terça-feira, 8 de março de 2016

Prefeito de Cansanção confina cães de rua em matadouro sem água e comida

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Denúncia de ativista da cidade revelou maus tratos de agentes da prefeitura durante uso da carrocinha

Assessoria 58 comentários          

Dois vídeos publicados nas redes sociais, esta semana, revelaram um crime ambiental que vem sendo praticado pelo prefeito do município de Cansanção (BA), a 340 km de Salvador, Ranulfo da Silva Gomes. As imagens mostram cães sendo retirados das ruas da cidade de forma agressiva por prepostos da prefeitura e depois confinados em um antigo matadouro da cidade sem água e comida.

A denúncia chegou ao conhecimento da advogada, ativista pelo direitos dos animais e vereadora em Salvador, Ana Rita Tavares (PEN), que foi até o local para averiguar a situação. “Ao chegar ao matadouro, vimos um cenário de terror: um local insalubre, onde os animais são mantidos presos, sem assistência veterinária e sentenciados à morte. O Promotor de Justiça do Meio Ambiente deve urgentemente agir nesse caso. E a Juíza da cidade, ex-officio ou acolhendo requerimento do Ministério Público do estado, tem o dever de determinar o fim dessa prática criminosa por parte da prefeitura e seus gestores (prefeito, secretários de saúde e educação)", cobra Ana Rita.

Outra denúncia foi feita pelos vereadores locais Neviton Pereira e Cirilo Damasceno: “há uns três meses, o prefeito colocou veneno nas esquinas e matou centenas de cachorros. Na ocasião, foram retiradas duas caçambas lotadas de cadáveres e jogadas no lixão da cidade. Agora, ele usa uma carrocinha para levar os animais para o velho matadouro, para deixá-los morrer de fome e sede”, revela Damasceno.



Para o presidente da União das Entidades Ambientalistas da Bahia (Unimais), Carlos Ferrer, cenas de maus tratos como a denunciada em Cansanção é mais comum do que se pensa, e veio à tona graças à internet. “A coragem de uma protetora fez com que o mundo, hoje, infelizmente, conheça a bela cidade de Cansanção pela fama de ser cruel com os animais. Espero que as autoridades exerçam seu papel e punam esse mau gestor”, anseia.

Ana Rita pretende denunciar o prefeito ao Ministério Público da Bahia, bem como ao Ministério Público Federal (MPF), com base na lei de crimes ambientais (9.605/98) e improbidade administrativa (8.429/92).  “O prefeito deve responder judicialmente por crime de maus-tratos previsto no art.32, da Lei 9.605/98, como também pelo crime de omissão no cumprimento do dever legal, tipificado na mesma lei em seu art.68. Incide também nos crimes dos arts. 33 (crime contra a fauna) e 54 (poluição ambiental), sendo que, além de crime, o fato enquadra-se nos termos do art. 70, da Lei mencionada, que trata de infração administrativa, cabendo, na forma do art. 75, a aplicação de multa que vai até o valor de R$50.000,00 (cinquenta mil reais)”.

Além de centenas de mensagens de apoio nas suas redes sociais pela ida a Cansanção, Ana Rita recebeu também o apoio do Presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Animais da Câmara Federal, Deputado Ricardo Izar (PSD-SP). Ele declarou que irá formalizar as denúncias cabíveis junto ao MPF, já que a prática de maus tratos afronta a legislação federal.



Mais que a adoção das medidas punitivas no âmbito estadual e federal, Ana Rita Tavares promete levar o fato ao conhecimento de autoridades e organismos internacionais, a exemplo da UNESCO, que em 27 de janeiro de 1978, em sessão realizada em Bruxelas-Bélgica, proclamou a Declaração Universal dos Direitos dos Animais. “A prática criminosa dirigida aos indefesos animais é um péssimo exemplo humanitário: agride os animais, afronta as instituições locais e internacionais e ensina às crianças a danosa ideia de que a violência é algo normal”, conclui a parlamentar, que ficou conhecida nacionalmente como a ‘advogada dos animais’. 


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  • Gansos são fotografados dando "beijo de despedida" quando estavam prestes a serem levados para o abate

    Dois gansos foram flagrados dando um beijo de despedida quando estavam prestes a serem levados para o abate.
    A cena comovente foi fotografada no dia dos namorados (que em várias partes do mundo se comemora no dia 14 de fevereiro).

    A imagem mostra dois gansos se beijando na província de Guangdong, na China, como se estivessem dando o adeus.

    Três dias depois, o tutor dos gansos, Deng, relatou que ambos foram consumidos separadamente por sua família.

    Internautas usuários do Weibo, uma espécie de Twitter chinês, acabaram se comovendo com a cena e a imagem se tornou viral desde então.

