quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dia Nacional da Hipocrisia


Francine Marquez
Dia Nacional da Hipocrisia

É revoltante como as causas deram lugar aos interesses pessoais, e o que aqui se faz é politicagem e não politica. Exemplo disso será a manifestação vergonhosa marcada para esta quarta, em prol da permanecia da presidente Dilma Rousseff no cargo, que foi intitulada de Dia Nacional da Democracia, mas deveria se chamar Dia Nacional da Hipocrisia.

Em um movimento velado e coordenado por várias bandeiras hipócritas, entre elas a CUT, rodoviários cruzaram os braços, deixando milhares de trabalhadores aglomerados nas paradas de ônibus de todo o país. E aqueles que dizem representar, são exatamente os que estão oprimindo.


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) pouco se importa com os trabalhadores que tiveram que pagar mais caro, em transportes piratas, para poder trabalhar. Ou com os filhos de trabalhadores, que vão perder um dia de aula, porque os servidores da rede pública vão para as ruas participar desse movimento.


Nesse cenário, os movimentos sociais são utilizados como instrumentos de poder do Estado. Vão as ruas, levantado bandeiras e entoando palavras de ordem, mas não representam o povo brasileiro, essas bandeiras representam aquela que não teve competência para trabalhar e por isso está correndo o risco de ser impeachmada. Esses grupos têm o discurso asqueroso, dizem que são contra o “golpe para retirar os direitos da classe trabalhadora e afrontar a democracia”. Nossa, quanta hipocrisia!


Assim eles param a nação e desfilam com bandeira hipócritas que defendem tudo, menos o povo, fazendo a população refém de seus interesses. Acorda Brasil, mostra a tua cara!


Coluna Cláudio Humberto


O vice Michel Temer e seus aliados mais próximos trabalham com a certeza de que o Palácio do Planalto estaria informado desde a semana passada sobre a Operação Catilinária, deflagrada ontem, com o cumprimento de 53 mandados de busca e apreensão. Assessores de Dilma comemoravam no fim de semana a iminente “ação contra Eduardo Cunha”, por provocação da Procuradoria-Geral da República.
Para a turma de Temer, Dilma sabia quando, na quinta (10), demitiu Fábio Cleto, vice-presidente da Caixa, um dos alvos da PF, ontem.
Apesar de saber da operação, como acha o PMDB, Dilma não demitiu o ministro Celso Pansera (Ciência), ligado a Cunha como Fábio Cleto.
Temer não se manifestou sobre a desconfiança de que o Planalto sabia da operação da PF, mas seus amigos garantem que é o que ele pensa.
O vice discutiu por horas eventual nota oficial apoiando a investigação da PF, mas recuou. Concluiu – só ele – que o partido não foi atingido.
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Sujeito a pena de prisão superior a 19 anos, porque as sentenças do juiz federal Sergio Moro são sempre muito severas, o fazendeiro José Carlos Bumlai voltou a ser pressionado pela família a considerar um acordo de delação premiada, a fim de tentar diminuir a sentença. Moro não pegou leve quando julgou crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, na Operação Lava Jato.
O temor dos familiares de Bumlai tem a ver sobretudo com questões afetivas, porque seu filho e sua nora acabaram metidos no rolo.
Em seu depoimento, Bumlai isentou o amigo Lula, mas, se fizer mesmo acordo de delação, terá de contar tudo o que sabe. Aí a casa cai.
Com o patriarca e o filho presos, os Bumlai temem a destruição da família e dos seus negócios, mais importantes que a amizade a Lula
O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas para o site Diário do Poder, indicando que Dilma tem a repulsa de 83,8% no Estado, fará o governador Pezão e o prefeito Paes repensar o apoio extremado a ela.
Já a pesquisa nacional pelo Ibope, divulgado nesta terça (15), mostrou que só 9% dos eleitores aprovam o governo Dilma, 70% a rejeitam e espantosos 59,6% dos brasileiros querem o impeachment dela.
Nem o PCdoB acredita em vitória na ação que pede a nulidade do impeachment de Dilma, no Supremo Tribunal Federal. Técnicos do STF recomendam a rejeição. A tendência seria manter até o voto secreto.
O Banco do Brasil dificulta a remessa de dados bancários de agências de publicidade ligadas ao PT. A instituição retificou as informações ao menos cinco vezes, sempre com dados incompletos e imprecisos.
O sub-relator da CPI do BNDES, deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO), descobriu que gastos com propaganda do banco chegaram a R$ 6,5 milhões em setembro. Baldy quer a prorrogação da CPI por 60 dias.
O presidente da GOL, Paulo Kalinoff, confirmou ontem ao governador Renan Filho, que a empresa inicia em março o trecho Maceió-Buenos Aires, primeiro voo internacional de empresa brasileira em Alagoas.
Bumlai obteve R$12 milhões do banco Schahin para a campanha de Lula. A Petrobras, subordinada a Lula, recebeu ordem para dar um contrato bilionário a Schahin como pagamento do empréstimo. E Lula não é investigado?!
Após assaltar um ônibus, em Brasília, o ladrão Gabriel André de Carvalho Pereira, 18, pulou pela janela e deixou para trás seu RG nº 3.316.381. “Assim, a investigação fica sem graça”, queixou-se o delegado Miguel Lucena, responsável pelo inquérito.
No final de sua mensagem de cumprimento de aniversário a Dilma, o deputado Fernando Francischini (SD-PR) desejou “feliz impeachment”.



