terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Justiça Militar reage contra mentiras do relatório da Comissão da Verdade.


O STM (Superior Tribunal Militar) divulgou nota em que critica o relatório final da Comissão Nacional da Verdade e diz que o documento chegou a conceitos "inverídicos, injustos e equivocados" sobre a atuação do órgão do Judiciário durante a ditadura militar (1964-1985). 
 
Divulgado na quarta-feira (10), ao relatório diz que a Justiça Militar "consolidou-se (...) como verdadeiro arauto da ditadura (...); colaborou ativamente para a institucionalização das punições políticas" e "omitiu-se diante das graves violações de direitos humanos denunciadas por presos políticos, seus familiares e advogados". 
 
Para o STM, a atuação da corte respeitou os direitos humanos e garantiu a ampla defesa dos acusados. "O Poder Judiciário só age quando acionado e a Justiça Militar da União, à época dos fatos, assegurou os princípios garantistas e os direitos humanos", diz a nota. 
O STM ainda destaca que a corte sempre atuou com independência e cita processo que reformulou sentença condenatória do líder comunista Luís Carlos Prestes (1898-1990) e concedeu habeas corpus a presos, permitindo que o STF (Supremo Tribunal Federal) fizesse o mesmo em processos futuros."A Justiça Militar sempre edificou exemplos de independência, coragem, imparcialidade e isenção ao julgar, conforme espelham decisões memoráveis". 
 
Na nota ainda é dito que diversos advogados de renome que atuaram no período da ditadura evidenciaram espírito democrático e respeito à dignidade humana da Corte. Cita, nominalmente, Sobral Pinto, Heleno Fragoso, Evaristo de Moraes e Técio Lins e Silva. Por fim, alega que as conclusões da comissão não estão em acordo com a realidade. "Entende-se, como inverídicos, injustos e equivocados, os conceitos contidos no relatório a respeito da Justiça Militar da União". 
 
A comissão não comentou as críticas do STM.(Folha de São Paulo)
 
 

Dilma e Agnelo "pedalam" despesas e dão calote ao final da gestão. É a cara do PT!



Agnelo e Dilma, ambos do PT, dando calote ao final da gestão. Ele vai embora para nunca mais voltar, mas o pesadelo Dilma continua...
O Ministério da Saúde do governo Dilma Rousseff atrasou este mês o repasse de cerca de R$ 2,8 bilhões do Fundo Nacional de Saúde a estados e municípios em todo o país.


A verba deve ser depositada mensalmente todo dia 10 para financiar procedimentos hospitalares de média e alta complexidade, como cirurgias, transplantes de órgãos, partos e tratamentos oncológicos. O governo Dilma promete pagar 70% do valor devido nesta terça-feira, com seis dias de atraso. Os R$ 800 milhões restantes só devem ser depositados em janeiro, para desespero, especialmente, das Santas Casas e hospitais filantrópicos, que mais dependem destes aportes.

Além do atraso no repasse do Fundo Nacional de Saúde, prefeitos têm reclamado da demora para receber verbas de outros programas federais, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski (PMDB-RS). Ele diz que a entidade recebeu reclamações sobre o atraso no repasse do Fundo Nacional de Saúde e que, ao contrário dos governos estaduais, os prefeitos não têm recursos em caixa para cobrir a falta da verba federal.

Os municípios já estão quebrados. Para muitas cidades, não tem jeito. Precisa ter o repasse federal. E o prefeito fica num dilema. Se cancela um programa de saúde, apanha da população. Se deixa a dívida para o outro ano, entra na Lei de Responsabilidade Fiscal. Se fosse ano de fim de gestão a situação seria ainda mais preocupante. Muitos prefeitos são condenados porque deixam restos a pagar para o sucessor. Mas nem sempre isso acontece porque gastaram mal. Muitas vezes estavam contando com uma verba que não veio do governo federal.

Já no Distrito Federal, nas barbas da companheira Dilma Rousseff, após ser derrotado ainda no 1.º turno das eleições, o governador Agnelo Queiroz (PT), tem acumulado calotes contra tudo e contra todos. Nas últimas semanas, "Agnulo" ou "Ongnelo" suspendeu pagamentos de contratos e salários, o que deflagrou uma onda de protestos do funcionalismo público. Os servidores foram às ruas e pararam o trânsito da capital. Houve greve de ônibus e interrupção da coleta de lixo. Até mesmo a grama dos espaços públicos deixou de ser cortada e o mato começou a tomar conta da cidade.

Não é falta de dinheiro, já que Brasília, por ser a capital federal, recebe uma significativa transferência da União desde dezembro de 2002, chamada de Fundo Constitucional. O repasse - que em 2014 passará dos R$ 10 bilhões - é carimbado para as áreas de educação, saúde e segurança. O orçamento próprio do Distrito Federal é de cerca de R$ 23,3 bilhões.

O gasto mais criticado da gestão Agnelo é com a construção do Estádio Mané Garrincha, que custou cerca de R$ 1,5 bilhão e foi todo bancado com recursos próprios. O superfaturamento da obra é estimado em R$ 400 milhões. Nos últimos anos, o governador também concedeu reajustes e contratou 36 mil novos servidores, o que sobrecarregou a folha de pagamento.

A despesa com pessoal, que era de 45% da arrecadação em 2010, subiu já em 2011, ano do primeiro do mandato de Agnelo, para 55,4%. Ao todo, foram 29 aumentos salariais, segundo dados do governo, e 37, pelos levantamentos da oposição. Recentemente, o governador eleito do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), afirmou que a previsão do rombo no caixa, que inicialmente era de R$ 2,1 bilhões, poderá chegar a R$ 3,8 bilhões. ( Com informações de O Globo e Estadão) 

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CRIME HEDIONDO Filha do deputado Luiz Estevão foi libertada pela Polícia Civil de Brasília após sete dias de cativeiro Sequestro acaba no DF; líder é tenente PM


CRIME HEDIONDO
Filha do deputado Luiz Estevão foi libertada pela Polícia Civil de Brasília após sete dias de cativeiro
Sequestro acaba no DF; líder é tenente PM

Lula Marques/Folha Imagem
Cleucy Meireles de Oliveira descansa no ombro do pai, Luiz Estevão


FABIANA MELO
da Sucursal de Brasília

Cleucy Meireles de Oliveira, 12, filha do empresário e deputado distrital Luiz Estevão, foi libertada na madrugada de ontem pela Polícia Civil de Brasília, depois de sete dias em poder de sequestradores.

Os quatro sequestradores, liderados pelo 1º tenente da Polícia Militar Osmarinho Cardoso da Silva, 28, queriam US$ 4,5 milhões e R$ 500 mil para devolver a menina.

Cleucy havia sido sequestrada na sexta-feira da semana passada. Desde então, os sequestradores fizeram três contatos com família, que foram mantidos em sigilo para não prejudicar as negociações.