    Os animais foram consumidos na cidade rural de Meizhou, onde passaram pouco mais de um ano juntos.
    CHINA gansos beijo 17Dois gansos foram flagrados dando um beijo de despedida quando estavam prestes a serem levados para o abate e cena comoveu internautas na China. (Foto: Weibo)

    Fonte: Shanghaiist / Gadoo

    Mais notícias

    I Congresso de Direitos Animais 14 de março Faculdade de Direito da USP


    A Faculdadade de Direito da USP entra no debate da questão animal e realiza o seu Primeiro Congresso sobre o tema!

    - Organização: GEDA (Grupo de Estudos de Ética e Direito Animal) e CCJ (Corpo e Consciência Jurídica), com o apoio do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito (DFD).

    - Durante 3 dias, em três sessões a cada dia (09h00 às 11h00, 11h15 às 13h15 e 19h00 às 21h00), professores, militantes, agentes públicos e pesquisadores vão debater temas críticos quanto aos direitos animais.

    - Sigam o evento para as informações sobre os palestrantes, postaremos a grade nesta semana.

    - Necessária inscrição? Não.
    - Mas será dado certificado de participação a quem desejar e listar o seu nome (o que pode ser feito a partir do 1º dia)
    - SIgam o evento e em breve postaremos detalhes.
    - Custo? Gratuito :)

    PROGRAMAÇÃO
    Segunda-feira (14.03)
    Mesa 01: 9h00 às 11h00
    Conferência de abertura: Heron José de Santana Gordilho (Professor da Faculdade de Direito da UFBA) - “Por um novo status jurídico dos animais”

    Mesa 02: 11h15 às 13h15
    Daniel de Almeida Pinto Kirjner (Doutorando em Sociologia - UnB): "Trespassar opressões: teoria de gênero para além de um ideal humano"
    Daniela Rosendo (Doutoranda em Filosofia - UFSC): “A ética ecofeminista”

    Mesa 03: 19h00 às 21h00
    Daniel Braga Lourenço (Professor da Faculdade de Direito da UFRJ): “As propostas de modificação do estatuto jurídico dos animais”
    Thales Tréz (Professor do Instituto de Ciências e Tecnologia da UNIFAL): “Experimentação animal na pesquisa ou no ensino”
    Karynn Vieira Capilé (Doutoranda UFF): "Uma problematização do uso instrumental de animais não humanos: por que e como intervir?"

    Terça-feira (15.03)
    Mesa 04: 9h00 às 11h00
    Carlos Naconecy (Doutor em Filosofia - UFRGS) - “Do direito de um animal à vida”
    Ari Marcelo Sólon (Professor da Faculdade de Direito da USP) - “Vegetarianismo e mística judaica”.

    Mesa 05: 11h15 às 13h15
    Sandra Limande Lopes (Gerente de Políticas Alimentares da Humane Society, membro da Comissão de Direitos dos Animais OAB-SP) - "Intervenções práticas na defesa dos animais"
    Fernanda Victor Rodrigues Vieira (Doutora em Zootecnia -USP, coordenadora técnica de animais de produção na Humane Society): "Avanços mundiais na abolição dos sistemas mais controversos da pecuária"
    José Roberto Xavier Streng Filho (Procurador do Município de São Paulo): “Os direitos animais em juízo: o caso foie gras.”

    Mesa 06: 19h00 às 21h00
    Eric Slywitch (Médico nutrólogo): "Não comer carne e derivados animais: o que a medicina e nutrição tem a dizer sobre isso?"
    Paula Gandim (Nutricionista): “Alimentação vegana do ponto de vista nutricional”
    Daniel Caldas (ativista e atleta do Força Vegana): "Força Vegana - ativismo no esporte"

    Quarta-feira (16.03)
    Mesa 07: 09h00 às 11h00
    Paulo Maiorka (Professor da Faculdade de Medicina Veterinária da USP) - "Aspectos médico-veterinários da crueldade contra animais"
    Vania Tuglio (Promotora de Justiça - MP-SP, membro do GECAP) - "Aspectos jurídicos da crueldade contra animais"
    Ronaldo Porto Macedo Jr (Professor da Faculdade de Direito da USP)

    Mesa 08: 11h15 às 13h15
    Laerte Levai (Promotor de Justiça - MP-SP, membro do GAEMA) e Rafaela Maia Ribeiro (Engenheira ambiental) - "A Fauna pede passagem"
    Luanda Francine (Coordenadora do Núcleo de Ética e Direito Animal do Diversitas - FFLCH) - "Negar para preservar: os animais nas leis de não interdição ao gozo da cultura"
    Adolfo Reimer (ativista) - “Aspectos juridicos das ecovilas veganas”

    Mesa 09: 19h00 às 21h00
    Laura Kim (ativista) - "Veganismo na TV"
    Tania Regina Vizachri (Mestra-Each-USP) "Animais humanos ou humanos animais? Animais antropomorfizados nos filmes de animação"
    Adolfo Reimer (ativista) - “Ativismo digital vegano, deep ecology e cripto-veganismo.”

    segunda-feira, 7 de março de 2016

    Dia 03 de março, o Dia Mundial da Vida Selvagem.

