domingo, 9 de março de 2014

PF investiga fraude no Ministério da Saúde



Edital destinado a alugar veículos para Secretaria Especial de Saúde Indígena foi manipulado

Mino Pedrosa e Lindauro Gomes
Especial para o Jornal de Brasília


Fim de semana agitado na Capital Federal por conta das denúncias sobre fraudes em licitações milionárias no Ministério da Saúde. 

O ex-ministro petista Alexandre Padilha, candidato do partido ao Palácio dos Bandeirantes de São Paulo,  pode estar sem dormir desde a última sexta-feira. 

Para completar, as denúncias têm acirrado os ânimos da imprensa internacional, como é o caso da BBC, inglesa,  que desde janeiro tenta explicações do secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, sobre a mortandade de índios no Brasil, que estariam abandonados pelo Ministério desde 2007.

Deixou rastros

Um e-mail, que teria sido criado na trama para fraudar licitação do Ministério da Saúde, deixou rastros com provas irrefutáveis de uma organização criminosa, que seria conhecida do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

Foi no escritório de advocacia Jacoby Fernandes e Reolon Advogados e Associados, na Península dos Ministros, local dos mais nobres de Brasília, que foi formatado o edital dirigido a alugar veículos para a Secretária Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai).

O contrato superfaturado teve como objetivo a prestação de serviços continuados de transportes (locação de veículos com motoristas), nos modelos pick-up, pick-up para urgência e emergência em Plantão Noturno, carro popular e van, todos destinados a atender ao Distrito Especial de Saúde Indígena na Bahia, conforme especificações e quantitativos estabelecidos no Termo de Referencia e no Edital de Licitação. 

A intenção do grupo que montou o processo  era ter em mãos a Ata de Registros de Preços, o que permitiria atuar em todo o Brasil em licitações públicas com o mesmo objeto. 

A Ata é um recurso muito utilizado por administradores dispostos a fugir de concorrências e colocar contratos bilionários nas mãos de companheiros. 

A documentação e as gravações que trazem os registros do computador do escritório de advocacia chegaram às mãos da Polícia Federal e ao Ministério Público em São Paulo. 

O assunto deu munição para a oposição sair para o contra-ataque. Nos corredores do Congresso, as denúncias circularam como bombas na última sexta-feira. 

O líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo auditoria completa nos contratos da locadora de veículos San Marino com o Governo Federal. 

O senador tucano Álvaro Dias (PR) também não deixou barato e vai pedir ao Ministério Público, que se aprofunde nas investigações sobre as denúncias envolvendo Padilha e outros prováveis participantes do esquema. 

O presidente do PSB de São Paulo, deputado federal Marcio França, também vai ao Ministério Público paulista e PF, onde toda a documentação da denúncia foi entregue, pedir urgência nas investigações.

Cautela leva pregão para Salvador

Locadora de veículos San Marino, a empresa vencedora, cobriu despesas. O pregão foi realizado na Bahia para evitar grandes empresários brasilienses. 

A quantidade de carros exigidos também limitava a participação no edital de megaempresas com fortes estruturas e elevado aporte de capital.


Assessora coordenou o processo
 
Com perfume francês, escarpin e roupas coladas marcando a silhueta, Beatris Gautério de Lima, assessora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, circulava com desenvoltura entre o gabinete do ministro Alexandre Padilha e a Sesai – órgão que cuida da área indígena no Ministério da Saúde. Beatris Gautério foi emprestada ao ministro Alexandre Padilha para coordenar a utilização de documentos que seriam produzidos pelo escritório de advocacia que tem Jaques Fernando Reolon à frente. 

A licitação, na forma de pregão presencial, foi realizada na Bahia, no Grande Hotel, onde Beatris Gautério recebeu diárias do Ministério da Saúde para dirigir o certame que teve como vencedora e beneficiada a locadora de veículos San Marino. 

Carro à disposição

A empresa vencedora pagou todas as despesas de hospedagem e transportes dos concorrentes, além de colocar um carro à disposição de Beatris Gautério durante sua estada em Salvador. 

