Vestido em
pele de cordeiro, mas com uma faca afiada na ponta dos dentes, e outra
na bainha, amarrada à cintura, o ex-presidente Lula desembarcou em
Salvador na quinta-feira (22). Escala estratégica na sua mais nova
andança pelo Nordeste. Na terra em que diz ter nascido em outra
encarnação e onde proclama sentir-se sempre "à vontade”, chegou desta
vez para "passar dois ou três dias”, com toda pinta de eminência parda
do governo.
A tiracolo (física ou virtualmente), Lula carrega o
"galego” Jaques Wagner, um dos donos do poder local (as chaves do
Palácio de Ondina nas mãos amigas e obedientes do governador Rui Costa),
novo ministro-chefe da Casa Civil do governo, que ele plantou no lugar
de Aloízio Mercadante, quase na porta do gabinete de Dilma Rousseff, a
mandatária no Palácio do Planalto.
Os petistas locais e seus
acólitos, em alvoroço, anunciam que duas "agendas” trazem o
ex-presidente, fundador do PT, à Bahia. A primeira marcadamente
política: discutir a "conjuntura nacional”, com a participação de seleto
grupo de "mangangões” petistas (na melhor expressão soteropolitana para
definir poderosos da vez) e seus mais fiéis aliados e linhas
auxiliares. Tarefa cumprida já na terça-feira de intensa movimentação
nas dependências do Hotel Sheraton - Salvador, localizado na histórica e
simbólica Praça do Campo Grande, dos feitos do 2 de Julho, e do cerco
rompido pelo bravo Ulysses Guimarães no tempo da ditadura, no centro da
capital.
Adianta a Tribuna da Bahia: o ex-presidente Lula está
viajando no Nordeste em uma missão que busca resgatar a sua imagem
popularesca e alavancar o governo petista que se encontra imerso em uma
onda de elementos negativos”. É significativo, mas pouco para expressar
os palpos de aranha em que – desde o Mensalão, mas principalmente a
partir da Lava Jato, andam imersos o PT e alguns de seus nomes
referenciais, o governo Dilma Rousseff, e o próprio presidente Lula e
alguns de seus entes mais próximos, nos âmbitos público e privado.
Na
segunda "agenda”, na sexta-feira (23) e hoje (24), consta a
reunião-debate com "educadores e dirigentes de organizações sociais”
(petistas e aliados, evidentemente), sobre o Plano Nacional de Educação
(PN E) e o futuro errante do programa Pátria Educadora, invenção
marqueteira e improvisada do segundo mandato do governo Dilma.
Pano de
fundo, mal disfarçado, para tentar acordar a combalida e desmotivada
militância para "uma nova posição de guerra e combates”. "Uma luta
política, uma luta ideológica, que é a disputa pela opinião pública”,
resumem em conjunto o deputado Afonso Florence e o veterano sociólogo da
UFBA, Joviniano Neto, na Tribuna da Bahia.
Acompanho a uma
distância segura a movimentação. Sinto a estranha sensação de que está
em preparo (no âmbito da política local, nacional e do PT) uma daquelas
paneladas de caranguejos cozidos, à moda da casa tão frequentada pelo
ex-presidente. Nos moldes antigos e ritos semelhantes aos que empregava
minha saudosa tia Silô, eximia cozinheira em Terra Nova (na época
distrito de Santo Amaro da Purificação), na incrível panelada que ela
costumava preparar e servia nos fins de semana, quando eu era garoto e
estudava no Recôncavo.
Ritual de extremos, que mistura perversidade e prazer.
Vejo
o vai e vem nervoso e eufórico, ao mesmo tempo, dos petistas nas horas
que antecedem a "panelada” com o "chef”. Macaco velho de outros eventos
do tipo, percebo a grande preocupação dos organizadores em afastar das
imediações do Sheraton - Bahia elementos indesejados: repórteres
interessados em fuçar informações de bastidores, curiosos desconhecidos
e, principalmente, a possibilidade do Pixuleco - incômodo boneco
inflável de Lula vestido de presidiário e o carimbo infamante 13-171
pregado no peito -, surgir outra vez de surpresa nos céus de Salvador, a
exemplo de acontecido na véspera, na passagem por Teresina e Natal.
Recordo
então de quando era tirado da cama bem cedinho, em Terra Nova, para
acompanhar minha tia na caminhada até o braço de mar santamarense, em
área de manguezal. Íamos comprar as cordas de "gordos guaiamuns,
vivinhos. Retirados da lama na hora, pelas marisqueiras do lugar. Mais
tarde, em casa, na grande panela de água fervente, no fogão, os
caranguejos eram jogados dentro, se estrebuchando de dor e sofrimento
até o suspiro final, se é que esta expressão dos humanos cabe neste
caso.
Uma cena inesquecível aos olhos do menino perto de
completar 10 anos de idade, que precedia as delícias do baticum à mesa,
na hora de saborear a bem temperada e deliciosa carangueijada de dona
Tarsila, a tia Silô.
Na caldeirada" servida neste fim de semana,
em Salvador, há quem jure ter visto boiando na panela fervente de Lula,
no Sheraton, os cariocas ministro da Fazenda, Joaquim Levy e Eduardo
Cunha, presidente da Câmara, além dos baianos ACM Neto, do DEM (prefeito
de Salvador em disparada na preferência popular para a reeleição ano
que vem, pedra no sapato petista), o deputado Lúcio Vieira Lima e seu
irmão Geddel (ex-ministro de Lula), incômodos (para o PT) condutores do
PMDB no estado. Há quem tenha visto na fervura da panela, também, a
presidente Dilma, mas isso pode ter sido mera ilusão de ótica. A
conferir.
