quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Pais, combatam a erotização precoce de seus filhos.Não permitam que uma criança tenha contato com o sexo antes da idade adequada!

ATENÇÃO PAIS: "Especialistas questionam a forma de apresentação e os materiais sobre diversidade sexual adotados nas escolas"

Sexualidade e crianças: quais os limites?

Especialistas questionam a forma de apresentação e os materiais sobre diversidade sexual adotados nas escolas e expõem as consequências do contato precoce com eles


Atualmente, fala-se muito em combater a erotização precoce para que ela não desencadeie o contato da criança com o sexo antes da idade adequada e influencie o seu desenvolvimento natural. 

A sexualidade é um tema abordado em toda parte: nas músicas, na televisão, na moda. Mas é no ambiente escolar que, de alguns anos para cá, o tema vem ganhando força. Na escola, a educação sexual se tornou obrigatória pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996. O que se tem questionado ao longo dos anos é até que ponto se deve permitir esse ensino para que o desenvolvimento da criança não seja afetado.

De acordo com o procurador regional da República Guilherme Schelb, especialista em segurança pública e palestrante sobre direitos humanos, toda criança e adolescente tem direito à informação sobre sexualidade, “desde que não estimule a erotização precoce, mas que a ajude em escolhas seguras, inclusive evitando possíveis abusos e explorações”.

Para a pedagoga e educadora Damares Alves, hoje a metodologia de ensino é defendida pelos que acreditam que ela combata a discriminação ao homossexual. “Existe no governo um Plano Nacional de Cidadania LGBT que estimula materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual. Porém, o conteúdo que se vê muitas vezes é chocante para a idade a que é apresentado”, declara.

Ela afirma que, dependendo da forma como o professor fala do conteúdo para a criança, pode despertar a sexualidade cada vez mais cedo. “É possível fazer nas escolas um trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das crianças e sem destruir a imagem da família”, completa.



Metodologia de ensino
Damares afirma que há diversas situações inadmissíveis que chegam ao seu conhecimento, inclusive a existência de materiais que abordam a sexualidade para crianças de 2, 3 anos, com o pretexto de combater o preconceito. Em Nilópolis, no Rio de Janeiro, encontramos um livro que trazia quatro homens tendo relações sexuais juntos. Em outro caso, soube de um pai que ficou chocado ao descobrir que o material distribuído na escola da filha propunha que ela beijasse três meninos e três meninas para depois relatar as sensações obtidas em uma redação. Isso não é combate à homofobia”, atesta.


Outro exemplo apresentado por Damares foi o de uma professora que flagrou um menino de 3 anos fazendo sexo oral em um colega da mesma idade. “Sem saber o que fazer, a professora foi até a direção para receber orientação. A diretora disse que não deveria intervir porque ela poderia ser vista como homofóbica. Mas, se o caso envolvesse uma menina e um menino, será que a diretora não iria dizer que seria muito cedo pra isso?”, questiona.


A pedagoga também chama atenção para um desenho animado, recomendado no portal do MEC. No portal do professor, é possível ver que o desenho é indicado para ser discutido sob a temática “Diversidade sexual na escola: reconhecê-la e superar preconceitos”, mas Damares questiona o conteúdo da animação, que começa com um menino fazendo masturbação e, em seguida, descobre que é homossexual. “Para falar de preconceito para uma criança de 6 anos, não preciso falar de masturbação”, diz.


Fragilidade psicológica
Guilherme Schelb, que também é mestre em direito constitucional e coordenador do Programa Proteger, diz que a Constituição Federal reconhece a fragilidade psicológica de crianças e adolescentes. “O artigo 220 ordena que seja realizada uma classificação indicativa de programas de rádio e televisão e até anunciantes de serviços e produtos impuseram limites em propagandas, reconhecendo que crianças podem ser abusivamente corrompidas em sua formação psicológica. Então, apresentar questões sobre sexo também é um abuso”, defende.



A psicóloga Marisa Lobo ressalta que a criança em formação está construindo seu papel na sociedade e, quando se discute em sala de aula comportamentos que envolvem a sexualidade, pode-se gerar um conflito interno nos pequenos. “Estão desconstruindo os papéis social e sexual do homem e mulher com o discurso de que isso acaba com o preconceito. No entanto, com essa metodologia, teremos crianças que pularão as etapas do seu desenvolvimento. A questão não é falar sobre a existência das diferenças, mas conflitar a sexualidade e despertar para o sexo em uma fase em que, na verdade, deveriam estar brincando”, justifica.
 

A educadora infantil Patricia Rodrigues é uma das professoras que não concordam com a abordagem da sexualidade de forma explícita, principalmente para crianças pequenas. Ela não aceitou trabalhar com um dos livros sugeridos pelo MEC para discutir o assunto em uma sala de aula com crianças de 4 anos. 



Para ela, menores de 12 anos não têm maturidade para receber informações que possam gerar conflitos. “Dependendo do que é ensinado pelos professores, o assunto pode entrar em contradição com o que foi dito pelos pais, além de despertar uma curiosidade precoce, que irá até gerar traumas futuros.”



Conflitos na infância
Alan Augusto Souza Viana, de 22 anos, teve contato com o sexo aos 7 anos com outras crianças e adolescentes. Isso fez com que ele tivesse um desenvolvimento sexual precoce que atrapalhou sua infância, se sentisse rejeitado e se tornasse uma criança com conflitos internos. Dentre as inúmeras consequências, ele ressalta a depressão e a dificuldade de se relacionar com o outro. “Fui prejudicado psicologicamente, me sentia rejeitado, com confusão de sentimentos. Isso também afetou minha vida familiar e social.”




