(Para aumentar a imagem clicar por favor do lado esquerdo do mouse, depois do lado direito, escolher a opção "exibir imagem" e aumentar ainda mais com a lupa com sinal +)
Prezados,
A Administração Regional apresentou outro projeto, aparentemente perfeito, para a área onde atualmente está sendo jogado o lixo do Park Way.Como os moradores que transitam pela quadra 14 já devem ter percebido, de manhã a aparência do local é ainda mais sórdida, com o lixo caindo fora das caçambas e se espalhando pelo que poderia ter sido um parque florido se a Administração tivesse cuidado melhor da natureza, não tivesse permitido, por exemplo, que os caminhões, tratores e ambulantes tivessem se instalado no local esperando fregueses.
Ás quintas e sextas feiras o aspecto do "lixão" é mais simpático devido à presença das barraquinhas dos feirantes.E de noite não se vê tanto a sujeira.
Voltando ao projeto, ele me parece bem estruturado, o que voces acham?A grande dúvida que paira é se ele será executado ou se tornará mais uma promessa vazia das autoridades do GDF.
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Mapa das ciclovias e relação das obras a serem construidas no Park Way.
Prezados
Estou encaminhando, acima, os seguintes documentos:
1) Orçamento Participativo de 2011. Obras que serão realizadas.
2) Criação de uma praça de uso comunitário Quadras 6 a 13 (quadras 7 a 11).Processo numero 305.000.195/2012.
2) Criação de uma praça de uso comunitário Quadras 6 a 13 (quadras 7 a 11).Processo numero 305.000.195/2012.
3)
A relação das obras que a Administração Regional (AR) pretende
construir no Park Way (Para aumentar o documento por favor clique do lado esquerdo do mouse, depois do lado direito, escolher a opção "exibir imagem" e depois clicar na lupa
com o sinal +);
4) Mapa que indica as quadras onde serão construídas as ciclovias
no Park Way;
A esse respeito gostaria de chamar a atenção de vocês, pois não sei se todas as obras escolhidas pela AR são do interesse dos moradores das quadras onde as mesmas serão implementadas.
A esse respeito gostaria de chamar a atenção de vocês, pois não sei se todas as obras escolhidas pela AR são do interesse dos moradores das quadras onde as mesmas serão implementadas.
Por exemplo: não entendo porque
vai ser colocada grama artificial na Vargem Bonita e na Quadra 28 do Park Way. Grama
artificial tem durabilidade limitada e é muito mais cara do que grama natural. Grama
artificial numa área de proteção ambiental?
Tampouco entendi a necessidade de duplicação das vias de 14 a 25 (item 21). O congestionamento é
causado pelo gargalo formado pelo eterno congestionamento da EPIA ( os carros que
estão na EPIA tentam escapar do transito
cortando caminho pela quadra 14 do Park Way) e atualmente pelas obras do
balão do aeroporto.
Mesmo que as vias sejam alargadas o congestionamento continuará, ou se agravará pois o numero de automóveis, ônibus e caminhões que fogem da EPIA pelo Park Way aumentará.
Mesmo que as vias sejam alargadas o congestionamento continuará, ou se agravará pois o numero de automóveis, ônibus e caminhões que fogem da EPIA pelo Park Way aumentará.
E se as vias forem alargadas é provável que as ciclovias e
calçadas das quadras 14 a
25 fiquem muito próximas da rua colocando em risco a segurança dos ciclistas e
dos pedestres.
O número de processo da duplicação da via de ligação entre as Quadras 14 e 25 é 305.000.253/2012. Já foi encaminhado à GELAG/DIDUL I e SEDHAB. Eu não fui consultada a respeito. Voces foram? Na minha opinião, uma iniciativa que afetará e muito a vida dos moradores , provavelmente de forma negativa e definitiva, não deveria ser tomada antes de haver plena consulta aos moradores, voces não acham?
Segundo bem disse um morador do Park Way: " Toda a cautela é
sempre necessária na análise das "benfeitorias" que querem trazer ao
Park Way. Algumas me pareceram muito boas, como a ciclovia.
Outras, completamente impróprias. Há muito tempo vejo moradores querendo encurtar caminho e ganhar tempo, pelo que sugerem a abertura de vias diretamente da 19/ 24/25 para a cidade/aeroporto. Com o maior respeito que tenho por todos, me oponho por completo a essa proposição.
Essa suposta facilitação irá transformar a via interna que
começa na entrada da 29
(Country Clube) até a 24/25 em via de passagem. Haverá um aumento absurdo do
número de veículos de todos os portes nas vias internas do PW e isso não interessa a ninguém. Peço que perguntem a quem hoje mora em local que teve o "privilégio" de virar "passagem", seja em Brasília, São Paulo ou qualquer outra região. É desgosto em altíssimo grau. Todos querem se livrar do imóvel que, desvalorizado, não encontra interessados. E isso porque, entre tantas
outras razões, o trânsito intenso acaba também por retirar a privacidade e a segurança das residências vizinhas ao novo eixo de deslocamento”.
(Country Clube) até a 24/25 em via de passagem. Haverá um aumento absurdo do
número de veículos de todos os portes nas vias internas do PW e isso não interessa a ninguém. Peço que perguntem a quem hoje mora em local que teve o "privilégio" de virar "passagem", seja em Brasília, São Paulo ou qualquer outra região. É desgosto em altíssimo grau. Todos querem se livrar do imóvel que, desvalorizado, não encontra interessados. E isso porque, entre tantas
outras razões, o trânsito intenso acaba também por retirar a privacidade e a segurança das residências vizinhas ao novo eixo de deslocamento”.
Caso vocês tenham
duvidas a respeito das obras ou do prazo de execução das mesmas contatem, por
favor, a Administração Regional pelo numero: 34866818 /34866828. Se for
necessário agendem um encontro com o Administrador Regional ou com o Calvi e
peçam maiores informações sobre o que eles pretendem realizar na nossa RA.
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
quarta-feira, 10 de julho de 2013
TERRACAP: Acusada de desaparecer com 34 milhões do Estadio Mané Garrincha e outras fraudes!