(....) O feminismo é uma estratégia comunista criada com o propósito de
minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a
que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o
Estado. Enquanto isto está a ser colocado em práctica, a propriedade
privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma
coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se
por acaso tens os olhos abertos, de certo que tens vindo a observar
isto a acontecer durante a maior parte da tua vida.
Ao destruir o casamento, criando um fosso entre os homens e as
mulheres, alienando os pais para longe dos seus filhos, dissolvendo a
autoridade paterna, chegando mesmo a dissolver a própria família, as
barreiras para o controle estatal de todas as pessoas são removidas. Pensem em todos os males sociais causados pelo feminismo,
e depois pensem nesses males em termos duma agenda de controle
autocrático de toda a população. Rapidamente irão ver que ambas são
quase indistinguíveis, e que uma serve a outra de forma total.
Caluniar a masculinidade é central dentro deste plano; primeiro
caluniar mas depois criminalizar. Há já muito que cunhamos o termo
"Guerra entre os Géneros", mas erradamente interpretamos isto como algo
contido numa luta para o controle, ou em torno da igualdade entre os
homens e as mulheres. Uma vez que já sabemos que o feminismo não está de maneira alguma relacionado com a igualdade, olhemos agora para a sua verdadeira natureza.
Pensem em leis como a WAWA que só reconhece os homens como
perpetradores de violência. Levem em contra que a emergência de leis em
torno do "agressor primário" têm como propósito garantir que os homens,
e só os homens, sejam presos por violência doméstica. Pensem em como
ordens de restrição são frequentemente emitidas sem qualquer tipo de
evidência ou corroboração, e como o poder de acusação das mulheres
tem-se tornado uma epidemia que está a rasgar as vidas de homens inocentes.
Acham mesmo que tudo isto é porque as
feministas estão a conseguir o que querem? Se por acaso acham que é
assim tão simples, então por favor, leiam e ponderem sobre as
implicações desta passagem de Atlas Shrugged, 1957:
"Você
acham mesmo que queremos que essas leis sejam obedecidas?"
disse o Dr. Ferris. "Queremos que elas sejam violadas. É melhor que
você se aperceba que você não está enfrentar escuteiros. Nós estamos
atrás do poder e estamos sérios nesse propósito. Não há forma de
dominar homens inocentes. O único poder que o governo tem é o poder de
reprimir os criminosos.
Bem,
quando não há criminosos suficientes, é preciso criá-los. Declara-se
tantas coisas como crime que torna-se impossível os homens viver sem
violar as leis. Quem é que quer uma nação de cidadãos que obedecem a
lei?
Quem é que ganha alguma coisa com isso? Mas aprovem leis que não podem
ser seguidas e nem aplicadas, e nem interpretadas de forma objectiva, e
cria-se uma nação de infractores - e você pode lucrar com a culpa.
Esse é o sistema, senhor Reardon, esse é jogo, e mal você passe a entender isso, você passará a ser alguém com quem se pode lidar de forma mais facilitada."
Estas palavras, publicadas no ano do meu nascimento, passou a dominar e
a definir o mundo em que vivemos. Acreditem em mim, eu nunca iria usar o
excerto dum livro como referência se por acaso não soubesse
antecipadamente que vocês podem sempre confirmá-la com a vossa
observação do mundo à nossa volta. Ao destruir a autoridade dos homens,
o guardião histórico da família e das vossas liberdades individuais, o Estado torna-se no suserano totalitário sem oposição.
Se por acaso ainda têm algumas dúvidas em relação às raízes Marxistas
do feminismo, e do propósito de criar e explorar o ressentimento entre
os sexos como forma de destruir a família tradicional, observem este
cartaz da União Soviética pré-Segunda Guerra Mundial (1932). [foto]
Os Soviéticos sabiam, tal como o vosso governo de hoje sabe,
que se queres domínio total sobre a população, é preciso destruir a
família e transformar o governo no marido e na esposa substituta.
Porque se retirares dos homens o seu estatuto social, a sua
dignidade, e a sua autoridade na família, a única coisa pela qual ele
irá lutar é o seu ordenado, alguns benefícios e um nacionalismo
mal-canalizado.
Ele nunca mais irá colocar em causa o governo sob o qual ele vive,
independentemente do quão tirânico e opressor ele seja, visto que ele
não tem nada de significativo para proteger. E os homens, apesar
difusas mentiras culturais dos nossos dias, estão programados para nunca se queixarem em seu favor, e muito menos para lutar em grupo em favor próprio.
Claro que muitas pessoas, incluído muitos activistas em favor dos
direitos dos homens [MRAs], nunca se aperceberam que o feminismo é
muito mais que apenas uma ideologia anti-homem a operar sob a máscara
da igualdade de género. E uma só fotografia, embora possa valer mil
palavras não dirá toda a história.
Como forma de passarem a estar mais cientes da história, sugiro que comecem visitando esta série
de ensaios feitos por Carey Roberts, e lendo através dos links que lá
se encontram para verem para onde eles vos levam. Tudo isto é um buraco
de coelho bastante profundo.
No Ocidente fomos cegados em relação à verdadeira natureza desta
gigantesca mudança social através do consumismo ilimitado e frívolo, do
politicamente correcto, e através da erosão intencional do sistema de educação.
As crianças, começando na escola primária até a escola secundária, são
dissuadidas de terem pensamento crítico, sendo ao mesmo tempo pressionadas para se
conformarem à pedagogia Marxista Feminista.
É um arranjo perfeito participar num sistema de ensino superior que está essencialmente virado para a indoutrinação.
