segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Válvula de pressão - HENRIQUE MEIRELLES FOLHA DE SP - 06/09

domingo, setembro 06, 2015



Participei recentemente de duas reuniões interessantes. Na primeira, exportadores disseram que a situação melhorou com a desvalorização cambial e melhorará mais se o dólar seguir subindo. Na segunda, industriais que usam insumos importados atacaram a alta do dólar por elevar custos na recessão. O que uniu os grupos foi a cobrança de postura mais ativa do governo –um, por mais aumento do dólar; outro, por sua contenção.

Isso deixa claro as dificuldades para definir taxa de câmbio ideal do país –ela muda de acordo com a atividade. O nível correto é o definido pela livre flutuação da moeda e resultado da entrada e saída de capitais do país.

Em 2003 e 2004, quando o real estava mais depreciado que hoje, as exportações começaram a crescer enquanto a estabilização econômica elevava a confiança das empresas para investir. Essa conjuntura atraiu dólares para a produção e o mercado de capitais e facilitou a emissão de títulos no exterior de empresas brasileiras em expansão. O aumento do saldo comercial e de conta corrente valorizou o real, movimento depois reforçado pela alta das commodities.

Simplificando equação, o câmbio reflete dinâmicas da economia internacional e, no plano interno, três números básicos: o preço das commodities, a taxa de risco do país e a conta corrente com o exterior. Quanto maior o risco, maior a taxa de retorno exigida para aplicar no Brasil, o que reduz a entrada de dólares. Já quanto maior o preço das commodities, mais dólares entram.

Não se pode controlar artificialmente um preço que é resultado dessas dinâmicas. Por isso, tentativas de governos de controlar o câmbio têm fracassado ao longo da história, inclusive no Brasil.

O que é possível fazer, e isso confunde muita gente, é absorver os excessos ou combater a falta de liquidez que podem causar distorções nos mercados. O controle do nível de liquidez é função básica do Banco Central, seja de moeda nacional, seja de estrangeira.

Na maior parte da década passada, dado o excesso de entrada de dólares, o BC compôs reservas internacionais significativas, absorvendo o excesso de liquidez, o que é muito diferente de tentar controlar o câmbio. O real permaneceu forte não pela ação do BC, mas pelos bons fundamentos da economia, que trouxeram ao país grande volume de capitais pela via das commodities e pelo baixo risco-país. Isso mesmo com o BC comprando dólares.

A taxa de câmbio deve funcionar como válvula de pressão para que a panela não exploda. No câmbio, como nos demais preços, a dinâmica de oferta e procura deve prevalecer. A discussão sobre a melhor taxa cambial para o país é inútil e pode nos levar a caminhos perigosos, como nos nossos vizinhos.

Campanha investigada - MERVAL PEREIRA O GLOBO - 06/09



 
 
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura de inquérito, a pedido do Procurador-Geral da República Rodrigo Janot, contra o atual ministro da Comunicação Social Edinho Silva para investigar a denúncia do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, de que financiou a campanha a presidente de Dilma Rousseff em 2014 com dinheiro desviado da Petrobras.
 
 
 
 
Edinho foi o tesoureiro da campanha eleitoral do ano passado, e segundo a delação premiada de Pessoa, ele ameaçou sua empreiteira de perder obras da Petrobras se não desse dinheiro para a campanha. Segundo o empreiteiro, Edinho foi “bastante incisivo” na pedida, perguntando explicitamente: “O senhor quer continuar tendo obras na Petrobras?”.
 
 
 
Com relação ao ex-presidente Lula, por enquanto existe somente um pedido de abertura de inquérito por parte do Procurador-Geral da República Rodrigo Janot para apurar os brindes que Lula ganharia das empreiteiras, denunciados na delação de Ricardo Pessoa.

 
O ministro Teori Zavascki retornou o pedido a Janot pedindo que ele especifique que tipo de crime ele vê nesses brindes. O empreiteiro Ricardo Pessoa, no entanto, na mesma delação premiada disse que deu dinheiro também desviado da Petrobras para as campanhas de Lula em 2006, sob achaque do tesoureiro  Jose de Filipi, do PT, e da presidente Dilma em 2010, através do tesoureiro João Vaccari.

 
A questão das denúncias sobre financiamentos ilegais da campanha de 2010 está sendo investigada em inquérito para apurar um dinheiro que o então coordenador da campanha Antonio Palocci teria recebido do doleiro Alberto Yousseff, e os dados poderão ser anexados ao inquérito já aberto.

 
Também foram abertos inquéritos com base na delação premiada de Ricardo Pessoa para investigar financiamentos de campanha de Aloisio Mercadante para o Governo de São Paulo em 2010 e do senador Aloysio Nunes Ferreira do PSDB.
 
