sábado, 28 de março de 2015

Viva Santa Catarina: 85,1% é contra Dilma! Que venha o 12 de abril.


O mapa do "serrote" desprezado pelo lulopetismo.

Santa Catarina, terra de imigrantes alemães e italianos (além de outros, em menor número), é menosprezada pelo país inteiro. Somos até considerados "racistas", como se ainda houvesse raças ("quem tem raça é cachorro", dizia o saudoso João Ubaldo, um negro). Nada disso: aqui todo mundo tem que trabalhar desde cedo, se virar, tomar algum rumo na vida, porque nada foi fácil nem para os imigrantes nem para seus descendentes. Aqui não tem buchada de bode para político atrás de votos e com promessas de bolsas disso e daquilo. Aqui ninguém tem vergonha do trabalho manual, como os oligarcas que mantém o lulopetismo:

No segundo turno das eleições presidenciais, em outubro do ano passado, os catarinenses deram a Dilma Rousseff (PT) o pior resultado proporcional. Passados menos de seis meses, a desaprovação em relação à gestão da petista alcança 85,1% em Santa Catarina.
Os números são da pesquisa realizada pelo Instituto Mapa. O levantamento foi feito com 1.015 pessoas em 26 municípios que abrangem as seis mesorregiões do Estado, entre os dias 17 de 27 de março de 2015. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Na avaliação da administração do governo, 59,3% dos catarinenses responderam que a gestão é péssima e 14% dizem ser ruim. Para 17,7% dos entrevistados o governo é regular. A avaliação positiva se divide entre os 6% que consideram a gestão boa e os 1,9% que entendem ser ótima.


De acordo com o Mapa, 82,3% dos entrevistados não confiam em Dilma e 55,6% acreditam que ela poderia ter feito mais ou muito mais do que fez até agora pelo país. Os que acham que a presidente está fazendo tudo ou mais do que pode somam apenas 7%. 
Os catarinenses também se mostram pessimistas quanto ao futuro do país. Para 57,9%, a situação política e econômica do Brasil vai piorar nos próximos meses, contra 23,8% que avaliam que ela permanecerá igual e 16,1% que acreditam que ela vai melhorar. (DC).







"Receitão": tudo favorece o tráfico de influência.


O procurador-geral Frederico Paiva, da Operação Zelotes.
A estrutura do CARF, órgão da Receita Federal - entidade que esfola os assalariados para fazer caixa para o Estado monstro -, favorece a corrupção, segundo reportagem publicada na Veja.com: 


A Operação Zelotes, que apura um esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Federais (Carf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda responsável pelo julgamento dos recursos de grandes contribuintes em débito com a Receita Federal, veio a público na última quinta-feira e causou espanto pelo valor potencial da fraude: 19 bilhões de reais em 70 processos - um escândalo cujas cifras são comparáveis aos desvios investigados no petrolão.

Com 41 mandados de busca e apreensão, a Polícia Federal (PF) iniciou a operação para desarticular uma organização suspeita de fraudar julgamentos no órgão, que é composto por 200 conselheiros - metade deles auditores fiscais indicados pelo Ministério da Fazenda e outra metade de representantes do setor produtivo.

Segundo a PF, os conselheiros suspendiam julgamentos, alteravam votos e aceitavam recursos para favorecer empresas. Investigadores também constataram tráfico de influência. Até agora, 24 pessoas e 15 escritórios de advocacia estão sendo investigados.

Bancos como Bradesco, Santander, Safra e BTG Pactual foram alvos da Operação, segundo o jornalFolha de S. Paulo. Já o jornal O Estado de S. Paulo afirma que empresas ligadas ao petrolão também são investigadas, como a Petrobras e a Camargo Corrêa.

Para o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Frederico Paiva, que participa das investigações, a atual estrutura do órgão pode ter facilitado as práticas criminosas. "O próprio sistema, a pretexto de ser democrático, propicia que pessoas mal intencionadas ocupem esses cargos", afirmou ao criticar as indicações pelo setor privado e a ausência de remuneração dos conselheiros. Leia trechos da entrevista concedida ao site de VEJA.

Como começaram as investigações da Operação Zelotes? 
Já havia comentários sobre corrupção no Carf há algum tempo. Alguns processos estavam sendo monitorados pela Receita Federal, onde se levantaram algumas suspeitas. Mas, a partir de uma denúncia, em 2013, o Ministério Público Federal (MPF) decidiu instaurar um inquérito policial. A partir daí a PF fez uma série de diligências e passou a colher indícios que confirmavam algumas das suspeitas. Depois, o MPF pediu à Justiça algumas medidas de investigação, que levaram um certo tempo. Isso foi analisado, e, então, decidiu-se partir para as buscas e apreensões, nesta semana.

Mas o MPF recebeu uma representação anônima em 2013? Sim, mas não foi a representação anônima que motivou o início das investigações. Na verdade, foram feitas diligências pela PF e, depois, surgiu a denúncia. O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) impede que você parta de uma denúncia anônima unicamente. Esse cuidado foi feito. Várias diligências foram feitas, inclusive para respeitar o entendimento do STJ.