Uma ação policial foi traçada para anteontem, quando estava marcado o terceiro contato, às 23h.

A Polícia Civil instalou um aparelho de rastreamento no telefone público que Estevão, sob orientação dos sequestradores, utilizava para as negociações. O orelhão, no hospital Golden Garden, era próximo à casa de Estevão, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

Enquanto Estevão conversava com o negociador dos sequestradores, a Polícia Civil detectou que a ligação era proveniente de um outro telefone público, na quadra comercial 115, da Asa Sul, a cinco minutos do Golden Garden.

O empresário havia sido instruído a prolongar a conversa, no que obteve sucesso. Seu contato com o sequestrador durou 52 minutos.

Assim que Osmarinho, o líder dos sequestradores, desligou, os policiais o prenderam. No momento da prisão, usava farda. Seu primo, Cleuzimar Alves de Andrade, 21, também estava presente e foi preso.

A polícia conseguiu o endereço do cativeiro de Cleucy -um lava-a-jato na cidade-satélite de Samambaia, a 30 km de Brasília.

Apenas um homem, Claudione Alves de Faria, 20, estava de guarda no local. Ao perceber a aproximação dos policiais, por volta de 1h30, ele começou a atirar de dentro da casa, ferindo um deles.

O agente Marcelo Toledo teve o braço quebrado pela bala, mas está fora de perigo.


Claudione foi atingido na testa e morreu na hora. A menina foi resgatada sem ferimentos e estava em casa às 2h20 de sexta-feira.

O quarto sequestrador, o soldado PM Ricardo Mendes dos Santos, 23, foi preso depois, na cidade-satélite do Guará.

Operação
Durante o período em que a menina esteve em poder dos sequestradores, a polícia de Brasília sempre esteve no caso, embora tenha divulgado a versão de que estaria afastada a pedido da família.

Estevão vinha sendo informado dos passos da polícia e disse ter concordado com a atuação que culminou no resgate de sua filha.

"Os argumentos da Polícia Civil eram muito corretos: era evidente que essa oportunidade não poderia ser jogada fora", disse, pouco depois da chegada da família.

O diretor-geral da Polícia Civil, Teodoro Rodrigues, considerou a ação bem-sucedida.


A polícia ainda investiga a participação de outras pessoas, inclusive funcionários de Luiz Estevão.

Comentario

O bandido raptou a própria filha e mandou matar testemunha que poderia incrimina-lo???!!!

Anônimo

Luiz Estevão:Forjou o sequestro da própria filha. Os otários fizeram até novena para que o caso fosse resolvido. Depois ele mandou matar quem poderia denunciar a farsa.


Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil


São Paulo - O ex-senador Luiz Estevão de Oliveira Neto foi condenado a quatro anos e oito meses de reclusão pelo crime de sonegação de impostos. A esposa dele, Cleicy Meireles de Oliveira, também foi condenada a cumprir a mesma pena. A sentença foi dada pela Justiça Federal de Santo André. O casal administrava a empresa OK Benfica Cia Nacional de Pneus.


Em valores atualizados até agosto de 2012, os dois sonegaram R$ 57,7 milhões. A pena será cumprida em regime semi-aberto porque os dois são tecnicamente réus primários.


Além da pena de reclusão, Estevão e sua esposa também foram condenados ao pagamento de 233 dias multa cada. O valor do dia multa foi fixado pela sentença em três salários mínimos.


De acordo com informações do Ministério Público Federal, a ação foi iniciada em 2008, depois que os empresários deixaram de pagar o parcelamento dos débitos tributários referentes a impostos federais e contribuições sociais. Luiz Estevão e a esposa foram condenados com base na Lei 8.137/90. A sentença aponta "dolo nos comportamentos dos réus ao suprimirem milhões de reais em declarações ao Fisco".


O MPF informou ainda, por meio de nota, que a sentença fixou as penas acima do mínimo legal, levando em conta que os empresários eram administradores de "renomadas empresas, com excelente grau de instrução, o que lhes proporcionou maiores oportunidades de sucesso na vida, em contraste com a prática reiterada de crimes perpetrados durante longo tempo e de forma ordenada e consciente".


Também foram justificativa para pena, o alto valor da dívida e os motivos e consequências do crime, "delineados pelo lucro sem causa e desprezo pelas instituições públicas".


O empresário e ex-senador Luiz Estevão recebeu outra condenação em março do ano passado, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, com sentença de quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, também por crime contra a ordem tributária.


Em junho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, de forma unânime, a condenação do ex-senador Luiz Estevão e dos empresários José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz e Fábio Monteiro de Barros Filho, ex-sócios da construtora Incal. Junto com o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, eles foram condenados por crimes relacionados às obras do fórum do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.


O ex-senador foi condenado no caso a 31 anos de prisão –  nove anos e quatro meses por peculato-desvio; oito anos por estelionato qualificado; oito anos e oito meses por corrupção ativa; dois anos e meio por uso de documento falso; dois anos e meio por formação de quadrilha.


Enquanto não houver sentença definitiva, já que ainda cabe recurso das condenações, Luiz Estevão será considerado réu primário. O advogado de Luiz Estevão foi procurado, mas não deu retorno até o fechamento da matéria.


STJ mantém condenação

Débora Zampier

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve condenação do ex-senador Luiz Estevão por falsificação de documento. A pena, no entanto, foi reduzida de três anos e 50 dias-multa para dois anos e seis meses e 40 dias-multa. A punição será substituída por duas penas restritivas de direito: pagamento de multa e prestação de 1.320 horas de trabalho na Secretaria da Ação Social do Distrito Federal.


Segundo denúncia do Ministério Público, o documento falso era uma simulação do livro contábil da empresa Construtora e Incorporadora Moradia. O objetivo era ocultar recebimento de cheques do Grupo Monteiro de Barros. O episódio está ligado ao desvio de cerca de R$ 200 milhões no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.


O documento falso foi apresentado na Comissão Parlamentar de Inquérito do Judiciário, que acabou resultando na cassação de Luiz Estevão em 2000. Neste mesmo ano, a denúncia contra Luiz Estevão foi aceita na Justiça Federal em Brasília e chegou ao STJ em 2009.


A relatora do processo, ministra Laurita Vaz, reduziu a pena aplicada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região porque entendeu que uma das condições agravantes não se justificava. Ela foi acompanhada por unanimidade. A pena para falsificação de documento público é de dois a seis anos mais multa.

Comentários

 

5 comentários em "Luiz Estevão é condenado novamente na Justiça"

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  1. VERGONHA DE SER brasileiro! 9.02.2013 às 08:55
    " TECNICAMENTE" PRIMÁRIO ???? num intindiiii? TEM QUE COMEÇAR A INVESTIGAR O JUDICIÁRIO O PROBLEMA ESTA AQUI, uma vez resolvido tudo entra no eixo automaticamente. conheça o AVAAZ

  2. Marcelo 8.02.2013 às 21:14
    aliado do pt.

  3. Cidadao Perplexo 8.02.2013 às 20:48
    FECHEM O SENADO!!! Pra que serve o senado alem de produzir mafiosos e consumir dinheiro público?