    A homenagem, o vídeo, o dia.
    Dia 03 de março, o Dia Mundial da Vida Selvagem.
    A homenagem, o vídeo, o dia.
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    A CAPITAL E SEUS TÍMIDOS HABITANTES



    Uma homenagem ao nosso meio ambiente e à nossa capital...

    Em meados de 1886, Zé de Mello, nome conhecido da antiga história do Planalto Central, revela-nos as primeiras descrições das paisagens do Distrito Federal...

    “As terras deste município têm um aspecto animado, alegre, pitoresco e encantador...
    ...seu solo que é composto de platôs, chapadas, serras, colinas, cordilheiras e vales...

    ...acha-se coberto de rios, ribeirões, córregos, fontes e lagos...

    ...florestas, caatingas, capões, campinas, buritizais e lavras de ouro...”

    O autor Paulo Bertran nos traduz um pouco mais das primeiras impressões dessas terras:
    "O Planalto Central e o Distrito Federal deviam ter-se preservado como área de castidade ambiental - não são apenas paisagens indiscriminadas de Cerrado... "

    "São eminentemente diferenciadas... "

    "Bem compostos e orquestrados de campos limpos desérticos, de capões de matas, de campos sujos e campos rupestres..."

    Além de Zé de Mello, o botânico francês Dr. Glaziou também exclamou seu agrado pelo nosso quadrado, em 1894...

    "...todos esses elementos cuja disposição se poderia atribuir à inspiração de um artista sublime, e que dão à paisagem o aspecto mais aprazível e de que não há nada comparável..."
    Capital do Brasil...

    “Lugar novo como é Brasília, nome aceito pela universalidade dos povos...
    ...sem contestações externas ou internas, com enorme significado arquetípico...
    ...Brasília vem a ser o feminino genérico para Brasil. ”

    “Está aí o Distrito Federal: todo ele palatável e útil, bem ao gosto indígena e sertanejo. ”

    Ou seja, bem brasileiro.

    Paulo Bertran

    Trechos do livro História da Terra e do Homem no Planalto Central: Eco história do Distrito Federal (2a edição: Brasília, Ed. Verano, 2000).

    Música: audionautix.com

    Imagens: Fábio Soares e Marina Carvalho.

    Imagem (satélite): Google Earth Pro.

    Agradecimentos: A todos aqueles que fizeram parte dos bons momentos que originaram cada uma dessas imagens.
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    Cena comovente: Coala para ciclista para pedir por água


    O coordenador de resgate de Coalas, Merridy Montarello, disse que o pedido não é fora do comum.
    Australia coala ciclista aguaFoto: Reprodução/Facebook
    Um grupo de ciclistas pedalava no calor da Austrália quando de repente foi parada por um coala, que estava em busca de água. Uma foto mostra o momento que o animal subiu na roda da bicicleta, antes do ciclista matar a sede do animal, segundo o The Guardian. Os ciclistas estavam nas montanhas de Adelaide, sob uma temperatura de 33 graus.

    O coordenador de resgate de Coalas, Merridy Montarello, disse que o pedido não é fora do comum. "Coalas são incrivelmente confiantes nos humanos e tem um bom faro. Eles podem cheirar a água e é por isso que muitas vezes se aproximam".

    Ainda segundo a publicação, o clima quente e seco deixa menos umidade nas folhas, e por esta razão os marsupiais se aproximam dos humanos para pedir ajuda.

    Fonte: Notícias ao Minuto / mantida a grafia lusitana original

    Gente boa.Um refúgio para chimpanzés nota 10.

    Publicado em 22 de jul de 2011
     
    Chimpanzee Kid "Hjördis" live today with a chimpanzee family on "Öland's Djurpark" in Sweden in a rescue rangers for chimpanzees. Thanks to its highly skilled staff at the zoo rescued "Hjördis" from his mother who was about to kill her so can Hjördis currently live today.


    https://www.youtube.com/watch?v=u5dT8Pm9ow4

    Vídeo que mostra bombeiros fazendo de tudo para trazer um cão de volta à vida vai te impressionar

    https://youtu.be/qGnudEUNRVM

     


    CANADA vancouver bombeiros large Untitled 1
    Uma pequena casa em East Vancouver, no Canadá, pegou fogo acidentalmente, com todos os familiares sendo retirados às pressas de lá.