Como foi o trabalho de identificar contratos com potenciais fraudes, considerando as dificuldades impostas pela área tributária? 
A legislação tributária brasileira dá margem a diversas interpretações. Leis são editadas a cada mês mudando o que valia anteriormente. Alguns setores têm incentivos fiscais; outros não. Toda essa barafunda tributária que vivemos no país propicia que haja diversas interpretações para a lei. Mas temos todo o cuidado de separar o que é advocacia tributária legítima do que é consultoria ilícita, que, na verdade, é fachada para lavar dinheiro. Nós conseguimos identificar alguns pagamentos que não tinham justificativas. Detectamos situações em que o objetivo era dar a aparência de legalidade a um serviço que é corrupção, que corrompe conselheiros do Carf. Óbvio que isso ainda está sob investigação.

Qual o grau de dificuldade para identificar esse tipo de fraude? 
É dificílimo. À medida que os pagamentos são feitos em dinheiro vivo, você tem uma dificuldade enorme de rastrear o destinatário final. Por isso é preciso ter cautela em publicar nome de empresas, porque, por enquanto, são apenas investigadas. Na verdade, são pessoas físicas que estão sendo investigadas, que terão de esclarecer à Justiça alguns pontos. Foram 70 processos que despertaram suspeitas, com uma fraude potencial de 19 bilhões de reais.

Deste total de processos, qual o rombo nos cofres públicos que já foi confirmado? 
O verbo "confirmar" é muito forte. A Receita Federal e o MPF ainda estão analisando os casos. O valor de cinco bilhões de reais se relaciona a suspeitas fortes. Há indícios fortes que apontam, de alguma maneira, que esses julgamentos teriam sido manipulados no Carf. Há suspeitas fortes sobre cinco, até seis bilhões de reais. Mas isso não quer dizer que esse valor será anulado. Nossas provas, na verdade, são indícios, porque não existe "recibo" de corrupção. Eu não tenho fotografia, uma prova direta, de corrupção. Isso requer um aprofundamento.

Há uma previsão de quando será concluída a análise de todos os 70 processos? 
Não, qualquer previsão é chute. Há muitos detalhes a serem analisados. Toda a documentação que foi apreendida nesta quinta-feira terá que ser analisada. Há uma diversidade de informações muito grande. A nossa estrutura é pequena. Temos poucos servidores para fazer isso. Então, é imprevisível o tempo que isso irá demorar. Também por isso é que o processo corre em segredo de Justiça.

Em seguida à análise dos processos, os nomes dos envolvidos virão a público? Naturalmente, após o fim das investigações, o MPF, a partir de elementos suficientes, pode oferecer a denúncia criminal. E a ação penal, em regra, é marcada pela publicidade.

O rombo potencial, de R$ 19 bilhões, chama atenção pela cifra. Onde está o problema no Carf que facilitou uma fraude deste tamanho? 
A própria estrutura do Carf é uma experiência única no cenário mundial. Porque quem indica metade dos conselheiros do Carf são as confederações nacionais da indústria, do comércio, do transporte, enfim, do setor privado. E tem mais uma particularidade que chama atenção: ser conselheiro do Carf indicado pelas empresas não rende remuneração. Que advogado experiente, vivido, vai aceitar assumir o Carf para ficar três anos sem receber remuneração? É uma carga imensa de processos que eles têm que julgar. Então o próprio sistema, a pretexto de ser democrático, propicia que pessoas mal intencionadas ocupem esses cargos.

O senhor, portanto, defende uma revisão do atual sistema do Carf? 
Acredito que sim. Acredito que o Ministério da Fazenda deve fazer estudos e propor alteração. Mas isso é uma opinião do cidadão Frederico. Como procurador, não posso emitir juízo de valor. Apenas acho que o sistema, como é composto atualmente, favorece o tráfico de influência.

A investigação pode arranhar a imagem da Receita, órgão reconhecidamente técnico?
Primeiro, deve-se lembrar que o Carf está vinculado ao Ministério da Fazenda. O que está sendo arranhado é "agora". Porque o auditor vai à empresa, constata um descumprimento de lei, celebra um auto de infração - isso leva um tempo enorme. Depois vai ao Carf e isso é simplesmente cancelado. Eu acho que o maior desgaste para a Receita é que o trabalho que os auditores estão fazendo na ponta está sendo todo derrubado no Carf. Ou os auditores estão fazendo um trabalho errado ou é preciso aprimorar o Carf. Porque os auditores são obrigados a seguir a lei, fazendo um trabalho técnico, de qualidade, e não autuar as empresas sem motivos. É óbvio que alguns temas são polêmicos e suscitam discussão jurídica. Mas é inadmissível que a Receita faça um trabalho de um, dois anos, e depois, sem justificativas convincentes, alguns processos sejam anulados.