  4. Ivan 8.02.2013 às 19:26
    Forjou o sequestro da própria filha. Os otários fizeram até novena para que o caso fosse resolvido. Depois ele mandou matar quem poderia denunciar a farsa.

  5. @ 8.02.2013 às 18:18
    Primario ?????? que porra é essa que dá tombo em tudo que é lado e não pega uma pena satisfatória , por muito menos a presidente do banco Rural se fudeu toda , tão com medo do garganta profunda ???

Leniencia seletiva:Justiça do DF autoriza trabalho externo ao ex-senador Luiz Estevão: Ou: Como 30 anos viraram apenas tres.

Seg, 15/12/2014 às 20:33

Beatriz Bulla

A Justiça do Distrito Federal autorizou o trabalho externo ao ex-senador Luiz Estevão, preso desde setembro.

Estevão foi condenado por falsificação de documentos no caso do desvio de dinheiro das obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em São Paulo. Preso no final de setembro, o ex-senador começou a cumprir a pena de 3 anos e meio de reclusão em Tremembé, em São Paulo.


Posteriormente, foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP), em Brasília.

A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do DF, considerou que o trabalho externo é uma possibilidade "de se avaliar a disciplina, autodeterminação e responsabilidade do reeducando antes de uma possível transferência para um regime de pena mais avançado".

Segundo a defesa de Estevão, o ex-senador vai trabalhar em função de auxiliar em uma imobiliária.
Os dias de trabalho e estudo são computados para descontar o tempo de cumprimento de pena no semiaberto e possibilitam o preso a passar mais rápido para o regime aberto.

 

Luiz Estevão depositou US$ 1 milhão na conta de Lalau

Fausto Macedo

  • Marcelo Alves | Futura Press
    Nicolau dos Santos Neto, em foto de 2001
Cerca de US$ 1 milhão do valor global de US$ 4,8 milhões que a Suíça confiscou do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto e repatriou nesta semana para o Brasil foi depositado na conta secreta do ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho paulista em Genebra pelo ex-senador Luiz Estevão.

Três transferências, ao todo, foram realizadas em abril de 1994, segundo documentos que a Procuradoria da República juntou aos autos da ação penal que resultou na condenação de Nicolau e Estevão pelo desvio de recursos das obras do Fórum Trabalhista de São Paulo.

O dinheiro migrou para a conta Nissan, que Nicolau mantinha na Suíça, dois anos depois da licitação que beneficiou uma empreiteira que teria Estevão como sócio oculto. Eleito pelo Distrito Federal em 1998, Estevão se tornou o primeiro senador cassado da história, em 2000, no âmbito da CPI do Judiciário, no Senado. "Comprovadamente US$ 1 milhão foi enviado para a conta Nissan pelo ex-senador e isso precisa ser lembrado", diz a procuradora regional da República em São Paulo Maria Luísa Carvalho, que investigou o caso.

Quando a fraude foi descoberta peritos do Ministério Público Federal calcularam em R$ 169 milhões o tamanho do rombo. "Isso era em valores de 1999, estamos falando em um desvio atualizado de R$ 1,2 bilhão, ", destaca a procuradora.

Nicolau e Estevão foram condenados, respectivamente, a 28 anos e 30 anos de prisão, por quadrilha, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. O ex-juiz cumpre pena na Penitenciária de Tremembé (SP). Estevão recorre em liberdade.

O ex-senador rechaça a acusação e diz que vai provar que é inocente. Em 2012 fechou acordo com a União para pagar R$ 468 milhões em parcelas mensais de R$ 4,3 milhões.

Na última terça feira, o Ministério da Justiça e a Advocacia-Geral da União anunciaram a recuperação dos US$ 4,8 milhões de Nicolau. "O que precisa ser destacado é que US$ 1 milhão foi enviado pelo ex-senador, mas ele continua em liberdade enquanto o ex-juiz está preso. Nicolau é bode expiatório do ex-senador", afirma Maria Luísa. A procuradora alerta para o "risco de prescrição" de crimes atribuídos ao ex-senador, parte deles em maio de 2014.

Comentario

Mauro dias, 11/07/2013 às 21:57
esses são os exemplos que temos em nosso país , alguem sabe de um partido que ñ tenha um ou mais do seus envolvidos em crime ?em desvio , obra subfaturados,desvio de dinheiro no exterior?em ilh fiscais e pior quais deles devolveram ao cofre publico o roubo , ai só com nosso impost se cobre o rombo

Geraldo Cury, 11/07/2013 às 21:15
Triste nossos procuradores não serem competentes o bastante para por um basta neste tipo de gente. Nossos impostos ainda pagam o salários destes pseudo-profissionais tão facilmente manipulados por estirpes como Estevão.

Parabens AGNULO.Governador eleito diz que crise financeira do DF é "muito grave"


Da Agência Brasil, em Brasília


  • José Cruz/Agência Brasil
    O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, apresenta diagnóstico das contas do governo distrital ao lado da equipe de transição O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, apresenta diagnóstico das contas do governo distrital ao lado da equipe de transição
O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), apresentou neste sábado (13), com sua equipe de transição, um diagnóstico das contas do governo distrital e um mapa de riscos sobre as áreas que estão sendo e poderão vir a ser atingidas pela atual crise financeira. Segundo ele, a situação é "muito grave" e exigirá "austeridade" do próximo governo, que terá que fazer cortes e ampliar as receitas para reequilibrar as finanças.


Desde o mês passado, o Distrito Federal vem sofrendo com a interrupção de diversos serviços públicos por conta da falta de pagamento do governo local a fornecedores, servidores públicos e empresas prestadoras de serviços. Os reflexos já chegam aos hospitais, que tiveram o fornecimento de alimentação e remédios suspensos; ao transporte coletivo, cujo repasse de verbas não foi feito às empresas, resultando na paralisação de motoristas e cobradores por atrasos nos salários; às escolas, que não estão sendo reformadas para o início das aulas do próximo ano; e até ao corte do mato, que vem tomando conta das praças e avenidas da cidade devido à suspensão dos serviços de limpeza.


"Houve um sério problema de gestão. O governo ampliou as suas despesas sem consultar a Secretaria de Fazenda, sem consultar a Secretaria de Planejamento, e isso é fatal na administração pública. E isso se reflete na interrupção de serviços essenciais", declarou o governador eleito. Rollemberg classificou o atual orçamento do DF como uma "peça de ficção" com receitas superestimadas e despesas subdimensionadas.