Materia publicada no Jornal de Brasilia no dia 06 de julho.
Denúncias de sobra
Servidores pedem ajuda ao Ministério Público para investigar supostas irregularidades no órgão
Indícios de fraude em licitações e contratos da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) são alvo de investigação do Ministério Público (MPDFT). As denúncias são relativas a incoerências de terrenos submetidos à licitação, patrocínio de eventos, desvio de verba e reintegração de posse. O MP foi provocado por servidores da companhia.
De posse de documentos que revelariam as irregularidades, cerca de 60 servidores caminharam da Terracap até o MP para pedir providências. Representantes foram recebidos pelo promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público Social (Prodep), Roberto Carlos Silva.
Entre as denúncias está o repasse de dinheiro para entidades sem relação com a autarquia. Por meio de contratos sem licitação, o órgão estaria disponibilizando verba para eventos como o Grande Prêmio Brasília de Fórmula Náutica - F1H2O, para a Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF) e competições de MMA.
Inclusive, ontem foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) patrocínio para a 7ª edição doprojeto cultural “Brasília – Meio Século da Capital do Brasil”, realizado em Paris de 15 a 30 de junho. Sem a necessidade de uma licitação, a Terracap destinou R$ 100 mil à ação.
“A Terracap tem sido usada como fonte de caixa para desvio de dinheiro. Essas entidades não têm relação com a autarquia, já que o papel da companhia é o de promover o desenvolvimento e infraestrutura do DF”, relata uma servidora, que preferiu o anonimato.
Os funcionários também alegaram incoerências em imóveis licitados. Em uma primeira licitação, o empreendimento é oferecido por um valor avaliado como o de mercado. Mas depois o imóvel é retirado do processo por motivos, segundo os servidores, de incongruência.
Após meses, o mesmo imóvel aparece em outra licitação. No entanto, o preço é até 50% mais barato. “A diferença certamente beneficia alguém”, aponta a servidora.
Até mesmo desistência de reintegração de posse está entre as denúncias. Em alguns casos, segundo os funcionários, após a decisão da Justiça que obriga a saída de invasores, o proprietário da área desiste da ideia e comunica à Terracap.
Também foram protocoladas denúncias que envolvem o Estádio Mané Garrincha. Segundo a servidora, um contrato para o paisagismo ao redor da arena, de cerca R$ 34 milhões, simplesmente desapareceu da autarquia. Ela diz que servidores foram ameaçados de perder os cargos caso fizessem denúncias.
Gasto na Copa também será investigado
Além de ser alvo de investigação do MPDFT, a Terracap ainda terá de se explicar ao Tribunal de Contas do DF (TCDF), juntamente com o Banco de Brasília (BRB), sobre possíveis irregularidades na aquisição de ingressos e camarote para a Copa das Confederações.
A denúncia foi feita por um cidadão e, posteriormente, representada pela deputada distrital Celina Leão (PSD), que também aponta o BRB como o responsável pela compra dos ingressos, conforme decisão tomada pela Diretoria Colegiada da Terracap. Por isso, as duas entidades têm o prazo de até 15 dias para apresentarem as alegações que entenderem pertinentes acerca dos pontos questionados.
Em relação à denúncia, a Terracap já havia prestado esclarecimentos, onde buscou justificar a distribuição dos ingressos como forma de divulgação e promoção da empresa em atendimento ao interesse público.
Aquisição custou caro
Segundo o TCDF, mesmo que seja comprovado interesse público na distribuição do ingresso, “impõe-se a necessidade de assentar nos autos os critérios objetivos que foram definidos para a escolha dos beneficiários da distribuição dos ingressos e lugares no camarote”. A compra inclui mil ingressos e camarote privativo com 18 assentos e custou aos cofres públicos R$ 2,8 milhões.
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
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Denúncias de sobra
Servidores pedem ajuda ao Ministério Público para investigar supostas irregularidades no órgão
Indícios de fraude em licitações e contratos da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) são alvo de investigação do Ministério Público (MPDFT). As denúncias são relativas a incoerências de terrenos submetidos à licitação, patrocínio de eventos, desvio de verba e reintegração de posse. O MP foi provocado por servidores da companhia.
De posse de documentos que revelariam as irregularidades, cerca de 60 servidores caminharam da Terracap até o MP para pedir providências. Representantes foram recebidos pelo promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público Social (Prodep), Roberto Carlos Silva.
Entre as denúncias está o repasse de dinheiro para entidades sem relação com a autarquia. Por meio de contratos sem licitação, o órgão estaria disponibilizando verba para eventos como o Grande Prêmio Brasília de Fórmula Náutica - F1H2O, para a Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF) e competições de MMA.
Inclusive, ontem foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) patrocínio para a 7ª edição doprojeto cultural “Brasília – Meio Século da Capital do Brasil”, realizado em Paris de 15 a 30 de junho. Sem a necessidade de uma licitação, a Terracap destinou R$ 100 mil à ação.
“A Terracap tem sido usada como fonte de caixa para desvio de dinheiro. Essas entidades não têm relação com a autarquia, já que o papel da companhia é o de promover o desenvolvimento e infraestrutura do DF”, relata uma servidora, que preferiu o anonimato.
Os funcionários também alegaram incoerências em imóveis licitados. Em uma primeira licitação, o empreendimento é oferecido por um valor avaliado como o de mercado. Mas depois o imóvel é retirado do processo por motivos, segundo os servidores, de incongruência.
Após meses, o mesmo imóvel aparece em outra licitação. No entanto, o preço é até 50% mais barato. “A diferença certamente beneficia alguém”, aponta a servidora.
Até mesmo desistência de reintegração de posse está entre as denúncias. Em alguns casos, segundo os funcionários, após a decisão da Justiça que obriga a saída de invasores, o proprietário da área desiste da ideia e comunica à Terracap.
Também foram protocoladas denúncias que envolvem o Estádio Mané Garrincha. Segundo a servidora, um contrato para o paisagismo ao redor da arena, de cerca R$ 34 milhões, simplesmente desapareceu da autarquia. Ela diz que servidores foram ameaçados de perder os cargos caso fizessem denúncias.