Quais os próximos passos a serem tomados após a conclusão dos processos? Uma denúncia criminal, possivelmente. O MPF, por questões estratégicas, não pode antecipar os próximos passos da investigação. O que tem ser feito agora é analisar todo o material apreendido na quinta-feira, que é bastante vasto. Há computadores, anotações, contratos. Após essa análise é que o MPF decidirá o próximo passo.

A investigação também envolve a Receita Federal, o Ministério da Fazenda e a Polícia Federal. Como funciona esse trabalho conjunto? 
O juiz da Décima Vara Criminal autorizou o compartilhamento da investigação. Então, a Receita vem de um caráter técnico, fornecendo subsídios para a investigação. Isso sem quebrar nenhum tipo de sigilo bancário ou fiscal. O que interessa a ela é que esse foco de corrupção seja revelado. Receita, PF e MPF estão atuando na mesma linha: de maneira coordenada. Até porque, se não fosse assim, não chegaríamos a lugar nenhum. Porque é um volume muito grande de informações, e muitas delas são bastante técnicas e o MPF nunca viu. A Receita, como tem uma expertise tributária maior, está nos auxiliando.

O recorte do número de processos, 70, e o intervalo de tempo, de 2005 a 2013, foi definido a partir de quais critérios? 
Foi uma decisão estratégica de separar um período temporal de oito anos.

Mas foi aleatória? 
Não, foi baseada nos elementos que tínhamos. Havia indícios de que a suposta organização criminosa estaria atuando desde 2005.

Como o senhor acredita que a população, pagadora de impostos, assimilará essa investigação?
Acredito que o brasileiro está cansado de tanta corrupção. E "pagador de impostos" é uma expressão muito mais leal do que contribuinte. Ninguém contribui por livre e espontânea vontade. Ele é obrigado, trabalha cinco meses por ano para pagar impostos. O poder judiciário tem a missão de aplicar a lei com rigor. As provas nunca serão diretas, mas indícios. Mas é preciso encarar a realidade.

É possível detalhar mais os setores econômicos que essas pessoas físicas estão inseridas? 
A PF divulgou que o setor automobilístico e o setor bancário estão entre os principais investigados.

O fato de ter ocorrido buscas e apreensões no banco Safra confirma que ele é um dos alvos? 
Temos de ter cautela. O fato de ter tido uma busca no Safra não quer dizer que o banco esteja envolvido. Pode ser que alguém, de dentro do Safra, que esteja participando. É preciso muita cautela com o nome das empresas, até para depois isso não ser questionado.

Alguma empresa do grupo Gerdau está envolvida? 
De onde partiram as supeitas? Do MPF não foi. Porque é prematuro falar em Gerdau. É de conhecimento público que a Gerdau tem contencioso no Carf. Até pelo processo de reestruturação que o grupo passou e que foi questionado pela Receita. O grupo criou outras empresas e depois fez uma reorganização societária e pôde compensar o prejuízo de algumas empresas que foram criadas, o chamado ágio interno. Isso foi questionado pela Receita e é de domínio público. Há um processo no Carf que não foi julgado ainda. Está muito cedo. Infelizmente sei que o tempo da imprensa é mais curto, mas as investigações, assim como a Lava Jato, demorarão mais um pouco.​ (Veja.com).
 
 