    Mas alguém tinha sido esquecido lá dentro: o cachorro da família, encontrado minutos depois pelos bombeiros.

    O animal, inconsciente, foi levado para a rua e os bombeiros fizeram de tudo para trazê-lo de volta à vida.

    O vídeo mostra o exato momento em que isso ocorre e traz cenas impressionantes desse resgate. Vale cada minuto do seu tempo.

    Veja:https://youtu.be/qGnudEUNRVM

    Após descoberta de 'vazio geográfico', Rondônia ganha área de 500 km²

    - Atualizado em 07/03/2016 09h12


    Anúncio foi feito pelo IBGE, que encontrou área perto de Vilhena (RO).


    Mapa entre os dois estados deverá ser alterado após publicação oficial.

    Eliete MarquesDo G1 Vilhena e Cone Sul
    Linha vermelha é a antiga demarcação; amarela é a nova divisa. (Foto: IBGE/ Divulgação)Linha vermelha é a antiga demarcação; amarela é a nova divisa. (Foto: IBGE/ Divulgação)


    A linha divisória entre os estados de Rondônia e Mato Grosso irá mudar. O anúncio foi feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), após a descoberta de um "vazio geográfico" próximo ao município de Vilhena (RO). Com a nova demarcação, Rondônia ganha uma área de aproximadamente 500 quilômetros quadrados, em uma faixa de extensão de 50 quilômetros. O mapa entre os dois estados deverá ser alterado com a correção cartográfica.


    O gerente da Divisão Territorial Brasileira do IBGE, José Henrique da Silva, explica que o decreto que criou o território, que agora é Rondônia, é de 1944, e levou em consideração as tecnologias da época. Por falta de melhores mecanismos, houve um equívoco na interpretação do documento.


    "Na década de 40, o Brasil não tinha um mapeamento que pudesse definir com precisão essas coisas. Esse mapeamento só apareceu quase 50 anos depois. Na década de 60 e 70 que começou o mapeamento dessas áreas. Aqui para a região Norte, esse mapeamento só foi melhorado no final da década de 1980", explica.

    Segundo José Henrique, o ajustamento na linha divisória será realizado para seguir o decreto, visto que os mapas da região apresentam erros na faixa entre Comodoro (MT) e Vilhena (RO). "Vai haver uma correção na linha da divisa, em função de um equívoco do passado. Toda a metodologia de trabalho mudou a partir dos anos 2000, com o avanço de novas geotecnologias na área", ressalta.
    Pedaço de terra ão pertencia a nenhum dos dois estados (Foto: Rede Amazônica/ Reprodução)Após várias reuniões, IBGE definiu nova faixa para Rondônia (Foto: Rede Amazônica/ Reprodução)
     
    Segundo o IBGE, desde 2013, os governos de Rondônia e Mato Grosso estão em diálogo, para definir os limites entre os dois estados. Depois de várias reuniões, com intermédio do instituto, foi definido a nova faixa, que começa no marco zero da BR-364 e vai até a foz do Rio Tolouri-inazá.


    "A estrutura territorial brasileira está presa ainda a um marco territorial da década de 40. Então, o Brasil cresceu, e essa estrutura está presa no passado. Ela tem que ser modernizada. Isso que o IBGE está tentando conscientizar os estados para que haja essa modernização na estrutura", salienta.
    Conforme o IBGE, a nova área de Rondônia é predominantemente rural. A partir de abril, o instituto deve fazer o levantamento de quantas propriedades e produtores existem na região. A publicação da correção cartográfica deve ser realizada até agosto de 2016, pelo próprio IBGE.


    Benefícios
    Segundo o gerente, a mudança dará melhorias ao estado de Rondônia em várias aspectos. "Melhora o Cadastro Ambiental Rural (CAR) do país, arrecadação de impostos, a questão fundiária do país, a questão da cidadania, a aplicação de recursos. Gestores, nos níveis estadual e municipal, podem aplicar os recursos sabendo em que território estão aplicando", destaca José Henrique.
     
     
    O gerente salienta que o acordo entre Rondônia e Mato Grosso é uma atitude pioneira no Brasil. "Mais de 50 anos se passaram da última vez que isso aconteceu. A última foi entre Minas Gerais e Espirito Santo, na década de 50. O IBGE está negociando com os estados também", conclui.