Gasto na Copa também será investigado
Além de ser alvo de investigação do MPDFT, a Terracap ainda terá de se explicar ao Tribunal de Contas do DF (TCDF), juntamente com o Banco de Brasília (BRB), sobre possíveis irregularidades na aquisição de ingressos e camarote para a Copa das Confederações.
A denúncia foi feita por um cidadão e, posteriormente, representada pela deputada distrital Celina Leão (PSD), que também aponta o BRB como o responsável pela compra dos ingressos, conforme decisão tomada pela Diretoria Colegiada da Terracap. Por isso, as duas entidades têm o prazo de até 15 dias para apresentarem as alegações que entenderem pertinentes acerca dos pontos questionados.
Em relação à denúncia, a Terracap já havia prestado esclarecimentos, onde buscou justificar a distribuição dos ingressos como forma de divulgação e promoção da empresa em atendimento ao interesse público.
Aquisição custou caro
Segundo o TCDF, mesmo que seja comprovado interesse público na distribuição do ingresso, “impõe-se a necessidade de assentar nos autos os critérios objetivos que foram definidos para a escolha dos beneficiários da distribuição dos ingressos e lugares no camarote”. A compra inclui mil ingressos e camarote privativo com 18 assentos e custou aos cofres públicos R$ 2,8 milhões.
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
Construção de Ciclovias.Fiscalização por parte dos moradores.
Prezados,
Esta Associação tem recebido reclamações de moradores sobre a forma como estão sendo construídas as ciclovias.
As criticas mais freqüentes são:
1)Quadra 25-Retirada de cascalho sem autorização ambiental, desmatamento excessivo, com riscos de erosão, de deslizamento de terra na época das chuvas e de aterramento do Ribeirão do Gama que corre ao longo daquela quadra. Cumpre recordar que a quadra 25 não possui ainda drenagem pluvial o que pode agravar o problema de assoreamento do Ribeirão do Gama.
2)Quadra 26-Destruição sem necessidade das matas em áreas situadas em frente da ciclovia.Segundo os moradores foram vistos tratores invadindo areas que não são necessárias para a construção da ciclovia,desmatando em frente ou do outro lado da rua , sem necessidade. De fato, algumas areas do conjunto 8 da quadra 26 foram desmatadas recentecemente e não foi para a construção da ciclovia.Se confirmada essa informação cabe ter em mente que a mata da 26 foi considerada pelo IBRAM como um exemplo perfeito, íntegro, de Refugio de Vida Silvestre e que desmata-lo é um ato criminoso..
Resta agora verificar se esses tratores pertencem de fato à empresa que está construindo a ciclovia ou se o crime está sendo cometido por outra pessoa.
Tanto a retirada de cascalho sem a devida autorização do IBRAM quanto o desmatamento de mata desvinculado da construção da ciclovia em uma área de preservação ambiental podem ser considerados CRIMES AMBIENTAIS e a Policia Ambiental pode ser acionada através do telefone: 39 10 19 61.
Além disso, alguns moradores desconfiam que os trabalhadores estão colocando fogo "no mato" para facilitar o trabalho dos tratores que abrem terreno para as ciclovias.Outo crime ambiental.
3)Quadra 16. Ciclovia construída muito perto da pista em local que não tem acostamento nem meio fio, com risco de atropelamento dos ciclistas.
Se vocês moradores tiverem criticas sobre a forma que está sendo construída a ciclovia na sua quadra reclamem enquanto dá tempo de corrigir a obra pelos telefones:
34 03 23 52 ( Claudio Marcio) e 32 33 61 08 (Rodrigo)
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
Esta Associação tem recebido reclamações de moradores sobre a forma como estão sendo construídas as ciclovias.
As criticas mais freqüentes são:
1)Quadra 25-Retirada de cascalho sem autorização ambiental, desmatamento excessivo, com riscos de erosão, de deslizamento de terra na época das chuvas e de aterramento do Ribeirão do Gama que corre ao longo daquela quadra. Cumpre recordar que a quadra 25 não possui ainda drenagem pluvial o que pode agravar o problema de assoreamento do Ribeirão do Gama.
2)Quadra 26-Destruição sem necessidade das matas em áreas situadas em frente da ciclovia.Segundo os moradores foram vistos tratores invadindo areas que não são necessárias para a construção da ciclovia,desmatando em frente ou do outro lado da rua , sem necessidade. De fato, algumas areas do conjunto 8 da quadra 26 foram desmatadas recentecemente e não foi para a construção da ciclovia.Se confirmada essa informação cabe ter em mente que a mata da 26 foi considerada pelo IBRAM como um exemplo perfeito, íntegro, de Refugio de Vida Silvestre e que desmata-lo é um ato criminoso..
Resta agora verificar se esses tratores pertencem de fato à empresa que está construindo a ciclovia ou se o crime está sendo cometido por outra pessoa.
Tanto a retirada de cascalho sem a devida autorização do IBRAM quanto o desmatamento de mata desvinculado da construção da ciclovia em uma área de preservação ambiental podem ser considerados CRIMES AMBIENTAIS e a Policia Ambiental pode ser acionada através do telefone: 39 10 19 61.
Além disso, alguns moradores desconfiam que os trabalhadores estão colocando fogo "no mato" para facilitar o trabalho dos tratores que abrem terreno para as ciclovias.Outo crime ambiental.
3)Quadra 16. Ciclovia construída muito perto da pista em local que não tem acostamento nem meio fio, com risco de atropelamento dos ciclistas.
Se vocês moradores tiverem criticas sobre a forma que está sendo construída a ciclovia na sua quadra reclamem enquanto dá tempo de corrigir a obra pelos telefones:
34 03 23 52 ( Claudio Marcio) e 32 33 61 08 (Rodrigo)
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
terça-feira, 25 de junho de 2013
Moradores criticam a atual Administração Regional do Park Way !
Prezados,
A atual Administração Regional do Park Way em breve completará tres anos, o que nos leva a refletir sobre seus feitos frente aos anseios de seus moradores.