sexta-feira, 27 de março de 2015

"Paciência tem limite", por Eliane Cantanhêde

O Estado de São Paulo


Não bastassem os embates com Lula, com o PT, com o Congresso, com a realidade econômica, com as pesquisas de popularidade e com a própria equipe, a presidente Dilma Rousseff decidiu agora abrir mais uma frente de batalha: com os prefeitos.
Sem entrar no mérito da mudança de indexador das dívidas dos municípios, que aumenta ainda mais o rombo do governo federal, o fato é que Dilma deu o doce e depois tirou o doce da boca das crianças. O novo indexador foi aprovado há quatro meses, não entrou em vigor e ela recorre a um argumento técnico para tratar uma questão que é também política: a lei foi aprovada, mas não regulamentada, e os tempos são de aperto. É mesmo?
São sete Estados e 180 municípios beneficiados pela mudança e desesperados pela redução drástica de suas dívidas. A da capital de São Paulo, por exemplo, pode despencar 42%, de R$ 62 bilhões para R$ 36 bilhões. Imaginem essa diferença às vésperas da eleição municipal de 2016, com muitos já em campanha pela reeleição.
Os primeiros a partir para cima foram Eduardo Paes, do Rio, e Fernando Haddad, de São Paulo. Paes, que não é apenas do PMDB, mas aliado do deputado Eduardo Cunha e até possível nome do partido para a Presidência em 2018, entrou na Justiça para fazer valer a lei. E Haddad, que é do PT lulista, mandou recados mal humorados pela imprensa.
Nessa nova crise, aconteceu o que já se tornou rotina: o Palácio do Planalto ficou de um lado e o Congresso, de outro. Dilma falou à tarde que reduzir a dívida de Estados e municípios com a União (algo já aprovado, lembre-se) seria "inconsequente" num momento de cortes. Horas depois, na mesma noite, a Câmara aprovou um projeto botando a faca no pescoço da presidente: o governo tem 30 dias para mudar o indexador e acabou-se a história.
Detalhe: a "inconsequência" comandada por Cunha foi apoiada pelo próprio PT e até pelo dócil PC do B, que vota (votava?) tudo que seu mestre - ou sua mestra - mandar.
São Joaquim Levy conseguiu adiar a decisão do Senado para ao menos terça-feira que vem, mas veja você: o filho do presidente da Casa, Renan Calheiros Filho, é governador de Alagoas, um dos Estados beneficiados. Dilma vai acabar perdendo no Senado também...
Bem, é nesse clima que os prefeitos de todo o País vão se reunir em Brasília de 7 a 9 de abril. O tema oficial é desenvolvimento sustentável, mas a pauta real não vai ser o aquecimento global, mas o clima político insuportável contra o PT e Dilma.
Após dizer ao Estado que já passou por momentos semelhantes (de "caos político", de tensão, de desânimo) no governo Lula, o ministro Jacques Wagner (Defesa) pediu "paciência, foco, perseverança". Ele acha que o ajuste fiscal vai passar e tudo vai melhorar lá pelo final do ano.
Pode ser, pode não ser. Com o governo à deriva, sem um(a) líder, sem rumo, Dilma joga todas as suas fichas na aprovação das medidas do ajuste fiscal, que dependem justamente... da Câmara de Eduardo Cunha e do Senado de Renan Calheiros. Mas, se ela perdeu na eleição para a presidência da Câmara, no embate com prefeitos, na correção do Imposto de Renda e está perdendo no confronto com municípios, por que ganharia no ajuste?
Por enquanto, o cenário não é animador. Só ontem, num único dia, tivemos: o Banco Central admite pela primeira vez retração em 2014 e 2015, o índice de desemprego de fevereiro é o pior para o mês desde 2011 e o novo escândalo da praça (desvios no "tribunal" da Receita) consegue ser ainda pior do que o da Lava Jato, em torno de R$ 19 bilhões (?!). Você conseguiria imaginar algo ainda mais escandaloso do que o da Petrobrás? Existe.
Pois é, ministro, vai ser preciso muuuuiiiita paciência.
Pericás. Morreu o embaixador Bernardo Pericás, estrela de um momento glorioso do Itamaraty e referência para as novas gerações de diplomatas.
 

Vídeo: PT volta a pregar censura para esconder seus crimes

sexta-feira, 27 de março de 2015


Vídeo: PT volta a pregar censura para esconder seus crimes

Com Blog Felipe Moura Brasil - Veja



Comento em vídeo “zuero”, no Giro de colunistas da TVeja desta sexta-feira, o discurso de José Carlos Aleluia (DEM-BA) contra a censura travestida de “regulação da mídia” proposta por Ricardo Berzoini, ministro das Comunicações. Em meio a tantos escândalos, os petistas adoram intimidar os jornalistas com essa conversa. Não passarão.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil

Tádinhos, né? Leva um para sua casa pra ensinar seus filhos a fumar heroína!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Polícia acha heroína na cracolândia de Haddad; favelinha cresce e já dobra esquina

GIBA BERGAMIM JR. e DANTE FERRASOLI - Folha de São Paulo



Favelinha da cracolândia, que cresceu, dobrou a esquina e se espalhou pela rua Helvétia, na Luz (centro de São Paulo); polícia achou heroína na região
Favelinha da cracolândia, que cresceu, dobrou a esquina e se espalhou pela rua Helvétia, na Luz (centro)

A Polícia Civil encontrou 88 gramas de heroína na cracolândia, na Luz (centro de São Paulo), na primeira apreensão dessa droga já feita na região famosa como reduto de crack.


A heroína estava com dois cidadãos da Tanzânia, Chila Abdul Bakari e Omari Masimba, que foram presos.


A suspeita da polícia é que traficantes estejam tentando estabelecer um novo mercado para popularizar a droga em São Paulo -EUA e Europa são os destinos mais comuns.


A apreensão ocorre em meio à expansão da chamada favelinha da cracolândia, onde o tráfico de drogas e o fluxo de viciados cresceram para uma condição de "descontrole", segundo a gestão Fernando Haddad (PT), três meses após a própria prefeitura prometer sua remoção.


As moradias num terreno da alameda Cleveland dobraram a esquina e se espalharam pela rua Helvétia.


Em novembro, a Folha mostrou que o fluxo havia crescido na cracolândia apesar de programas de Haddad e da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para os dependentes.

Na ocasião, a favela havia ocupado a esquina, com 48 barracos. Agora, além dos que já existiam, ao menos sete novos surgiram na Helvétia e outros cinco na Cleveland.

Em dezembro, a prefeitura prometia uma operação organizada para desocupar a área.

Entre a tarde e a noite desta quarta (25), as barracas ocupavam todo o entorno do edifício onde funciona o Recomeço, programa do governo do Estado para incentivar o tratamento de viciados.

A prefeitura atua na mesma área por meio do Braços Abertos, que paga até R$ 15 por dia de trabalho na varrição de rua e oferece quartos de hotel aos dependentes interessados em se tratar (rs....N.B).