    O assessor técnico da Secretaria de Estado do Planejamento Orçamento e Gestão (SEPOG), Celino Guimarães, reitera que vários produtores prejudicados em virtude da falha na fronteira podem adquirir o CAR a partir de agora. "O produtor agrícola hoje não pode pegar um financiamento em função da falta do car. Uma vez resolvido a falha na divisa, será resolvido a questão do CAR. Outra questão, será a regularização das propriedades, agora pertencentes a Rondônia", afirma Guimarães.

    Sem luz
    O produtor rural Geraldo Pena, de 56 anos, mora há 15 anos na gleba Gavião Real, na divisa entre os dois estados. Apesar de morar a 10 quilômetros de Vilhena, a propriedade pertence, até então, ao município de Comodoro, que fica a cerca de 100 quilômetros do local. Ele conta que cerca de 40 moradores da região vivem diversas dificuldades por morar na linha fronteiriça.
    Geraldo tratando das galinhas em sítio que ficava no 'vazio geográfico' (Foto: Eliete Marques/ G1)Geraldo tratando das galinhas em sítio que ficava no 'vazio geográfico' (Foto: Eliete Marques/ G1)
     
    "O estado de Rondônia instalou energia elétrica e pedimos para que colocasse energia para nós, pois estava a poucos metros de nossas casas. Mas eles disseram que não podiam, pois a gente era de Mato Grosso. Está todo mundo sem luz", explica.

    Além disso, ele fala da precariedade das estradas da região e problemas na compra de materiais para o sítio. "A gente comprava vacinas, veneno e outras coisas em Vilhena, depois eles não aceitaram mais. Disseram para procurar Comodoro, para que eles recolhessem os impostos. Para arrumar uma máquina para vir aqui é a maior dificuldade. Pedimos para a secretaria de obras de Vilhena para fazer uma ponte, mas eles disseram que não podiam, pois a gente era do Mato Grosso", conta.

    Segundo Geraldo, a mudança será benéfica aos produtores da área. "Aqui é mais perto para tudo, e poderemos ter a escritura definitiva do sitio", conclui.
     
     

    Máfias da Malásia usam Facebook para contrabando de animais selvagens

    Agencia EFE 07/03/2016 11h25


    ONG rastreou grupos no site que vendiam mais de 300 animais selvagens.


    Das 80 espécies vendidas, 25 são protegidas por convenção internacional.

    Da EFE
    Cacatuas colocadas à venda em uma publicação no Facebook de novembro de 2014; relatório da ONG Traffic mostra que rede social é usada para tráfico de animais. (Foto: Reprodução/ONG Traffic)Cacatuas colocadas à venda em uma publicação
    no Facebook de novembro de 2014; relatório da ONG Traffic mostra que rede social é usada para tráfico de animais. (Foto: Reprodução/ONG Traffic)
     
     
    O Facebook passou a ser usado por máfias malaias que fazem tráfico ilegal de animais como ponto de venda de espécies protegidas, apontou o relatório da ONG de proteçao aos animais Traffic.


    Nos últimos cinco meses, membros da Traffic rastrearam 14 grupos do Facebook estabelecidos na Malásia que vendiam mais de 300 animais selvagens, como ursos-do-sol, gibões e o arctictis binturong - um mamífero que vive no Sudeste Asiático.


    "O crescimento das redes sociais parece ter permitido a criação de um próspero mercado de animais selvagens como animais de estimação que não existia previamente na Malásia", afirmou Kanitha Krishnasamy, diretora de programa no Sudeste Asiático da Traffic, em nota.


    A descorberta pode refletir "um problema mundial", segundo a analista Sarah Stoner.  No relatório intitulado "Enfrentar o tráfico: Uma avaliação rápida sobre o uso do Facebook para o comércio de vida selvagem na península da Malásia", a organização denuncia a alta demanda dos animais traficados como animais de estimação.


    Das 80 espécies identificadas durante a compra/venda, mais da metade é formada por exemplares protegidos pelas leis malaias de conservação para a vida selvagem, e cerca de 25 contam com o amparo da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES, na sigla em inglês).

    Entre os animais à venda também estão exemplares procedentes de países como a vizinha Indonésia e de Madagascar. Segundo as investigações, os grupos do Facebook apurados contavam com cerca de 68 mil membros ativos e um total de 106 vendedores identificados.

    Proibido
    A Traffic alertou sobre a descoberta ao Facebook, que respondeu de maneira positiva e colabora desde então com a organização conservacionista para buscar soluções práticas e prevenir as atividades ilegais.

    "O Facebook não permite a venda e o comércio de animais em risco de extinção e não hesitará em eliminar qualquer conteúdo que viole nossos termos de serviço", afirmou um porta-voz da empresa americana, segundo comunicado divulgado pela Traffic que acompanha o relatório.