Alan fala que o contato com a sexualidade lhe trouxe experiências que o impediram de ter uma infância como a dos outros meninos. “Perdi parte da minha infância e minha identidade foi a primeira a ficar confusa. Vivi muitos anos sem saber o papel que ocupava na sociedade.”


De acordo com o Conselho Federal de Psicologia, os primeiros 12 anos de vida da criança são fundamentais para o desenvolvimento de suas estruturas psíquica e física e de suas habilidades. É uma fase de maior vulnerabilidade, que demanda proteção especial em um ambiente seguro, acolhedor e propício ao desenvolvimento de suas potencialidades. “Crianças precisam ser protegidas, amadas, cuidadas. As diferenças físicas devem ser ensinadas para as crianças desde a mais tenra idade. Isso é construção da sexualidade saudável”, reforça a psicóloga Marisa Lobo.


Muito além do material
Atualmente, a escola é um local em que a criança passa muitas horas do dia. Os pais deixam os filhos certos de que lá receberão orientações que os influenciarão em sua formação. Contudo, muitos pais desconhecem o ambiente que elas frequentam.



Sabendo da necessidade de estar atenta a isso, Celina Monteiro, mãe de uma menina de 4 anos, ao matricular sua filha na escola, quis saber qual seria o material usado e conhecer as instalações. Quando soube da recente resolução governamental que recomenda o uso de banheiros unissex para meninas e meninos ficou indignada. “Não é um combate ao preconceito, pois não pensaram nas meninas. Como elas vão frequentar um banheiro em que um homem poderá entrar?”


Celina se referiu à Resolução 12/2015, que garante o uso de banheiros e vestiários segregados, de acordo com a identidade de gênero. Na prática, a recomendação é de que meninos que se autoafirmem homossexuais podem frequentar banheiros de meninas e vice-versa. “Já vimos casos de homens fingindo serem homossexuais para entrar no banheiro de mulher. E se isso acontecer com uma criança? Minha preocupação é expor as meninas a esse contato”, alega a educadora Damares.


Para o advogado, procurador regional do Estado em Brasília e fundador do movimento Escola Sem Partido, Miguel Nagib, essa resolução não tem força de lei. “É um ato manifestamente ilegal, contrário à Constituição Federal e ninguém é obrigado a obedecê-lo”, explica. Ou seja, a escola que impor essa demilitação de espaço poderá responder civilmente pelos prejuízos que vier a causar.


Formação moral e sexual
Nagib diz que a Convenção Americana dos Direitos Humanos – que é um tratado internacional assinado pelo Brasil e que tem força de lei – garante aos pais o direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. “Para prevenir possíveis abusos, os pais podem notificar extrajudicialmente os professores para que eles se abstenham de adotar qualquer prática que possa comprometer a orientação ou o amadurecimento do seu filho e o desenvolvimento de sua personalidade.”



Já Schelb ressalta a importância de se respeitar a vulnerabilidade das crianças em crescimento. “Não é uma questão moral ou religiosa. É uma questão de respeito à constituição, às leis e à condição especial de indivíduos que merecem proteção especial e prioritária.”


Portanto, para os especialistas, não é preciso abordar o tema sexualidade com material pedagógico que explore a prática pelas crianças ainda em desenvolvimento. Independentemente da estrutura familiar, os pais devem manter o diálogo para esclarecer as curiosidades sexuais de cada fase, usando métodos de acordo com os seus valores morais.



 Sexo ou gênero?
Os especialistas entendem que alguns meios estão cada vez mais sendo usados para impor a ideologia de gênero nas escolas, travestida de combate ao preconceito.


Em 2014, o Congresso Nacional havia retirado do Plano Nacional de Educação (PNE) todas as menções ao termo “Ideologia de Gênero”. Mas, em 2015, o assunto voltou a ser bastante discutido nos municípios. “No Plano votado e sancionado pela Presidência o termo foi retirado. Entretanto, nas Câmaras e Assembleias Legislativas parece que assistimos a uma inversão daquela preocupação dos primeiros filósofos da democracia moderna. Como pode um tema totalmente rejeitado pela PNE ser debatido?”, defende o deputado federal Antonio Bulhões (PRB, ao lado).


Para a pedagoga Damares Alves, o termo nega a própria existência humana. “Essa ideologia diz que nós devemos ser orientados pelo que sentimos e não pelo sexo biológico com que nascemos. Mas, se a gente inibir o instinto materno da menina e o instinto guerreiro do menino, nós estaremos construindo uma geração de malucos”, enfatiza.


O procurador Guilherme Schelb afirma que essa ideologia concede autonomia de vontade sexual a crianças. “É romper na mente delas a ideia de sexo feminino e masculino vinculada ao comportamento de homem e mulher”, esclarece.


Além de resoluções envolvendo identidade de gênero, o deputado Antonio Bulhões ressalta que há centenas de projetos de lei em tramitação que direta ou indiretamente ameaçam a família. Um deles é o 5002/2013, que autoriza não somente adultos fazerem a cirurgia de mudança de sexo pelo SUS como também crianças e adolescentes. “Com essa medida, se os menores não obtiverem o consentimento dos pais para a cirurgia, será dada permissão via Defensoria Pública, retirando totalmente o pátrio poder dos pais”, esclarece.