Epidemia País tem 4 registros de microcefalia por hora


Férias podem ampliar surto de zika
Publicado: 16 de dezembro de 2015 às 09:09 - Atualizado às 09:42


Seis Estados entraram pela primeira vez na lista
As notificações de casos suspeitos de microcefalia subiram de 1.761 para 2.401 no País em uma semana - chegando a quase quatro registros por hora. Desse total, 134 tiveram confirmação para zika, em 102 essa relação foi descartada e outros 2.165 continuam sob investigação. Os registros foram feitos em 549 municípios, em 19 Estados e no Distrito Federal.


Seis Estados entraram pela primeira vez na lista: São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul. Além do aumento de casos, o governo já teme que as festas de fim de ano espalhem o surto de zika pelo País.


As equipes do Ministério da Saúde continuam nos Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe e Ceará, que estão entre os mais atingidos pelo problema. A pior situação continua em Pernambuco, com 874 casos em investigação, seguido por Paraíba e Bahia, com 322 e 316 suspeitas, respectivamente.


O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, avalia que o ritmo de registros de novos casos se reduziu ao longo das últimas duas semanas.


Para ele, essa queda no ritmo poderia ser explicada por dois motivos distintos. Profissionais de saúde poderiam estar mais familiarizados com o problema e, com isso, o risco de notificações incorretas diminuiria. Outra possibilidade seria uma estabilização da epidemia. O pico de nascimentos de bebês com problema coincidiria com os nove meses posteriores ao auge da epidemia de zika.


O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Rivaldo Cunha, no entanto, acha precipitado falar em queda do ritmo de registros. "O padrão está mantido", disse. Quando a declaração de emergência em saúde pública foi feita, o número de casos era de 141. No boletim seguinte, o número havia saltado para 520 (268%). No terceiro informe, os casos chegavam a 739 (42%). Depois passaram para 1.248 (68%) e para 1.761. "O último aumento foi muito significativo."

O amanhecer desta terça, 15 de dezembro de 20-15, deixou o país atônito e perplexo....


Ney Lopes
A tragédia é o trapezista pensar que pode voar

O amanhecer desta terça, 15 de dezembro de 20-15, deixou o país atônito e perplexo.


A mídia anunciava viaturas policiais à frente da residência oficial do poderoso presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e o processamento da diligência de busca e apreensão.


Em outras cidades brasileiras repetia-se o mesmo cenário, com outros investigados.

A primeira ideia vinda à cabeça foi a frase do ex-ministro Mario Henrique Simonsen, de que “A tragédia do trapezista é quando ele pensa que pode voar”.


Os últimos fatos que mancham a vida pública brasileira ocorreram justamente por aqueles que, detendo a plenitude do poder, assemelharam-se ao trapezista, ao pensarem que a impunidade seria uma regra perpétua.

Foram surpreendidos com as mudanças no Brasil.

O país muda para melhor, em que pese ser necessário reivindicar, para o mais breve espaço de tempo possível, uma readequação do sistema constitucional e jurídico a fim de eliminar certos excessos, ou omissões, que ainda perduram, justamente pela mudança abrupta ter provocado, em alguns casos, o salto de um extremo para outro.

Como os extremos se opõem, mesmo prevalecendo as melhores intenções, subsistem situações, que lesionam profundamente a cidadania, sobretudo os direitos fundamentais.
O único caminho será, certamente, a convocação de uma Constituinte, com a tarefa de reconstruir o Brasil.

O momento vivido é extremamente delicado e de profunda instabilidade política.
No passado, jamais uma crise colocou, ao mesmo tempo, o presidente da República na iminência de destituição, os presidentes das duas Casas do Congresso sob suspeita, além de ministros de estado, parlamentares e altos funcionários públicos.

A cada dia novos capítulos inusitados.

A grande indagação é para onde caminhará o PMDB, o maior partido no Congresso, diante dos últimos acontecimentos.

Será a gota d’água para o rompimento com o governo e o passaporte liberado para aprovação do impeachment?