 
 
A investigação sobre o financiamento ilegal para a campanha eleitoral do ano passado continuará sendo feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas fatos objetivos como os que envolvem o tesoureiro da campanha Edinho Silva, hoje no ministério de Dilma, devem ser investigados pelo Ministério Público.
 
 
 
Como se referem ao atual mandato da presidente Dilma, essa investigação não tem nenhum óbice constitucional e a presidente poderá ser responsabilizada caso se comprove que foi eleita com financiamento ilegal.
 
 
 
A oposição ficará agora com a possibilidade de pedir impeachment da presidente Dilma com base nesse fato isolado, se quiser preservar o vice Michel Temer. Se o Tribunal Superior Eleitoral terminar sua investigação com a impugnação da chapa por abuso do poder econômico, o vice também será atingido.
 
 
 
Mas se a Câmara se antecipar e usar o fato de que o PT utilizou dinheiro desviado da Petrobras para eleger Dilma, o processo de impeachment pode ser deflagrado antes da decisão do TSE, por crime de responsabilidade. Seria a saída “menos onerosa”, comentou um ministro do TSE.
 
 
 
Há indicações em diversas investigações que estão em curso de que a campanha utilizou diversos mecanismos de financiamentos ilegais, desde dinheiro da corrupção da Petrobras sendo lavado através de doações registradas no TSE até o uso de empresas fantasmas, como gráficas, para legalizar o dinheiro desviado.
 
 
 

(Vai se esconder debaixo da cama?)Para evitar onda de panelaços, Dilma não vai se pronunciar em rede nacional no 7 de setembro



Tradicionalmente o presidente da República faz um pronunciamento transmitido em rede nacional de Rádio e Televisão todos os anos no dia 7 de setembro, mas este ano, com tamanha hostilização e baixíssima popularidade, para evitar nova série de panelaços generalizados pelo Brasil a exemplo de alguns já ocorridos, Dilma não deve se pronunciar.



A previsão era de que a presidente gravaria o pronunciamento no sábado, no Palácio da Alvorada. A TV NBR, responsável pela produção e distribuição do material, chegou a ficar a postos, no entanto, assessores avaliaram que o pronunciamento teria um efeito de atiçar ainda mais os panelaços já programados.






Vale salientar que Pixuleco, segundo seus criadores, deve marcar presença na explanada dos ministérios, onde ocorrerá o desfile militar na segunda-feira, e diversos grupos contrários ao governo petista também já confirmaram presença, além de incentivar as pessoas a marcar presença no evento para se manifestar contra Dilma através das redes sociais, Dilma que também deve comparecer ao desfile. Ou seja, para Dilma vale aquela velha frase – “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, ela só consegue fugir dos protestos se não aparecer em público. (Com informações: Ultimo Segundo IG)




HADDAD BOLIVIANO LEVAVA ARMAS E MUNIÇÕES PARA O 'ESTADO TERRORISTA ISLÂMICO'. AMIGO ÍNTIMO DE LULA PIXULECO TERÁ DE SE EXPLICAR.




Não deixa de ser uma incrível coincidência: o navio de bandeira boliviana carregando armas e munição para o Estado Terrorista Islâmico (a maioria da grande mídia só denomina EI, reputando o status de "Estado" para aquele ajuntamento de assassinos) leva o nome do prefeito petista de São Paulo "Haddad". A polícia grega flagrou o cargueiro boliviano lotado de armamento pesado para os degoladores de cristãos e outras minorias dos países árabes. (Fotos do site de Veja)
 
 
A Guarda Costeira da Grécia divulgou ontem uma apreensão que coloca o governo de Evo Morales no centro da crise humanitária que já levou à morte de mais de 330.000 pessoas na guerra civil da Síria e gerou um saldo de cerca de 4 milhões de refugiados internacionais. As autoridades gregas aprenderam no Mediterrâneo um navio de bandeira boliviana carregado de armas que seriam entregues para os extremistas do Estado Islâmico (EI).
 
 
O carregamento de 5.000 armas, principalmente fuzis, e cerca de meio milhão de cartuchos estava escondido em catorze contêineres embarcados na Turquia e que tinham como destino a cidade Líbia de Misurata. A Líbia está sob embargo da Organização das Nações Unidas para o comércio de armas, pelo fato de o país ser uma das áreas sob controle dos extremistas dos EI.
 
 
 
O navio Haddad 1, partiu da cidade egípcia de Alexandria e, entre 17 e 29 de agosto, passou pelas cidades de Famagusta, no Chipre, e Iskenderun, na Turquia. As autoridades turcas suspeitam que, antes de ser carregado com armas no porto turco, o cargueiro boliviano tenha sido usado para transportar refugiados do Egito para Turquia.
O Haddad está registrado sob a responsabilidade do Ministério da Defesa da Bolívia, portanto sob a responsabilidade de Evo Morales, o tiranete cocaleiro ditador da Bolívia que, digamos assim, é muito chegado aos "bolivarianos brazucas" Dilma & Lula Pixuleco. Abundam na internet fotos de agarramentos dos três. Muy amigos...    
 