Segundo o diagnóstico apresentado, o aumento do déficit primário do GDF (governo do Distrito Federal) vem crescendo fortemente ao longo dos últimos quatro anos. Em 2010, a diferença entre receitas e despesas gerava superávit de cerca de R$ 40 milhões. Em 2012, o déficit primário chegou a cerca de R$ 300 milhões. Este ano, até outubro, o déficit primário estava em R$ 1,6 bilhão, mas a equipe de transição projeta que, até o início de janeiro, deverá estar entre R$ 3,2 bilhões e R$ 3,8 bilhões.
De acordo com Rollemberg, as estimativas foram feitas com base no que já foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, nos números que foram passados pelo atual governo e em informações coletadas com funcionários públicos de carreira e técnicos do GDF. "O governo pode ter repasse do governo federal para pagar alguma coisa, pode ter alguma outra dívida que a gente ainda não tenha conhecimento, mas aproximadamente é esse o número", definiu o governador eleito.

Além dos serviços que já não estão sendo prestados, outros podem entrar na lista em breve, devido à falta de cumprimento dos contratos por parte do GDF, segundo a equipe de transição. Escolas podem ficar sem acesso a energia elétrica, água, telefone e internet; hospitais e postos de saúde podem ficar sem o fornecimento de alimentação aos pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde; as viaturas da Polícia Militar podem quebrar por falta de manutenção e o metrô poderá ser paralisado.


Na próxima segunda-feira (15), o futuro governador irá anunciar seu secretariado e disse que eles estarão imediatamente aptos a começarem as negociações com os setores e "buscar soluções" para retomar a normalidade dos serviços. Segundo Rollemberg, uma das primeiras medidas do grupo será traçar um plano de trabalho do governo para os primeiros 120 dias que permitia reduzir os impactos da crise financeira nos serviços essenciais. Além disso, o governador disse que irá estudar com a equipe econômica a possibilidade de fazer uma securitização da dívida, para tentar resolver parte dos problemas de caixa.

Rollemberg não fez previsão de quanto tempo levará para reorganizar as finanças, mas disse que a estratégia será a de aumentar a receita e reduzir as despesas até conseguir um "colchão de liquidez". Para isso, ele disse que irá cortar cargos comissionados de livre provimento e secretarias de governo. Para aumentar as receitas, o governador disse que não irá apostar necessariamente em aumento de impostos, mas não descartou essa possibilidade. "Juntamente com a equipe econômica e as demais áreas do governo, nós vamos analisar o que pode ser feito. Por exemplo, ampliando a nossa capacidade de apresentar projetos ao governo federal e buscar recursos do Orçamento Geral da União, a capacidade de buscar recursos de financiamento internacional para obras de infraestrutura. Tudo isso contribui para aumentar receita", apontou.

O atual governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, não quis receber a imprensa para esclarecer ou contestar o diagnóstico apresentado pela equipe de transição de Rollemberg. O secretário de Comunicação do GDF, André Duda, informou por telefone que "o governo não reconhece os números e dados apresentados e está trabalhando para entregar o GDF no dia 1º de janeiro em perfeito funcionamento e com as contas em dia".

Para a COPA tinha verba mas para a saúde não.VERGONHA!União atrasa repasse de R$ 2 bilhões para Santas Casas






Em São Paulo


O Ministério da Saúde atrasou o repasse referente ao mês de novembro para o custeio das Santas Casas e hospitais filantrópicos do País. O pagamento, correspondente aos procedimentos de média e alta complexidade que as unidades fazem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), deveria ter sido feito no dia 10. Mas, até a noite desta segunda-feira, 15, o dinheiro ainda não havia sido depositado.



A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que vive crise financeira, diz que não foi afetada pelo problema e recebeu o repasse na data correta.


A estimativa da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB) é de que o governo federal tenha atrasado o repasse de R$ 3,5 bilhões a hospitais que atendem a rede pública em todo o País, dos quais 55%, ou quase R$ 2 bilhões, seriam direcionados para os filantrópicos.


De acordo com a CMB, os hospitais não foram informados pelo ministério sobre os motivos do atraso nem sobre a data prevista para a regularização. A entidade afirma que, sem a verba, os hospitais ficam sem condições de pagar procedimentos como transplantes, partos e tratamentos oncológicos, além de não poder arcar com a folha de pagamento. Sem o repasse, diz a CMB, o atendimento ficará comprometido e os funcionários podem até convocar uma paralisação.


Segundo a entidade, a dívida total das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos, que respondem por 50% dos atendimentos do SUS, deve chegar a R$ 17 bilhões até o fim do ano. Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde afirmou que vai liberar nesta terça-feira, 16, o pagamento de R$ 2 bilhões referentes ao custeio dos serviços de média e alta complexidade. De acordo com a pasta, o valor corresponde a 70% do montante referente à parcela de dezembro. O restante do repasse será pago nas próximas semanas.


A pasta não informou as razões para o atraso no pagamento da verba, mas disse que cumprirá a emenda constitucional 29, que garante a aplicação crescente de recursos em ações e serviços públicos de saúde.

Greve

Enfermeiros e demais profissionais de saúde da Santa Casa de São Paulo decidiram nesta segunda, em assembleia, adiar a greve pelo menos até quinta-feira, quando uma nova audiência de conciliação será realizada na Superintendência Regional do Ministério do Trabalho, em São Paulo. Os trabalhadores não receberam a primeira parcela do 13.º salário e parte também está com o salário de dezembro atrasado.

A paralisação da categoria foi adiada porque a direção da Santa Casa prometeu regularizar os pagamentos até nesta quarta-feira, 17.

A mesma decisão já havia sido tomada pelos médicos do complexo hospitalar na sexta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




#BOMBA! Governo corta verbas para EDUCAÇÃO e SAÚDE, mas COPA está salva.

Por Carlos Parrini ... 

Que bom! Acaba de sair uma notícia muito boa. Não vai faltar dinheiro para programas assistencialistas, para construção de casas de quem tem dinheiro pra pagar, e para o PAC.
 
Assim, está também garantido o dinheiro para as obras superfaturadas da COPA.
 
Com dinheiro no bolso, mesmo que seja merreca, o Carnaval e a COPA do Mundo realizada no Brasil, quem precisará de Saúde e Educação?
 
 
Só aconselho uma coisa: "Se for beber, não dirija. Se beber e sofreres um acidente, não vá pro SUS pois lá voce poderá morrer numa longa fila de espera.
 
 
O sistema de Saúde já vinha matando pessoas por falta de atendimentos, leitos ou medicamentos. Com o corte de verbas muito mais vão morrer, infelizmente.
 
 
A Educação já estava péssima com o Brasil ocupando o 84º no IDH mundial. Alunos terminam o 1º grau semi-analfabetos. Agora com menos verbas, eles serão obrigados a estudarem usando os livros dos irmãos e amigos do ano passado.
 
 
Mas é assim mesmo, na terra onde o povo acreditou em LULA que disse que a saúde era perfeita no Brasil, mas que foi se tratar em Clínica particular com dinheiro público, tem mais é que aceitar isso tudo mesmo.
 