Com os caciques atingidos quase mortalmente, talvez ocorra fenômeno contrário.
O governo sairia fortalecido politicamente, na medida em que se desfez a parceria indireta, entre Eduardo Cunha e a oposição, no sentido de viabilizar o impeachment.

O PMDB nesse momento difícil buscará líderes que encarnem a resistência ao governo, ou, resolvam somar-se ao Planalto, movidos pelo instinto da sobrevivência política.

O vice-presidente Michel Temer é o sobrevivente mais habilitado para assumir o comando, em função de ter adquirido mais espaço político do que detinha, quando era obrigado a partilhar decisões com os “caciques” tradicionais na sigla.

Hoje, os caciques caíram.

A única exigência imposta pela conjuntura instável do momento é que o vice tenha postura diferente.

Isso exigirá que ele, definitivamente, se coloque perante a nação pró ou contra o impeachment presidencial.

A eclosão dos últimos fatos tiraram-lhe a possibilidade de uma posição diplomática, equidistante, ou de estadista.

O cenário está mais para o tudo ou nada!

Em período de tempestade, o comandante terá que segurar o leme com firmeza e conduzir o barco para um destino pré-determinado.

Caso isso não ocorra, a tendência será o PMDB dividir-se ainda mais, com a grande chance do governo sair ganhando na estatística final.

Bem, são prognósticos, apenas.

Afinal, o país surpreende os analistas, minuto a minuto.
Porém, os acontecimentos dessa terça feira, 15, inspiraram o raciocínio exposto.

Aguardemos!

Ney Lopes – ex-deputado federal (sem partido); procurador federal, ex-presidente do Parlamento Latino-Americano, jornalista e professor de Direito Constitucional. – nl@neylopes.com.br

Sujeito a pena longa, Bumlai deve fazer acordo Na mão de Moro e pressão familiar forçam delação de Bumlai

Lava Jato

Publicado: 16 de dezembro de 2015 às 00:00 - Atualizado às 00:36


Na mão de Moro e pressão familiar devem forçar delação de Bumlai. Foto: Valter Campanato/ABr
Sujeito a pena de prisão superior a 19 anos, porque as sentenças do juiz federal Sergio Moro são sempre muito severas, o fazendeiro José Carlos Bumlai voltou a ser pressionado pela família a considerar um acordo de delação premiada, a fim de tentar diminuir a sentença. Moro não pegou leve quando julgou crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, na Operação Lava Jato.
 O temor dos familiares de Bumlai tem a ver sobretudo com questões afetivas, porque seu filho e sua nora acabaram metidos no rolo.

Em seu depoimento, Bumlai isentou o amigo Lula, mas, se fizer mesmo acordo de delação, terá de contar tudo o que sabe. Aí a casa cai.

Com o patriarca e o filho presos, os Bumlai temem a destruição da família e dos seus negócios, mais importantes que a amizade a Lula. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

Fernando Pimentel na mira da PF



A nova etapa da Operação Acrônimo foi deflagrada em São Paulo e em Brasília.
O Estadão informa que a ação corre em sigilo decretado pelo STJ.

Isso quer dizer uma coisa: que Fernando Pimentel será atingido. E quem mais? Luciano Coutinho?



24 horas de sigilo para Peppertel

As buscas da Acrônimo foram autorizadas pelo ministro Herman Benjamin, do STJ, o foro do governador Fernando Pimentel.

O Valor informa que "Benjamin também determinou sigilo durante 24 horas sobre todos os autos da operação, incluindo dados básicos como quantos mandados estão sendo cumpridos e em quais locais".

O sigilo é uma medida que, por si só, já denuncia o alvo da missão da PF.


Fernando Pimentel, BNDES, Pepper: a Acrônimo vai acabar chegando à campanha de Dilma Rousseff, se é que já não chegou.

Do Face Book:Volta, Lula!


O ATOR MARCELO MADUREIRA PUBLICOU O QUE SEGUE SOBRE O LULA.
NÃO DEIXEM DE LER E COMPARTILHAR!!

"Muita gente" está pedindo: VOLTA LULA! (?)

VOLTA LULA! e traga de volta as DUAS REFINARIAS que VOCÊ DOOU para a BOLÍVIA!

VOLTA LULA! e traga de volta os 1,2 BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ "EMPRESTOU" para HUGO CHÁVEZ!

VOLTA LULA! e traga de volta os BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ MANDOU para CUBA, HAITI E OUTROS, QUE AQUI TAMBÉM TEM CRIANÇAS MORRENDO DE ANEMIA;

VOLTA LULA! e traga de volta os 10,6 BILHÕES DE REAIS que VOCÊ EMPRESTOU para o EIKE BATISTA (SEU TESTA DE FERRO) E QUE AGORA ESTÁ EM SITUAÇÃO PRÉ-FALIMENTAR!