 
Registrado sob a responsabilidade do Ministério da Defesa da Bolívia, o navio Haddad 1 tem seus movimentos e registros de carga sob responsabilidade do governo de Evo Morales. Por lei, os armadores precisam reportar as rotas e os despachos de carga às autoridades de La Paz.  
 
 
Como a embarcação está envolvida em uma violação dos embargos da ONU, o governo de Evo Morales será obrigado a prestar contas sobre o uso de um navio com a bandeira de seu país em um caso de tráfico de armas e em outro possível crime: o de tráfico de pessoas. Do site da revista Veja
 
 
 

DECRETO DA DILMA CONFERE PODERES TOTAIS A JAQUES WAGNER, MINISTRO DA DEFESA DO PT.




O petista Jaques Wagner, ministro da Defesa, em solenidade militar.
Leitores do blog estão postando comentários a respeito do decreto da Dilma que delega competências ao Ministro da Defesa entre as quais o poder de transferir para reserva remunerada oficiais superiores, intermediários e subalternos bem como a reforma de oficiais da ativa e da reserva e de oficial-general da ativa, após sua exoneração ou dispensa de cargo ou comissão pelo Presidente da República, entre outras disposições e que está sendo muito debatido e criticado nas redes sociais.
 
 
Trata-se do Decreto nº 8.515 de 3 de setembro de 2015 postado no site da Presidência da República. Segue na íntegra:
 
 
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
DECRETA:
Art. 1º Fica delegada competência ao Ministro de Estado da Defesa para editar os seguintes atos relativos a militares:
I - transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
II - reforma de oficiais da ativa e da reserva e de oficial-general da ativa, após sua exoneração ou dispensa de cargo ou comissão pelo Presidente da República;
III - demissão a pedido, ex officio ou em virtude de sentença transitada em julgado de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
IV - promoção aos postos de oficiais superiores;
V - promoção post mortem de oficiais superiores, intermediários e subalternos;
VI - agregação ou reversão de militares;
VII - designação e dispensa de militares para missão de caráter eventual ou transitória no exterior;
VIII - nomeação e exoneração de militares, exceto oficiais-generais, para cargos e comissões no exterior criados por ato do Presidente da República;
IX - nomeação e exoneração de membros efetivos e suplentes de comissões de promoções de oficiais;
X - nomeação ao primeiro posto de oficiais dos diversos corpos, quadros, armas e serviços;
XI - nomeação de capelães militares;
XII - melhoria ou retificação de remuneração de militares na inatividade, inclusive auxílio invalidez, quando a concessão não houver ocorrido por ato do Presidente da República;
XIII - concessão de condecorações destinadas a militares, observada a ordem contida no Decreto nº 40.556, de 17 de dezembro de 1956, destinadas a:
a) recompensar os bons serviços militares;
b) recompensar a contribuição ao esforço nacional de guerra;
c) reconhecer os serviços prestados às Forças Armadas;
d) reconhecer a dedicação à profissão e o interesse pelo seu aprimoramento; e
e) premiar a aplicação aos estudos militares ou à instrução militar;
XIV - concessão de pensão a beneficiários de oficiais, conforme disposto no Decreto nº 79.917, de 8 de julho de 1977;
XV - execução do disposto no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;
XVI - exclusão de praças do serviço ativo; e
XVII - autorização de oficial para ser nomeado ou admitido em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, inclusive da administração indireta.
Art. 2º O Ministro de Estado da Defesa editará:
I - os atos normativos sobre organização, permanência, exclusão e transferência de corpos, quadros, armas, serviços e categorias de oficiais superiores, intermediários e subalternos; e
II - os atos complementares necessários para a execução deste Decreto.
Parágrafo único. A competência prevista nos incisos I e II poderá ser subdelegada aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor quatorze dias após a data de sua publicação.
Art. 4º Ficam revogados:
 
 
Brasília, 3 de setembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República. 
DILMA ROUSSEFF

Eduardo Bacellar Leal Ferreira

Coquetel de formicida - J. R. GUZZO REVISTA VEJA

domingo, setembro 06, 2015




Este país, a cada dia que passa, vai se tornando um competidor favorito na disputa do Campeonato Mundial das Discussões sem Pé nem Cabeça. A contribuição mais recente das nossas altas autoridades para esse novo título nacional é o palavrório enfezado, tolo e pretensioso que se armou em torno da seguinte questão: a campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff foi feita dentro ou fora da lei? 