 
Pois na terra Brasílis só quem se dá bem são os politicos, banqueiros, especuladores e cumpanheros. 
 
 
CALADDAAAAA!!!!!!


Vejam a boa notícia publicada pelo GLOBO:

Corte com maior redução será no Ministério da Saúde
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/02/governo-vai-cortar-r-55-bilhoes-no-orcamento-de-2012.html


O governou vai cortar R$ 55 bilhões do orçamento deste ano. Mas o
ministro da Fazenda diz que os programas sociais foram preservados.

O freio vai ser grande. Nenhum ministério escapou dos cortes. Despesas
do dia a dia, viagens de funcionários e outros gastos vão ter corte de
R$ 35 bilhões. Desse total, R$ 20 bilhões só em emendas parlamentares. A
maior redução será no Ministério da Saúde: R$ 5 bilhões.

Postos do DFTrans ficam fechados; usuários reclamam do serviço


  16/12/2014 06h43


Conic teve problemas com plataforma de hospedagem do banco de dados.
Na unidade da rodoviária, houve auditoria interna, segundo a autarquia.

Do G1 DF

Usuários dos cartões de bilhetagem automática relataram dificuldades para usar os serviços do DFTrans nesta segunda-feira (15). A autarquia afirmou que a unidade do Conic foi fechada por problemas com a plataforma de hospedagem do banco de dados e o da rodoviária, por causa de uma auditoria interna.

O estudante Charles Alexandre conta que tentou pela segunda vez pegar o documento, sem sucesso. “A gente liga aqui pedindo informação, e o que acontece: pede para a gente vir aqui. Quando a gente vem, o que acontece? Quando vem, ou está assim, ou está igual à semana passada, que não estava funcionando”, disse.

A assistente de cabeleireira Elizabeth Machado também reclamou da situação. Ela foi ao local pegar a segunda via do cartão para o filho.


“É a terceira fez que eu venho, e sempre o sistema cai, o sistema cai”, afirma a mulher.


O DF tem 18 postos de bilhetagem automática. Eles funcionam das 8h às 18h entre segunda e quinta e das 8h às 17h na sexta.

Lula ordena que PT reaja ao escândalo da Petrobras com denúncias contra tucanos

Terça-feira, 16/12/2014, às 09:19, por Gerson Camarotti


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conversado individualmente com vários integrantes do PT, inclusive do Congresso. A ordem de Lula é que o partido não fique apenas apanhando em relação aos escândalos de corrupção na Petrobras e parta para o ataque contra os tucanos.

Para neutralizar a agenda negativa em torno do governo federal, a estratégia de Lula é dar visibilidade às denúncias de corrupção envolvendo integrantes do PSDB.


Para isso, os petistas estão listando denúncias contra tucanos para garantir artilharia à base aliada no parlamento.

Possível renovação do comando das Forças Armadas agita a caserna

Terça-feira, 16/12/2014, às 11:43, por Gerson Camarotti


Uma disputa interna agita a caserna de olho na escolha dos novos comandantes das Forças Armadas, segundo apurou a repórter Tahiane Stochero, do G1. Os atuais chefes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha ocupam os cargos desde o segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foram mantidos pela presidente Dilma Rousseff em seu primeiro mandato.


A expectativa no meio militar é que Dilma renove os comandos das três forças, estagnados desde o início de 2007.

Na Força Aérea Brasileira, os três nomes no topo da lista são os dos brigadeiros Nivaldo Rossato que está no Estado-Maior; Francisco Joseli Parente há anos comandando o avião presidencial; e Hélio Paes de Barros Júnior responsável pela área logística. Os três oficiais são os mais antigos da FAB, requisito principal para ocupar o comando.

No entanto, outros fatores podem pesar na escolha, entre os quais o alinhamento do oficial à concepção do atual comandante da FAB, brigadeiro Juniti Saito, no projeto do caça que irá reequipar a Aeronáutica brasileira: o Gripen. Também influenciará na decisão as vagas que estão sendo abertas para oficiais-generais no Superior Tribunal Militar (STM).


Corre por fora nesta corrida pelo comando da FAB o brigadeiro Ricardo Machado Vieira, que foi para a reserva após 46 anos de atividade, mas continua com as prerrogativas do cargo (Vieira passou o bastão do Estado-Maior para o brigadeiro Rossato na semana passada).

Com a troca nos ministérios, a presidente também avalia mudança no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem a Abin sob seu guarda-chuva.


Um novo nome também poderia surgir no Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, o braço operacional do ministro da Defesa. Ambos os cargos são ocupados atualmente por generais do Exército.

Dilma sanciona sem vetos projeto que reduz meta fiscal do governo


  16/12/2014 08h48

Nova lei foi publicada na edição desta terça (16) do Diário Oficial da União.
Texto foi aprovado pelo Congresso após intensa resistência da oposição.

Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos o projeto de lei que autoriza o governo a reduzir o superávit primário (volume de poupança destinado ao pagamento de juros da dívida pública) e com isso fechar as contas públicas de 2014. A decisão foi publicada na edição desta terça-feira (16) do "Diário Oficial da União".

A votação da proposta no Congresso Nacional foi cercada de polêmica. Mesmo em minoria no Legislativo, a oposição utilizou vários dispositivos previstos no regimento interno do parlamento para atrasar a análise do texto. A sessão que avalizou o texto principal do projeto durou quase 19 horas e acabou suspensa, por falta de quórum, quando restava apenas uma emenda (proposta de alteração no texto original) a ser apreciado.

A última emenda apresentada ao projeto foi rejeitada na última terça-feira (9) pelos congressistas. O placar foi de 247 deputados contra a emenda, 55 a favor e duas abstenções (entenda o projeto). Não houve necessidade de votação entre os senadores porque a emenda já tinha sido rejeitada pelos deputados – para ser aprovada, a matéria necessitava de maioria dos votos nas duas Casas.

O projeto sancionado por Dilma é considerado prioritário pelo Palácio do Planalto porque autoriza o governo a descumprir a meta de superávit primário fixada para 2014. Inicialmente, a previsão de superávit era de R$ 116 bilhões. Com a nova leia, a meta passa para R$ 10 bilhões.
 

Aécio diz que vai ao STF
Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), candidato derrotado na disputa deste ano pela Presidência, disse que pretende questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) a constitucionalidade do projeto de lei.

“Nosso objetivo é entrar com uma Adin [ação direta de inconstitucionalidade] mostrando a inconstitucionalidade dessa aprovação”, afirmou o tucano ao final da sessão do Congressoda semana passada.

Segundo Aécio, a medida que derruba a meta fiscal desrespeita a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Isso, a meu ver, afugenta investimentos, desaquece a economia, deixa de gerar empregos para os brasileiros”, enfatizou.

Na visão do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o embate político que marcou as sessões destinadas a apreciar o projeto é normal. “Não há como alterar a LDO sem que essa alteração entre no grau de disputa que entrou”, ponderou o peemedebista na última semana.