Por exemplo, como estão sendo tratadas as queixas dos moradores relativas ao funcionamento ilegal das casas de festas, que incomodam os vizinhos mas que continuam funcionando a todo vapor?
Incomodados com a indiferença do Administrador nesse quesito, vários moradores, num tom de decepção, confidenciaram a esta Associação que suas queixas são recebidas com ironia por aquela autoridade, como se os moradores não tivessem o direito de reclamar dos transtornos causados por uma atividade ilegal cujas atividades não deveriam sequer ser autorizadas!
Outra questão preocupante é a da área verde da Quadra 14, que deveria ser de recuperação ambiental, de acordo com a placa ali colocada pelo IBRAM , um Parque Ecológico que a atual Administração transformou em deposito de lixo, submetendo os frequentadores da feirinha a convivência com caçambas entupidas de lixo, caminhões de lixo, com o mau cheiro, os insetos e as doenças decorrentes. Isso não ocorria na Administração passada que, por pior que fosse, não transformou o local da feirinha num LIXÃO!!
Aliás, nesse particular, esta Associação cobrou da Administração providências para que esse quadro desagradável fosse desfeito, o que não aconteceu até o momento e o lixo continua infectando o ambiente daquele local acolhedor.
Como não bastasse, aos sábados e domingos esse Parque Ecologico da 14 corre sérios riscos de ser devastado pelo fogo, pela forma imprudente com que vendedores de frango assado, utilizando equipamento altamente inflamável, se instalam no local e, ao final do dia, lançam atrás de suas tendas resíduos de materiais inflamáveis, concorrendo para que o fogo se espalhe sobre a vegetação seca.
Segundo informação de moradores, esta atitude inconsequente dos mencionados vendedores foi a causa do incêndio do ano passando ocorrido naquela localidade, coincidentemente atrás da barraca dos mencionados vendedores.
Informado sobre o fato, o Administrador nada fez para que a situação fosse modificada e os referidos vendedores continuam lá, expondo os moradores e o Parque Ecologico ao perigo de um novo incêndio.
Outra observação a fazer é sobre a quadra 25, que, por ser uma área extremamente sensível, dificulta a vida de muitos proprietários que precisam de licença ambiental para construir condomínios. Exemplo esse acontecido com o proprietário do conjunto 01, lote 01. Mas, ao contrario do esperado, as invasões daquela quadra desmataram, lotearam e, de acordo com o Correio Braziliense, vendem os lotes, mas continuam incólumes sob a total indiferença do Administrador.
Voltando à quadra 14, chegou até nós reclamação de que um morador transformou seu lote em um depósito de ferro velho de ônibus, expondo também seus moradores ao perigo, entre outros, da dengue, sob total inadvertência do Sr. Administrador.
Outros tópicos de reclamação por parte dos moradores são a péssima qualidade do asfalto do Park Way, os pontos de ônibus que, alem de sórdidos, são muitas vezes utilizados como anuncio para vendedores de grama, os botecos ilegais que continuam funcionando, todos, tanto no Park Way quanto na Vargem Bonita, também sob a inobservância de nossa autoridade regional maior.
Observando inúmeras áreas verdes, percebe-se o desleixo da Administração que permite o crescimento descontrolado de matos, possibilitando, em alguns locais, sua utilização como depósito de entulho.
Assim, não fosse tanto descaso por parte de nosso Administrador, o Park Way, por sua beleza e qualidade de vida, proporcionada pela natureza, poderia ovacionar sua Administração. Porém, inseguros com as atitudes nada plausíveis dele e de outras autoridades a ele vinculadas, que colocam em risco nossa segurança, nossa tranquilidade de vida, nossas áreas verdes, incluindo aí nossa fauna, os moradores desta regional temem muito pelo seu futuro. Estamos nos referindo às casas de festas, que continuam funcionando sem fiscalização, à falta de medidas que protejam nossas areas verdes, à proliferação de botecos ilegais onde a venda e o consumo de alcool e (segundo fui informada) de drogas ilícitas propiciam a criminalidade.
Sabemos que as administrações são visadas como plataforma por parte de muitos administradores que almejam alcançar cargos eletivos, como deputados distritais, federais e senadores.
Mas, sabemos também que muitos deles não atingem seus objetivos em razão de seu péssimo desempenho frente às regionais, pois o povo, pacificamente, responde com a mesma indiferença ao mau gestor. Isso aconteceu com um dos últimos administradores do Park Way.Voces se lembram dele?
O Brasil está em luta contra esse tipo de autoridade que trabalha em proveito proprio e em proveito da autoridade que o colocou no cargo que exerce com tanta leviandade.Os brasileiros estão em luta porque não aceitam mais serem tratados com desprezo enquanto os governantes enriquecem graças aos nossos impostos pagos muitas vezes com tanto sacrificio.
Estamos sofrendo ameaças constantes de se trazer para nossa cidade a implantação de comércio, a construção de prédios, a modificação do gabarito de construção.
O artigo 269-A do PDOT, aprovado recentemente na Câmara Distrital ( inclusive com a aprovação do Deputado que se auto intitula defensor do Park Way), sob a aprovação do Secretário da SEDHAB, permite a ocupação das áreas verdes de todo o DF; a LUOS, tambem de inspiração do atual Governo, definirá os criterios dessa ocupação, contrariando o desejo de sua preservação por parte da população não apenas do Park Way mas tambem de todo o DF.
A TERRACAP e a SEDHAB vem tentando utilizar os "espaços livres" do Park Way para a implantação de comercio ou para a criação de novos lotes.
Não teria chegado a hora de nós tambem nos manifestarmos publicamente contra o descaso com que a Administração Regional recebe nossos pedidos e escuta nossas reclamações?Contra a cupidez das autoridades governamentais que não respeitam nossa qualidade de vida e que querem "encher os bolsos" com a destruição do Park Way?
A atual Administração Regional do Park Way em breve completará tres anos, o que nos leva a refletir sobre seus feitos frente aos anseios de seus moradores.