A resposta, pelo jeito que tomaram as coisas até agora, é que não pode haver resposta, pois não vale fazer a pergunta. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o homem que deveria procurar saber se aconteceu ou não aconteceu algo de errado na história, "não interessa à sociedade" discutir essas "controvérsias"; é inconveniente, a seu ver, que a Justiça se meta nisso, pois a eleição já foi, os vencedores devem "usufruir as prerrogativas de seus cargos" e os derrotados devem se preparar para a próxima (!!!N.B).


Não será possível, assim, saber se houve ou não houve algum crime — pela vontade da Procuradoria, não deve haver investigação, sem investigação não há prova e, sem prova, ninguém pode dizer que houve crime. O passado passou. Ficam arquivadas as dúvidas. É melhor não fazer perguntas, pois há o risco de se encontrar respostas.

 
A campanha para a reeleição de Dilma Rousseff e do seu entorno é uma viagem _ completa no trem fantasma da política brasileira. Apareceram a empregada doméstica que, pela contabilidade oficial, recebeu 1,6 milhão, mas não sabe que recebeu, o motorista que é sócio de empresa prestadora de serviços à candidatura, o pobre-diabo que é promovido a empresário para passar notas fiscais com temperatura de 10 graus abaixo de zero. 

Há uma indústria gráfica que recebe mais de 20 milhões de reais da campanha, mas não tem máquinas gráficas, nem funcionários, nem sede social. Há de tudo  e ao mesmo tempo não há nada, pois, sem uma decisão judicial, os fatos que ocorreram não produzem efeito algum. 


Por via de consequência, como diria o doutor Aureliano Chaves, não se pode dizer que a presidente é culpada e não se pode dizer que é inocente; ficamos apenas com uma discussão de hospício. Já seria bem ruim se a questão ficasse só nesse porre mental, mas é pior. Antes e além da rixa entre a PGR e a Justiça Eleitoral, o que existe aqui é um caso para a vara de falências do mundo moral.

 
É bem simples. Todos falam, falam e falam, e ninguém toca no ponto de onde realmente vem o curto-circuito: como pode haver limpeza numa campanha presidencial que recebe contribuições oficiais, contabilizadas e pagas em moeda corrente, de empreiteiras de obras públicas, fornecedores do governo e toda a tropa de empresas que dependem de licenças, autorizações ou favores governamentais para sobreviver? 




Dá para levar a sério, sinceramente, o argumento mais sagrado de todos os candidatos a algum cargo eleitoral quando lhes perguntam quem financiou sua campanha? "Ah, bom, a doação que recebemos foi perfeitamente legal", dizem eles.


 "Está tudo declarado, direitinho. A lei permite. Qual é o problema?" O problema é que a contribuição legal é feita basicamente com dinheiro ilegal. Em português claro: dinheiro que vem da corrupção. Esqueçam-se a empregada, o motorista, a gráfica etc. A flor do mal está na origem contaminada das doações — se elas são fruto do crime, a coisa toda vai para o diabo. Eis aí o verdadeiro coquetel de formicida que envenena as eleições brasileiras.

 


No caso da eleição presidencial de 2014, a campanha de Dilma Rousseff recebeu dinheiro de empresas dirigidas por criminosos processados e condenados por corrupção ativa na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba. 


Não há mais nada. a provar quanto a. isso: o processo tem 28 réus confessos, a maioria deles ligada a empreiteiras de obras públicas que declararam ter feito doações à candidata oficial. Só uma delas, a Camargo Corrêa, vai devolver 700 milhões de reais ao Erário, após reconhecer que ganhou ilicitamente essa importância, pelo menos, em seus contratos com o governo. 


Será que Dilma não sabia nada sobre a origem dos 350 milhões de reais que gastou para se reeleger? Levou um susto quando soube? Nunca ouviu falar em empresas que roubam do governo e fazem contribuições de campanha? Naturalmente, não é só o PT que age assim — todos os seus adversários se servem dessa mesma rapadura. 




Mas os adversários não foram eleitos para a Presidência da República em 2014 — o problema concreto é de quem está sentado, hoje, num cargo ganho com a ajuda de dinheiro que veio do crime.
 

A DIVISÃO DE TRABALHO NO FORO DE SÃO PAULO: COMO O BRASIL SERVE DE QG DA REVOLUÇÃO COMUNISTA NA AMÉRICA LATINA.



O site da revista Vila Nova publicou um excelente texto analítico sobre a estratégia revolucionária comunista na América Latina coordenada pelo Foro de São Paulo e o papel do Brasil sob o governo do PT. O texto é de autoria de de Rodrigo Sias, mestre em economia pelo IE-UFRJ.
 