Na ocasião, Renan fez questão de lembrar que, em 2001, o então presidente Fernando Henrique Cardoso também já havia proposto alteração na LDO.

Os governistas bateram nessa tecla durante a sessão para contrapor a crítica da oposição de que a mudança na meta fiscal configura descumprimento da Lei de Reponsabilidade Fiscal, aprovada durante o governo FHC.

“Todas as vitórias são importantes. Essa é necessária porque não se deu ao país uma alternativa senão a alteração da LDO, como aconteceu em 2001. Em 2001 houve alteração na LDO e mesmo assim ela não foi cumprida”, declarou Renan.

MPRJ ajuíza ação contra Petrobras e Andrade Gutierrez por improbidade administrativa

CBN

Terça, 16/12/2014, 11:16



Pela primeira vez foi pedida a quebra dos dados bancários e fiscais de José Sérgio Gabrielli de Azevedo, presidente da Petrobras e Renato de Souza Duque, diretor de Engenharia e Serviços, entre outros.

O Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou uma ação civil contra a Petrobras e a empreiteira Andrade Gutierrez por improbidade administrativa. O órgão alega que quatro contratos da estatal foram superfaturados entre 2005 e 2010. O Ministério Público pediu a quebra de sigilo bancário e o bloqueio de bens do ex-presidente da estatal José Gabrielli e de outras sete pessoas. O prejuízo chega a quase R$ 32 milhões aos cofres da Petrobras.

Segundo a ação, subscrita pela promotora de Justiça Glaucia Santana, quatro contratos firmados para a realização de obras da ampliação e modernização do Centro de Pesquisas (Cenpes) e implantação do Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD) da Petrobras, entre 2005 e 2010, foram superfaturados.

O MP-RJ pediu ainda o bloqueio de bens e a quebra dos dados bancários e fiscais de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da estatal, Renato Duque, ex-diretor de Engenharia e Serviços, e de outros envolvidos. Os executivos e os cargos ocupados à época são Pedro José Barusco Filho, gerente-executivo de Serviços e Engenharia; Sérgio dos Santos Arantes, gerente Setorial de Estimativas de Custos e Prazos; José Carlos Villar Amigo, gerente de Implementação de Empreendimentos para o Cenpes; Alexandre Carvalho da Silva, gerente Setorial de Construção e Montagem do Cenpes; e Antônio Perrota Neto e Guilherme Neri, responsáveis pela elaboração dos orçamentos dos contratos. Todos foram enquadrados na ação por improbidade administrativa

Dentre as irregularidades apontadas estão a falta de planejamento e orçamento adequado, sucessivas e superpostas contratações em benefício da Andrade Gutierrez, sobrepreço e ausência de transparência na seleção da construtora, resultando em um prejuízo de quase R$ 32 milhões aos cofres da Petrobras.

A investigação teve início a partir de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) em obras realizadas pela estatal em 2009.

Andrade Gutierrez ​se posiciona por meio de nota
"A Andrade Gutierrez informa que ainda não foi notificada pelo Ministério Público por isso não tem como comentar a ação civil. A Andrade Gutierrez afirma porém que está à disposição para quaisquer esclarecimentos necessários, reitera que todos os contratos da empresa com a Petrobras foram realizados dentro dos processos legais de contratação e nega qualquer irregularidade."​​​​ 

Ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli (Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER) Ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli
(Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Dólar sobe forte no quinto dia seguido de alta


  16/12/2014 12h57


Cotação da moeda chegou a R$ 2,75.
Na segunda-feira, dólar subiu 1,29% e fechou vendido a R$ 2,6853.


Do G1, em São Paulo
O dólar opera em alta pelo quinto dia seguido nesta terça-feira (16), chegando ao patamar de R$ 2,75, reagindo à intensa aversão ao risco nos mercados globais, após a forte alta dos juros da Rússia na noite passada se mostrar insuficiente para evitar o tombo do rublo e em meio à contínua  queda dos preços do petróleo.

Por volta das 12h50, a moeda norte-americana era vendida a R$ 2,756, em alta de 2,63%. Veja cotação


O dólar vem pressionado pelo ambiente de incertezas internas e externas, com investidores preocupados principalmente com o futuro do programa de intervenções no câmbio do Banco Central brasileiro, e atentos à queda nos preços do petróleo.


"O mercado já está com a pulga atrás da orelha, esperando uma sinalização mais contundente do BC sobre o programa de câmbio", disse à Reuters o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues. "Agora, com o mau humor no exterior, não há quem segure", acrescentou.


O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sinalizou nesta terça que poderá ser mantido em 2015 o programa de "swaps cambiais" - instrumentos que funcionam como venda de dólares no mercado futuro (derivativos) - o que também impede uma pressão maior no mercado à vista da moeda norte-americana.


Ele não deu, porém, mais detalhes. Não informou, por exemplo, se os leilões de "swaps cambiais" continuará a ser diários. "Os 'swaps' têm atingido plenamente seus objetivos, de amortecer variações no câmbio e fornecer proteção [hedge] aos agentes (...) Nos próximos dias, o BC definirá parâmentros dos programa leilões de swaps que passará a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2015", afirmou Tombini.


Programa de 'swaps' cambiais
O pronunciamento de Tombini decepcionou o mercado. A maioria dos investidores já trabalhava com a hipótese de que o programa será reduzido no ano que vem, e não eliminado. Na ausência de mais detalhes sobre como será essa extensão, a divisa dos EUA ampliou a alta após as declarações, destaca a Reuters.

Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais pelas rações diárias, com volume correspondente a US$ 196,6 milhões. Foram vendidos 2 mil contratos para 1º de setembro e 2 mil para 1º de dezembro de 2015.

O BC também vendeu a oferta integral de até 10 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro, equivalentes a US$ 9,827 bilhões. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 6% do lote total. Após o fechamento da véspera, o BC anunciou ainda para esta sessão leilão de venda de até 1 bilhão de dólares com compromisso de recompra em 2 de junho de 2015.

Efeito Russia
O dólar disparava cerca de 10% contra o rublo nesta sessão, mesmo após o banco central da  Rússia elevar sua taxa básica de juros a 17%, ante 10,5%. A decisão deu força à aversão global a risco, com os investidores buscando aplicações consideradas mais seguras, em meio à forte queda dos preços do petróleo .

O mercado também continuava ainda sob a expectativa de quais medidas serão adotadas pela nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff para enfrentar o quadro de inflação alta e crescimento baixo, sobretudo via política fiscal.

Na segunda-feira, a moeda norte-americana subiu 1,29%, a R$ 2,6853, maior valor desde 29 de março de 2005. No mês e no ano, há valorização acumulada de 4,42% e 13,9%, respectivamente. Nas últimas oito sessões, o dólar fechou em baixa apenas uma vez, na última terça-feira (9).