O pregão foi realizado na Bahia para evitar os olhos de grandes empresários brasilienses. 

A quantidade de carros exigidos também limitava a participação no edital de megaempresas com fortes estruturas e elevado aporte de capital. 

No escritório Jacoby Fernandes e Reolon Advogados e Associados, Beatris Gautério tinha super-poderes. 

Falava em nome do então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do secretário especial de Saúde Indígena, Antonio Alves de Sousa, e do diretor de departamento, Fernando Rodrigues da Rocha, enquanto estaria sendo montado o edital. 

Do grupo, participariam ainda  uma advogada com primeiro nome Karina e os representantes legais da San Marino, Darcio Maria de Lacerda e seus filhos Gustavo Lacerda e Guilherme Lacerda. 

Todos com a mesma finalidade: abocanhar contratos que, com as adesões às atas, podem chegar ao montante de mais de R$ 1,7 bilhão.

A tomada de preços obrigatória teria sido realizada com três empresas do mesmo proprietário, Darcio Lacerda. 

Com  a fiscalização da Advocacia Geral da União (AGU)  burlada e já com edital direcionado por Beatris Gautério, pelos irmãos Gustavo e Guilherme Lacerda e pelo advogado Jaques Fernando Reolon, teria surgido o primeiro obstáculo para efetivar o pregão. 

Furou o esquema

A empresa Asatur Transportes LTDA, de Rondônia, furou o esquema montado para a San Marino abocanhar a mamata por todo o país.  

O valor do serviço prestado pela Asatur para cada caminhonete era de R$ 10 mil mensais, inferior ao da empresa envolvida na fraude. Foi aí que começou o desespero dentro do ministério.  

Um perfil muito especial

Perfume francês, escarpin e roupas coladas marcando a silhueta são marcas de Beatris Gautério de Lima, assessora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal que foi cedida ao Ministério da Saúde. 

Ela chegou a viajar a Salvador para conduzir o processo que levou à elaboração do edital que abriu caminho para a licitação hoje colocada sob suspeita da Polícia Federal e do Ministério Público.

Com ordem  de cima, valores são reduzidos

No escritório de advocacia, o grupo se recusava a baixar o valor das locações das caminhonetes.  Beatris Gautério teria sido chamada pelo ministro que queria suspender a licitação pois, com o resultado de Roraima e Rondônia, Padilha temia que tudo poderia terminar em escândalo. Beatris voltou ao escritório e teria narrado conversa que teve com o ministro e Fernando Rodrigues da Rocha: 

“O ministro disse que vai cancelar a licitação. Temos que baixar o preço. Ele acha que vai dar problema”. 

Darcio Lacerda, proprietário da San Marino, vencedora do pregão, no primeiro momento, não teria concordado em baixar o preço, mas Jacoby Fernando o teria convencido. 

O valor do aluguel das caminhonetes caiu de R$ 17.630 para R$ 16.500 mensais. Em compensação, o valor do Gol/Volkswagen permaneceu em R$ 12.970 mensais, para um contrato de 5 anos. 

Mas a van, que na licitação de Rondônia teve o valor de R$ 13 mil, no contrato montado pelo grupo para um veículo com as mesmas especificações, custaria aos cofres públicos, R$20 mil.

 A ata de preços com esses valores percorreu todo Brasil superfaturada em três a quatro vezes o valor real de mercado. 

Beatris Gautério falava nas reuniões, bem como para o investidor chamado para garantir o certame, que 15% do valor bruto da fatura seriam divididos entre o escritório e o ministro Alexandre Padilha. 

O que ela não definia era quanto o ministro receberia dos 15%. 

Através de contatos  por telefone e por e-mail, criado exclusivamente para tratar da montagem do edital, foram distribuídas as senhas de acesso para todos os envolvidos na fraude. 

Só um detalhe: os computadores deixaram os números dos IPs registrados em todos os documentos, conforme atesta um empresário.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Policial do Senado morre enquanto sinalizava trânsito após acidente fatal

7/03/2014 16h05


Ele foi atropelado logo depois de colisão entre carreta e carro na BR-060.