Por exemplo, como estão sendo tratadas as queixas dos moradores relativas ao funcionamento ilegal das casas de festas, que incomodam os vizinhos mas que continuam funcionando a todo vapor?
Incomodados com a indiferença do Administrador nesse quesito, vários moradores, num tom de decepção, confidenciaram a esta Associação que suas queixas são recebidas com ironia por aquela autoridade, como se os moradores não tivessem o direito de reclamar dos transtornos causados por uma atividade ilegal cujas atividades não deveriam sequer ser autorizadas!
Outra questão preocupante é a da área verde da Quadra 14, que deveria ser de recuperação ambiental, de acordo com a placa ali colocada pelo IBRAM , um Parque Ecológico que a atual Administração transformou em deposito de lixo, submetendo os frequentadores da feirinha a convivência com caçambas entupidas de lixo, caminhões de lixo, com o mau cheiro, os insetos e as doenças decorrentes. Isso não ocorria na Administração passada que, por pior que fosse, não transformou o local da feirinha num LIXÃO!!
Aliás, nesse particular, esta Associação cobrou da Administração providências para que esse quadro desagradável fosse desfeito, o que não aconteceu até o momento e o lixo continua infectando o ambiente daquele local acolhedor.
Como não bastasse, aos sábados e domingos esse Parque Ecologico da 14 corre sérios riscos de ser devastado pelo fogo, pela forma imprudente com que vendedores de frango assado, utilizando equipamento altamente inflamável, se instalam no local e, ao final do dia, lançam atrás de suas tendas resíduos de materiais inflamáveis, concorrendo para que o fogo se espalhe sobre a vegetação seca.
Segundo informação de moradores, esta atitude inconsequente dos mencionados vendedores foi a causa do incêndio do ano passando ocorrido naquela localidade, coincidentemente atrás da barraca dos mencionados vendedores.
Informado sobre o fato, o Administrador nada fez para que a situação fosse modificada e os referidos vendedores continuam lá, expondo os moradores e o Parque Ecologico ao perigo de um novo incêndio.
Outra observação a fazer é sobre a quadra 25, que, por ser uma área extremamente sensível, dificulta a vida de muitos proprietários que precisam de licença ambiental para construir condomínios. Exemplo esse acontecido com o proprietário do conjunto 01, lote 01. Mas, ao contrario do esperado, as invasões daquela quadra desmataram, lotearam e, de acordo com o Correio Braziliense, vendem os lotes, mas continuam incólumes sob a total indiferença do Administrador.
Voltando à quadra 14, chegou até nós reclamação de que um morador transformou seu lote em um depósito de ferro velho de ônibus, expondo também seus moradores ao perigo, entre outros, da dengue, sob total inadvertência do Sr. Administrador.
Outros tópicos de reclamação por parte dos moradores são a péssima qualidade do asfalto do Park Way, os pontos de ônibus que, alem de sórdidos, são muitas vezes utilizados como anuncio para vendedores de grama, os botecos ilegais que continuam funcionando, todos, tanto no Park Way quanto na Vargem Bonita, também sob a inobservância de nossa autoridade regional maior.
Observando inúmeras áreas verdes, percebe-se o desleixo da Administração que permite o crescimento descontrolado de matos, possibilitando, em alguns locais, sua utilização como depósito de entulho.
Assim, não fosse tanto descaso por parte de nosso Administrador, o Park Way, por sua beleza e qualidade de vida, proporcionada pela natureza, poderia ovacionar sua Administração. Porém, inseguros com as atitudes nada plausíveis dele e de outras autoridades a ele vinculadas, que colocam em risco nossa segurança, nossa tranquilidade de vida, nossas áreas verdes, incluindo aí nossa fauna, os moradores desta regional temem muito pelo seu futuro. Estamos nos referindo às casas de festas, que continuam funcionando sem fiscalização, à falta de medidas que protejam nossas areas verdes, à proliferação de botecos ilegais onde a venda e o consumo de alcool e (segundo fui informada) de drogas ilícitas propiciam a criminalidade.
Sabemos que as administrações são visadas como plataforma por parte de muitos administradores que almejam alcançar cargos eletivos, como deputados distritais, federais e senadores.
Mas, sabemos também que muitos deles não atingem seus objetivos em razão de seu péssimo desempenho frente às regionais, pois o povo, pacificamente, responde com a mesma indiferença ao mau gestor. Isso aconteceu com um dos últimos administradores do Park Way.Voces se lembram dele?
O Brasil está em luta contra esse tipo de autoridade que trabalha em proveito proprio e em proveito da autoridade que o colocou no cargo que exerce com tanta leviandade.Os brasileiros estão em luta porque não aceitam mais serem tratados com desprezo enquanto os governantes enriquecem graças aos nossos impostos pagos muitas vezes com tanto sacrificio.
Estamos sofrendo ameaças constantes de se trazer para nossa cidade a implantação de comércio, a construção de prédios, a modificação do gabarito de construção.
O artigo 269-A do PDOT, aprovado recentemente na Câmara Distrital ( inclusive com a aprovação do Deputado que se auto intitula defensor do Park Way), sob a aprovação do Secretário da SEDHAB, permite a ocupação das áreas verdes de todo o DF; a LUOS, tambem de inspiração do atual Governo, definirá os criterios dessa ocupação, contrariando o desejo de sua preservação por parte da população não apenas do Park Way mas tambem de todo o DF.
A TERRACAP e a SEDHAB vem tentando utilizar os "espaços livres" do Park Way para a implantação de comercio ou para a criação de novos lotes.
Não teria chegado a hora de nós tambem nos manifestarmos publicamente contra o descaso com que a Administração Regional recebe nossos pedidos e escuta nossas reclamações?Contra a cupidez das autoridades governamentais que não respeitam nossa qualidade de vida e que querem "encher os bolsos" com a destruição do Park Way?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Não transformar problemas provisorios em caos permanente!
Prezados,
Temos de tomar cuidado no
sentido de não transformar o atual congestionamento do Park Way --que é um
problema provisório-- em um caos permanente.