VOLTA LULA! e traga de volta os 25 MILHÕES DE EUROS que VOCÊ LEVOU com a ROSE para PORTUGAL;

Volta Lula, e explica o MENSALÃO, que vc planejou e que tinha o "Quartel General" ao lado da sua sala...

Volta Lula, e explica o fenômeno "ROSE";

Volta Lula, e explica os 6.000 médicos cubanos;

Volta Lula, e explica a falência do SUS;

Volta Lula e explica onde foi parar a reabilitação da indústria naval brasileira;

Volta Lula e explica os 4,8 bilhões gastos na transposição do Rio São Francisco e que hoje está tudo abandonado...

Volta Lula, e explica os 0,20 centavos mais caros do planeta;

Volta Lula e explica os 39 ministérios;

Volta Lula, e explica a falência da Petrobras;

Volta Lula e explica os 20% de inadimplência do programa eleitoral "minha casa minha vida", que os brasileiros que trabalham terão que pagar. Observe também que a taxa de inadimplência de 16% gerou a crise imobiliária de 2007 dos Estados Unidos.

Volta Lula e explica o que aconteceu com o óleo de mamona que ia ser a independência energética do Brasil;

Volta Lula, e explica, o PRE-SAL;

Volta Lula, e explica essa sua criação, o poste "DILMA" que você plantou em Brasilia...

Volta Lula e explica porque o ministro do supremo Roberto Barroso passou a semana passada tentando explicar o contrato milionário que o governo por meio da Eletronorte, concedeu recentemente sem licitação, a seu escritório de advocacia do Rio de Janeiro.

Milhões de Brasileiros estão decepcionados: O LULA ESTÁ MUDO!
Todos sabem que, se o Lula se explicar, O PT E OS ALIADOS SERÃO TRANCAFIADOS!

VOLTA LOGO E VÁ PRA CADEIA TAMBÉM !!!!!!

PEÇO MACIÇA DIVULGAÇÃO!

Começou a rodada de pizza. Tenha coragem e encaminhe esta mensagem para cada contato seu. Não podemos deixar essa situação acontecer e enfraquecer o Juiz Sergio Moro.

De fato, o PT mudou a vida dos pobres para melhor.Veja as fotos:

[Resumo] Mulher e filha de Eduardo Cunha podem ser presas, entenda…

Um dos maiores temores de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é que a Justiça determine a prisão de sua mulher, Cláudia Cruz, que tem conta em seu nome na Suíça, e da filha do casal, Danielle Cunha.


Um dos maiores temores de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é que a Justiça determine a prisão de sua mulher, Cláudia Cruz, que tem conta em seu nome na Suíça, e da filha do casal, Danielle Cunha, que aparece como dependente em documentos bancários no exterior.

MÁSCARA
Apesar da aparente frieza e calma, o presidente da Câmara dos Deputados tem revelado o temor a interlocutores mais próximos.

COM TODOS
A prisão do próprio Cunha seria possibilidade mais remota. Ela precisaria ser determinada pelo plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), já que ele é presidente da Câmara dos Deputados.

COM TODOS 2
Cunha considera que tem um ponto a favor das duas: ainvestigação sobre elascorrendo no STF (Supremo Tribunal Federal), e não no Paraná, sob a jurisdição do juiz Sergio Moro. Cunha acredita que o STF tomará maiores cuidados que Moro em relação a qualquer medida mais drástica que possa atingi-las.

EU FICO
E Cunha reluta em fazer acordo em que renuncia à presidência da Câmara em troca de salvar o mandato de deputado federal porque “não confia nos interlocutores” que buscam convencê-lo da ideia.

O PRESIDENTE
Michel Temer tem conversado com o ex-presidente José Sarney –os dois falaram por telefone antes mesmo da operação policial que atingiu boa parte do PMDB.

O PRESIDENTE 2
O grupo de Temer quer atrair Sarney para a tese do impeachment. Assim, seriam dois ex-presidentes a defender a saída de Dilma Rousseff. Fernando Henrique Cardoso já abraçou a bandeira.

MUITA CALMA
Fiel a seu estilo, Sarney não embarcou ainda na canoa de Temer –apesar de não gostar de Dilma.
(Via veja e agências)

“Cada um ganhou um pouquinho” Agenda de Bumlai, comparsa de Lula, tem “doações” para Dilma, Temer, Cunha, Caiado e Tucano


O tal Bumlai, comparsa de Lula nas maracutaias que afundam o Brasil, é uma 'caixa-preta' da política. E a agenda encontrada pela PF vai por muito sujeito na cadeia, se a lei for cumprida friamente.