MPF quer o bloqueio integral de ativos de investigados na Lava Jato

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, parecer a favor do bloqueio de todos os investimentos dos investigados, inclusive planos de previdência e demais aplicações. Até o momento, por determinação do juiz, mais de R$ 100 milhões foram bloqueados das contas de 16 investigados e empresas ligadas ao esquema até o limite de R$ 20 milhões.


A manifestação do Ministério Público foi motivada devido a dúvidas das instituições bancárias sobre o alcance da decisão que determinou o bloqueio, no mês passado.  Os bancos relataram que o sistema de bloqueio eletrônico Bancenjud só desativa o saldo das contas-correntes. Mas, o bloqueio de fundos de investimentos deve ser feito manualmente.


No entendimento dos procuradores, o bloqueio total de contas e fundos é necessário para garantir o ressarcimento ao Erário. O desbloqueio só será efetivado se os investigados provarem que o saldo é oriundo de verbas alimentares, como salário.


Em decisão proferida no mês passado, o juiz Sérgio Moro disse que vai liberar o excesso das demais contas dos investigados, após concluir a  transferência do valor mínimo para uma conta da Justiça Federal.


Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia

Confira a entrevista exclusiva com a deputada distrital Celina Leão

Partidária do governador eleito desde o início da campanha, distrital afirma que ele deveria pedir prazo à população

Avaliação da deputada distrital Celina Leão: a paciência será indispensável para o governo Rollemberg. A crise financeira seria a responsável por criar dificuldades para o início da próxima gestão. “Nosso problema não é pontual, mas sim um problema com soluções duríssimas. Ou cortam-se salários ou servidores. É muito difícil tomar essas decisões”, disse, em entrevista ao Jornal de Brasília.



Mesmo assim, a deputada acredita que não se pode dar a tolerância como certa. Uma das principais articuladoras do governo de transição na Câmara Legislativa, Celina resumiu: “Se a população terá paciência, depende de como o governo vai encarar as áreas prioritárias”.



Ela  não confirma sua candidatura à presidência da Câmara, apesar de admitir  a possibilidade de tentar a cadeira. A parlamentar acredita também que as relações entre Executivo e Judiciário agora serão diferentes.


A senhora acha que o governador Rodrigo Rollemberg poderá governar na plenitude logo nos primeiros meses de mandato?
Não. Acho que o governador precisa pedir uma carência de um ano à população, para pôr a casa em ordem. A percepção que nós temos é de que não é um problema pontual, mas sim genérico, que mexe com todas as finanças, em especial com a folha de pagamento. É uma folha que cresceu, estourou e que não tem como resolver a curto prazo. É preciso resolver melhorando arrecadação, fazendo recadastramento de todos os servidores, vendo quem está na folha e quem não está. A folha está tendo um crescimento estranho de um mês para o outro, coisa de R$ 100 milhões a R$ 200 milhões. É um problema grave que não se resolve a curto prazo. Então é bem grave.



Ficarão por aí bombas relógio, gastos como a folha de pagamento ou o Fundo da Dívida Ativa?
Com certeza. Acho que são erros cometidos após outros erros já cometidos. O antídoto para os problemas está sendo usado da forma errada. Se você quer entregar uma gestão menos pior, é dialogando com o futuro governador, procurando mecanismos de dar essa agilidade. Uma coisa que eu reclamo é da falta de transparência dos secretários de Fazenda e Planejamento, porque nós atrasamos, sim, a folha. Tivemos uma audiência na Câmara e eu fiz essa pergunta “nós vamos atrasar a folha?” e eles disseram que não. O servidor que deu cheque pré-datado, que fez uma compromisso com aquele dinheiro ficará muito mal. Até isso é uma falta de respeito, se você vai atrasar a folha, é preciso dialogar com o servidor. É falta de transparência também. Acho também que a tentativa de mascarar o problema só piora. Porque é real. Tudo está parando, existe uma crise generalizada no governo. Uma cidade que recebe ajuda do Fundo Constitucional, como nós recebemos, não conseguir administrar o próprio dia a dia do seu governo, que é a saúde e a educação. Só não tivemos nenhum problema com a segurança porque ela é paga com verbas federais. Mas mesmo assim, tivemos problemas em algumas áreas da Polícia Militar, como o serviço voluntário. Então a falta de gestão compromete muito o próximo.


Caso Agnelo tivesse sido eleito, existiria esse caos?
Com certeza, da mesma forma. Mas a solução seria dada por ele mesmo, para ele administrar no ano que vem. Só que eu acho que talvez ele seria mais sincero se fosse no governo dele para ele mesmo. A transição está um pouco complicada. Falta uma informação verdadeira, transparente, que a gente possa confiar.


Não haveria jeito de mascarar as contas?
Não tem jeito. Estamos falando de finanças. Não tem dinheiro em caixa. Como vai mascarar a falta de recursos? É uma bomba-relógio prestes a explodir. Com ele governador, ele só iria continuar a gestão e talvez não teria coragem de fazer o choque de gestão que estamos querendo fazer. Rodrigo vai ter muita dificuldade, porque qualquer tipo de tomada de decisão é de cortar na própria carne.


A senhora já é uma das vozes do governo na Câmara Legislativa. Como vai ser esse trabalho?
Eu acho que vai ser sempre da forma que nós colocamos nosso mandato, sempre para contribuir com a cidade.  Fazer o que é certo, que muitas vezes desagrada as pessoas. A população tem consciência de como estamos pegando o governo. Tenho certeza que a vontade de fazer, o combate à corrupção e a forma como o Rodrigo tem colocado seus pilares do trabalho vão ajudar muito para que nós façamos um governo bem melhor do que o que está aí, é um governo que vai marcar pela gestão, pela transparência. E eu quero fazer parte desse processo. Ajudei a construir esse projeto e quero ajudar para que nossa cidade saia da crise que enfrenta.


Rollemberg vai ter condições de formar uma base sólida o suficiente para aprovar os projetos do governo?
Acredito que sim, dialogando com os deputados. Existe maturidade para isso e pelo fato dele já ter sido parlamentar, acho que isso será possível.


O governo Agnelo teve uma base muito ampla, de 21 deputados, e isso não funcionou bem. O governador eleito aprendeu com essa experiência?
O Rodrigo tem falado em ter uma base mais enxuta, de tentar construir com menos parlamentares e construir com todos tudo aquilo que for bom para Brasília. Não é ideia dele fazer a política do toma lá dá cá. Mas está correto, porque ganhou a eleição com essa proposta, esse projeto político. Acho que conseguirá construir com os deputados, mudando a forma de negociar, trazendo um amadurecimento para o parlamentar. Será positivo para a cidade.