 
 
 
Faço a postagem da parte inicial desse trabalho com link ao final para leitura completa. Vale a pena ler para entender diversos aspectos da atualidade política brasileira e latino-americana que, em certos casos podem parecer até mesmo esquisitos e sem sentido para os menos avisados. Ainda que o artigo tenha sido publicado em julho de 2014 e portanto não contemple os últimos acontecimentos no Brasil consubstanciados nas recentes manifestações de massa contra o governo do PT, mesmo assim ainda possui validade analítica no que respeita à arquitetura revolucionária comunista no continente sul-americano. Leiam:
 
 
 
Desde o fim dos anos 1990, a América Latina vem passando por uma “onda” de governos de esquerda, considerados mais radicais ou mais moderados, conforme avaliação de suas políticas e discursos. Por muito tempo, o governo brasileiro foi considerado moderado e umplayer confiável para estabilizar a região. Em suma, um modelo de “pragmatismo” a ser seguido.
 
 
 
Com os últimos eventos na Venezuela e o decidido apoio brasileiro à Maduro, no entanto, os principais analistas da mídia brasileira mostram-se confusos. Com Dilma, o Brasil teria dado uma guinada ainda mais à esquerda? Os afagos a Cuba teriam quais motivações?
 
 
 
Em toda parte, há enorme grau de insatisfação com a atual política externa brasileira. Dilma é cobrada a se pronunciar sobre a violação dos direitos humanos pelo governo de Caracas e atuar como mediadora do conflito, o qual já fez mais de três dezenas de mortes e uma centena de prisões. Empresários reclamam do Mercosul (e sua intensa ideologização) e do imobilismo da política comercial em costurar acordos bilaterais com outros parceiros.  
 
 
 
Enquanto isso, o caso de espionagem dos EUA foi tratado de forma histérica com discursos tipicamente antiamericanos atrapalhando toda a agenda bilateral existente. Para aqueles que se surpreendem pelos posicionamentos do Brasil, é bom lembrar: há muito tempo nossa política externa saiu das mãos do Itamaraty para ser gerida pelo Foro de São Paulo[1].
 
 
A crise na Venezuela apenas está explicitando novamente qual o papel do Brasil na região e dentro da estratégia do Foro.
 
 
A Dialética do Foro e o sentido socialista da história
O principal fator a ser observado em qualquer movimento revolucionário é a existência de duas faces: uma face visível e pública e outra clandestina ou discreta – onde fica o cérebro e o comando da operação. A parte visível faz a militância, promove a guerra cultural, proclama sentimentos nobres e posa de moderada enquanto defende e acoberta as ações da parte discreta, através da mobilização de meios legais, diplomáticos, jornalísticos.
 
 
“Radicais” e “moderados”: todos “companheiros” por uma mesma distopia socialista.
Há também sempre uma facção radical e histriônica que chama a atenção e desvia o foco, enquanto a facção considerada mais pragmática viabiliza as verdadeiras ações decisivas no processo de conquista do poder.
 
 
Dentro deste panorama, a tradicional divisão entre os grupos de esquerda “moderados” e os grupos “radicais” é apenas estratégica e artificial, pois a falsa dissidência radical atua em unidade com os “moderados”. Essas divisões dentro da esquerda revolucionária – “público x discreto” e “moderados x radicais” – apenas provam sua vitalidade e multiplicam sua capacidade para ataques “desconexos” e “contraditórios”, os quais deixam os adversários paralisados ou os induz a reações que reforçam a própria esquerda, em um de seus pólos.
 
 
No entendimento marxista, a história é dialética e movida por contradições. Portanto, a tarefa da vanguarda revolucionária é estimular as contradições para acelerar o “sentido da história”[2]. Por essa razão, a esquerda acaba dividindo-se em pólos “opostos”, mas que atuam em conjunto.
 
 
Com esses conceitos, pode-se entender o papel desempenhado pelos países e seus governos esquerdistas no âmbito geral da cooperação dentro do Foro de São Paulo.
A Cuba castrista é o símbolo ideológico e a unidade de inteligência estratégica do Foro. 
 
 
A Venezuela e a Argentina, cujos governos são fanfarrões e radicais, podem ser consideradas “pontas de lança” do processo, auxiliadas por satélites como Bolívia e Equador. Nesses países, o estágio de socialismo é avançado, com as instituições totalmente aparelhadas, economia subjugada pela burocracia estatal e um clima de controle social ostensivo, seja através da repressão governamental, seja através da ameaça de grupos pró-governo.
 
 
Já o Brasil é o verdadeiro quartel-general da revolução latino-americana, dando cobertura para o avanço socialista no resto do continente. Ao nosso país cabe o papel de fornecedor de recursos – o “prestígio” e o peso econômico – para guarnecer a tomada de poder em outros lugares. É a face discreta e moderada do movimento.
 