Durante a reunião com o
representante do DER foram apresentadas propostas de "soluções" para
o atual problema de congestionamento do Park Way que CONSIDERO TRAGICAS. Um dos
presentes, por exemplo, sugeriu que fosse aberta a ligação entre a quadra 25 do
PW e a avenida do aeroporto para desafogar o transito.
Se for aberta essa ligação os
caminhões e ônibus da EPIA passarão a cortar caminho para o aeroporto pelo PW,
nos dois sentidos, e o atual congestionamento se tornará PERMANENTE!Isso sem falar na destruição ambiental que representará o desmatamento de mais alguns hectares de mata razoavelmente preservada!
Outro morador, refém do atual
congestionamento, sugeriu, por email, que fossem alargadas as vias internas do
Park Way para facilitar a ida e vinda dos carros dos moradores.
Alargamento de vias é uma
medida PERMANENTE e o mesmo problema acontecerá: a utilização opcional das vias internas do PW pelos carros que querem fugir do transito da EPIA e da
avenida do aeroporto. O congestionamento
piorará e se tornará crônico, com um possível acréscimo da criminalidade
devido ao aumento no numero de pessoas estranhas, de não moradores, nas vias
internas do Park Way, devido à facilitação do acesso, nos dois sentidos.
Além disso quem vai querer
andar ou passear o cachorro ou malhar em ruas entupidas de ônibus e caminhões,
se expondo a eventuais gracejos dirigidos, sobretudo às moças com malhas de
jogging ou shorts? E a poluição? E o aumento do calor?E a destruição do
asfalto? E o barulho?
Será o fim do sossego do Park
Way!
Não é apenas o Park Way que
está congestionado por causa das obras do Expresso DF. Já tentaram voltar para
casa pelo Lago? O congestionamento perto do balão do aeroporto na hora do “
rush” vai até a QI 7!!! E o Lago tem vias
largas!
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way
Residencial
terça-feira, 4 de junho de 2013
Obras do Expresso DF infernizam os moradores do Park Way!
Prezados Senhores:
Durante reunião realizada na sede da Administração
Regional conheci o engenheiro responsável pelas obras que estão infernizando os
moradores do Park Way.
O nome dele é Samuel Dias Junior, e o celular dele é
91. 17. 02. 65.
Durante a reunião tive a impressão de que o engenheiro
Samuel não tinha plena consciência do transtorno que as obras estavam causando aos
moradores do Park Way. Ouviu nossas
queixas com reserva e mostrou- se reticente até no sentido de nos apresentar o projeto
final da obra para que possamos ter uma idéia de como o Park Way e a avenida do
aeroporto ficarão após tanta destruição ambiental.
Sugiro, portanto, que entrem em contato direto com ele
pelo telefone acima.
Queixas podem também ser dirigidas à Ouvidoria do DER
pelo email:
ouvidoria@der.df.gov.br.
Ou pelos
telefones do DER:
Ouvidoria
(61) 3342 2104
(61) 3342 2104
Assessoria de Comunicação Social
(61) 3342 2106
(61) 3342 2106
Superintendência de Trânsito
(61) 3342 2138
(61) 3342 2138
Diretoria de Fiscalização de Trânsito
(61) 3342 2130
(61) 3342 2130
Superintendência de Obras
(61) 3302 3060
(61) 3302 3060
Superintendência de Operações
(61) 3302 2001
(61) 3302 1233
(61) 3302 2001
(61) 3302 1233
Gabinete do Diretor Geral
(61) 3342 2101
(61) 3342 2101
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Administrador Regional pretende regularizar os botecos do Park Way e da Vargem Bonita??!!
Administrador Regional pretende regularizar os botecos
do PW e da VB?
Prezados,
Fui informada de que o
Administrador Regional pretende regularizar os botecos do Park Way (quadra 14)
e da Vargem Bonita.
Sugiro que os moradores
confirmem essa informação em contato direto
com o Administrador Regional pelos telefones: 34 86 68 18/13 ou pelo
email: j.bestrela@hotmail.com.
Se essa informação for
verdadeira demonstra que o Administrador Regional está agindo mais uma vez
CONTRA a vontade e os interesses das famílias do Park Way e do Núcleo Rural de
Vargem Bonita que prefeririam não fosse feita tal regularização e que os
botecos fossem retirados.
Segundo comentários feitos
por habitantes da Vargem Bonita e do Park Way, naqueles bares ocorrem venda de
bebida alcoólica para menores, brigas, venda e consumo de drogas, e até tiros.
Segundo esses moradores, os botecos irregulares de Vargem Bonita abrigam todo
tipo de delinqüentes que corrompem e atemorizam os jovens, provocando inclusive
evasão escolar dos alunos da escola de Vargem Bonita. Regularizar esses botecos
seria dar carta branca para a criminalidade que corrói aquele Núcleo Rural e
que poderá se expandir para as quadras do Park Way mais próximas.
O pedido dos moradores do PW de
fechamento dos bares foi expresso nas ATAS de inúmeras reuniões do CONSEG, cujas cópias posso mostrar a quem estiver interessado.
Caso seja verídica a intenção
do Administrador Regional de regularizar os botecos, tentem demove-lo de
promover mais um ato de destruição do Park Way e da Vargem Bonita.
Além do aumento da
criminalidade e do desencaminhamento de menores, receio que a regularização dos
botecos já existentes provoque o
aparecimento de dezenas de outros. E os donos desses botecos terão direito a VOTO nas decisões
governamentais que afetem o Park Way e a Vargem Bonita!
Lembrem-se que, se forem numerosos, os donos de
botecos presentes às Audiências Publicas promovidas pelo Governo poderão
definir o tipo de comercio, de construções e, conseqüentemente, de moradores do
Park Way que mais se adéqüem às suas necessidades!!
Recordo que o Plano de Manejo
da APA Gama Cabeça de Veado- aprovado pelo Decreto nr. 27.474, de 06 de
dezembro de 2006, proíbe “os usos para postos de gasolina, pólos
atrativos de alto impacto como grandes centros comerciais, centros de convenção,
shopping centers, boates, bares, casas noturnas e congêneres” na
utilização urbana de Vargem Bonita.
Tal proibição consta do Decreto 23.238/2002.