Outra vítima foi motorista do veículo maior; batida ocorreu em Abadiânia.

Do G1 DF

Um policial que trabalhava no Senado Federal, morador de Brasília , morreu após ser atropelado na BR-060 no fim da manhã desta sexta-feira (7). Fernando Fonseca do Carmo foi atingido quando descia do carro para sinalizar o trânsito após outro acidente na rodovia, que também deixou uma vítima fatal.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma carreta que transportava grãos tombou após colidir com um carro na rodovia, em um trecho perto de Abadiânia, no estado de Goiás. O motorista morreu na hora.

Um automóvel da Polícia Legislativa que passava no local parou para sinalizar o trânsito. Quando ele desceu do veículo, foi atropelado por um carro que seguia na direção Brasília-Goiânia. Com a força do impacto, o policial foi arremessado para a pista no sentido oposto e morreu.

O motorista que atropelou o policial foi levado para a delegacia de Santo Antônio do Descoberto, onde foi autuado em flagrante. Ele será indiciado por homicídio culposo, segundo a polícia.

Às 15h30, a perícia ainda não havia sido realizada e o trânsito estava complicado no local. Os motoristas precisavam passar pelo acostamento quando seguiam no sentido Goiânia-Brasília.
 

Estudantes da UnB criam página na web para relatar casos de assédio

08/03/2014 15h00 -




Em menos de um mês, grupo ganhou 5.087 seguidores e 152 mensagens


Em 2013, TJDF recebeu 15 mil inquéritos relativos à Lei Maria da Penha.





Raquel Morais Do G1 DF


Estudantes da Universidade de Brasília criaram uma página em uma rede social para denunciar casos diários de assédio que afirmam ocorrer na instituição. 

As agressões variam entre cantadas a violência física. A ideia se expandiu, e as alunas também passaram a desabafar anonimamente sobre abusos ocorridos em outros locais. 

Em menos de um mês, o espaço recebeu 152 mensagens e ganhou 5.087 seguidores.

Em menos de um mês, página criada por estudantes da UNB numa rede social recebeu 152 mensagens e ganhou 5.087 seguidores. (Foto: Facebook / Reprodução)

Em um dos 126 relatos já postados pela “Fiu Fiu – UnB”, uma aluna narra um constrangimento vivido em um happy hour no campus. 

Mesmo acompanhada, ela diz que foi insistentemente abordada por um rapaz, que chegou a puxá-la pela cintura.

"Tentei empurrá-lo, mas ele segurou meus pulsos, o que os deixou roxos depois", escreveu.

Com a ajuda de um amigo dele, a menina teria conseguido se soltar, mas foi novamente assediada pelo homem. "[Ele disse] 'Você é o amor da minha vida. 

Não vou deixar você fugir dessa vez não, gata gostosa. ' Me prendeu contra ele. Dei uma cotovelada no estômago dele e sai correndo. Um grupo de meninos ali perto gritou 'bu' e riu da minha cara."
"Precisamos mostrar que isso [assédio] não é natural, não é aceitável. A sociedade tem obrigação de proteger a mulher" – Olgamir Ferreira, secretária da Mulher do DF

Uma das nove gerenciadoras, Beatriz Sabô afirma que se surpreendeu com o teor e a quantidade de mensagens recebidas. 

A maioria delas relata agressões sofridas dentro de casa ou praticadas por conhecidos. Há, ainda, seis desabafos masculinos, que as estudantes analisam como vão inserir na página.

“Não esperávamos que tivéssemos tantos relatos, tantas histórias tristes guardadas durante tantos anos, sendo revelados assim, tão dolorosamente. Cada relato é diferente, não dá para medir o sofrimento deles. Só sabemos que dói. Quando lemos, é uma mistura de sentimentos: raiva, nojo, tristeza, choque”, disse Beatriz.

Paralelamente às denúncias, as estudantes publicam telefones úteis e artigos que possam ajudar as vítimas a se orientar diante dessas situações.

 O grupo, segundo Beatriz, tem também a intenção de montar uma estatística a partir das informações enviadas.