 
Essa divisão de trabalho implica na diversidade de “experiências socialistas”, que terão velocidades distintas dependendo da situação de cada nação. Porém, todas essas experiências apontam na mesma direção e nos mesmos objetivos: agem em unidade rumo à concentração de poder progressiva nas mãos dos revolucionários.
 
 
Como as ações do Foro e de seus membros são dialéticas e na base da duplicidade, os grandes lances estratégicos e a radicalização dos processos socializantes se dão fora do QG central – o Brasil -, mas contam com sua complacência e cobertura. Clique AQUI para ler o artigo completo. Vale a pena.
 
 

domingo, 6 de setembro de 2015

Irresponsabilidade fiscal: saquinho, por favor.


Artigo de Percival Puggina sobre as façanhas petistas da semana. Bene, quando se fala em PT, peça saquinho, por favor:


Culpado conforme as acusações, o petismo quebrou o Brasil e, em quatro anos levou junto o Rio Grande do Sul. Nenhum contador, auditor, economista, desconhecia aquilo que Sinara Polycarpo Figueiredo, assessora de investimentos do Santander, anunciou em circular a seus clientes em junho do ano passado. 
 
 
 
 
Aliás, o referido documento afirmava obviedades antigas, que só eram desconhecidas pelos assessores da CNBB e pelos publicitários do governo. Os primeiros emitiram, na mesma época, uma Análise de Conjuntura na qual afirmavam que a inflação estava diminuindo e que uma entidade maligna chamada mercado semeava insegurança para desestabilizar o governo. 
 
 
 
 
 
Os segundos propagavam que o Brasil era e continuaria sendo uma ilha de prosperidade, pleno emprego e desenvolvimento social. A assessora do Santander foi demitida. Os da CNBB permanecem firmes em seus postos. E os publicitários do governo? Estes aprenderam que a mentira é a própria alma de seu negócio. Afinal, é preso ao fio produzido por essas mentiras que balança e se sustenta o indescritível governo da presidente Dilma.

 
 
 
 
A irresponsabilidade fiscal, que sempre foi bem vista pelo petismo, quebrou o Brasil. Levou-nos ao descrédito internacional. Pôs sob risco o grau de investimento do país. Constrangeu o governo a apresentar ao Congresso um inédito orçamento deficitário para o ano de 2016. Com isso, está obrigando-se a buscar novas fontes de receita (leia-se "tomar-nos mais dinheiro pela via tributária").

 
 
Pois é nesse contexto que eu acabo de ler, no Estadão de hoje, 4 de setembro, que a "Petrobrás corta viagens e festas para poupar R$ 12 bilhões". No conteúdo da matéria vê-se que os cortes não atingirão apenas viagens e festas, mas incluem, entre outros, aulas de idiomas, brindes, programas de visitas, uso de veículos para necessidades não operacionais, participação em congressos, seminários e fóruns. E nem uma palavra sobre as periódicas e inúteis enxurradas publicitárias que inundam os grandes meios de comunicação. 
 
 
 
É também nesse contexto que, no mesmo jornal, lendo editorial com o título "O irrealismo do judiciário", fiquei sabendo que o STJ e outros sete Tribunais Regionais do Trabalho encaminharam ao Conselho Nacional de Justiça anteprojetos que criam 1,5 mil cargos de natureza técnica e outro tanto em funções comissionadas! 
 
 
 
 
 Nada diferente dos aumentos e regalias autoconcedidos. E nada diferente do ânimo criador de caso que tem levado a Câmara dos Deputados a aprovar projetos que elevam sobremaneira o gasto público. O governo, por conta própria, fez tudo que estava ao seu alcance para afundar o país. Não precisa de sugestões nem de auxílio da oposição.

 
 
Eis o que me leva ao título deste artigo. Beberam? Cheiraram? Não podem, as instituições da República, estar em seu estado normal. Poupem-nos de seu convívio. Vão se tratar e voltem quando estiverem restabelecidos.

Ela não vê e não sabe de nada!

CPI da Dilma

O ANTAGONISTA

Dilma Rousseff é uma presidente sub judice.


O Supremo Tribunal Federal quer saber se ela foi eleita com dinheiro roubado da Petrobras.

Ela já havia perdido a popularidade e a credibilidade. Agora perdeu também a legitimidade.

Como é que uma presidente da República suspeita de ter sido eleita com dinheiro roubado pode pedir um novo imposto transitório, por exemplo?

Para evitar que o Brasil se torne ingovernável e insolvente, a prioridade é acelerar o inquérito. E torná-lo o mais transparente possível.

Antes de tudo, o depoimento de Ricardo Pessoa precisa se tornar público.

E a CPI da Petrobras tem de se transformar na CPI da Dilma.

Maior índice em sete anos Em oito meses, 10 mil motoristas foram multados por embriaguez ao volante.E para comemorar o Governo vai liberar a MACONHA! Êta nóis, governo bão!