"Houve um descontrole do território, a situação degringolou. Isso não significa descontrole do Braços Abertos", disse à Folha a secretária municipal de Assistência Social, Luciana Temer, para quem houve queda do efetivo da PM.

A Secretaria da Segurança Pública disse que a região "é uma das mais bem policiadas do Estado" –e que, em 2014, 378 pessoas foram presas na área. 



Afirmou que "o consumo de crack é um problema de saúde pública" e que "a PM dá suporte aos agentes sociais e de saúde".


Ancine aprova orçamento de R$ 2,2 milhões para filme simpático ao terrorismo dos ´Black Bloc`. E para os honestos trabalhadores pobres que não saem às ruas queimando carros, quanto o PT vai dar?


Lauro Jardim - Radar - Veja



Black Bloc vai virar filme

black bloc
História se passa nas manifestações de 2013
O movimento dos black blocs vai virar filme. O longa-metragem Agência 264 narra a história de dez pessoas presas dentro de uma agência bancária, no Centro de SP, durante as manifestações de junho de 2013. No roteiro, um black bloc é assassinado. O projeto foi aprovado na Ancine na semana passada com orçamento de 2,2 milhões de reais.

O crescimento do PIB e os falsos defensores dos pobres


Com Blog Leandro Narloch - Veja


Por que nenhum blogueiro progressista, nenhum politico do PT(N.B),nenhum colunista que se diz a favor dos pobres repercute e lamenta o crescimento mixuruca do PIB?
Sempre que o IBGE divulga os números, eu fico atento para ver se eles comentam, mas nada: tratam como se o dado fosse relevante somente para economistas, e não a pior notícia que os pobres poderiam ouvir.
PIB patinando ou em queda significa menos vagas de trabalho e menor concorrência entre patrões por empregados. O camarada que se sente explorado pelo patrão fica sem a possibilidade de encontrar um emprego melhor e dar adeus ao chefe. O garçom e o vendedor de carros vão para casa com menos comissões do bolso, pois ninguém vai ao restaurante, ninguém compra carros.
Do contrário, PIB em alta é uma festa. Patrões concorrem entre si por empregados, oferecendo salário melhor, carteira assinada, menor carga horária e até alguns mimos (em 2010, construtoras ofereciam massagista para os pedreiros).
Por que, então, os blogueiros progressistas não lamentam a tragédia do PIB em baixa?
Minha razão preferida é esta: intelectuais de esquerda gostam de explicar a pobreza de uns pela riqueza de outros. A mensagem que mais lhes rende adeptos é a que culpa os ricos pela miséria do país.
Defender a alta do PIB não se encaixa nessa visão de luta de classes. Significa admitir que pobres e ricos estão no mesmo barco: todos se beneficiam com o crescimento da economia. O número de milionários dá um salto enquanto massas de miseráveis chegam à classe média.
Concordar com a importância do PIB também significa admitir que a melhor ajuda que se pode dar aos pobres é desimpedir o crescimento da economia: diminuir a burocracia nas contratações e na abertura de empresas. E intelectuais de esquerda jamais vão admitir que estar do lado dos pobres equivale a estar do lado dos homens de negócio.

O fim da classe média e o ressurgimento da "ralé" (desculpem-me por usar esse termo, ele é do IPEA, não meu))