Aliás, se depender de Morto, tudo leva a crer que Lula vai acabar na cadeia. Dilma e outros, com Foro Privilegiado, estarão mais tranquilos em face do STF bolivariano, mas com tudo que está acontecendo no momento, ‘tudo é possível’.


A Polícia Federal encontrou, há três semanas, em São Paulo, uma agenda de propriedade de Natalino Bertim, parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula preso pela Operação Lava Jato. O achado está sendo considerado um tesouro, já que os nomes de alguns dos mais importantes políticos da República aparecem associados a valores doados na eleição de 2010.


Estão presentes nomes como o do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), com R$ 2 milhões; Eduardo Cunha, presidente da Câmara, R$ 1 milhão; do ministro da Comunicação, Edinho Silva (PT), R$ 650 mil; do senador Aloysio Nunes (PSDB), R$ 500.000,00; do senador Ronaldo Caiadol (DEM), R$ 500 mil; da senadora Ana Amélia (PP), R$ 100 mil. As informações são da revista Veja.


A lista contém mais de 30 nomes. As investigações prosseguem, para ver seos recursos de fato chegaram aos políticos. Em seguida, se as doações estão registradas na Justiça Eleitoral ou se houve o emprego de caixa dois. O empresário registra, na agenda, “valores combinados” com os beneficiários, as parcelas pagas e se os repasses foram “em reais”.


Códigos
Também foi encontrado pela PF uma carta escrita pelo filho de Bumlai, Maurício. O documento, escrito em tópicos e códigos, revela que os Bumlai tinham muita expectativa em relação à presidente Dilma. Após anotar o nome ‘Dilma’, o filho de Bumlai escreve ‘Petrobras’, cita a empresa Estre, do banqueiro André Esteves, e duas cifras: R$ 1 bilhão seguido de 25 milhões.
Visto com olhos de 2015, o trecho mostra que Maurício Bumlai, que atuava como representante da Estre, tinha motivos para ser otimista. Envolvida no petrolão, a “Estre” faturou em “2010″ e ao longo de todo o primeiro governo “Dilma” quase 1 bilhão de reais em contratos com a “Petrobras”. ***(As informações são da revista Veja via Congresso em Foco)


(Via Folha Centro Sul) << Acesse

PF agora quer ‘Palocci’ para isso vai fazer acariação entre Bumlai e lobista Fernando Baiano


A Polícia Federal pretende promover uma acareação no início de janeiro entre o pecuarista José Carlos Bumlai e o lobista Fernando Baiano para esclarecer o papel do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, homem forte dos governos Lula e Dilma, na arrecadação de propina utilizada na campanha da petista em 2010. Bumlai depôs nesta terça-feira nas investigações sobre a atuação de Palocci no escândalo do petrolão e negou ter promovido uma aproximação entre o ex-ministro e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para a discussão de dinheiro sujo ao processo eleitoral.

Em acordo de delação premiada, o lobista Fernando Baiano disse à força-tarefa da Lava Jato que o pecuarista amigo do ex-presidente Lula agendou a reunião em que Palocci teria pedido 2 milhões de reais para a campanha de Dilma em troca do apoio do PT à permanência de Costa no cargo de cúpula da Petrobras. 


Na versão de Bumlai, porém, ele próprio só se encontrava com Palocci “de vez em quando” e durante reuniões do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), grupo de empresários e autoridades que se reunia no governo Lula para discutir propostas de políticas públicas.

Em novo depoimento à Polícia Federal, Bumlai disse que tinha apenas “relações comerciais” com Fernando Baiano. Voltou a comentar que é amigo do ex-presidente Lula e negou ter laços de amizade com políticos do PT.

O caso de Antonio Palocci tramita na 1ª instância, em Curitiba, porque o petista não tem direito a foro privilegiado. Em março, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia determinado que fossem enviadas para o juiz Sergio Moro as suspeitas de que o ex-ministro arrecadou propina para a campanha presidencial de 2010.

Em acordo de delação premiada, o ex-diretor Paulo Roberto Costa afirmou que, em 2010, o doleiro Alberto Youssef intermediou, em nome de Palocci, propina de 2 milhões de reais para a campanha de Dilma. Os valores deveriam ser retirados da propina de 2% cobrada pelo Partido Progressista (PP) em contratos com a Petrobras. 

“No ano de 2010, [Paulo Roberto] acredita que quando Antonio Palocci já não ocupava nenhum cargo no governo federal, recebeu uma solicitação, por meio de Alberto Youssef, para que fossem liberados 2 milhões de reais do caixa do PP, para a campanha presidencial de Dilma Rousseff”, diz trecho da delação do ex-diretor da petroleira.