FONTE: http://www.universal.org/noticia/2015/07/26/sexualidade-e-criancas-quais-os-limites-33679.html

 

ADHT:DefesaHetero.org




Nossa logomarca

Comentário

Já viram judiação maior do que aquele garotinha dançando como um prostituto mirim na ultima parada gay?E as autoridades responsáveis pela proteção à infância e à juventude não fazem nada a respeito! AnonimoB71RQb1

"Semântica do crime", por Merval Pereira

 

O Globo

A condenação do presidente da empreiteira OAS Leo Pinheiro a 16 anos de prisão pode ter o condão de consolidar as investigações da Operação Lava-Jato, pois o executivo, que está sendo pressionado por sua família para fazer uma delação premiada, agora tem pouco tempo para a decisão.


Condenado em primeira instância pelo Juiz Sérgio Moro, ele agora terá reduzidos os privilégios que teria caso tivesse colaborado anteriormente. De acordo com o artigo 4º, § 5º, da lei 12.850, de 2 de agosto de 2013, " Se a colaboração for posterior à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou será admitida a progressão de regime ainda que ausentes os requisitos objetivos.  


Aliás, essa questão semântica (delação ou colaboração premiada?) que não foi obstáculo para pelo menos 20 dos acusados que já fizeram acordos com o Ministério Público, é um problema para alguns dirigentes de grandes empreiteiras, entre eles Marcelo Odebrecht e o próprio Leo Pinheiro, que ainda resiste devido ao receio de ser considerado um traidor.


A lei original de 3 de maio de 1995, cujo relator foi o atual vice-presidente Michel Temer e nasceu de um requerimento do deputado federal Miro Teixeira, falava de “colaboração” no seu artigo 6º, assim redigido originalmente: “Nos crimes praticados em organização criminosa, a pena será reduzida de uma dois terços, quando a colaboração espontânea do agente levar ao esclarecimento de infrações penais e sua autoria.”


A lei foi revogada por outra de, 2013, sancionada pela presidente Dilma, que manteve a expressão “colaboração”. O deputado Miro Teixeira acha que o termo “delação premiada” tem o objetivo de desqualificar a colaboração de quem se dispõe a ajudar o esclarecimento de crimes, o que só ajuda os criminosos.  




A legislação, que teve início, portanto, há 20 anos, foi o começo da modernização do combate a crime organizado e tinha a seguinte disposição: “Dispõe sobre a utilização de meios operacionais para a prevenção e repressão de ações praticadas por organizações criminosas”. Ela trata também de infiltração em quadrilhas, escutas telefônicas, e outros tipos de ações.


Ao lado da colaboração premiada, existe o acordo de leniência, que foi objeto de análise do juiz Sérgio Moro na sentença de condenação dos executivos da OAS. Para o juiz, "talvez sejam eles (os acordos) a melhor solução para as empresas considerando questões relativas a emprego, economia e renda".

Moro usou a sentença contra a OAS para enfrentar os que acusam a Operação Lava-Jato de estar prejudicando a economia, como fizeram a presidente Dilma e o ministro Mercadante que atribuíram uma supressão de 1% do PIB aos efeitos da operação. 



"Para segurança jurídica da empresa, da sociedade e da vítima, os acordos deveriam envolver, em esforço conjunto, as referidas entidades públicas e incluir necessariamente o afastamento dos executivos envolvidos em atividade criminal (não necessariamente somente os ora condenados), a revelação irrestrita de todos os crimes, de todos os envolvidos e a disponibilização das provas existentes (não necessariamente somente os que foram objeto deste julgado), a adoção de sistemas internos mais rigorosos de compliance e a indenização completa dos prejuízos causados ao Poder Público (não necessariamente somente os que foram objeto deste julgado)". 


A análise do juiz Sérgio Moro, embora se refira apenas à OAS, se encaixa com mais perfeição ainda a empreiteiras maiores, como a Andrade Gutierrez, e, sobretudo, a maior de todas, a Odebrecht: "Como consignei anteriormente, a OAS, por sua dimensão, tem uma responsabilidade política e social relevante e não pode fugir a elas, sendo necessário, como primeiro passo para superar o esquema criminoso e recuperar a sua reputação, assumir a responsabilidade por suas faltas pretéritas".



É muito provável que as grandes empreiteiras sigam o caminho da Camargo Correia e façam acordos de leniência com o CADE e o Ministério Público, aceitando admitir erros, rever seus procedimentos, assumir regras mais rígidas de compliance e pagar altas somas em multas. Essas multas, aliás, seriam muito bem vindas aos cofres combalidos da União.


A colaboração premiada, que ajudaria a reduzir as penas dos dirigentes presos, depende agora de um convencimento de que se trata de uma ação para recuperar a credibilidade da empresa diante da sociedade, e não uma traição a códigos de conduta que podem estar nos princípios e valores dessas grandes empreiteiras multinacionais, mas não se referem a crimes a que foram forçados pelo esquema político montado pelo governo, como frisam quando se referem aos acontecimentos não como cartel, e sim como achaque.

Postado por às

Desesperado, PT convoca suas hordas para o dia 20 de agosto.


A nota da comissão executiva do partido totalitário foi redigida com velhos jargões e mentiras deslavadas. Quem não está com o PT é "conservador", "antidemocrático" e por aí vai. Ah, sim, os patifes se acham "democráticos" e "populares" - linguagem que lembra o mundo pré-1989. Vamos ver quantos pelegos vão pra rua depois da gigantesca manifestação democrática de 16 de agosto:


Os ataques ao Partido dos Trabalhadores, ao ex-presidente Lula e ao governo da Presidenta Dilma, não escondem seus propósitos conservadores e antidemocráticos, exigindo uma reação imediata do nosso partido e do campo democrático e popular.