E não é coincidência que a indoutrinação que se encontra tão
desenfreada nos antros modernos do mundo académico Ocidental seja
também ela um artefacto da dominante ideologia feminista. O comum
licenciado actual termina o seu curso, especialmente se tiver estudado
artes ou Ciências Humanas, convencido que os homens são inerentemente
maus, e que as mulheres encontram-se oprimidas, apesar das evidências
irrefutáveis de que ambas as declarações são falsas.
Todas as vozes da oposição foram eliminadas. Ao colocarem um vestido
e um batom no Marxismo, os engenheiros sociais que estão a avançar com a
sua agenda foram capazes de depender do cavalheirismo e de outros
aspectos da masculinidade tradicional para sua protecção. É de facto
surpreendente. Eles usam as pessoas que estão a ser atacadas de modo
mais violento para proteger as pessoas que estão a lançar os ataques.
Dito de forma franca, isto é bastante engenhoso. E enquanto isto
acontece, noutros níveis do espectro social eles manobraram-se para
posições ainda mais protegidas ao popularizarem a acusação de discurso
de ódio misógino contra qualquer pessoa que levante algum tipo de
oposição. Sim, muito engenhoso!
Mas o propósito do A Voice for Men não é lutar contra isso
e o motivo é bem simples: é tarde demais. A Guerra entre os Géneros
acabou e os Marxistas venceram. Quer tu vivas nos EUA, no Reino Unido,
no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia ou em qualquer outra parte do
mundo ocidental, não irás ter qualquer alívio, ou qualquer solução nas
tuas cabines de votação, ou junto das pessoas que ocupam os lugares parlamentares.
Todos eles, independentemente do seu
partido ou da sua aclamada plataforma, estão associados a esta nova
ideologia. Toda a legislação que realmente importa, aquela que coloca os
homens a trabalhar para as mulheres, sendo ambos dependentes do Estado,
terá o apoio dos poderes dominantes, independentemente de quem quer que
eles sejam.
Embora eu saiba que tu podes ser um dos homens que não quer ouvir isto, é importante dizer que isto não é culpa das mulheres. Também elas foram enganadas, e antes de tudo ter acabado, mas depois de já ser tarde demais, a maioria delas acabará escravizada pela
mesma ideologia que lhes prometeu liberdade e independência. Quase
todas elas acabarão por ter empregos de baixa remuneração,
marginalmente subsidiadas pelo rendimento confiscado aos homens. Elas
irão descobrir que o governo-como-marido e a fria vida de escravidão
pouco acima da linha da pobreza é o único resultado da "emancipação"
prometida. E diga-se de passagem, isto já está a acontecer.
A triste realidade é que as mulheres
passaram a ser a arma preferida
que o governo está a usar para dominar e controlar as vidas dos homens;
para roubar as suas posses e rendimentos; para os forçar, em número
cada vez maior, a render os seus bens e viver com subsistência mínima,
e a colocá-los na prisão ou matá-los se eles se recusarem a agir como o
governo quer.
E a única resposta apropriada, para os poucos que podem agir assim,
é desenvolver uma cultura não-organizada de homens que se encontra
focada em sobreviver, e, na medida do possível, prosperar dentro deste
sistema corrupto, partilhando essa informação com outros homens. Para
levar isto a cabo, é preciso que a primeira prioridade dos homens seja
passar a ter uma visão radicalmente diferente das
mulheres.
Será uma pequena cultura de homens que será capaz de fazer
isso, visto que a maior parte dos homens simplesmente não consegue
pensar para além da sua programação sexual. Mas 25 porcento de mil
milhões é um número respeitável. Independentemente do tamanho que a comunidade venha a ter, a nossa
corda salva-vidas, enquanto ainda a tivermos, é a internet. É a única forma
através da qual a maior parte de nós entrará em contacto com os outros. (...)
Para uma mulher solteira, a mágoa
de não ter filhos não é aceita. A mágoa atingiu-me aos trinta e poucos
anos sem qualquer aviso.
Segundo tudo o que parecia, a minha vida era fantástica, ou muito
próxima de o ser. Tinha um bom emprego em Nova York, bons amigos, e
alguns encontros românticos. Mas também houve momentos, dias e noites
de solidão, em que eu chorava. Eu soluçava. Eu deitava-me na cama
durante horas e horas, com lágrimas a correrem sobre a minha almofada.
Eu estava de luto mas nem sabia.
Havendo experimentado o mesmo sentimento há já alguns anos, hoje sei
que a mágoa devia-se ao facto de não ter filhos; ou, dito de forma mais pungente,
devia-se à perda do bebé que nunca tive nos meus braços. Por aquela
altura da minha vida, eu esperava já estar casada e ser mãe de
pelo menos duas crianças. Mas eu estava muito longe disso: ainda estava
solteira.
Cruzar-me uma nova mãe (e o seu filho) enquanto passeava pela Broadway
mexia com o meu útero. E só o facto de ver uma mulher inchada,
grávida de ou 8 meses, fazia com que a minha pequena estatura se
sentisse invisível e pequena. A tristeza que eu sentia durante a altura
do meu período era mais profunda que hormonal. Eu estava a chorar a
perda de mais uma chance de ter a vida familiar que sempre havia
sonhado ter.
E eu sofria sozinha.
Sofrimento por não ter sido capaz de ter filhos é aceitável para casais
que estão a atravessar por um momento de infertilidade biológica.
Sofrimento por não ter filhos por se ser uma mulher solteira que se
encontra na casa dos trinta ou quarenta não é aceito. Em vez disso, é
assumido que nós não entendíamos que a nossa fertilidade tem um tempo
de vida limitado e que nós fomos descuidadas com a possibilidade.