“O declarante autorizou referida entrega, sendo que Youssef operacionalizou o pagamento e confirmou ao declarante posteriormente”, afirmou Costa ao Ministério Público. O doleiro Alberto Youssef, porém, contestou oficialmente a versão. A defesa de Antonio Palocci nega as acusações.
(Via agência)

Supremo começa a definir hoje rito do processo de impeachment



  • 16/12/2015 05h59
  • Brasília
André Richter - Repórter da Agência Brasil
STF - Supremo Tribunal Federal (Valter Campanato/Agência Brasil)
Defesa prévia da presidenta Dilma Rousseff está entre as principais regras a serem discutidas pelos ministros do STFValter Campanato/Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (15) a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, e alguns artigos do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.


As normas foram utilizadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento às etapas inciais do processo, que foi suspenso pelo ministro Edson Fachin, relator da ação que trata do assunto, a pedido do PCdoB, até decisão do plenário.


A sessão está prevista para começar às 14h, pela leitura do relatório da ação. Em seguida, será aberto prazo de 15 minutos para que cada uma das partes do processo, incluindo a Câmara, o Senado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a presidenta Dilma Rousseff, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), possa se manifestar. O PT, PSDB, DEM, PSOL, a Rede, o PP e a União Nacional dos Estudantes (UNE) terão que dividir uma hora para sustentação oral.


Após as manifestações, Fachin e os demais ministros começam a votar. O voto do ministro tem cerca de 100 páginas. A previsão é que o julgamento não termine hoje e seja retomado amanhã (17).


As principais regras que serão discutidas pelos ministros são a defesa prévia da presidenta Dilma Rousseff antes da decisão de Eduardo Cunha que deflagrou o procedimento de impeachment, a votação secreta para a eleição da comissão especial do impeachment pelo plenário da Casa, a eleição da chapa avulsa para composição da comissão e a prerrogativa do Senado de arquivar o processo de impeachment mesmo se a Câmara decidir, por dois terços dos deputados (342 votos), aceitar o julgamento do crime de responsabilidade.
Para instruir a ação, Edson Fachin pediu que a PGR, a Câmara, o Senado e a Presidência da República, órgãos envolvidos no processo, se manifestem sobre o rito adotado por Cunha. Cada um se posicionou sobre cada questão:


Presidenta Dilma Rousseff
Por meio da AGU, pede que a Corte anule decisão do presidente da Câmara dos Deputados que deu partida ao procedimento de impeachment, por falta de defesa prévia, além da anulação da votação secreta para a eleição dos membros da comissão especial. Para a AGU, a decisão de Cunha revela “parcialidade” no processo de condução do impedimento.
Outra posição defendida pelo governo é sobre a prerrogativa do Senado de instaurar o impedimento.

O advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, sustenta que os deputados apenas autorizam a abertura do impeachment, cabendo exclusivamente aos senadores a decisão de julgar a presidenta pelo crime de responsabilidade. Dessa forma, mesmo se a Câmara decidir, por dois terços de seus parlamentares, pela abertura do impeachment, o Senado poderia arquivar o pedido. A mesma tese é defendida pelos advogados do Senado.


Câmara dos Deputados
Eduardo Cunha defendeu todo o rito adotado por ele no processo de impeachment da presidenta. Na petição entregue ao Supremo, Cunha também defende que não há previsão no regimento interno que garanta ao presidente da República defesa prévia antes da emissão de parecer da comissão especial.


Procuradoria da República
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defende a anulação da votação secreta para a escolha da comissão especial, na Câmara dos Deputados, destinada a conduzir o processo de impeachment da presidenta.


Além de entender que a votação deve ser aberta, Janot sustenta que a chapa 2, formada, em sua maioria por deputados da oposição e dissidentes da base aliada, não poderia ter sido eleita, por considerar que não cabe candidatura avulsa para compor a comissão.


Para o procurador, a comissão deve ser composta pelos representantes dos blocos parlamentares, assegurando a participação de todos os partidos, por meio de candidatura única.


Após decisão do ministro, o processo de impeachment deverá voltar a tramitar no Congresso, no entanto nova judicialização do impedimento não está descartada pelos partidos políticos.


Edição: Graça Adjuto


Supremo decide ‘hoje’ o rito do impeachment de Dilma Rousseff. Saiba o que está em jogo na votação

Corte vai deliberar sobre o que vale ou não no processo que pode culminar na deposição da presidente Dilma Rousseff. Saiba o que está em jogo na votação

Em 23 de setembro de 1992, o Supremo Tribunal Federal (STF) transmitiu pela primeira vez ao vivo uma sessão plenária da corte. 


