adorado a tradução da biografia de Abraham Lincoln escrita por Doris Kearns Goodwin. Lula gostou da ideia e deu declarações sobre a obra, destacando um episódio em que Lincoln estava numa estação de telégrafo.


Só que, ao fazê-lo, Lula disse que o presidente americano estava usando o “telex”, ao invés de telégrafo. Mas o pior da estória é que esta cena não existe no livro, apenas no filme de Steven Spielberg, pois foi criada pelo roteirista Tony Kushner. Ou seja, Lula viu o filme, foi tirar uma onda de que teria lido a biografia e quebrou a cara.


Esses episódicos erros de Santana são desqualificantes, mas nada consegue reduzir o prestígio do marqueteiro no Planalto e no Instituto Lula, porque ele realmente funciona no que é mais importante – vencer eleição.


SEM PASTA, MAS PRESTIGIADO
Quanto ao outro ministro sem pasta Marco Aurélio Garcia, é o contrário do marqueteiro, pois tudo que o assessor de Assuntos Internacionais faz dá errado. É da inspiração dele, por exemplo, a abertura de embaixadas e consulados em países e cidades sem importância. Com isso, aumentou os gastos do Itamaraty inutilmente, fazendo os diplomatas passarem vergonha no exterior, com credores batendo à porta a todo momento e a imagem no Brasil denegrida no plano internacional.


Quem aceita um assessor desse nível decididamente nem precisa de inimigos. Mesmo assim, a presidente Dilma continua ouvindo os conselhos de Garcia e lhe dá assento nas reuniões ministeriais.


REUNIÃO IMPROFÍCUA
Como todas as anteriores, a primeira reunião ministerial do segundo mandato da presidenta Dilma foi totalmente improfícua. A governante (ou seria governanta, como sugere a comentarista Teresa Fabricio?) demonstra tanta consideração com os ministros que marcou a reunião para as 16 horas, para que tivesse a menor duração possível. Isso significa que praticamente só quem falou foi ela, a quase totalidade dos ministros fez como figurante de novela, que entra em cena mudo e sai calado.


Reunir 39 pessoas (na verdade 40, contando com o “ministro sem pasta” Garcia) é de uma inutilidade constrangedora. Se tivesse o mínimo de conhecimento de técnicas de Administração, a suposta “doutora” pela Unicamp saberia que os ministros precisam ser reunidos por grupos. O mais importante deles seria formado por Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento e Banco Central. Dependendo do tema, poderia incluir Agricultura, Relações Exteriores, Turismo, Micro e Pequena Empresa e até Transportes e Portos, em função da importância crescente da logística no desempenho da economia.


Outro grupo seria formado por Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia, Esporte e Desenvolvimento Social. Mais um grupo, integrado por Defesa, Relações Exteriores, Assuntos Estratégicos, Aviação Civil e Segurança Institucional, incluindo os três comandantes das Forças Armadas.


E por aí em diante. Mas quem se interessa por governar de uma forma racional e eficiente?