Somos chamadas de "mulheres carreiristas" como se tivéssemos acabado a
faculdade, queimado os nossos sutiãs, e tivéssemos começado a nossa
carreira profissional como forma de exibir algum tipo de músculo
feminista. Ou, é assumido que não estávamos a "tentar o suficiente", ou
fomos "demasiado esquisitas". A moda mais recente é assumir que nós não
queremos filhos porque não congelamos os nosso ovos, porque não
adoptamos, ou porque não tivemos um filho quando éramos mulheres
solteiras.
Este tipo de mágoa, mágoa que não é aceita ou que é silenciosa, é
referida como uma mágoa desprivilegiada. É o tipo de mágoa que nós
sentimos não ter permissão para sentir porque a perda não é clara e nem
é entendida. Nós não perdemos um irmão, um esposo ou um parente. Mas as
perdas que os outros não entendem podem ser tão poderosas como as
perdas que são socialmente aceitas.
Deixem-me ser bem clara: quando já passamos os 35 anos, estamos de
coração partido por causa do homem que esperávamos que fosse "o tal", já
não temos um bom encontro romântico há um bom tempo, ou vemos as nossas
amigas mais próximas grávidas com o segundo ou o terceiro filho, é
duro. É desarmante. E por vezes, é insustentável.
Eu sempre gostei de estar perto de bebés; nunca me fartava dos meus
sobrinhos e sobrinhas recém-nascidos. Não tendo filhos meus, sentia
como se o mundo, e de forma bem brusca, estava a avançar e eu estava a
ficar para trás.
Passar a ter 40 anos ajudou. A antecipação de passar a ter
37....38....39, e continuar solteira, estava a criar mais ansiedade que
qualquer outra coisa na minha vida. Mal atingi os 40, apercebi-me que
apesar dos meus sonhos (e apesar do meu profundo desejo biológico e
emocional de ser mãe), eu ainda estava feliz pelas outras coisas da
minha vida. Ser uma tia era (e muito provavelmente sempre será) a minha
maior alegria. Dar início ao meu próprio negócio, tornar-me autora e
realizar o meu potencial profissional tem sido extremamente
recompensador.
Hoje tenho 42 anos, e avancei calmamente com a minha vida. Tornar-me
mãe por esta altura seria uma surpresa bastante feliz. Claro, ainda
tenho os meus momentos. A paz de espírito conquistada com tanto esforço
pode ser interrompida por uma inesperada embalagem enviada por uma
agência de Relações Públicas a enviar-me roupa de bebé para promoção.
(....) Ou quando as pessoas assumem que eu nunca quis filhos porque não tenho
nenhum. Ou quando ficam surpreendidos quando digo que quero.
Ou, pior
ainda, quando presumem que estou mais feliz por não ter filhos ou mais
afortunada por não ter que me "preocupar com filhos". Algumas pessoas
chegam até a chamar-me de "sem-filhos" - termo cunhado por aqueles que
escolheram não ter filhos e não têm o desejo de ter filhos - só porque
eu "escolhi" esperar pelo amor.
Não só tenho que lidar com a minha infertilidade circunstancial, como
tenho que defender o meu desejo de me casar com alguém por quem me
encontro apaixonada antes de conceber. Tenho que defender o porquê de
não ser mãe quando isso era o que eu mais queria.
A mágoa de nunca me ter tornado mãe é uma que eu nunca vou superar, ao
contrário da mágoa que senti há 23 anos atrás quando perdi a minha mãe.
Mas tal como esse tipo de mãgoa, ela já não é constante ou activa. Sim,
eu ainda tenho a esperança de vir a conhecer o homem que venha a ter o
desejo de ter uma filho comigo, e que está preparado para atravessar
comigo os tratamentos que eu posso vir a precisar para que isso
aconteça. Ou que esteja pronto para sofrer comigo se por acaso isso não
funcionar.
Mas, de forma geral, eu prossigo, buscando o amor. Felizmente, não há
limite temporal biológico para esse sonho. De forma cuidada, eu nutro a
esperança de ainda vir a ter a chance de ter o meu bebé nos meus braços
- e que eu ainda seja atraente para os homens que querem ter filhos.
Sei que não estou sozinha; faço parte das 18% de mulheres Americanas
com idades compreendidas entre os 40 e 44 que não têm filhos. A Pew
Research relata que metade das mulheres deste grupo escolheu
esse destino - escolheram não ter filhos. Mas o resto de nós - cerca de
1 milhão de mulheres Americanas com idades compreendidas entre os 40 e
os 44 e sem filhos - sofre com a infertilidade biológica ou
circunstancial.
A forma como escolhemos seguir com a vida apesar desta mágoa é o foco
do nosso e "viveram felizes para sempre". E, se posso dizer, tenho
planos de fazer com que o meu "feliz" seja mesmo para sempre. E se tudo
correr bem, não estarei sozinha.
À medida que o sector não-feminista da
sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que
ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um
conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é
inteiramente do conhecimento público.
Há algum tempo atrás, um grupo de
feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era
assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria
eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as
feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos
de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu
livro The Second Sex.
Claro que estas feministas eram
incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia
a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de
modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível
para os crentes genuínos da seita.
No título deste post foram feitas
várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que
as provemos - que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se
seguem.
Entre 1943 e 1944, durante o período em
que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de
Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a
rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da
França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha
Nacional Socialista em 1940.
Usamos o termo assim-chamada porque o regime de
Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de
facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje
em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição
da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda
Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.
Os apologistas de Simone de Beauvoir
poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá,
tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados
a colaborar com o Securitate
durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir,
provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história
diferente.
Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram
anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir,
embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir
enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no
mínimo, uma de colaboracionismo
subtil(3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi
após algum tipo de coerção - mas sim após uma escolha perfeitamente
consciente.
Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do
sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar
na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em
algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira
nesta área havia chegado ao fim - embora ela já tivesse as
qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela
havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor
desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida,
Jean-Paul Sartre. (4)
O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente
relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de
Beauvoir foi despedida devido a comportamento
que leva à corrupção de um menor. (5) Mais uma vez, as
apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de
1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um
incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista
que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma
mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais
longe da verdade.
O interesse sexual de Simone de
Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua
vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o gênero que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou
até aos 80) da pedofilia feminina
pedagógica. (6)
Ela tentou esta unificação na sua dissertação
com o nome de “Brigitte Bardot and
the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada
múltiplas vezes até aos meados dos anos 70.
Nessa dissertação, Simone
de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil,
que retém a inocência perfeita
inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá
libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes
que as subjugam. (7,8)
O ensaio de 1959 foi só o início. Em
1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista
Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a
legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos
que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado
sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11
aos 14.
A petição assinada - entre outros - por Simone de Beauvoir e
Jean Paul Sartre foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas,
dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para
investigar um simples assunto de "libertinagem", onde as crianças não
foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário,
testemunharam perante os magistrados investigadores que haviam
consentido - embora actualmente a lei lhes negue o direito ao
consentimento - tanto o tempo em prisão preventiva, nós consideramos
um escândalo neles mesmos.
Hoje eles correm o risco e serem sentenciados
por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais
com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e
terem tirado fotos dos seus jogos sexuais.
Somos de opinião que existe uma
incongruência entre a designação disto como um "crime", que apenas
serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda
entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que
tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. [...]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as
crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser
seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a
grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos
ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir
como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da
definição que cada um use para este palavra.
A petição de 1977 deu início a uma
discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade
de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual
faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front
de
libération des Pédophiles (FLIP - Frente de Emancipação dos
Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas
duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida
radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture.
(11) A
FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do
movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado
muito devido aos desentendimentos internos. (11)
Para além de Simone de Beauvoir e
Sarte, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam
presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam
por liderar os destinos da França - e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack
Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!)
no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da
presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só
uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.
No entanto, o que faz dela uma
abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar
pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre - às vezes
separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois.
Em revisão ao livro de Carole
Seymour-Jones "Simone de
Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre", livro que tem como propósito
analisar a relação de Beauvoir com Sarte, o Telegraph escreve o seguinte: (13)
Durante longos períodos de tempo, a
dupla tornou-se num "trio", embora esta arranjo raramente tenha dado
certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas
alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e
depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos
próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[...]
Para Seymour-Jones, os affairs
de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela
estava a "treiná-las" para Sarte, uma forma de "abuso de menores".
Para Beauvoir (tal como para Sarte), a
idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela
e do que Sarte. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar
feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar
eminente da feminista, que pensava que "preparar" as meninas para Sarte
lhes retirar a virgindade (palavras de Sarte, e não nossas) era nele
mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.
Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o
gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir,
olhemos agora para os seus escritos - que estão tão cheios de misoginia
que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da
sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo
é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.
O livro de almofada de Simone de
Beauvoir, The
Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser
"incrivelmente fresco" - um livro que disse o seguinte sobre as
esposas: (15)
A esposa alimenta-se dele como um
parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais
tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty
Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de
qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar
as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu
de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher
alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a
ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser
totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção
precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão
escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de
vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas
inertes incapazes de escolher o que é bom para elas - algo que os
adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de
Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe
o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser
autorizada a escolher algo
quer contradiz Simone de Beauvoir.
Nesse mesmo diálogo, ela esclarece
ainda mais o seu ponto de vista: (17)
Na minha opinião, enquanto a família,
o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal
não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela
maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu
livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para
um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles
caçam, pescam, e vão para a guerra. (18)
[A mãe] é uma planta e um animal, uma
colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças
que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca
risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano,
consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida.
(19)
E quando esta eminente feminista começa
a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A
atitude psíquica evocada pela
servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. [...] o corpo
da mulher - e
especificamente o corpo da rapariga - é um corpo "histérico" no sentido
de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua
realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga
dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com
suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha
para ele como algo doente: ele é doente. (20)
As
glândulas mamárias que se
desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia
individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da
sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no
seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento
da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e
apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da
opressão e imposição de vassalagem para
a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado mesmo de leve, as
mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma
advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães - tal como iremos observar -
são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma
mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas;
para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem
são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga
que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo
de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto
de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois
duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto
decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão.
E levem em
conta que Beauvoir lamenta este aspecto - em torno do qual existem
sérias dúvidas se o mesmo era generalizado - ao mesmo tempo que rapazes
com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo
aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em
segurança, permitindo assim que ela escrevesse "filosofia" de lixo e
produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista - um regime que
também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou
disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas
não irei agir desta forma.
A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo
tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de
Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do "bem" do
feminismo dos anos 60 e estudada durante os "diálogos feministas" no National
School of Political Science and Public Administration in Bucharest
(SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb
Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos
horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.
Dito de outra forma, ao mesmo tempo que
os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados
para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia]
estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu
Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por "conspirarem contra a ordem socialista" (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex
onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava
intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que
negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a
decorrer na mesma altura.
E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA
e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse
ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o
apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem
confortáveis com ela.
Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir
como um exemplo de feminismo "bom", então ou vocês não leram esses
livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a
aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros
e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal
não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as
melhores intenções em mente.
A audácia com a qual Simone de
Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as
mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios
ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a
água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de
si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa
do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser
banida, se por acaso a verdade não é "correcta".
Se as feministas realmente fossem
sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o
espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar
todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o
caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca
irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e
totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando
o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.