“Achamos que a página se tornou uma fonte importante de informação e uma ferramenta de utilidade pública e esperamos ver mudanças na sociedade”, conta Beatriz. 

“Buscamos problematizar e debater todo tipo de agressão, desde as mais evidentes já criminalizadas, como o estupro, até as normalizadas, mas tão danosas quanto, como as agressões psicológicas e verbais que são socialmente camufladas pelo inocente título de cantadas.”

Para a secretária da Mulher do Distrito Federal, Olgamir Amancia Ferreira, a iniciativa é interessante. 

“Isso obriga a sociedade a debater o assunto e, ao debatê-lo, temos mais chances de encontrar saídas. Enquanto isso ficar debaixo do tapete, essas coisas não são tratadas. As pessoas fingem que não acontece ou que não tem importância.”


Estudantes da Universidade de Brasília criaram uma página em uma rede social para denunciar casos diários de assédio que afirmam ocorrer na instituição. (Foto: Raquel Morais / G1)Estudantes da Universidade de Brasília criaram uma página em uma rede social para denunciar casos diários de assédio que afirmam ocorrer na instituição. (Foto: Fiu Fiu - UnB / Divulgação)
Olgamir afirma que o assédio à mulher foi historicamente naturalizado, e que isso ajuda a contribuir para que as vítimas não denunciem as agressões e para que haja subnotificação de casos.

“Por que isso acontece? O homem foi trabalhado para pensar que a mulher é objeto, propriedade. E aí, muitas vezes, quando a mulher procura serviços para fazer a reclamação, o olhar da sociedade é de que é uma questão menor. 

‘Por que ir a uma delegacia por causa disso? ’ Precisamos mostrar que isso não é natural, não é aceitável. A sociedade tem obrigação de proteger a mulher”, declarou a secretária.

Conscientização

Olgamir avalia que, em relação ao assédio, não existe um perfil do agressor ou da vítima. Para estimular a sociedade a encarar o assunto de outra forma, a pasta vai lançar ainda neste mês uma campanha contra as abordagens desrespeitosas em coletivos.


“A grande reclamação é que, além de o indivíduo usar o momento do ônibus mais cheio para impor seu corpo em relação ao da mulher, o movimento é testemunhado por outras pessoas que estão lá dentro, que fecham os olhos, fazem de conta que é natural, parte do cenário”, destacou.

 
Denúncias de agressão

Dados da Presidência da República apontam que o DF é a unidade da federação com maior número de denúncias de agressão contra mulheres no país. O último levantamento, com dados do primeiro semestre de 2013, aponta que o índice na capital federal foi de 673,53 casos a cada grupo de 100 mil habitantes.


No ano passado, o Tribunal de Justiça do DF recebeu mais de 14,8 mil inquéritos relativos à Lei Maria da Penha. A norma prevê a atuação do Estado na prevenção, punição e erradicação da violência doméstica e familiar contra a mulher.


Interpol prende 194 em operação contra desmate na América Latina

19/02/2013 09h59 -

Polícia disse que esta é a primeira operação internacional neste sentido.


Outros 118 estão sob investigação em 12 países, incluindo o Brasil.

 

Da AFP
 



A primeira operação internacional contra o corte e o comércio ilegal de madeira realizada pela Interpol resultou na prisão de 194 pessoas em 12 países da América Latina, informou a polícia internacional nesta terça-feira (19).


A operação, realizada entre 17 de setembro e 17 de novembro de 2012, aconteceu no Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Paraguai, Peru e Venezuela.

Foram apreendidos 50 mil metros cúbicos de madeira, o que equivale a 2 mil caminhões carregados com a mercadoria ilegal. 

O valor total da madeira apreendida chega a US$ 8 milhões.

Na operação, os oficiais da Interpol inspecionaram veículos de carga, propriedades e indivíduos suspeitos, além de aumentar a vigilância em portos e outros centros de transporte no período. Além dos 194 que já estão presos, outros 118 estão sendo investigados.