Diante da gravidade do momento político e da ofensiva da direita contra as liberdades democráticas e os direitos humanos, políticos e sociais, o PT conclama o engajamento nacional da militância petista no calendário de mobilizações em defesa da democracia, das reformas estruturais e por mudanças na política econômica.

O Partido dos Trabalhadores apoia e orienta a participação dos petistas na mobilização unitária dos movimentos sociais e partidos de esquerda no próximo dia 20 de agosto e as iniciativas de constituição, nos estados e nacionalmente, de uma frente democrática e popular.

Brasília, 04 de agosto de 2015.

Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores
2 comentários

Cúpula da OAS condenada por corrupção, lavagem e organização criminosa.


Não esquecer que Léo Pinheiro, que se calou em depoimento, é amigão do tiranete Lula. Tomou 16 anos de prisão:

A Justiça Federal condenou a cúpula da OAS por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato. José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, e Agenor Medeiros foram condenados a 16 anos e 4 meses de reclusão.
Os executivos Mateus Coutinho de Sá Oliveira e José Ricardo Nogueira Breghirolli pegaram onze anos de reclusão e Fernando Stremel foi condenado a quatro anos de reclusão.
Os delatores Paulo Roberto Costa , ex-diretor da Petrobrás, e Alberto Youssef, doleiro, também foram condenados.
A OAS é a segunda empreiteira condenada na Lava Jato. Em 20 de julho,executivos ligados à Camargo Corrêa foram condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Na sentença em que condena os dirigentes da OAS, o juiz federal Sérgio Moro destaca que “a prática do crime corrupção envolveu o pagamento de R$ 29.223.961,00 à Diretoria de Abastecimento da Petrobrás, um valor muito expressivo”.
Segundo a sentença, um único crime de corrupção envolveu pagamento de ceca de R$ 16 milhões em propinas. Moro fixou o regime fechado para o início de cumprimento da pena dos executivos da OAS. (Estadão).
2 comentários

Jornalistas corruptos, ambientalistas corruptos, ninguem mais tem vergonha na cara, não?Até agora, apareceu apenas o imundo site Brasil 247, mas é só investigar um pouco mais e muito chapa branca vai aparecer na lista das propinas. A Lava Jato vai lavar também os jornalistas vagabundos.

Esgotosfera petista na mira da Lava Jato. Haja raticida!

Até agora, apareceu apenas o imundo site Brasil 247, mas é só investigar um pouco mais e muito chapa branca vai aparecer na lista das propinas. A Lava Jato vai lavar também os jornalistas vagabundos. Texto de Augusto Nunes na Veja.com:


Está pronta para sair do forno da Câmara uma CPI dos Crimes da Internet, proposta pelo deputado Sibá Machado, líder da bancada do PT. Como essa raridade da fauna amazônica ainda não foi devassada pela ciência, ignora-se o que pretendia o parlamentar do Acre ao disparar o tiro no pé: comandada pela maioria antigovernista, a comissão não poupará a máquina montada pelo governo para insultar adversários, louvar incompetentes e absolver criminosos.

A rajada da Lava Jato que inundou o porão do site Brasil 247 (podem chamar de 171 que ele atende) acabou precipitando a dedetização da esgotosfera, um amontoado de cortiços infestados de ex-jornalistas que prosperam como comerciantes de textos e “eventos” de quinta categoria. Apresentam-se como “blogueiros progressistas”. São apenas canalhas. E os mais notórios, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, encaixam-se no perfil do meliante capturado pela Polícia Federal.

Todos foram editores de economia ou diretores de publicações especializadas em assuntos econômicos. Todos perderam a pouca vergonha para ganhar muito dinheiro. Todos se tornaram esquerdistas desde criancinha assim que o lulopetismo chegou ao poder. Todos são financiados por empresas estatais. Todos enriqueceram com “seminários” patrocinados pela Petrobras e pela Caixa Econômica Federal. Por tudo isso e muito mais, todos merecem cadeia.
1 comentários

Rejeição a Dilma supera a de Collor em 1992: 66% defendem o impeachment.



Não sabe
20
4 e 5.ago.15
40
60
Sim, deveria
Não deveria
Não sabe
Pesquisa Datafolha não deixa dúvidas: ninguém mais suporta o incompetente e corrupto governo petista. Dilma faria um grande favor ao país e à democracia se abreviasse a desgraça de seu mandato através da renúncia. Se não o fizer, virá o impeachment. Haja panelaço hoje à noite; todos nas ruas no dia 16 de agosto. Será a festa da democracia:


Com 71% de reprovação, a presidente Dilma Rousseff (PT) superou as piores taxas registradas por Fernando Collor (1990-92) no cargo às vésperas de sofrer um processo de impeachment, mostra pesquisa Datafolha feita entre terça e esta quarta-feira (5).

No levantamento anterior, realizado na terceira semana de junho, 65% dos entrevistados viam o governo Dilma como ruim ou péssimo.
O grupo dos que consideram a atuação da petista ótima ou boa variou para baixo, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados pelo Datafolha mantinham essa opinião. Agora, são 8%.

O cenário piorou para a presidente Dilma também no que diz respeito a um eventual pedido de impeachment.

Questionados se o Congresso deveria abrir um procedimento formal de afastamento, 66% dos entrevistados disseram que sim. No levantamento anterior, realizado em abril, eram 63%.