Com Blog Rodrigo Constantino - Veja


Esquenta os tambores que vem aí a nova ralé brasileira!
Está estampada a manchete na capa do jornal: “Renda tem maior queda em 10 anos”. O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.163,20, em fevereiro deste ano, uma queda de 0,5% em relação a fevereiro do ano passado. Essa é a primeira queda anual do rendimento desde outubro de 2011 (-0,3%) e a maior queda desde maio de 2005 (-0,7%). Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
“Há muito tempo não há uma retração do rendimento. Nesses dois últimos meses, a gente vê o aumento do indicador da inflação. Houve de fato uma retração em função da inflação, para rendimentos em termos reais”, disse a pesquisadora do IBGE, Adriana Beringuy.
A queda também pode ser explicada por redução dos postos de trabalho em setores que pagam mais, como a indústria, que teve recuo de 7,1% no contingente de desocupados entre fevereiro deste ano e o mesmo período do ano passado. O rendimento também teve queda, de 1,4%, na comparação com o mês de janeiro.
O que estamos vendo é o começo do declínio da tal “nova classe média”, que o governo anunciou com muito alarde – e tortura estatística. O desemprego está aumentando, a economia deve se retrair esse ano em 1% ou mais, e a inflação provavelmente terminará 2015 acima de 8%. Será que podemos afirmar que se trata do fim da classe média e do surgimento da “ralé”?
O leitor acha que sou insensível por usar esse termo? Talvez. Mas calma que explico. Não é exatamente um termo meu. Há um pesquisador que divide o país exatamente nessas “classes”: a ralé, os batalhadores e os ricos. É o autor de um estudo sobre a tal “ralé brasileira” e como ela vive. Pensa o leitor que se trata de algum “neoliberal” qualquer? Nada disso. Seu nome é Jessé Souza, e não tem nada de liberal.
Nunca ouviu falar? Pois é, mas os petistas sim, a presidente Dilma sim. Afinal, o homem se tornou nada menos do que o novo presidente do Ipea, aquele órgão de pesquisa aplicada que outrora gozou de grande respeito, e que desde a chegada do PT no poder virou sinônimo de piada de mau gosto, de “pesquisas” com claro viés ideológico e partidário.
Logo na epígrafe deste trabalho, o autor cita uma frase de Celso Furtado, guru das esquerdas, em uma entrevista para a “Caros Amigos”, aquela revista que de tão caricata serve apenas para rir. A frase: “A doença grave do Brasil é social, não econômica”. E é com base nesse diagnóstico que tantos “economistas” (ou antropólogos e sociólogos) ignoram tudo aquilo que faria a economia de fato crescer e, com isso, reduzir a miséria social. Basta “vontade política” para distribuir a riqueza e tudo ficará bem, na cabeça dessa gente…
Na introdução, Jessé já mostra a que veio: “Na verdade, a força do liberalismo economicista, hoje dominante entre nós, só se tornou possível pela construção de uma falsa oposição entre mercado como reino paradisíaco de todas as virtudes e o Estado identificado com a corrupção e o privilégio”. Liberalismo “economicista” dominante entre nós? Em que mundo ele vive? Mercado como “reino paradisíaco”, no Brasil? Vemos na largada que a honestidade intelectual não é seu forte, e que o intuito é apenas vender sua ideologia estatólatra, infelizmente já bastante disseminada no país.
Mas não é esse meu ponto principal aqui. Jessé chama o andar de baixo de “ralé”, e se coloca como uma espécie de porta-voz desses desvalidos. Só de usar esse termo, um economista liberal já seria tachado dos mais chulos adjetivos. Ironia das ironias, o sujeito acusa o outro lado de “simplista”, mas divide a sociedade em ralé, batalhadores e ricos. Em qual “classe” está o leitor?
Nessa entrevista ao ator Lázaro Ramos, Jessé deixa claro que essa coisa de mérito não existe, que o resultado é fruto da classe de largada. Seria muito perguntar como, dentro das mesmas famílias, há resultados tão distintos? Ou então como, especialmente nos países mais liberais, tanta gente sai da pobreza e chega ao sucesso? Detalhe, detalhe. Marxistas, disfarçados ou não, traem seu desejo de atacar os ricos, mascarando-o de “busca pela justiça social”. Jessé quer ajudar os “invisíveis”, e para isso precisa tirar dos “ricos”.
Pior: para Jessé, a corrupção não tem nada a ver com excesso de estado, mas sim com desregulamentação. Ou seja, se aumentarmos a burocracia e o poder estatal, teremos menos corrupção! Vai ver por isso a União Soviética era tão pouco corrupta… Vai ver por isso o petrolão ocorreu na Vale privatizada, e não na Petrobras estatal… Ops!
A escolha do presidente do Ipea é do ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos. No caso, Mangabeira Unger, aquele que cuspia no governo do PT como um dos mais corruptos e logo depois embarcou no time sem mais nem menos, mostrando como é capaz de mudar de ideia da noite para o dia, graças, claro, a "fortes argumentos persuasivos" ( seriam $$$?N.B). Não dá para cobrar coerência dessa turma.
Tudo que escrevi acima seria desnecessário, bastando revelar ao leitor uma só informação: o Brasil 171 adorou a escolha! Acha que Mangabeira “marcou um golaço”. Por aí o leitor já pode ver o que nos espera. Será que teremos saudades de Marcio Pochmann? Não custa lembrar que foi em sua gestão que a decadência do Ipea começou, e logo depois o economista mostrou sua verdadeira cor, ao se candidatar como político pelo PT.
Infelizmente, o estrago institucional causado pela passagem do PT pelo poder – espera-se que perto do fim – é enorme e levará muito tempo até ser revertido. O PT aparelhou toda a máquina estatal com seus pelegos e militantes, avançou sobre os diferentes órgãos como se fossem braços partidários, destruiu a credibilidade de inúmeras entidades importantes. O critério de escolha nunca é técnico, mas sempre ideológico.
E, no processo, inventou uma “nova classe média”, que agora poderá ser estudada e analisada com esmero pelo Ipea, como a nova ralé brasileira!
 
 

PT do DF dá para as empresas da Lava Jato 163 milhoes só em 2015.E para os os pobres do DF?Naaaaadaaaa!!