Caras feministas: as vossas declarações públicas
de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que
algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram
mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das
próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!
Há algo de errado com um país em que a principal porta de entrada para o
conhecimento é a negação do próprio conhecimento em nome de uma
ideologia.
Na questão de número 5 do caderno azul (em outros cadernos, era a
primeira), a ideologia feminista radical já chega com dois pés nos
peitos da realidade: "Ninguém nasce mulher: torna-se mulher"
- citação famosa de uma das "intelectuais" do movimento feminista que
Charles Darwin, "pai" da teoria evolucionista certamente aplaudiria.
Temos repetido que atualmente, no Brasil, nunca se praticou tantos
equívocos em tão pouco tempo.
Séculos de estudos biológicos foram
atirados à lata do lixo da história com apenas uma frase. Uma frase que,
para muitos, iniciará os estudos em física, química e...biologia.
O objetivo do conhecimento dentro do contexto da comunidade humana, e a
finalidade das Universidades não são outros senão possibilitarem o
avanço da própria espécie.
A ciência só surgiu porque havia homens e
mulheres tentando entender a realidade, e não manipulando-a para servir
de base a esquemas políticos. O buscador da verdade, o cientista, está
pouco se lixando para dogmas religiosos e políticos.
Assim como o PT, que após ter sido eleito em um processo democrático,
hoje trabalha contra a própria democracia, nosso Ministério da Educação
abre mão do conhecimento e da educação em prol da construção de uma
sociedade sob bases totalmente abstratas. Do que tenho observado, o
estudante brasileiro tem boas intenções, a Universidade que o corrompe.
Comentário:
É isso que nós, mulheres, somos? Um "produto intermediário entre o macho e o castrado?". Kkkkkk
Após polêmica envolvendo uma participante do MasterChef, blogueira do UOL edita postagem que defendia a pedofilia
12:57
Felipe Lomboni
1 Comments
Quem se lembra de uma postagem feita há uma semana no caderno Mulher do
portal UOL que tentava relativizar a prática de sexo com menores de
idade? A autora da postagem, "Yannik D´Elboux", editou o texto após apolêmica envolvendo um participante - uma menina de doze anos - do MasterChef.
Em 16 de outubro de 2015, o post era este:
Trecho do texto anterior:
Note a data e o título do texto. O link que direciona para o artigo
ainda pode ser acessado com o mesmo título:
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2015/10/16/pedofilia-nao-e-sinonimo-de-abuso-sexual-e-tambem-requer-ajuda.htm
Agora que um novo êxtase feminista surgiu, fruto de declarações de cunho
sexual envolvendo uma menor de idade participante do programa
MasterChef, a postagem parece ter sido levemente alterada.
O trecho do texto antigo, atualmente:
A
associação da pedofilia com o abuso sexual acontece quase de forma
automática na cabeça da maioria das pessoas. Contudo, o transtorno
--considerado uma disfunção sexual ou parafilia-- não pressupõe o crime.
Uma busca no próprio portal Uol, utilizando o nome da autora (que não
encontramos em nenhum outro lugar que não o próprio Uol), mostra que o
foco de suas postagens é militância LGBT e sexualidade.
Será que o texto foi alterado, já que não pegaria bem a apologia da
pedofilia por parte de uma feminista, agora que elas tem mais um motivo
para acusar o sexo masculino inteiro de potenciais estupradores e
pedófilos?
Em outra postagem feita no Uol,
nos é dito que as agressões verbais feitas a Valentina Schulz são
caracterizadas como pedofilia, mas é claro que um texto relativizando e
amansando a opinião pública para a prática pedófila, vindo de uma
feminista, não poder ser....pedofilia, não é mesmo?
Há algumas semanas, um grupo de ativistas composto majoritariamente por
mulheres pressionava suas próprias camaradas para fazerem silêncio sobre
casos de estupro. Os estupros foram cometidos por refugiados sírios, e a
causa do grupo eram os próprios refugiados. O silêncio, dizem, era para
não dar motivos para que a população não se revoltasse contra os
imigrantes. Um caso claro onde o feminismo trabalha contra quem diz
defender.
Se existe alguma ideia, proposta, método ou caminho para reduzir ou até
mesmo acabar com comportamentos como estes, certamente ele não virá do
feminismo.
O feminismo, assim como todos os movimentos de cunho marxista, possui
duas caras. Como o famoso personagem da DC Comics, até seu ego "do bem" é
capaz de crimes.
Tia estupra criança de 2 anos em MS por achá-la 'bonitinha', diz delegada
Crime aconteceu em Nova Andradina e suspeita foi detida em flagrante.
Toalha ensanguentada foi encontrada em local onde ocorreu abuso.
Do G1 MS
Tia disse à polícia que sobrinha era 'bonitinha' (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Uma criança de dois anos foi estuprada pela tia, de aproximadamente 30 anos, em Nova Andradina,
cidade a 288 quilômetros de Campo Grande. A delegada Daniella de
Oliveira Nunes Leite, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher
(DAM), disse ao G1 que a suspeita abusou da menina por achá-la “bonitinha”.
“Conversamos com ela [tia] e ela acabou confessando. Ela fala que teria
feita isso porque a criança é bonitinha e que teria dado branco na
cabeça dela. A tia apresenta, aparentemente, um distúrbio mental. [Em
depoimento] a mulher também disse que estava arrependida”, relatou a
autoridade policial.
A suspeita, que é casada com o irmão do pai da vítima, foi detida em
flagrante por estupro de vulnerável na segunda-feira (14) e, conforme a
delegada, foi feito o pedido da prisão preventiva.