Também aumentou a quantidade de pessoas que acham que ela será retirada do cargo, independentemente de suas opiniões sobre um eventual processo de impeachment. Em abril, 29% diziam que a presidente seria afastada do Planalto. Agora, 38% disseram achar que Dilma sofrerá um impeachment.

Os números registrados pelo Datafolha na pesquisa desta semana são os piores desde que o instituto iniciou a série de pesquisas em âmbito nacional, em 1990, no governo Fernando Collor.

O atual senador pelo PTB-AL, investigado na Lava Jato, era até agora o recordista de impopularidade na série do Datafolha, com 9% de aprovação e 68% de reprovação na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992.

Dilma, dessa forma, passa a ser a presidente com a pior taxa de popularidade entre todos os eleitos diretamente desde a redemocratização.
As pesquisas Datafolha do período do governo José Sarney (1985-1990) eram feitas em dez capitais. Incomparáveis, portanto, com as seguintes. Nesse universo, Sarney registrou 68% de reprovação em seu pior momento, em meio à superinflação.

REGIÕES
A reprovação à presidente Dilma Rousseff é homogênea em relação às regiões do país, com índices em patamares semelhantes em todas elas.

Nos locais em que seu partido, o PT, costuma ter mais reprovação, a presidente registrou taxas levemente piores. A maior taxa de reprovação foi registrada na região Centro-Oeste, 77%. No Sudeste e no Sul, 73% dos entrevistados disseram que o governo é ruim ou péssimo.

Mesmo no Nordeste, região do país onde o PT costuma ter melhor desempenho eleitoral, a aprovação de Dilma é baixa. Apenas 10% dos consultados pelo Datafolha afirmaram que o governo é ótimo ou bom. Outros 66% entendem que a administração é ruim ou péssima.

As taxas apuradas pelo Datafolha em relação à questão do impeachment também são consistentes independentemente da região do país.

No Centro-Oeste, 74% acreditam que o Congresso deveria fazer tramitar um pedido de afastamento. Sul e Sudeste registram 65%. No Nordeste, o percentual é maior, porém dentro da margem de erro, com 67%.

Também não há diferença relevante em relação a idade ou o sexo dos entrevistados. Os resultados tanto entre homens como entre mulheres repetem o percentual de reprovação geral, de 71%.

Dilma tem reprovação levemente inferior entre pessoas com mais de 60 anos (68%). Os resultados das outras faixas etárias variam pouco, sempre dentro da margem de erro.

O Datafolha entrevistou 3.358 pessoas com 16 anos ou mais em 201 municípios nas cinco regiões do país.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança do levantamento é de 95% –se fossem realizadas 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estariam dentro da margem de erro em 95 ocasiões. (Folha).

(Excelente texto!) Brasileiro é tão tolinho.


Diario do Poder
Glauco Fonseca


Eu sempre digo para meus filhos que confiem apenas nas únicas duas coisas que não mentem. A primeira delas eu aprendi na série CSI: As evidências.  Uma testemunha pode mentir ou se enganar. Alguém diz que viu uma coisa, mas pode ter visto outra. Pessoas mentem, se enganam. A cena de um crime pode ser ajeitada, mas o DNA não. Nem os números, as contas, as máquinas de calcular e a matemática (esta, a segunda fonte da verdade). Um mais um é dois e continuará sendo. Números falam a verdade e, quando somados às evidências, acabam com qualquer farsa.


Já confiar nas pessoas é sempre um risco e não tem sido saudável confiar em algumas. Entregamos, por exemplo, o governo federal a um torneiro mecânico e sindicalista que afundou o país em dívidas, corrupção e está enroladíssimo ele próprio num sem-número de denúncias. Ele tinha dois ministros que haviam sido sequestradores, um ministro que havia sido terrorista e fazia parte de assaltos a bancos. Um outro membro da turma do presidente foi delator no Araguaia, um outro tinha apelido de Land Rover. Uma ministra virou presidente e essa turma toda teve total confiança dos brasileiros.
Portanto, na maior das boas-fés, confiamos em terroristas, ladrões, assassinos.


Até num pedófilo confiamos (segundo sugerido no capítulo 16 do Livro Assassinato de Reputações, de Romeu Tuma Jr.). Fizemos o elogio dos que lutaram contra a ditadura, acreditamos em muitos deles, achando que devíamos a eles a nossa democracia e nosso estado de liberdades, de direitos e deveres. Tornamo-los ministros, presidentes de estatais, senadores, deputados e governadores. Tudo na melhor das intenções, pensando que ninguém seria capaz de comandar nosso país melhor do que eles.


O resultado está aí: recessão profunda, inflação crescente e emprego em queda. Indústria nacional sucateada e pouco competitiva. Corrupção aos borbotões, Petrobrás destruída, fronteiras osmóticas à passagem de drogas e armas, conluios com o que há de pior no planeta em termos diplomáticos. Peleguismo, preguiça, incompetência. Eis os resultados.


Agora, vamos a um papo franco, de pé de orelha: Elegemos um bando de quadrilheiros e queríamos o quê? Colocamos José Dirceu como Ministro Chefe da Casa Civil, com promessa de ser o sucessor de Lula, ele é preso e lá colocamos Dilma Vana, a terrorista e queríamos o quê? Dilma vira presidente e Erenice Guerra vira ministra. Queríamos o que em termos de resultados para uma nação? E não chegamos ainda ao fundo do poço. Pimentel era ministro e virou Governador. Queremos o quê?