Distrito Federal

Estatística é a maior em sete anos, desde o início da Lei Seca
Publicado: 03 de setembro de 2015 às 11:01

Estatística é a maior em sete anos, desde o início da Lei Seca (Foto: Detran/ Divulgação)
O trabalho do Detran, da Polícia Militar e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) resultou em cerca de 10 mil multas aplicadas em motoristas embriagados nas ruas do DF. Desses, 1,3 mil acabaram presos. A estatística é a maior nos últimos sete anos, desde o início da Lei Seca.


Somente na madrugada de ontem, 16 motoristas foram flagrados embriagados. Outros seis não portavam a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 15 por outros motivos. Na operação, 13 veículos foram apreendidos.

Diário Popular

É meio ridiculo mesmo, concordo!! DEPUTADA, FAÇA-ME O FAVOR


Marli Gonçalves

Vou te contar, viu? Tanto sangue derramado, tantas e tantos mártires, ainda falta tanto para a gente, nós, mulheres, nós, homens, conseguirmos, todo dia, tanta coisa para olhar e uma deputada dessas perde tempo para mobilizar outras e pedir lei ou regra de costumes para proibir decote? Minissaia? Impor até cor de tênis? Ah, vá se catar.


Um desserviço para a causa feminina, qualquer que seja ela.



Vá se catar! Vão, vão se catar todas as outras múmias que apoiam esse projeto ridículo da tal Cristiane Brasil, do PTB do Rio de Janeiro! Pior: ainda tentam explicar. Aproveitem e levem com vocês aqueles moralistas do pau oco que ousam ocupar o Parlamento como templo. Ficam lá pondo as mãos para cima e saudando o Senhor de um lado, e roubando a senhora de outro. (Duplo sentido necessário). Não esqueçam os de cabelos acaju, que vocês também devem achar um horror! Proíbam-se os cabelos acaju no recinto!


A gente brigando para que mais mulheres se interessem pela política, tragam suas ideias e contribuições e me aparecem essas zinhas preocupadas com outras que andam malemolentes nos mesmos tapetes que elas pisam? Façam-me o favor! O lodaçal mancha os carpetes verde e o azul do chão do Congresso Nacional, com grande parte de seus membros na berlinda, e vocês estão preocupadas com os peitos e a bunda, o umbigo e os pés e as pernas de quem transita aí. 


Estão malucas?


Aliás, Dona Cristiane, como vai seu pai, o Senhor Roberto Jefferson? Já foi consertada a tornozeleira eletrônica que ele quebrou outro dia tomando banho em casa, onde cumpre prisão domiciliar? 


Por que tanto esforço para se distanciar deste seu entre vírgulas? "Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson"... Vai ser sempre isso, porque não será com ideias como essa de agora que você vai sair da sombra dele e muito menos virar líder política respeitada. Também não adianta aquela cara de loura simpatiquinha de meia tigela que exibe nos comerciais, dos quais se apossou, do seu partido, que um dia foi até importante, mas agora nem mais graça tem, nem honra sua história.


Idiota, não percebe que a liberdade é nosso bem maior? Pergunta aí pro coroa, veja o valor que deve dar a ela e à vida- ele é bem mais interessante e antenado do que você, quase posso garantir. Acorda, vê se ainda dá tempo de fazer alguma coisa que presta aí. Faça por merecer ao menos carregar Brasil no nome.


Detesto moralistas. Porque me parecem sempre pessoas com uma reguinha na mão tentando medir o mundo pelos seus olhos podres e desfocados. Fora isso, puxa, tanta coisa importante para as mulheres deixadas de lado. O direito ao seu próprio corpo, o mais importante, como vai passar por parlamentares mesquinhas, que não querem ver nem a pele das outras, numa discussão séria?



O exemplo chato está sendo dado por uma presidente que cada vez que se mete em encrenca, como faz dia após dia, dá um jeitinho de informar ao distinto público que é mulher e que por isso é combatida. Bota até saia e passa batom nessa hora.


Fica chato. Não misturem essas coisas, por favor.


Mulheres importunadas, violentadas, assassinadas, sem assistência para si nem seus filhos. Mulheres ainda ganhando menos que homens na mesma função. Meninas exploradas e traficadas. E você preocupada com as roupas que as "gostosas" daí usam?

Dignidade feminina não é isso. Tenham alguma, deputada, deputadas.

Marli Gonçalves é jornalista -- Fica brava quando vê gente que pode fazer não fazendo. 


STF manda investigar os mais próximos ministros da presidente

Diário do Poder
 
 
Lava Jato
Lava Jato chega ao Planalto: STF manda investigar Edinho e Mercadante

Publicado: 06 de setembro de 2015 às 08:01 - Atualizado às 08:03
Agora sob investigação da polícia e do MPF, Edinho Silva e Mercadante são os mais ministros mais poderosos de Dilma. (Fotos: Marcelo Camargo/ABR)
Os dois mais próximos ministros da presidente Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Comunicação Social) são agora oficialmente investigados no âmbito da Operação Lava Jato, que apura o mais escandaloso caso de roubo do dinheiro público da História.