Empresas da Lava Jato já receberam R$ 163,4 milhões do governo federal em 2015

Dyelle Menezes e Gabriela Salcedo - Contas Abertas

operação-lava-jato-590x346Com futuro incerto e dentro de ambientes financeiros inóspitos, com a torneira do crédito fechada nos bancos e com constantes avalanches em valor de mercado, as empresas da Lava Jato ainda podem contar com contratos vigentes celebrados com a União (Executivo, Legislativo e Judiciário). Só em janeiro deste ano, as empresas já receberam, juntas, R$ 163,4 milhões.
Mesmo se futuramente foram julgadas inidôneas e não mais serem permitidas a disputar qualquer processo licitatório de obras e serviços públicos, os contratos celebrados quando ainda eram idôneas devem ser honrados.
Assim, a Queiroz Galvão continua sendo grande prestadora de serviços para o governo: ela já recebeu R$ 91,8 milhões só no primeiro mês do ano. É o maior montante recebido entre todas as investigadas pela operação. O Ministério da Integração Nacional é o responsável do pagamento da maior parcela. A Pasta pagou R$ 81,9 milhões à empreiteira para que faça a integração do Rio São Francisco com as Bacias dos Rios Jaguaribe, Piranhas-Açu e Apodi.
Em segundo lugar do ranking das empreiteiras da Lava Jato que mais receberam recursos públicos, R$ 39,5 milhões foram pagos à Norberto Odebrecht neste início de ano. Todo o valor foi investido pelo Comando da Marinha: a empreiteira deve implantar estaleiro e base naval para construção e manutenção de submarinos convencionais e nucleares.
Em seguida, a Mendes Junior, que já recebeu R$ 15,4 milhões da União. A maior parte do valor, R$ 10,1 milhões, foi pago pelo Ministério da Integração Nacional a fim de implementar o perímetro de irrigação Tabuleiros Litonâneos de Parnaíba, com cerca de seis hectares no Piauí.
Veja aqui lista completa.
As empresas estão no centro das discussões mais calorosas sobre os rumos da investigação da Lava Jato. A razão são os possíveis acordos de leniência entre as empreiteiras e a Controladoria-Geral da União sem antes terem sido celebrados com o Ministério Público, que detém todas as informações sobre as investigações.
Os acordos são defendidos pelo governo federal como forma de manter as empresas em funcionamento enquanto correm as ações penais da operação. Em audiência pública na Câmara dos Deputados ontem (25), o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, mais uma vez, defendeu os acordos.
Segundo Adams, eles não são uma exceção ao combate à corrupção. “Eles são um instrumento de combate à corrupção e ao mesmo tempo mantêm a atividade econômica”, disse o advogado-geral da União.
Adams demonstrou preocupação com a saúde financeira das empresas acusadas e disse que o acordo de leniência impede que elas paguem por atos de deus dirigentes. O termo impede que as pessoas jurídicas beneficiadas sejam consideradas inidôneas, ou seja, fiquem impedidas de contratar obras com o governo. “A inidoneidade só vale para obras futuras e não para as obras em andamento”, disse o procurador.
No entanto, para o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, os acordos de leniência em fase de formalização pelo governo federal com empresas mencionadas na Operação Lava Jato já atrapalharam as investigações.
Segundo o procurador, desde que as empresas começaram a negociar acordos de leniência com a CGU, os dirigentes acusados de envolvimento no pagamento de propina e formação de cartel em obras da Petrobras deixaram de fazer delações premiadas na Justiça.
Ele também rebateu preocupações de Adams quanto à saúde financeira das empresas em caso de aplicação das penas previstas na Lei Anticorrupção. “Temos que comparar o custo de punir com o custo de não punir. Quanto custa ao País manter um mercado de obras públicas contaminado por corrupção? O custo de não punir é mais alto do que o custo de punir as empresas contaminadas”, disse o procurador.

Sinais do PMDB", por Merval Pereira

Sinais do PMDB", por Merval Pereira

O Globo


 Se a divulgação hoje do PIB de 2014 pelo IBGE confirmar que já no ano da eleição tivemos resultado negativo, ou próximo da estagnaçào, aumentará a certeza do PMDB de que é melhor garantir um lugar no escaler do Titanic do que permanecer na suíte master, na feliz definição do senador Romero Jucá, um especialista em governos, o líder de todos os mais recentes, que votou em Aécio Neves e está de saída da coligação governista, assim como boa parte do seu partido.

A saída está sendo feita por etapas, como convém aos cautelosos peemedebistas, mesmo por que não querem dar espaço para que novos "oportunistas" ocupem, como Gilberto Kassab, o mais próximo do "espírito" do PMDB que se pode encontrar na política atual.

Só que quando Kassab vai aos cajus, o PMDB já volta com as castanhas. Ao tempo em que o PSD de Kassab almeja ser o futuro PMDB, este já está preparando o plano de escape de um governo que considera superado.

O PT está morto, é a análise mais vulgarizada nas conversas das lideranças do PMDB, e a senadora Marta Suplicy é considerada exemplar dessa constatação. Não apenas ela, mas outros dois senadores, cada qual por sua razão pessoal: Paulo Paim e Delcídio Amaral.

Paim e Marta são prata da casa petista e a saída deles tem significação política alta. Delcídio é um novato na sigla, já foi tucano, e não tem razão histórica nenhuma para ficar no barco que considera estar afundando.

A força dos presidentes da Câmara e do Senado corresponde à fraqueza da presidente Dilma, e o embate é desigual pois do lado do Palácio do Planalto não há quem saiba fazer política tão bem quanto os do PMDB.