Proponho igualmente que o
Deputado Chico Leite (chicoleite@chicoleite.org.br) seja informado dessa iniciativa e
instado a ficar do lado dos moradores. Se o Excelentíssimo Senhor Deputado não
coibir o projeto do Administrador Regional e permitir a regularização dos
botecos, o apoio dos moradores à reeleição daquele Deputado em 2014 poderá
ficar abalado.
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way
Residencial
sexta-feira, 31 de maio de 2013
SEDHAB mostra suas verdadeiras cores!
Secretário é alvo de denúncia
| Autor(es): MARA PULJIZ |
| Correio Braziliense - 29/05/2013 |
A Corregedoria da Secretaria de Transparência e Controle do DF analisa um processo enviado pelo Tribunal de Contas do DF (TCDF), no qual o secretário adjunto de Habitação, Rafael Cordeiro de Oliveira, aparece como suspeito de ter se beneficiado do cargo em proveito próprio. O alvo da denúncia é a Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS), conveniada com o GDF e o governo federal para representar 203 entidades habitacionais do DF no processo de habilitação de pessoas de baixa renda interessadas em participar da 4ª Etapa do Riacho Fundo 2. No ano passado, o processo tinha sido arquivado pela Secretaria de Transparência — o titular da pasta era Carlos Higino Ribeiro de Alencar, atual secretário executivo da Controladoria Geral da União (CGU) — “por não conter, à época, elementos que pudessem confirmar a denúncia então apresentada”. Mas a assessoria de imprensa do órgão informou ontem que a atual secretária, Vânia Vieira, “determinou o reexame do caso”. Documentos comprovam que Rafael de Oliveira, secretário adjunto de Habitação desde 4 de janeiro de 2011, tem vários familiares ligados a movimentos sociais de Brasília, principalmente a AMMVS — ele próprio aparecia, em 2010, como secretário executivo da entidade. O pai dele, Carlos Roberto de Oliveira, é um dos diretores da União Nacional por Moradia Popular do DF e também atuou na associação como suplente, conforme Portaria nº 24 de 12 de março daquele ano. Também chama a atenção que, até maio de 2011, a irmã de Rafael, Daniela Kely de Oliveira, exerceu o cargo de diretora financeira da AMMVS. Documento assinado por um auditor de controle externo do TCDF confirma o vínculo. “Levando em conta que o Sr. Rafael de Oliveira foi nomeado em 4/1/2011 para o cargo de secretário adjunto da Sedhab, chegamos à conclusão de que este senhor atuou à frente da Secretaria em período concomitante com a gestão de sua irmã, como diretor financeira da AMMVS”, revela o texto. Atualmente, Daniela trabalha na secretaria da entidade. Ela seria responsável por entregar os endereços dos imóveis e receber a documentação dos filiados das cooperativas. “Sem ela lá, nada surge. Ela não está como diretora só no papel, mas é quem faz tudo. A mudança na presidência foi só para abafar”, denunciou a presidente de uma associação ao Correio, além de mais de 10 pessoas ouvidas pela reportagem. Diversos filiados também confirmaram a informação, além de uma gravação em que uma coordenadora de cooperativa menciona a atuação de Daniela frente à associação. Segundo o relator e conselheiro do TCDF, Manoel de Andrade, a investigação está no âmbito do Ministério Público de Contas do DF. “Essa denúncia vem sendo apurada, e a denunciante traz sempre informações novas. Em razão disso, o Ministério Público se mostrou interessado em apurar também”, explicou. Manoel afirma que o tribunal deve dar um parecer sobre o caso em duas semanas. “Se fosse por total desproposital, essa denúncia teria sido arquivada. Até o momento, ela está se sustentando. Ela está sendo tratada em caráter sigiloso, e a gente evita entrar em seus meandros”, disse. Entenda o caso Fraude com dinheiro público O terreno onde serão construídas 5.904 unidades habitacionais, chamado de 4ª Etapa do Riacho Fundo 2, foi doado em 2006 pelo governo federal para cooperativas do DF. Na época, a Secretaria de Patrimônio da União firmou um convênio com o GDF e a Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS) para que ela representasse 203 entidades. A União deveria viabilizar o financiamento das moradias por meio da Caixa Econômica Federal, e o GDF, promover as obras de infraestrutura, além de, em parceria com o movimento social, desenvolver o projeto urbanístico e promover a habilitação dos beneficiários. Desde a última segunda-feira, o Correio publica reportagens com denúncias de fraude no processo de habilitação das pessoas. Há quem cobre entre R$ 15 mil e R$ 20 mil como “entrada” para garantir o sonho da casa própria. Esse dinheiro que, segundo os representantes das entidades, seria pagar taxas de projetos e alvará, na verdade, acaba dividido pelo menos 50 golpistas. |
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Corrupto não merece impunidade!Defendam o Ministério Público!
"Caros amigos e colegas,
Como é do conhecimento de todos, está em tramitação na Câmara dos Deputados a PEC 37/2011, que tem por objetivo impedir o Ministério Público de realizar investigações criminais, afirmando que a investigação é exclusiva das Polícias.
Esse projeto de alteração da Constituição é fruto do descontentamento de um segmento da sociedade com a atuação combativa do Ministério Público no enfrentamento à corrupção e aos crimes do colarinho branco. Isso porque o Ministério Público possui independência para enfrentar aqueles que possuem o poder político ou econômico contra as eventuais arbitrariedades ou excessos.
Todavia, essa PEC também terá resultados catastróficos em outras áreas, como a investigação de crimes contra os direitos humanos, crimes praticados pelos policiais, improbidades, crimes praticados em situação de violência doméstica e familiar contra a mulher (especialmente para os pedidos urgentes de medidas de proteção e de prisão), na execução penal, nas investigações e atuações ambientais e urbanísticas, dentre outras).
Inúmeras instituições da sociedade civil têm se posicionado contrariamente a essa PEC, conhecida como "PEC da impunidade". Dentre elas estão a CNBB, a Associação Brasileira de Imprensa, Associação dos Advogados dos Estados Unidos e Canadá, Greenpeace e inúmeras instituições de defesa dos direitos humanos.