    A ONG também reportou suas investigações às autoridades locais. "Tomamos medidas para fazer frente ao problema, incluindo a colaboração com outras agências de segurança para deter o comércio ilegal de vida selvagem no Facebook", declarou Hasnan Yusop, diretor do grupo de Execução do Departamento de Parques Nacionais e Vida Selvagem da Península da Malásia.

    Yusop ameaçou com "duras penas" os traficantes e destacou que já foram detidas 54 pessoas relacionadas com estes crimes. A Traffic recomenda uma estreita colaboração entre as agências de segurança e a companhia americana para lutar contra as máfias. Além disso, investe em uma campanha para conscientizar a população e configurar fóruns regionais e mundiais dedicados a encontrar soluções perante este novo cenário.

    "A capacidade das redes sociais para pôr em contato traficantes e compradores de maneira rápida, barata e anônima é uma preocupação para as agências de segurança e protetoras de vida selvagem", sentencia Stones ao reivindicar uma "resposta global".

    Tanto em sua parte continental como na parte da ilha de Bornéu sob sua soberania, a Malásia conta com renomadas reservas naturais ricas em fauna autóctone.

    Zoológico de Gaza coloca à venda animais passando fome

    Reuters 07/03/2016 13h08


    Dono não consegue alimentar animais por causa de guerra e crise.
    Mais de 200 já morreram; 15 foram empalhados para crianças brincarem.


    O proprietário de um zoológico em Gaza está colocando à venda os últimos de seus animais famintos.
    Mohammad Oweida costumava organizar visitas de famílias e estudantes ao seu zoológico em Khan Younis, na parte sul da Faixa de Gaza. Mas a guerra e as dificuldades econômicas transformaram o projeto no que hoje é um conjunto triste de 15 animais abatidos que ele não consegue mais sustentar.
    Tigre em zoológico na Faixa de Gaza é um dos animais que o dono, o palestino Mohammad Oweida, não consegue mais alimentar (Foto: Ibraheem Abu Mustafa/Reuters)Tigre em zoológico na Faixa de Gaza é um dos animais que o dono, o palestino Mohammad Oweida, não consegue mais alimentar (Foto: Ibraheem Abu Mustafa/Reuters)


    "Tenho que vendê-los para poder salvá-los", disse Oweida, de 24 anos, sentado perto da jaula de um tigre que não come há quatro dias.


    Ao todo, contou ele, cerca de 200 animais, muitos deles contrabandeados através de túneis pela bem vigiada fronteira egípcia, morreram de fome no zoológico desde a guerra de sete semanas entre Israel e militantes palestinos em 2014, que o impediu de obter alimentação suficiente para os animais.


    Oweida empalhou 15 dos animais que perdeu, inclusive um leão, um tigre e um chimpanzé, e os colocou em exibição para as crianças brincarem. Mas agora os visitantes não aparecem mais.
    Dono do zoológico na Faixa de Gaza empalhou alguns dos animais que morreram de fome e os deixou disponíveis para os visitantes (Foto: Ibraheem Abu Mustafa/Reuters)Dono do zoológico na Faixa de Gaza empalhou alguns dos animais que morreram de fome e os deixou disponíveis para os visitantes (Foto: Ibraheem Abu Mustafa/Reuters)
     
     
    Ele disse que está negociando o tigre faminto por cerca de 23 mil dólares com um morador de Gaza que criava filhotes de leão. Entre outros animais em oferta estão uma avestruz, uma tartaruga e um pelicano.

    Neste fim de semana, tamanduá escapa de zoo e jiboia é vista em poste

    Animais silvestres mobilizaram tanto a polícia quanto a comunidade

    Eric Zambon
    eric.zambon@jornaldebrasilia.com.br

    Animais silvestres se misturaram ao cotidiano da cidade neste fim de semana e mobilizaram tanto a polícia quanto a comunidade.

    Quando um fio do poste de luz se mexeu, na manhã de ontem, os moradores da QR 206 de Santa Maria perceberam se tratar de uma jiboia enrolada ao poste.

    Moradores do Guará, por sua vez, relataram, em redes sociais, ter avistado um tamanduá-bandeira próximo ao Jardim Zoológico, mas do lado de fora da cerca, vagando pela mata.


    A cobra em Santa Maria aguçou  a curiosidade dos moradores e foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros poucas horas depois de avistada. A fêmea de tamanduá-bandeira, porém, fugiu do zoo na última quarta- feira    e segue procurada  pela equipe Batalhão Ambiental da Polícia Militar.


    Criada em cativeiro
    Conforme a assessoria do Jardim Zoológico do DF, a fêmea de tamanduá não estava em exposição e teria escapado de uma ala veterinária do parque. Ela foi criada em cativeiro e não estaria habituada à vida selvagem.