Tomara que tenhamos aprendido a lição: as evidências não mentem. Nem a matemática. Se na casa da gente é difícil entrar uma funcionária que tenha furtado uma banana na quitanda, se na nossa empresa não deixamos entrar nem motoboy de capacete, como é que colocamos bandidos de mãos dadas, “camaradas de armas” para governar nosso país?


Será que um dia vamos aprender que lugar de bandido é na cadeia e não nos Palácios da República?

Após a reintegração da área DF tem 180 dias para apresentar projeto ou plano ambiental para a orla Questão foi suscitada por associação, que teme pela segurança


Diário do Poder
 
Publicado: 04 de agosto de 2015 às 10:25 - Atualizado às 10:27

Questão foi suscitada por associação, que teme pela segurança (Foto: Divulgação)
O juiz da Vara do Meio Ambiente do DF deu prazo de 180 dias para que o Distrito Federal e o Instituto Brasília Ambiental - IBRAM apresentem um projeto ou plano ambiental de conservação e uso do entorno do Lago Paranoá, após a reintegração da área pública invadida por moradores da região. A questão foi suscitada pela Associação dos Amigos do Lago Paranoá, que teme pela segurança no local.


Segundo a decisão do magistrado, o DF terá o mesmo prazo para informar também sobre o plano de estruturação da segurança que será implementada na área a ser entregue à população. O juiz deixou bem claro, que esses planos não são condições para os demais atos da desocupação da área, já definida em sentença de 1ª Instância, transitada em julgado, e cujos termos de execução foram homologados por acordo judicial (TAC) firmado entre o MPDFT e o DF.


“É evidente que a falta desse plano está longe de constituir-se em fonte de direito às pessoas que se apropriaram da área pública. A alegação de que há no DF um "costume" (melhor seria dizer "vício") de se invadir área pública não torna a invasão legal, nem mesmo lícita. Não é qualquer costume que é fonte de direito, mas apenas o que se costuma chamar de "bons costumes" - os maus costumes, exatamente por serem maus, devem ser repelidos, e não disseminados ou consolidados.


Em suma, a ilegalidade ou os maus costumes não podem ser parâmetros de isonomia. Logo, deve ficar claro que a necessidade da elaboração do plano ambiental de conservação do bem público, inclusive das áreas que estão atualmente ilegalmente assenhoreadas por particulares - e que, espera-se, ainda haverão de ser restituídas ao seu proprietário, o povo, até mesmo em respeito à soberania do poder popular, inerente ao estado democrático de direito - não se constitui em reconhecimento de qualquer óbice a que os órgãos de exercício do poder de polícia cumpram sua obrigação legal ora consolidada em decisão judicial”, enfatizou o magistrado. (TJDFT)

Carlos Chagas-- SUCESSÃO OU SECESSÃO?


Diário do Poder
Não há hipótese de Executivo e Legislativo continuarem em conflito até o fim do ano. Nem até o fim do mês, quanto mais ao final dos mandatos de seus titulares, daqui a três anos e cinco meses. Muito antes disso o país estará posto em frangalhos, com um Poder engolindo o outro como na velha piada em que de noite um cidadão colocou dois grilos numa caixa de fósforos , imaginando que na manhã seguinte estaria vazia, já que um comeria o outro. Ignora-se apenas que segmento nacional restará por último, depois da canibalização dos demais. Militares? Igreja Católica e Igrejas Pentecostais? 


Empresariado ou centrais sindicais? Crime organizado, com os traficantes à frente? Agronegócio ou latifúndio? Ministério Público, Judiciário ou Polícia Federal? Multinacionais ou intelectualidade universitária?


Quem quiser que opine, mas pela primeira vez desde a chegada dos portugueses, com breve e limitado interregno dos holandeses, a unidade nacional encontra-se em xeque. Para sorte nossa, jamais tivemos governadores tão medíocres e incompetentes, caso contrário a secessão estaria na rua, muito antes da sucessão.



A Federação faz tempo tornou-se uma ficção, na medida da fraqueza dos Estados, mas como a União se esfacela, sobrará o quê? Um aglomerado de forças incapazes de atuar em uníssono. No máximo, cada município se tornará independente, com moeda própria, passaporte e forças armadas.


O triste nessa história de horror é não haver saída nem milagres. Desapareceram os salvadores da pátria, que só conturbariam o processo se aparecessem agora. Sequer sobrou o Lula, última das desesperanças a mergulhar nas profundezas. Das promessas imaginadas e imaginárias, ninguém emerge.


DEVOLUÇÕES FAJUTAS
Dos lados da Operação Lava Jato delatores prometem devolver à Petrobras 247 milhões de reais roubados da empresa. Outros bandidos já teriam entregue 296 milhões. Esse gesto deveria servir para agravar suas penas, pois se roubaram tanto, muito mais continuará em poder de amigos e familiares.  

O ideal para o poder publico seria confiscar-lhes todo o patrimônio, até os chinelos.

Consequencias da liberação do porte de armas.Terceiro caso nos EUA Atentado deixa um morto e ao menos um ferido em cinema


Suspeito morreu após troca de tiros com a equipe da SWAT
Publicado: 05 de agosto de 2015 às 17:00 - Atualizado às 17:03


Suspeito morreu após troca de tiros com a equipe da SWAT
Um homem armado com uma pistola e uma machadinha atacou pessoas em uma sala de cinema nos Estados Unidos e foi morto após troca de tiros com a SWAT. De acordo com Don Aaron, porta-voz da polícia, o homem começou o ataque durante a exibição do filme Mad Max em  e feriu uma pessoa com a machadinha.