A investigação do esquema de corrupção na Petrobrás, que agora se instala no Palácio do Planalto, foi autorizada pelo ministro Teori Zavascki, relator do caso da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, a Policia Federal e o Ministério Público Federal podem realizar diligências e colher provas, inclusive no Planalto e nas residências dos ministros investigados.


Em depoimento sob acordo de delação premiada, o empreiteiro Riçado Pessoa, dono da construtora UTC e coordenador do “clube de empreiteiras” que articulava o roubo à Petrobras, apresentou à Procuradoria Geral da República uma planilha na qual consta um repasse no valor de R$ 250 mil a Mercadante. Nessa planilha estão relacionados os repasses a integrantes do PT, entre 2010 e 2014.


O pagamento a Mercadante ocorreu na campanha de 2010, segundo o documento, quando ele concorreu ao cargo de governador de São Paulo e foi derrotado pelo governador­ Geraldo Alckmin (PSDB).



Quanto ao ministro Edinho Silva, a investigação trata do recebimento de R$ 7,5 milhões de propina, provenientes do dinheiro roubado da Petrobras, para a campanha de reeleição de Dilma, em 2014, segundo revelou Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia.


A constatação de dinheiro roubado da Petrobras financiando a campanha pode resultar na anulação do registro da candidatura e a conseqüente perda de mandato.


A Procuradoria­ Geral da República também solicitou ao STF investigação sobre irregularidades nas campanhas presidenciais de 2006, 2010 e 2014, que elegeram Lula e Dilma.


Chantagem petista
Ricardo Pessoa disse em seu depoimento que foi “persuadido” pelo atual ministro Edinho Silva a “contribuir mais para o PT”, uma vez que a UTC tinha contratos com a Petrobrás. “O Edinho me disse: ‘Você tem obras na Petrobrás e tem aditivos.


Não pode só contribuir com isso. Tem que contribuir com mais. Estou precisando.” Segundo revela a revista Veja desta semana, que revelou detalhes do depoimento, Edinho teria afirmado: “O senhor tem obras no governo e na Petrobrás. O senhor quer continuar tendo.”


O empreiteiro contou ainda que os detalhes do pagamento da propina foram acertados com o atual chefe de gabinete do ministro, Manoel de Araujo Sobrinho,
O dono da UTC contou que também pagou R$ 3,6 milhões, entre 2010 e 2014, para o tesoureiro da primeira campanha de Dilma, José de Filippi, e para o ex­tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso pela Lava Jato, além de doações à campanha de Lula em 2006.

Com boquinhas secando, Stedile diz que Dilma precisa “mudar as burrices que vem fazendo”




Entrevista a radiobras do coordenador do MST, joao pedro stedile, durante manisfestaçao da UNE, MST, CUT. foto valter campanato

O líder do MST, que até o momento era um dos maiores apoiadores do governo petista, João Pedro Stedile, parece ter mudado radicalmente de opinião com relação à Dilma.


Em declarações feitas nesta manha (5) durante a Conferência Nacional Popular em Defesa da Democracia e Por Uma Nova Política Econômica, que reúne sindicatos e movimentos sociais, em Belo Horizonte, O líder nacional do Movimento Sem Terra criticou a presidente do Brasil e afirmou que ela precisa “mudar as burrices que vem fazendo”.


Entre as “burrices” da presidente, segundo Stédile, estão aumento da taxa de juros e corte de gastos sociais (ah, ta! as boquinhas estão se fechando). “A responsabilidade é dela. 



Esperamos que ela mude enquanto é tempo. Os trabalhadores estão na rua opinando. Todas as pesquisas indicam que o nível de popularidade da presidente baixou para 7%, 8%. Esperamos que leia as pesquisas e se dê conta de que isso não é gratuito. O povo quer mudança na política econômica”, afirmou o líder do MST. (Com informações: Diário do Poder)

De forma banal, governo reafirma novos aumentos de impostos para próximos meses





Não só aumento, como criação de tributos acontecerão nos próximos meses, segundo Dilma, que, justificou o peso que deve ser agregado à já famigerada altíssima carga tributária brasileira ao déficit financeiro em 2016.


Ou seja, falta dinheiro no caixa do governo, antes de qualquer coisa, sobem-se os impostos, mas la na “mamata do poder” onde os “marajas” corroem os cofres públicos, lá permanece tudo inalterado.


Quando é que vai começar a fazer sentido a frase constitucional “todo o poder emana do povo”? (Com informações: El País)