    Os funcionários não souberam explicar como a fuga aconteceu, uma vez que não havia marcas de arrombamento ou falha na proteção do cativeiro. Apesar disso, a direção não trabalha com a ideia de furto.
    Casas perto dos bichos
    O brasiliense está habituado a encontrar animais típicos da região, como capivaras, em locais inusitados, geralmente próximos ao Lago Paranoá. Desta vez, no entanto, foram espécimes mais raros e exóticos a chamarem atenção. A vizinhança da QR 206 de Santa Maria, por exemplo, relatou nunca ter visto uma cobra na rua.

    Já o tamanduá-bandeira é considerado uma espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e costuma ser encontrado apenas em áreas de conservação.

    A fêmea que escapou  é um dos três exemplares em posse do zoológico e nasceu em cativeiro, sem nunca ter   contato com a vida selvagem, conforme a assessoria. Por meio do Facebook, a direção pediu a quem avistar a tamanduá que entre em contato pelos telefones 3445-7000 ou 9208-2626. A recomendação é   não se aproximar do animal e apenas telefonar.

    Apesar de não ser considerado agressivo, há histórico de caçadores mortos por ataques de tamanduá.  Até o fechamento da edição, o animal seguia desaparecido. Talvez  possa encontrar a cobra,   levada ao quartel do Batalhão Ambiental.


    Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

    domingo, 6 de março de 2016

    Marechal passa a rodar com 461 ônibus com wi-fi grátis em Brasília



    Usuário não precisa fazer cadastro para utilizar o serviço.


    Rede é aberta; empresa roda em Taguatinga, Ceilândia e Águas Claras.

    Do G1 DF

    A viação Marechal passou a disponibilizar 461 ônibus de transporte coletivo com wi-fi grátis no Distrito Federal. Para o utilizar o serviço o usuário não precisará fazer cadastro. A rede é aberta e não necessita de senha.

    Em 2015 a empresa disponibilizou um aplicativo que possibilita ao passageiro saber em tempo real a localização, tempo de viagem e horário dos ônibus.


    A empresa também criou um canal de reclamações no site da empresa. Uma equipe treinada responde as reclamações e encaminha para a área responsável por cada assunto.

    A Marechal é responsável pela bacia 4 do sistema de transporte público e atende parte de Taguatinga, Ceilândia, Guará, Águas Claras e parte do Park Way.

    sábado, 5 de março de 2016

    Veterinários resgatam tucano em jardim do Park Way, com fratura no bico


    01/03/2016 10h56 - Atualizado em 01/03/2016 11h40

    Veterinários buscam dono de tucano achado com bico quebrado no DF

    Magra e assustada, ave se abrigou em uma mangueira no Park Way.


    Animal está sendo medicado; anilha ajudou grupo a identificar criadouro.

    Raquel MoraisDo G1 DF
    Tucano achado com bico quebrado em jardim de casa no DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)Tucano achado com bico quebrado em jardim de casa no DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)
     
     
    A gente colocou fruta. Ele estava em uma mangueira e desceu para comer as frutas, estava desesperado, faminto. Ele pulou para uma árvore mais baixa, um pé de acerola. Quando ele fechou um pouco os olhos – ele estava muito cansado–, peguei uma coberta, joguei em cima dele e já agarrei"
     
    Gabriella Terra,
    veterinária
     
     
    Um grupo de veterinários tem se desdobrado para dar assistência e encontrar os donos de um tucano-toco resgatado com o bico quebrado do jardim de uma casa no Park Way, no Distrito Federal. Magra e assustada, a ave se abrigou em uma mangueira na quadra 15 no final de semana. Exames apontaram que ela está desidratada, mas passa bem.


    Mulher de um dos sobrinhos dos donos da casa, a veterinária Gabriella Terra usou uma coberta para tirar o animal da árvore. “A gente colocou fruta. Ele estava em uma mangueira e desceu para comer as frutas, estava desesperado, faminto. Ele pulou para uma árvore mais baixa, um pé de acerola. Quando ele fechou um pouco os olhos – ele estava muito cansado–, peguei uma coberta, joguei em cima dele e já agarrei.”