"Esta operação marca o início dos esforços da Interpol para ajudar os países membros a combater o corte ilegal e os crimes florestais, que não apenas afetam a saúde, a segurança e a qualidade de vida das comunidades dependentes dos recursos florestais, como também causam gastos significativos aos governos", afirmou David Higgins, chefe do Programa da Interpol sobre Delitos contra o Meio Ambiente, em nota divulgada pela Interpol à imprensa.

Esta operação procura, entre outras coisas, desenvolver a cooperação prática e a comunicação entre as instâncias nacionais, que tentam obter a aplicação da legislação relativa ao meio ambiente, incluindo autoridades florestais, policiais, alfândegas e unidades especializadas.

A experiência desta primeira operação será usada como base para futuras ações mais incisivas contra a exploração florestal, segundo a Interpol. 

O projeto é uma iniciativa dirigida pela Interpol, com a participação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Agência Norueguesa para Cooperação e Desenvolvimento.

Para ler mais notícias do Globo Natureza, clique em g1.globo.com/natureza.

Ambientalistas arrecadam mini suéteres para salvar pinguins


BBC 09/03/2014 08h10 -


Programa da Austrália, Tasmânia e Nova Zelândia pede a pessoas do mundo inteiro que tricotem os pequenos agasalhos.

Da BBC

Grupos de ambientalistas na Austrália, Tasmânia e Nova Zelândia pedem a voluntários do mundo todo que tricotem e enviem mini suéteres para salvar pinguins que foram vítimas de vazamentos de petróleo.

O Penguin Jumper Program (Programa de Suéteres para Pinguins, em tradução livre) é mantido pela organização australiana Penguin Foundation e teve início em 2001 quando um grande vazamento de petróleo afetou 438 pinguins azuis.

Naquela ocasião foram necessárias várias peças de roupas de lã sob medida pois, quando as penas de um pinguim ficam impregnadas com petróleo, elas perdem a capacidade de isolamento.

Agasalhos evitam que pinguins morram de frio ou intoxicados devido ao petróleo (Foto: Getty)Agasalhos evitam que pinguins morram de frio ou intoxicados devido ao petróleo


A resposta dos voluntários foi ótima: os ambientalistas receberam cerca de mil suéteres de todo o mundo.

E estes pequenos agasalhos eram muito necessários. Quando as penas de um pinguim perdem a capacidade de isolamento devido ao petróleo, a água gelada chega à pele, as aves sentem frio e, com as penas tão pesadas, fica muito difícil nadar, caçar e se alimentar.

Uma das melhores formas de evitar que estes pinguins morram é dar um banho nas aves.

Mas, os ambientalistas observaram que muitos deles, principalmente os mais fracos e os filhotes, acabavam morrendo de frio ou intoxicados antes de ser atendidos.

Mas, com os mini suéteres, as aves ficam protegidas do frio e também da intoxicação. Quando os pinguins são atingidos por petróleo, eles tentam se limpar usando o bico e, com isso, acabam intoxicados.

No tamanho certo

Uma das porta-vozes da organização ambientalista Tamania Conservation Trust, que participou da convocação para arrecadação dos agasalhos em 2001, afirmou à BBC que os mini suéteres fizeram a diferença entre a vida e a morte para os pinguins.


A porta-voz disse que os mini suéteres eram "necessários para proteção" e que eles "evitam que as aves comecem a limpar umas as outras e engulam o petróleo tóxico antes de lavarmos as penas delas".

Depois da ótima resposta do público em 2001, desde então as organizações da região, como a Fundação Para os Pinguins da Phillip Island, fazem até concursos para escolher o melhor mini suéter para pinguins.

E, para facilitar o trabalho dos voluntários, o Penguin Jumper Program, fornece um modelo para tricotar os mini suéteres, com as medidas e formas certas para as aves.

Os ambientalistas afirmam que grande parte dos agasalhos que recebem são distribuídos para outras associações ecológicas e as peças que sobram ou aquelas que não servem são vendidas para arrecadar fundos.


Bizarrices:Londrinos e nova-iorquinos usam apenas a roupa de baixo no metrô

13/01/2014 08h30


Grupo participou de evento 'Viagem sem calças no metrô'.
Evento ocorreu em mais de 60 cidades ao redor do mundo.