As vozes das ruas pressionavam para o julgamento de um recurso apresentado pelo então presidente Fernando Collor de Mello, que, atolado em irregularidades, tentava evitar a implosão de seu breve mandato. 

Naquele momento, diante do ineditismo do processo de impeachment, o presidente do STF Sydney Sanches chamou para si a responsabilidade de, ao lado dos demais ministros, elencar um rol de procedimentos para o impedimento em curso. Evitava, assim, uma torrente de potenciais recursos judiciais que, ao cabo, poderiam exonerar Fernando Collor do escândalo de corrupção que devastou seu governo.


Nesta quarta-feira, com a presidente Dilma Rousseff amargando índices de rejeição só comparáveis aos da gestão do aliado alagoano, o Supremo volta a decidir as linhas gerais de um processo de impeachment. Entrará na seara essencialmente política da Câmara dos Deputados, que elegeu uma comissão paralela para a análise prévia do impedimento, e decidirá o que vale ou não no processo que poderá colocar fim ao já combalido governo petista.


Ainda que de forma pontual e moderada, o STF deverá arbitrar incidentes regimentais típicos da disputa político-partidária do Congresso e fazer um recorte da Lei 1079, que trata dos crimes de responsabilidade e que, editada em 1950, não foi abarcada completamente pela Constituição. 


Os efeitos da decisão jurídica da mais alta corte do país podem levar à aniquilação de todas as etapas já iniciadas no processo de impeachment e, consequentemente, à sobrevida da gestão petista.

TSE nega recurso da coligação de Dilma contra decisão que reanalisa contas




  • 15/12/2015 23h39
  • Brasília
André Richter - Repórter da Agência Brasil
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou hoje (15) recurso apresentado pela coligação da presidenta Dilma Rousseff contra decisão do tribunal que determinou novas diligências sobre as contas da campanha eleitoral de 2014. A defesa da presidenta alegou que não há motivos para reanalisar as contas, pois elas já foram aprovadas antes da diplomação, no ano passado.

A decisão foi proferida no processo de prestação de contas da campanha da presidenta Dilma Rousseff à reeleição. Apesar de a prestação ter sido aprovada pelo plenário da Corte em dezembro do ano passado, o ministro Gilmar Mendes, relator do processo, pediu que supostos crimes sejam investigados.

Segundo Mendes, a decisão do TSE que aprovou as contas não considerou as suspeitas de doações ilícitas a partidos investigados na Operação Lava Jato. Por determinação do relator, ofícios foram enviados à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR) para novas investigações.

No processo, o PT sustenta que todas as doações que o partido recebeu foram feitas estritamente dentro dos parâmetros legais e, posteriormente, declaradas à Justiça Eleitoral.

Edição: Fábio Massalli

Parlamentares de cinco partidos pedem no Supremo afastamento de Cunha


  • 15/12/2015 18h36
  • Brasília
André Richter – Repórter da Agência Brasil
Parlamentares do PSOL, do PT, a Rede, do PSB e do PPS entregaram hoje (15) uma carta aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O apelo foi distribuído aos 11 ministros da Corte e não tem valor jurídico.

No documento, os partidos alegam que Cunha usa o cargo de presidente da Câmara para se defender de acusações privadas.


“No intuito de lhes conferir base factual plena, relatamos situações concretas que revelam que a presidência da Câmara dos Deputados tem sido exercida para benefício privado, autoproteção em investigações e usufrutos inconstitucionais. Como fiscal da estrutura fundamental dos poderes instituídos e do devido processo legislativo, é indispensável que o Supremo resgate a dimensão democrática desta função”, afirmam os partidos.


Mais cedo, após ser alvo de busca e apreensão em mais uma fase da Operação Lava Jato, Cunha disse que estranhou as ações da Polícia Federal (PF) contra ele e líderes do PMDB exatamente no dia de votação do parecer preliminar no Conselho de Ética.
 
 
Edição: Nádia Franco

Interpol deve ajudar na busca de sírios que fraudaram passaporte do Brasil


  • 16/12/2015 00h06
  • Rio de Janeiro
Da Agência Brasil

A Polícia Civil do Rio pode acionar a Interpol para localizar cidadãos sírios, com passaporte brasileiro, no exterior, que obtiveram o documento de forma irregular. Eles conseguiam o passaporte, a partir de registro de certidão de nascimento falso, forjado por uma quadrilha especializada em fraudar esse tipo de documento.

A quadrilha começou a ser desarticulada ontem (14), após oito meses de investigações da Delegacia de Defraudações do Rio.


O delegado Aloysio Falcão, responsável pela investigação, não descartou a possibilidade de acionar a Organização Internacional de Polícia Criminal, conhecida mundialmente como Interpol, para encontrar os sírios foragidos da justiça.