Segundo a Polícia Civil, o médico legista onde a vítima foi examinada
informou que graves lesões foram encontradas na menina. “Tudo foi feito
com muita rapidez e agressividade”, disse a delegada ao G1. A criança foi hospitalizada e foi acolhida em um lar de Nova Andradina.
Abuso
De acordo com a Polícia Civil, a princípio, policiais militares foram
acionados a comparecer ao Hospital Regional da cidade. No local, o pai
da criança contou aos militares que sua filha teria sido abusada
sexualmente.
O pai foi levado até a Delegacia de Polícia Civil e uma equipe de
investigadores do Setor de Investigações Gerais (SIG) foi até a
residência onde o abuso teria ocorrido. No local, foi encontrada uma
toalha ensanguentada e uma gota de sangue no chão da casa. “A tia teria
limpado o chão, mas ainda tinha restado uma gota e tinha uma tolha
também”, informou Daniela.
Familiares da vítima foram encaminhados para a delegacia e, ao prestar
depoimento, a tia da vítima teria dito aos policiais: “O que eu fiz? O
que eu fiz?”. A delegada ainda contou que a suspeita chorou
compulsivamente e demonstrou arrependimento. “Ela acabou confessando [o
crime]”, ressaltou Daniela.
O ministro-chefe da secretaria de Direitos Humanos da Presidência
da República, Pepe Vargas, disse nesta sexta-feira (24) que qualquer
tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff neste momento é um
“golpe contra a ordem constitucional”.
O ministro classificou, no entanto, como positiva a possibilidade de a presidente se reunir com os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso para tratar do tema.
Vargas, que participou de evento da Comissão Nacional da Verdade, no
Rio, afirmou que enquanto não houver crime de responsabilidade contra a
presidente, não há espaço para o impedimento.
Segundo Vargas, não se tira um governo do poder com base em seu
índice de aprovação. A última pesquisa CNT/MDA aponta que a avaliação do
governo Dilma atingiu o menor nível histórico, marcando apenas 7,7% de aprovação.
“Impeachment nesse momento é um golpe contra a ordem constitucional.
Nao tem nenhum crime de responsabilidsde que a presidente tenha
praticado. Você nao mantém ou tira o governo por índice de aprovação ou
não”, afirmou.
FHC
O ministro classificou como positiva a possibilidade de Dilma ter uma
conversa com os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso para
tratar da movimentação política em torno do impeachment. Segundo ele,
governo e oposição podem conversar.
“Acho positivo que isso possa ser conversado. Acho que oposição e
governo podem conversar. Eles têm divergência, mas podem também ter
pontos de convergência”, disse.
Por outro lado, Vargas criticou a postura do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de romper com o Palácio do Planalto.
Segundo o ministro, a teoria de que o governo tem ingerência política sobre as investigações da Operação Lava Jato, como defendido pelo parlamentar, não é crível.
Pepe Vargas, que já integrou a articulação política do governo
federal, disse ainda que é um equívoco do presidente da Câmara achar que
Planalto promove uma “ação de desestabilização de sua figura”.
“Não concordo com a posição do Cunha. Não é crível o que ele diz. Não
tem sentido ele achar que o governo tem poder de colocar ou tirar
alguém de uma lista investigatória ou de um indiciamento ou não. O
presidente da Câmara está equivocado”, disse. ( o conteúdo é da folha de
São Paulo e é assinado por Lucas Vettorezzo)
Lula está enterrado sua própria história e as chances do governo
Dilma se recuperar são ínfimas. Com essas pontuais afirmações o
ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso traça um futuro negro e quase
sem saída para a crise política-econômica que o PT fez o país mergulhar
na última década. FHC é capa da revista Veja desta semana e a matéria
completa pode ser lida na guia
Mais de vinte anos depois do início dos registros históricos de seu
tempo na Presidência que surgem em seus diários, Fernando Henrique
Cardoso mantém um olhar atento – e crítico – sobre o que se passa em
Brasília e no Brasil.
O ex-presidente avalia que o país já se distanciou
do início da crise, mas ainda não está perto do fim dela. Mesmo que não
chegue a cravar que o governo de Dilma Rousseff não tem mais salvação –
“em política, o futuro é inventado, não está dado” -, avalia que as
chances de recuperação da petista são ínfimas. Guarda as palavras mais
duras para seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que está “enterrando
a própria história” por continuar persistentemente a fazer “escolhas
erradas”.
O tucano também dissipa as dúvidas sobre a saída que o PSDB
busca para a crise e afirma que o partido defende a cassação da chapa de
Dilma, por ter recebido dinheiro do petrolão na campanha, e que vai
votar a favor do impeachment quando, e se, a questão do afastamento
constitucional da presidente chegar ao plenário da Câmara dos Deputados.
Mas na entrevista de uma hora e meia que concedeu a VEJA em seu
apartamento em Higienópolis, na manhã de quarta-feira, o ex-presidente
não falou só da atualidade. Expôs os motivos que o levaram a publicar em
vida seus diários – um deles foi definir as regras para a edição do
gigantesco material se porventura a saúde lhe faltar antes do fim da
empreitada – e afirmou que não teme o julgamento da História, tampouco a
repercussão da divulgação de suas memórias.
“Quem entra para a vida
política tem de ter muita firmeza interior. Quando você entra para a
política, você é responsável pelos seus atos. Fiz com boa intenção, não
roubei, não censurei, não protegi, não persegui.”
FHC defende a tese de que tudo o que fez no governo foi porque tinha,
e ainda tem, um projeto claro de país. Ele afirma que a virtude do
homem público, do “homem de Estado” (termo que usou algumas vezes, sem
jamais mencionar a palavra estadista), é conseguir levar adiante seus
projetos – não é a mesma virtude individual, não tem a ver com as
“verdades íntimas, convicções, ética pessoal”.