O governo de transição está tendo dificuldades na Câmara Legislativa. Por que isso está acontecendo?
Isso é matemática. Dos deputados que estão lá e ficaram com Rodrigo no segundo turno, são apenas cinco deputados. Então é claro que ele não tem maioria. Mas tem dialogado com todos os deputados. Pontualmente, ele tem tido derrotas e vitórias, o que é absolutamente normal. Agnelo ainda tem a caneta na mão até o fim do ano. Então ainda tem condição de manter a base que criou. Mas Rodrigo tem tido vitórias também. Algumas coisas não saíram como a gente queria, mas são coisas que a gente já vê e faz contas antecipadas, dependendo do tema. Mas ele já está construindo com aqueles que ficam e os que vêm uma futura base.


Pode facilitar o diálogo conseguir eleger o presidente da Câmara. A senhora é candidata?
Acho que está cedo em falar em candidatura. Fiz um compromisso de não tratar esse tema enquanto não resolvermos as votações na Câmara. Os interesses são diversos e as pessoas confundem as estações entre disputas políticas que são absolutamente normais. A gente está tratando com muita tranquilidade. Não quero ser a candidata do Rodrigo, mas sim dos deputados. Isso que traz legitimidade. Estou aguardando também. Temos outros convites e estamos analisando outros convites e vendo o que melhor para o nosso governo.


Já se falou em um blocão que criará dificuldades ao próximo governo. Existem essas articulações, os lados estão claros?
Não. Não acredito que isso vá acontecer para criar dificuldades ao governador. Você imagina como a população vai encarar isso. Estamos começando um governo em um caos total. E o deputado que foi eleito para resolver os problemas já começar o mandato já dificultando a vida do governador, que já enfrentará dificuldades. Acredito que eles podem montar blocos, com toda a legitimidade que os deputados têm. Mas não para tentar dificultar a vida do governador. Se isso acontecer, émuito ruim para os parlamentares que tentarem uma manobra dessas. A população está torcendo para dar certo. Já estamos com tanto problema. Isso não cria um problema. Qualquer que for a presidência da Câmara, com tantos problemas que vamos pegar, ela vai ajudar o governo. Porque a população não vai perdoar a Câmara se ela não fizer isso. Diferentemente de outros momentos, quando o GDF tinha dinheiro para abrir secretarias, conseguir barganhar. O momento é outro, de sacrifício, onde a própria oposição, no caso o PT, tem contribuído com o governo Rollemberg, para ajudar a fechar os problemas que estão aí. É um momento em que vai ser feita uma unidade por Brasília. Acredito que qualquer que for o presidente, ligado ou não ao Rodrigo, ele vai ajudar.


No seu primeiro mandato, a senhora foi uma das poucas vozes de oposição e agora vai fazer parte da base. Qual vai ser a diferença no trabalho?
O nível de responsabilidade é o mesmo. Acho que meu eleitor espera sempre o meu trabalho como uma fiscalizadora, uma pessoa que chama a responsabilidade para si, como sempre fiz. Eu nos últimos dias fiz várias representações para garantir que a gente não pegue os cofres públicos mais arrombados do que já estão. Uma delas é sobre o Fundo Especial da Dívida Ativa e a outra sobre o Centro Administrativa. Eu ainda não senti diferença. Eu continuo fazendo um trabalho muito ligado à fiscalização e quero continuar fazendo. Só muda a forma de atuar, porque você pode fazer um pouco mais quando você é da base, é possível ser mais ouvida. Quando se reclama de algo, dizem que é só porque é da oposição. Mas agora eu tenho a liberdade de dizer o que está errado. Agora me vêem como alguém que quer ajudar o projeto. Brinquei até com a deputada Arlete Sampaio (PT) de que se o Agnelo tivesse me ouvido em pelo menos 50% das minhas colocações, o governo não estaria desse jeito ou talvez ele não teria perdido a eleição. Vários problemas que tivemos foram pontuados por nós, da oposição, e sempre falava. Fui relatora de todos os projetos de reestruturação de carreira de servidores públicos e fiz um discurso sobre isso. Achava que tínhamos que nos preocupar se havia condições financeiras para dar aqueles aumentos. Naquele momento fomos avisados pelo próprio governo que havia recursos para isso. É uma responsabilidade nossa. Estar na base hoje faz a responsabilidade aumentar.


Com uma base mais enxuta, vai ser possível uma independência maior da Câmara em relação ao governo?
Acho que sim. Mas isso é bom até para o governo. Uma dependência da Câmara ao Buriti não mostra que o governo vai ser bom. É um grande equívoco achar isso. Até porque ela não refletiria a vontade de população se falasse amém para tudo. É uma coisa engraçada. O PT pôde contar com a oposição para votar projetos importantes, de créditos, de recursos internacionais. As coisas que foram positivas nós sempre votamos.


Qual é o melhor jeito de pedir a paciência da população nesse primeiro ano de governo?
Eu brinquei sobre a carência de um ano, porque acho que é o tempo necessário para colocar tudo em ordem. Nosso problema não é pontual, mas sim um problema com soluções duríssimas. Ou cortam-se salários ou servidores. É muito difícil tomar essas decisões. Continuar com a folha alta do jeito que se encontra é uma decisão do governo. Não sei qual será a posição do Rodrigo, mas ele deve enxugar a máquina pública, para diminuir contratos, rever valor de preços, atacar e combater corrupção. Um ano é um tempo hábil para arrecadação e fomentar o empresariado, criar programas com o terceiro setor. É um ano de usar criatividade, trazer a população para dentro do governo. Rodrigo usa muito bem a participação popular.


A população vai ter paciência?
É uma boa pergunta (risos). Eu acho que a população não tem tanta paciência para aguardar. Recebo muitas mensagens nas redes sociais com as pessoas falando “tomara que chegue janeiro logo”, já em uma expectativa de que as coisas se resolvam logo no primeiro mês. A gente sabe, por conhecer a máquina e o problema, que em janeiro não haverá problemas resolvidos, mas eles podem ser minimizados. Se a população vai ter paciência, depende de como o governo vai encarar as áreas prioritárias. Como é o caso do problema da saúde, que acarreta mortes e não tem como ser negligente. É preciso tomar providências mesmo, enfrentar a burocracia, priorizar a saúde e trazer a gestão em curto prazo para atender a população. Aí o resto das coisas a população tem um pouco mais de paciência. Mas nem pode ter paciência em relação à saúde. Então é preciso dar uma resposta de imediato. O que temos que fazer é cuidar das áreas que são mais afetadas pela falta de gestão e que causam problemas irreversíveis. Recentemente, três pessoas morreram em um dia por negligência nos hospitais. É preciso haver um plano pronto, no dia primeiro. O mato alto a população reclama e às vezes até fazem mutirão. É o tipo de coisa que a população tem mais tolerância. Mas acho que vamos ter muito problema na educação, porque em janeiro temos a folha do servidores e pagamento de férias. A folha vem com mais um terço porque todos tiram férias ao mesmo tempo. Temos que antecipar esse problema, da falta de dinheiro.



Fonte: Da redação do Jornal de Brasília