Segundo ele, a Polícia Federal, o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério de Relações Exteriores foram oficiados pela delegacia para auxiliar na localização dos sírios beneficiados com o esquema.


“Eles estão sendo investigados no inquérito policial e se encontram foragidos da Justiça. A gente está oficiando esses órgãos para saber o paradeiro deles porque a gente não consegue ter acesso da entrada e saída deles. Não se pode descartar o apoio da Interpol para localizá-los,” disse.


A quadrilha transformou 72 sírios em brasileiros entre 2012 e 2014. A peça-chave no esquema, o sírio Ali Kamel Issmael, de 71 anos, que tem visto permanente de residência no Brasil, era o responsável por encaminhar os sírios interessados em ter uma certidão de nascimento lhes dando a naturalidade brasileira. Um funcionário e um ex-funcionário do cartório da 12ª Circunscrição, na zona oeste da capital fluminense estavam envolvidos.
No esquema, o escrevente do cartório Jorge Luiz da Silva, responsável pela emissão da 2ª via da certidão de nascimento, arrancava folhas de livros cartorários, datados entre 1960 e 1970, e levava para o ex-funcionário David dos Santos Guido – exonerado a bem do serviço público.


Em depoimento à polícia, David admitiu que assinava os documentos fraudulentos.
Com a certidão em mãos, Ali acompanhava os sírios até o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ), onde atuava como tradutor para auxiliar na obtenção da identidade brasileira. Com isso, 51 dos 72 sírios conseguiam o documento. Além da identidade, os sírios tiveram acesso também ao documento eleitoral do país, 52 deles adquiriram título de eleitor. Além disso, 39 tinham Cadastro de Pessoa Física (CPF), o que abre a hipótese de que estejam em território estrangeiro como brasileiros.


A esposa de Ali, Basema Alasmar, foi presa em flagrante na casa onde morava por portar um passaporte brasileiro falso. No entanto, Ali foi poupado porque não estava em situação de flagrante. Ele e os dois envolvidos do cartório estão sendo acusados de associação criminosa e de falsificação de documento público. Já os sírios foram enquadrados por falsificação de documento público.


Em fase final, o inquérito policial deve ser relatado ao longo desta semana e definir quem vai ser indiciado e quem vai ter o pedido de prisão preventiva apresentado. No momento, Ali, Jorge e David respondem em liberdade, mas estão afastados de suas funções.



Em nota, o Ministério de Relações Exteriores informou que não trata de questões relacionadas a cidadãos estrangeiros no país e que “cidadãos sírios chegam ao Brasil com vistos emitidos por repartições consulares do Brasil no exterior com base em resoluções do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça”. Já o Ministério da Justiça disse que está em contato com as autoridades do Rio de Janeiro para obter mais informações e prestar a colaboração necessária às investigações conduzidas no âmbito estadual.


A Corregedoria-Geral de Justiça do Rio informou em nota, que a fraude foi descoberta em 2010 e, na época, comunicou o Ministério Público, Ministério das Relações Exteriores, a Polícia Federal e a Polícia Civil sobre os fatos. O órgão disse ainda que a partir de fevereiro de 2013, um inquérito policial foi instaurado. “O fato não é novo e a Corregedoria do Tribunal de Justiça tomou todas as providências que lhe cabiam para apurar e corrigir os registros que haviam sido supostamente falsificados, já tendo sido cancelado um dos registros cuja falsificação foi positivada. Os demais estão sendo submetidos à perícia desde 2013, impedida a expedição de certidão desses registros.”


O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) disse que o caso demonstra como o sistema de registro civil no Brasil é falho e precisa ser aperfeiçoado. “Por essa razão, o TSE já encaminhou ao Congresso Nacional o projeto de Lei nº 1.775/2015, que cria o Registro Civil Nacional (RCN), baseado na identificação biométrica do cidadão pela Justiça Eleitoral para ser, no futuro, a base para um documento único, inequívoco, unívoco e seguro de identificação do cidadão.”


Já a Receita Federal do Brasil esclareceu que há um processo minucioso de conferência documental e que está implantando medidas para validação de dados com objetivo de evitar a entrada de informações fraudulentas no CPF. “A posteriori, também é realizado controle rigoroso e, quando é detectada inconsistência nos dados de um determinado número de inscrição no CPF, ou ainda indícios de fraude, a situação cadastral dessa inscrição é alterada de regular para suspensa, ficando seu titular impossibilitado de utilizá-la em qualquer operação”, informou.


Procurada, a Polícia Federal informou que tem um inquérito sobre o caso, mas que não pode comentar porque está em segredo de Justiça. A reportagem da Agência Brasil não conseguiu contato com os advogados do casal e com os advogados de Jorge e David.


Edição: Aécio Amado