Aaron explicou que o Corpo de Bombeiros ainda está atendendo outras pessoas com ferimentos leves causados pela correria. Três pessoas receberam tratamento para combater os efeitos do spray de pimenta usado pelo atirador. O homem carregava duas mochilas que ainda estão sendo periciadas pela polícia.

Esse é o terceiro caso nos Estados Unidos. Em 2012, um jovem de 24 anos invadiu a estreia do filme Batman - Cavaleiro das Trevas em Aurora, no estado do Colorado, matou 12 pessoas e feriu outras 59. Na semana passada, um homem de 59 anos matou duas mulheres e se suicidou em um cinema da cidade de Lafayette, em Louisiana.
Comentário

Segundo declaração feita pelo próprio Obama, a permissão de porte de armas nos EUA matou mais pessoas em um ano do que o ataque às Torres Gemeas. Vamos continuar defendendo a lei do desarmamento no Brasil. Anonimo





Secretário-geral do Solidariedade quer contar podres do partido

Diário do Poder
Solidariedade
Dirigente topa contar ‘tramoias’ do Solidariedade

Publicado: 06 de agosto de 2015 às 00:01 - Atualizado às 09:57


Ex-deputado João Caldas (e), Tiago Cedraz (c) e Luciano Araújo (d), todos do Solidariedade.
O ex-deputado federal João Caldas (AL), secretário-geral do partido Solidariedade, afirmou ontem que está disposto a testemunhar e contar tudo o que sabe sobre as “tramoias” que diz terem ocorrido na área financeira da agremiação presidida pelo deputado Paulinho da Força (SP). O tesoureiro nacional do Solidariedade, Luciano Araújo, é primo do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz.

O empreiteiro Ricardo Pessoa disse à força-tarefa que deu R$ 1 milhão Luciano Araújo destinados a Tiago Cedraz, a quem pagava mesadas.

Tiago Cedraz, filho do presidente do TCU, chefia o jurídico do partido. Foi alvo de recente mandado de busca e apreensão na Lava Jato.

Procurados, tanto Paulinho da Força quanto Luciano Araújo se recusaram a responder às acusações do secretário-geral do SD.

A declaração de João Caldas abre um racha no Solidariedade, além do filho dele, JHC, ter comportamento independente da bancada federal. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

Cunha e ajuste são alvo de protesto do dia 20


Liderada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a coalizão de entidades dos movimentos sociais e de partidos de esquerda escolheu o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o ajuste fiscal do governo como alvo de um ato político marcado para o dia 20, na Avenida Paulista, em São Paulo.


Dois partidos (PC do B e PSOL) e 21 entidades levarão para as ruas os motes "Fora Cunha" e "Contra a direita e o ajuste fiscal". Sem citar o nome da presidente Dilma Rousseff, o manifesto, cujo texto foi finalizado na terça-feira, 4, diz que a política econômica do governo "joga a conta nas costas do povo" e pede que "os ricos paguem pela crise".


Apesar do tom, o foco do movimento não é o Palácio do Planalto. Segundo organizadores, a ideia é fazer um contraponto às manifestações pelo impeachment da presidente marcadas para o dia 16 - e que, desta vez, contam com o apoio formal do PSDB. "Diante dos ataques, a saída será pela mobilização nas ruas, defendendo o aprofundamento da democracia", diz o documento.


Sobre Cunha, as entidades dizem que o parlamentar representa "o retrocesso e um ataque à democracia". Afirmam, ainda, que o peemedebista "transformou a Câmara dos Deputados numa Casa da intolerância e da retirada de direitos".


Além do ato do dia 20, os movimentos sociais marcaram uma série de protestos a partir do dia 7. Nessa data, as entidades vão acompanhar uma ação promovida pelo PT em frente ao Instituto Lula em defesa do ex-presidente, em São Paulo. Na semana passada, o local foi atingido por um artefato explosivo. Por meio de nota, o PT disse ter sido alvo de um "ataque político" contra seu prédio-sede.


Já no dia 16, data dos protestos convocados pelos grupos anti-Dilma, parte das entidades dos movimentos sociais fará uma vigília em frente à sede do instituto para evitar eventuais tentativas de depredação. Os petistas temem que o local seja alvo dos manifestantes favoráveis ao impeachment de Dilma.

Os organizadores da agenda do dia 20 também prometem protestar contra a terceirização, a redução da maioridade penal e a "entrega do pré-sal às empresas estrangeiras". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília
 
 
8 Comentários

Chacall Originall

Inversão de valores. Manifestantes defendendo governo dos escândalos roubos das estatais são pessoas da mesma laia. Quem é contra Eduardo Cunha não pode defender o governo da corrupção e da recessão econômica, do desemprego e inflação. Ataque político não passa de arranjo caseiro pra esconder a kagadas do governo. Forças armadas!! Faça intervenção pra salvar nosso país!! vocês estão vivos, ou está faltando alguém pra fazer o enterro. Querem moralizar façam o impeachment.
1 Gostei0 Não gostei
j.diass

Estes petralhas sao mesmo uns caras de pau. Estao culpando o povo pelo roubo que eles cometeram e a Policia Federal por ter investigado. Olhem so a artimanha destes bandidos. Cunha, vamos botar estes corruptos na cadeira custe o que custar. Quem se contenta com pao com mortadela para manifestar nunca vai conhecer o sabor da labuta honesta.
4 Gostei1 Não gostei
Antonio Afonso Parreira Afonso

Querem apostar que o PT vai destruir o Instituto do Lula pra ser fazer de vítima? É bom os manifestantes botarem as barbinhas de molho.
3 Gostei0 Não gostei
kika