    O tucano foi encaminhado para a casa de um colega dela, que cria araras e tem um viveiro, para tratamento. O bicho toma analgésico, anti-inflamatório e antibiótico uma vez por dia. Além disso, é constantemente alimentado.
    Tucano achado com bico quebrado em jardim de casa no DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)Tucano achado com bico quebrado em jardim de casa no DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)
     
     
    Aquela lesão ali [do bico], creio que tem mais de uma semana. Ele pode ter fugido há pouco tempo e já ter acontecido o acidente, que não deu tempo de ele ficar em uma situação tão ruim. Se ele estivesse nessa situação há muito tempo, ele não teria sobrevivido. Estaria muito mais magro, estaria mais desidratado"
     
     
    Gabriella Terra,
    veterinária
     
    “Acredito que é uma fêmea por causa do tamanho, o bico é um pouco menor”, diz Gabriella. “Aquela lesão ali [do bico], creio que tem mais de uma semana. Ele pode ter fugido há pouco tempo e já ter acontecido o acidente, que não deu tempo de ele ficar em uma situação tão ruim. Se ele estivesse nessa situação há muito tempo, ele não teria sobrevivido. Estaria muito mais magro, estaria mais desidratado.”


    Com base no registro na anilhada usada pelo tucano, a veterinária conta ter conseguido identificar o local onde o bicho nasceu, em Goiás, a empresa para o qual foi vendido e o possível dono. A mulher conta com a ajuda de colegas para contatá-lo. Ela também soube, desde que postou o caso em redes sociais, que há faixas no Park Way sobre a procura de um casal de aves. Os cartazes não foram localizados.


    “Estamos fazendo com que ele fique mais forte para poder passar por procedimento [de prótese, por exemplo]. Nesse tempo, estamos atrás de localizar o proprietário. Se esse animal tem um dono, a gente precisa da autorização para fazer alguma coisa”, explica.
    Veterinários examinam tucano achado com bico quebrado no jardim de casa do DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)Veterinários examinam tucano achado com bico quebrado no jardim de casa do DF (Foto: Gabriella Terra/Arquivo Pessoal)
     
     
    Tucano-toco e resgate
    Também conhecido como tucanuçu, o tucano-toco (Ramphastos toco) tem 56 centímetros de comprimento e pesa cerca de 540 gramas. É o maior entre todos os tucanos e vive em média 40 anos. Eles são uma espécie de símbolo das aves do continente sul-americano.
     
     
    A plumagem é preta da coroa ao dorso e no ventre. Ao redor dos olhos tem a pele nua amarela. As pálpebras são azuladas. O papo é branco e a plumagem sob a cauda é avermelhada. O bico alaranjado tem uma mancha preta e pode medir 22 centímetros. Nos filhotes o bico é curto e amarelo, sem a mancha preta.


    O animal se alimenta de frutos, insetos, lagartos, ovos e filhotes de outras aves. Em razão do desmatamento, o tucano procura comida em áreas próximas às cidades. A ave vive em pares ou bandos de duas dezenas de indivíduos que voam em fila indiana.


    Para Gabriella, a lesão no bico pode ter a ver com disputa por território ou impacto com vidro de alguma casa. “Não creio na hipótese de maus-tratos, como algumas pessoas me perguntaram.”


    Os donos da residência notaram o tucano na sexta e acionaram o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, que alegou não poder ajudar na captura por estar com baixo efetivo. A recomendação teria sido para que a família pegasse o bicho e então acionasse a equipe.  Em nota, a PM negou existir a orientação.


    “A equipe do BPMA é que recolhe animais da fauna, principalmente com animais feridos, pois estão melhor preparados do que a população. O que acontece é que por se tratar de animais que não são domesticados, acostumados ao livre transito, principalmente aves, o cidadão liga para fazermos a apreensão e quando  a equipe chega ele já fugiu. Ele pode pousar e permanecer por algum tempo e ir embora ou apenas passar pelo local”, declarou.

    Academia Crossfit Selva, no Park Way, não tem alvará de funcionamento

    Correio Braziliense

    Segundo a Administração do bairro, a região não pode ter estrutura comercial ou de ensino, como é a o caso do box



    postado em 01/03/2016 18:18 / atualizado em 02/03/2016 23:40

     
    A academia Crossfit Selva, onde um aluno morreu na noite de segunda (29/2) após concluir um treino, não possui alvará para funcionar. A informação é da Administração Regional do Park Way que explicou, em nota, que a região não pode ter estrutura comercial ou de ensino.

    Segundo a Norma de Gabarito do Park Way, auditores da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) foram ao local, nesta terça-feira (1/3), e verificaram que o estabelecimento estava fechado em luto ao falecimento do aluno. “A Agefis comunica que fará novas visitas ao local e, caso seja comprovada a irregularidade, notificará o proprietário."

    O incidente ocorreu na noite na noite de segunda, após uma aula de crossfit, atividade que mistura treino aeróbico com levantamento de peso, e que se popularizou no Brasil nos últimos anos. A causa do óbito de Roberval Ferreira de Souza Júnior, de 35 anos, ainda não foi esclarecida, mas especialistas alertam para os cuidados com a saúde que devem ser tomados antes de escolher uma atividade física.