Do G1, em São Paulo
 

Dezenas de pessoas usaram apenas a roupa de baixo no metrô de Nova York (EUA) e Londres (Inglaterra), no domingo (12), durante evento chamado "Viagem sem calças no metrô". Realizado desde 2002, evento ocorreu em mais de 60 cidades ao redor do mundo.

Mulher pegou metrô de NY de lingerie (Foto: Timothy A. Clary/AFP) 
 
Mulher pegou metrô de NY de lingerie
Grupo anda apenas com a roupa de baixo no metrô de Londres (Foto: Leon Neal/AFP) 
 
Grupo anda apenas com a roupa de baixo no metrô de Londres
De cueca, passageiro aguarda chegada de trem no metro de NY (Foto: Timothy A. Clary/AFP) 
 
De cueca, passageiro aguarda chegada de trem no metro de NY
De roupa íntima, passageiros são fotografados no metrô de NY (Foto: Timothy A. Clary/AFP) 
 
De roupa íntima, passageiros são fotografados no metrô de NY
Participantes do evento chamado ‘Viagem sem calças no metrô’ em Londres (Foto: Leon Neal/AFP) 
 
Participantes do evento chamado ‘Viagem sem calças no metrô’ em Londres

 

Lista de sortudos que acharam 'tesouros' por acaso


09/03/2014 07h00



Nos EUA, casal achou moedas de ouro avaliadas em US$ 10 milhões.


Na Califórnia, alunos acharam joias e correntes de ouro ao limpar lago.



Do G1, em São Paulo
 




Moedas de ouro
Um casal de californianos teve uma grata surpresa enquanto passeava com seu cachorro: um tesouro de moedas de ouro, avaliado em US$ 10 milhões (R$ 23,4 milhões), estava enterrado em seu terreno (leia a matéria).


Moedas datam da segunda metade do século XIX (Foto: Saddle Ridge Hoard discoverers via Kagin's, Inc/AP) 
Moedas datam da segunda metade do século XIX (Foto: Saddle Ridge Hoard discoverers via Kagin's, Inc/AP)
Dinheiro no sótão

Em 2011, o casal americano Josh e Tara Ferrin mudou para uma nova casa em Bountiful, em Utah (EUA), e acabou encontrando sacos com dinheiro e caixas de munição que estavam escondidos em um sótão em cima da garagem (leia a matéria).

Josh e Tara Ferrin mostram as sacolas de dinheiro para Dennis e Kay Bangerter. (Foto: Brian Nicholson/Deseret News/AP) 
Josh e Tara Ferrin mostram as sacolas de dinheiro para Dennis e Kay Bangerter.
Cofre
Durante a reforma de uma casa antiga, um americano encontrou um cofre enterrado no piso da residência. Ao abri-lo com a ajuda de uma escavadeira, ficou espantado ao encontrar um verdadeiro tesouro escondido (leia a matéria).

Americano encontrou dinheiro, discos e outros tesouros em cofre escondido (Foto: Reprodução)Americano encontrou dinheiro, discos e outros tesouros em cofre escondido
 
Limpeza de lago
Estudantes de uma escola em Oakland, na Califórnia, estavam retirando lixo de um lago da cidade quando se depararam com um tesouro inesperado. Eles encontraram duas sacolas com joias antigas, correntes de ouro e de prata (leia a matéria).

'Tesouro' encontrado em sacolas no Lago Merritt, em Oakland (Foto: AP/Richard Bailey/Lake Merritt Institute)'Tesouro' encontrado em sacolas no Lago Merritt, em Oakland
Moedas romanas
Um caçador de tesouros achou em 2010 cerca de 52.500 moedas romanas. O tesouro, avaliado em US$ 5 milhões, inclui milhares de moedas com a imagem do imperador Marcus Aurelius Carausius (leia a matéria).

David Crisp tesouro inglaterra (Foto: AP)David Crisp encontrou tesouro na Inglaterra 
Joias
O casal Josh e Kristin Buehler, dono de um hotel em Long Beach, no estado de Washington (EUA), encontrou um "tesouro" enterrado no local. Eles descobriram moedas e joias durante a reforma do estabelecimento (leia a matéria).