Em que ponto estamos da crise?
No meio. Quando houve a crise do Collor, que foi diferente desta,
chegou um momento em que ficou nítido que era insustentável. Ele teve
maioria, mas não dava atenção ao Congresso, que o percebia como soberbo –
um pouco como acontece com a presidente Dilma.
E isso é complicado. Os
presidentes que não entenderam a dinâmica da tradição política
brasileira, que pensam que o presidencialismo “imperial” tem toda essa
força, não se aguentam. Getúlio usou essa força, fechou o Congresso, deu
numa ditadura, não é bom. Os presidentes só conseguem levar a coisa
adiante quando têm rumo, apoio da opinião pública e, por consequência,
do Congresso.
Essa é a ordem. O governo perdeu o rumo, perdeu o apoio da
opinião pública. Aí fica rodando em falso. Vi isso no tempo do Jango.
Os governos não podem deixar de produzir resultados. Por que estamos no
meio da crise? Porque nosso governo está deixando de produzir
resultados.
O senhor citou dois presidentes depostos e um que se
suicidou. Isso demonstra que o senhor avalia que Dilma não tem como se
recuperar?
Acho difícil. Em política, o futuro é inventado, não está dado. Então
não vou dizer que não há possibilidade, mas que a probabilidade de
recuperação é baixa, isso é.
A crise ainda vai se aprofundar?
Sim, até porque a crise econômica ainda vai se agravar. Boa parte das
pessoas que têm posição institucional importante está sob ameaça da
Lava-Jato. E, para sair de uma situação intrincada como essa, vai ter de
haver uma orquestração. Na crise do Collor, quando ficou inviável, o
Sarney me chamou e falou: está na hora de reunirmos o congresso dos
cardeais. E o que era isso? Eram pessoas que tinham sensibilidade
institucional, em diversas posições, que pudessem ajudar a conduzir o
processo, inclusive gente do governo. Em um dado momento, você tem de
formar uma rede de pessoas que tenham compromisso com o país e com as
instituições. Não chegou ainda esse momento.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, implementa um ajuste que
boa parte do governo rejeita. O senhor teme uma saída à esquerda para
essa crise, com abandono do ajuste fiscal?
Se for por aí, vai enveredar para o caos. É preciso entender como
funciona o mundo atual, que é interligado. Se você não atentar a certas
regras de equilíbrio orçamentário, não vai ter crédito. E, se não tiver
crédito, não funciona. Eu não sou monetarista, nunca fui, não acho que a
dívida em si seja um pecado, entendi bem o Keynes. Mas imaginar que se
criou um modelo de crescimento mágico dá no que deu.
Cerca de 2,4 milhões de francos suíços serão transferidos para uma conta judicial no Brasil
O
ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão no Supremo
Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira o sequestro do
dinheiro depositado nas contas secretas do presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB-RJ).
Com isso, os valores – cerca de 2,4 milhões de francos
suíços, o equivalente a 9,6 milhões de reais – serão transferidos para
uma conta judicial no Brasil. O objetivo é garantir recursos para
ressarcir os cofres públicos caso o peemedebista seja condenado.
O sequestro do dinheiro ocorreu porque
as investigações das autoridades suíças foram transferidas para o
Ministério Público brasileiro e, com isso, o bloqueio inicial do
dinheiro de Cunha nas contas secretas poderia perder a eficácia. As
autoridades de investigação suíças encontraram contras secretas do
peemedebista e de familiares no país europeu e bloquearam o saldo das
contas. Parte dos recursos, segundo os investigadores, foi utilizado
para pagar despesas da esposa do parlamentar em uma escola de tênis nos
Estados Unidos.
Na última semana, a Procuradoria-Geral
da República protocolou no Supremo um novo pedido de abertura de
inquérito contra o presidente da Câmara dos Deputados para que seja
investigada a origem do dinheiro depositado nas contas secretas e
apurado se os valores são resultado de propina recolhida no escândalo do
petrolão. A abertura do inquérito contra Cunha, já determinada pelo
ministro Teori Zavascki, envolve também a esposa de Cunha, Claudia Cruz,
e a filha Danielle Cunha.
Para complicar ainda mais a situação
política do presidente da Câmara, o lobista Fernando “Baiano” Soares,
apontado como operador de propinas do PMDB, afirmou à Procuradoria-Geral
da República, em delação premiada, que Cunha pediu propina em forma de
doação eleitoral para o partido. O modelo recomendado para o pagamento
teria sido o mesmo que a Operação Lava Jato atribui ao PT. O
ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, já condenado a 15 anos de
prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, teria exigido propina para
sua agremiação em forma de doação eleitoral.
Embora negue ter recebido propina ou
manter contas secretas no exterior, Eduardo Cunha foi citado diversas
vezes por delatores e investigados na Lava Jato. O engenheiro João
Augusto Henriques, por exemplo, apontado pelo Ministério Público como um
dos operadores do PMDB na Lava Jato, foi um dos investigados no
petrolão que citou o peemedebista como um dos beneficiários de dinheiro
em contas secretas no exterior. Em depoimento à Polícia Federal, ele
disse que repassou dinheiro a uma conta corrente cujo verdadeiro
destinatário era o presidente da Câmara.
À Justiça, o lobista Julio Camargo, que
atuou a favor da empresa Toyo Setal, afirmou que o deputado pediu 5
milhões de dólares do propinoduto da Petrobras em um contrato de
navios-sonda. O ex-gerente da Área Internacional da Petrobras Eduardo
Musa também afirmou que cabia a Cunha dar a “palavra final” nas decisões
da diretoria Internacional – na época, a área era comandada pelo réu no
petrolão Jorge Zelada.