Sempre achei que o MST é na sua maioria uma cambada de TUNANTES que não quer nada com trabalho. Porém ontem fiquei estarrecida, li uma frase que diz: Reforma agrária na Lei ou fora da Lei, isso é slongan de escroques. Se todos trabalhassem, teriam terra, casa, comida e etc.
0 Gostei0 Não gostei
kika

O Presidente da Câmara vai pelo mesmo ralo do DIRCEU, e não tem STF ou Lewandowski que o salve, porque ele é tão TORPE quanto qualquer um citado na operação lava-jato. Cunha a farinha que vc está espalhando no ventilador já está bem pertinho do ignóbil Presidente da Câmara.
0 Gostei2 Não gostei

Lá, como aqui.Cristina defende acusado de tráfico e reajusta aposentadorias antes de primária


A presidente Cristina Kirchner usou a cadeia nacional nesta quarta-feira para anunciar um aumento de 12,49% aos aposentados e defender o número 2 de seu governo, alvo de denúncia de envolvimento com o narcotráfico. 
O chefe de gabinete Aníbal Fernández foi acusado no domingo de lucrar com a venda de efedrina e de ser o mandante de um triplo homicídio. A afirmação partiu de um dos condenados pelo crime, entrevistado pelo jornalista Jorge Lanata no programa Periodismo para Todos. O preso, Martín Lanatta, disse que o então ministro de Segurança e Justiça recebeu dele US$ 5 milhões provenientes da venda da droga sintética, usada na fabricação de êxtase.

Fernández reagiu contra o próprio partido. Atribuiu a denúncia a seus rivais kirchneristas na primária de domingo, quando participa como pré-candidato ao governo Província de Buenos Aires, onde estão 37% dos eleitores do país. Seu adversário é Julián Domínguez, presidente da Câmara dos Deputados. O vencedor da interna é o favorito para substituir no posto a Daniel Scioli, único candidato governista à presidência.

"Se alguém de outro partido estivesse por trás da acusação, ela teria aparecido depois das prévias", disse o ministro, que logo após o episódio acusou os rivais de "comprar droga" e financiar "uma armação" contra ele. Domínguez, um azarão na disputa, tentou uma aproximação. "Quem ganha com essa briga é a oposição", afirmou. A rixa entre os dois levou Scioli a cancelar a ida ao comício final de ambos.


Cristina, que não falava em público há duas semanas, segundo médicos em razão de uma laringite, chamou todos os ministros e líderes do partido à Casa Rosada. Exaltou primeiro o aumento aos aposentados, confirmado a quatro dias da primária e que passará a vigorar em 1.º de setembro - a eleição ocorre em 25 de outubro. O reajuste beneficiará 20% da população. Este ano, o governo transformou em bianual o aumento no programa equivalente ao Bolsa Família e subiu em 28,5% o salário mínimo - a inflação no país é de 27% segundo levantamento da oposição no Congresso.


Cristina deixou a defesa a Fernández para o fim de seu discurso. Considerou a denúncia uma iniciativa antidemocrática "que tem se tornado comum na América Latina" e é composta por um trio: imprensa, opositores de centro-direita e Judiciário. Ela aconselhou seus aliados a não se preocupar, pois "a única absolvição que importa é a do povo e a da história". "Não tenho medo de nenhum juiz pistoleiro, mafioso ou de extorsão", afirmou, justificando por que não se candidatou a um cargo para garantir imunidade.


A fachada do prédio do autor da reportagem, Jorge Lanata, foi apedrejada depois da reportagem e projéteis de bala foram encontrados no entorno. O jornalista denunciou uma tentativa de intimidação, mas a Polícia Federal concluiu que os danos foram causados por uma briga entre indigentes. (correspondente do jornal O Estado de S.Paulo)


Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília

Papa: divorciados que voltam a se casar não devem ser "excomungados"


Francisco insistiu: "Nada de portas fechadas. Todos podem participar, de uma forma ou de outra, na vida da Igreja"

 
Os divorciados que voltaram a se casar "são parte da Igreja" e não devem ser tratados como excomungados", afirmou hoje (5) o papa Francisco, antecipando um dos temas mais polêmicos do Sínodo dos Bispos sobre a Família, previsto para outubro.
Progrediu muito a consciência de que um acolhimento fraternal e atento, com amor e verdade, é necessário para os batizados que estabeleceram nova relação depois do fracasso de um casamento sacramentado, declarou o papa durante a audiência semanal.


"Essas pessoas não são excomungados e não devem ser tratadas como tal. Elas são parte da Igreja", repetiu, sob aplausos na sala Paulo VI.

Francisco pediu que se distinguisse, em alguns casos, entre "quem foi confrontado com a separação e quem a provocou" e insistiu: "Nada de portas fechadas. Todos podem participar, de uma forma ou de outra, na vida da Igreja".


Para a Igreja católica, um casamento religioso não pode ser desfeito e o direito canônico, ao considerar as pessoas que voltaram a se casar como infiéis ao primeiro cônjuge, prevê a sua exclusão dos sacramentos, entre os quais a comunhão. Essa é uma sanção mais grave, que implica também exclusão da comunidade.

Integrantes da Igreja católica pedem que divorciados que voltaram a se casar possam comungar mediante algumas condições, ideia à qual se opõem os que apoiam a rigorosa aplicação do dogma.


A questão foi debatida durante o sínodo da família, no ano passado, e deverá continuar a dominar o segundo sínodo em outubro

Fonte: Agência Brasil  Jornal de Brasilia