Casal encontrou dezenas de moedas, joias e um anel da marinha americana. (Foto: Reprodução)Casal encontrou dezenas de moedas, joias e um anel da marinha americana.
 
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Família do Ceará fica 'careca' para apoiar cabeleireira com câncer

09/03/2014 06h00 -

Marido, filhos, neto e cunhados rasparam o cabelo e fizeram surpresa.


Cabeleireira teve que cortar o cabelo após os efeitos da quimioterapia.

Do G1 CE

No centro, Luciene Domingues. À esquerda, o genro, o neto e a filha. À direita, o marido e dois filhos. (Foto: Cícero Torres/Arquivo Pessoal)Da esquerda para direita Cícero Torres, Samuel, Geana Torres, Luciene Domingues, o marido José Gomes e os cunhados Raul Alves e Rafael Victor.


No mesmo dia em que a cabeleireira Luciene Domingues, de 50 anos, raspou o cabelo durante o tratamento de um câncer de mama, o marido, os três filhos, o genro e o neto dela fizeram uma surpresa e surgiram também todos “carecas”. 

A família do município de Itapipoca, a 117 quilômetros de Fortaleza, deu a um momento difícil uma “dose alta” de autoestima e apoio. 

Foi tão emocionante, uma demonstração de amor, de carinho. Uma forma de dizer: 'Estamos juntos'. Me encorajou muito. Tive mais força para seguir em frente” diz a cabeleireira.


A ideia foi da filha mais velha de Luciene, a dona de casa Geana Torres. “Pela manhã, ela decidiu cortar o cabelo. Para deixar ela mais feliz e dar força, resolvemos fazer. 

Saímos um por um e fomos até o salão. Depois que nós fizemos isso, ela deu uma animada. Valeu muito a pena”, diz. Até o filho de Geana, Samuel, de três anos, participou da homenagem à avó.

Por ter um tipo de câncer raro e mais agressivo, os efeitos após um dia da primeira sessão de quimioterapia fizeram com que a cabeleireira decidisse logo raspar o cabelo.

 “Os fios começaram aparecer nas minhas mãos, no travesseiro. Não queria ver o cabelo caindo ainda mais”, conta. Luciene que trabalhava com a beleza e adora cores e estampas fortes agora já coleciona lenços e perucas. 


“Os médicos dizem que toda vez que a gente chora, a imunidade baixa. Toda vez que compro ou ganho um chapéu ou lenço, minha imunidade sobe”, brinca.

Para a cabeleireira, que descobriu o câncer após exames no mês de fevereiro, a vontade de enfrentar e se curar da doença ganha mais força com o apoio da família.

 “O amor, o carinho ajuda muito. Acho que 90%. Quando estou ficando triste, vejo todos carequinhas, solto logo um sorriso. Quero deixar uma lição de fé e superação”, afirma Luciene.


Anexar a Crimeia fecharia diplomacia entre EUA e Rússia, diz John Kerry

8/03/2014 16h15


Secretário de Estado dos EUA falou com chanceler russo por telefone.


Atitude 'fecharia espaço para diplomacia' entre os dois gigantes.

Do G1, com informações da Reuters e France Presse
 

O secretário de Estado americano, John Kerry, e o chanceler russo, Serguei Lavrov, conversaram por telefone neste sábado (8) sobre a situação na Ucrânia, anunciou o Ministério russo das Relações Exteriores.

Kerry alertou Lavrov que quaisquer atitudes para anexar a região ucraniana da Crimeia ao território russo significariam o fechamento das portas diplomáticas entre Rússia e Estados Unidos, de acordo com um oficial do Departamento de Estado dos EUA.

"Ele deixou claro que se as provocações militares continuarem na Crimeia ou em outros lugares na Ucrânia, juntamente com medidas para anexar a região à Rússia, isso poderia fechar qualquer espaço para diplomacia", disse o representante, sublinhando que Kerry pediu "máxima moderação" na região.

No telefonema, de iniciativa americana, ambos, no entanto, "concordaram em continuar seus contatos intensivos para encontrar uma solução para a crise ucraniana", acrescentou a Chancelaria em um comunicado.