E os que sabem, como o ex-presidente Lula, fazem sua política particular, que neste momento de Operação Lava-Jato recomenda mais silêncio.

Atribui-se a Lula uma explicação sobre a falta de correspondência entre seus conselhos e as atitudes do governo: não daria para se meter em conversa de Deus com Jesus Cristo, teria dito Lula referindo-se ao entendimento entre a presidente Dilma e o Chefe do Gabinete Civil Aloísio Mercadante. Logo Lula, que é considerado Deus pelos seus seguidores.

Dilma se considera sabedora de todas as verdades, mas cada vez há menos gente que acredita nisso, daí sua dificuldade.

Outro paradoxo difícil de lidar é o que as pesquisas de opinião mostram: a maioria esmagadora da população acredita que a presidente sabia de tudo o que acontecia na Petrobras.

Até mesmo no exterior virou piada a afirmação de que Dilma não sabia de nada. O humorista John Oliver, do programa Last Week Tonight da HBO, tratou recentemente do escândalo do petrolão e mostrou-se ironicamente surpreso ante a notícia de que a presidente Dilma por enquanto está sendo considerada inocente de todo o escândalo pelos órgãos que o investigam.

Oliver foi no ponto: como pode ser inocente se ela estava no Conselho de Administração da Petrobras por sete anos, enquanto as propinas eram distribuídas?

Essa parece ser a convicção também da maioria dos brasileiros, e por isso a presidente não terá descanso, ao mesmo tempo que se arma uma incoerência legal, pois ela não pode ser processada por algo que aconteceu fora do seu mandato.

Como o mandato atual tem apenas quatro meses, é preciso que se prove que o esquema de propinas continuou acontecendo depois que ela foi reeleita para que alguma coisa concreta seja feita.

Ao mesmo tempo, o desgaste político tem sido tão violento que dificilmente Dilma terá condições de resistir a ele com a base política desagregada.

Miriam Leitão: números do IBGE confirmam que 2014 foi ano de estagflação


sexta-feira, 27 de março de 2015



O Globo


O resultado de 0,1% do PIB em 2014 com inflação de 6,41% divulgados pelo IBGE confirmaram que o ano de 2014 foi mesmo de estagflação, um fenômeno que se caracteriza pela economia estagnada e os preços em forte alta.

Os números da inflação, na verdade, só não são piores no ano passado porque o governo segurou os preços administrados por causa das eleições. A gasolina e o diesel ficaram congeladas, assim como a energia elétrica e as tarifas de transporte público. Tudo isso tem subido fortemente neste ano de 2015.


Ontem, o Banco Central estimou que este ano o país terão recessão de 0,5% com o IPCA em 7,9%. Ou seja, serão dois anos de PIB fraco com inflação muito alta.
Vejam no gráfico.

Brasil cresceu menos que o mundo entre 2011 e 2014

Miriam Leitão - O Globo



O IBGE mudou a forma de calcular o PIB, e os números do governo Dilma deram um salto para cima. O dado de 2011 melhorou de 2,7% para 3,9%; o de 2012 subiu de 1% para 1,8%, e o de 2013 aumentou de 2,5% para 2,7%. O resultado de 2014 já saiu com o novo cálculo, em 0,1%.

Ainda com as taxas mais favoráveis, o país cresceu menos que a economia mundial nos últimos quatro anos. Não podemos culpar a crise internacional pelo nosso baixo crescimento.

Pela contabilidade do FMI, o PIB mundial cresceu 4,1% em 2011; e 3,3% entre 2012 e 2014.




12 de abril está chegando.Preparem-se!



Faltam 16 dias para o mega protesto de 12 de abril. Para ser mega, deverá superar o número de pessoas e o número de cidades . Não será tarefa fácil. Aí é que entra a Oposição. Se estrategicamente o apoio não deve ser formal - nem os organizadores querem isso - , pode ser indireto. Deve. Via diretórios regionais. Juventudes de partido. Mulheres. 
 
 
Não é crime pagar caminhão de som, ônibus e fazer faixas, folhetos e visitar emissoras de rádio e jornais de interior. A Oposição - leia-se principalmente PSDB, DEM e SDD - deve liberar os diretórios para trabalharem a favor do sucesso da manifestação. Sem posição nacional e oficial. Se ficar em cima do muro é uma marca tucana, ela continua sendo a mais sensata para não dar discurso de golpe para o partido do Petrolão. 
 
 
 
O protesto do dia 12 de abril precisa ser maior e não tem a obrigação de ser homogêneo. Aposentados com proventos roubados. Pacientes de câncer sem medicamentos no SUS. Universitários sem FIES. Unificar a pauta? Por quê? O que não é problema no Brasil da Dilma? Não tem nada funcionando. Está tudo parado. Que a pauta seja longa nas faixas, cartazes e camisetas. E que a permanência da mentirosa, enganadora, estelionatária seja a mais breve possível. Com uma mãozinha mais efetiva da Oposição.