Lavrov e Kerry tiveram vários contatos nos últimos dias para tentar superar suas divergências a respeito da Ucrânia.

A crise ucraniana, que começou há mais de três meses, foi marcada basicamente pela destituição do então presidente Viktor Yanukovytch, que partiu para a Rússia.

A instabilidade política na região sofreu uma reviravolta recente com os movimentos de tropas russas na Crimeia e o anúncio de um referendo sobre a anexação dessa península autônoma ucraniana à Rússia. O referendo será realizado em 16 de março.

Esta semana, Washington suspendeu a cooperação militar com Moscou, impôs restrições aos vistos e publicou um decreto, autorizando o congelamento dos ativos dos funcionários e indivíduos, cujas atividades "minem os processos democráticos e instituições na Ucrânia" e "ponham em perigo a paz, a segurança, a estabilidade".

Neste sábado, a Presidência francesa anunciou que França e Estados Unidos pretendem adotar "novas medidas" contra a Rússia, diante da "falta de progresso rumo a uma solução da crise na Ucrânia".

PARTIDOS INÓCUOS, INSOSSOS E INODOROS


Carlos Chagas 
 
 
Publicado: 9 de março de 2014 às 7:48 -Diario do Poder

A gente fica na dúvida sobre que partido perde mais oportunidade de firmar-se como entidade capaz de aprimorar as instituições e contribuir para o desenvolvimento nacional. Agora, saber quais as legendas que dão vexame permanente, é fácil. Basta responder: todos.

Tome-se o PSDB. Sua prioridade seria popularizar Aécio Neves, obrigando-o a definir-se em termos de propostas sociais, econômicas e políticas. Levar o candidato ao país em termos altos. No entanto, o que fazem os tucanos para credenciar-se junto à opinião pública? 

Representam junto ao Tribunal Superior Eleitoral contra a presidente Dilma porque ela reuniu integrantes de seu comando de campanha no palácio da Alvorada, na quarta-feira de cinzas… 

Iniciativa ridícula, quando no atual governo há tanta coisa a criticar. Mas a presidente usar sua residência oficial para receber quem ela quiser não configura qualquer ilícito.

Há que seguir adiante com o PT. Os companheiros voltam-se cada vez mais para o próprio umbigo. 

Ocupam 17 ministérios mas ganha uma passagem de ida para a Ucrânia quem citar a metade. E quem souber da performance da maioria deles no trato coma coisa pública. 

São nulidades, os ministros do PT, quando poderiam estar realizando projetos e, assim, ajudando o partido a eleger fortes bancadas no futuro Congresso. Também, não haverá espaço para a renovação de seus representantes. Os atuais não permitem, querem cadeiras cativas no jogo do poder. Fossilizam-se.

Quanto ao PMDB, ganha o troféu fisiológico ao lutar por mais ministérios e altos cargos na administração. 

E agora mentindo, porque seus líderes apregoam que não indicarão ninguém. 

É só o que prende sua atenção. Inventaram essa história de blocão para chantagear o governo enquanto mantém firme a indicação de Michel Temer para vice-presidente na chapa da reeleição.

Nos próximos dias faremos desfilar outros partidos, igualmente devedores do eleitorado pela ausência de propostas que efetivamente venham a beneficiar a população. São todos inócuos, insossos e inodoros.

Médicos cubanos continuam fugindo para os EUA

Fuga continua
 
Ao menos mais 3 cubanos do programa Mais Médicos fugiram para os EUA

Publicado: 9 de março de 2014 às 0:02 Diario do Poder

medicos cubanos 

Pelo menos mais três cubanos tomaram oficialmente chá de sumiço do programa “Mais Médicos”, do Ministério da Saúde, que já drenou quase R$ 1 bilhão para ajudar a financiar a ditadura da família Castro. 

O governo brasileiro ignora o paradeiro dos três e, para o bem deles, o governo de Cuba também. Eles receberam ajuda de ONGs, que lhes conseguiram passaportes e visto de entrada nos Estados Unidos.