Em apenas três países do mundo o MP é proibido de investigar: Indonésia, Uganda e Quênia. Com todo respeito a esses países e à soberania que lhes é inerente, não são modelos ideais de democracia a serem seguidos.
Também há outras propostas atentatórias à democracia em tramitação no Congresso Nacional, como a PEC 33 (que acaba com a independência das decisões do STF) e a proposta de proibição de criação de novos partidos políticos por minorias.
O site http://brasilcontraaimpunidade.com.br/ possui diversas informações sobre esse e outros temas.
Conclamo os amigos a se indignarem publicamente contra a proibição de investigação pelo Ministério Público em favor da sociedade brasileira, do regime democrático e das futuras gerações.
Penso que nenhum tipo de monopólio seja bom para a
democracia e em um país com o índice de corrupção como o nosso, quanto
mais instituições (Ministério Público, Polícia, Receita Federal, COAF,
Controladoria) investigarem, a meu ver melhor será para todos.
Basta reencaminhar esse e-mail para sua rede de amigos ou, no Facebook, curtir o link acima, compartilhar as notícias e mandar, se possível, um e-mail para os deputados e senadores de seu Estado se posicionando contrariamente às PECs 37/11 e 33, caso concorde com o conteúdo desse e-mail .
Ou assinem a petição abaixo:
Nós podemos mudar o Brasil para melhor!
Um abraço a todos"
Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial
Saiba o que está realmente acontecendo no Park Way
Conheça nosso BLOG:
associacaoparkwayresidencial.blogspot.com
Penso que nenhum tipo de monopólio seja bom para a
democracia e em um país com o índice de corrupção como o nosso, quanto
mais instituições (Ministério Público, Polícia, Receita Federal, COAF,
Controladoria) investigarem, a meu ver melhor será para todos.
Basta reencaminhar esse e-mail para sua rede de amigos ou, no Facebook, curtir o link acima, compartilhar as notícias e mandar, se possível, um e-mail para os deputados e senadores de seu Estado se posicionando contrariamente às PECs 37/11 e 33, caso concorde com o conteúdo desse e-mail .
Nós podemos mudar o Brasil para melhor!
Um abraço a todos"
Presidente da Associação Park Way Residencial
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Regularização de Arniqueira prejudicará o Park Way!Reajam!
Prezados,
Está em fase terminal de estudos na TERRACAP, a criação do Setor Arniqueira que corresponde às areas intersticiais das Quadras 01 a 05 do Park Way, mais os Setores de Chacaras do Park Way e Setor de Chacaras de Aguas Claras.
Está em fase terminal de estudos na TERRACAP, a criação do Setor Arniqueira que corresponde às areas intersticiais das Quadras 01 a 05 do Park Way, mais os Setores de Chacaras do Park Way e Setor de Chacaras de Aguas Claras.
Segundo informação recebida de técnico que acompanhou o
estudo, o projeto ambiental foi totalmente remodelado após ser apresentado à
comunidade de moradores do Park Way. Grande parte das construções
irregulares, mesmo em áreas de preservação permanente dentro do Park Way serão
regularizadas.
O que foi apresentado para a comunidade está disponível em:
Além disso,
- Várias indicações de áreas para preservação foram retiradas do projeto atual. As nascentes mapeadas no estudo apresentado à comunidade não constam mais na versão atual.
- Todo o projeto foi alterado para o novo código florestal, sendo que, pela data de aprovação, não deveria ser remodelado.
- Várias construções irregulares (praticamente todas) do Setor de Mansões Park Way serão beneficiadas.
- Algumas com risco de graves acidentes, como desmoronamentos, enchentes etc.
Os moradores que se sentirem lesados deverão reagir enquanto
ainda dá tempo de impedir a iniciativa.
Maiores informações poderão ser conseguidas junto à Taís da Terracap.
Maiores informações poderão ser conseguidas junto à Taís da Terracap.
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz
Presidente da Associação Park Way Residencial
BLOG: associacaoparkwayresidencial.blogspot.com
Presidente da Associação Park Way Residencial
BLOG: associacaoparkwayresidencial.blogspot.com
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Park Way. Mobilidade Urbana.Calçadas, Ciclovias e Recapeamento Asfáltico.
Prezados,
Foi realizada ontem, na Administração Regional, reunião sobre a formação do Comite de Transporte Publico Coletivo do Park Way. Após a reunião, recebemos um arquivo com informações sobre a construção no PW de calçadas, ciclovias e recapeamento asfaltico. Estou publicando para que voces possam conferir que quadras serão "contempladas" e com o que.
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz Presidente da Associação Park Way Residencial




Foi realizada ontem, na Administração Regional, reunião sobre a formação do Comite de Transporte Publico Coletivo do Park Way. Após a reunião, recebemos um arquivo com informações sobre a construção no PW de calçadas, ciclovias e recapeamento asfaltico. Estou publicando para que voces possam conferir que quadras serão "contempladas" e com o que.
Atenciosamente,
Flavia Ribeiro da Luz Presidente da Associação Park Way Residencial




quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Nascimento do Movimento em Defesa de Brasilia
O Movimento em Defesa de Brasília (MDBsB) tem caráter multitemático
e supra
partidário, e é resultado da indignação de cidadãos, ONGs e diversas representações sociais contra
ações do governo do DF no decorrer de 2012 que tem o potencial de comprometer,
de forma irreversível, a qualidade de
vida no DF e a preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade.
O MDBsB até o momento congrega 15
entidades e está aberto a novas participações.
Busca unir esforços de cidadãos e entidades que até então vinham lutando
isoladamente contra ações danosas a Brasília e ao DF, promovida pelo governo
local e pelo capital imobiliário especulativo,
exigindo uma gestão idônea do DF com a recuperação e complementação de seus serviços públicos.
O Movimento em Defesa de Brasília surgiu a partir da ampliação do Movimento Urbanistas por Brasília, o
qual agrega desde 2011 mais de cem arquitetos e urbanistas da cidade empenhados
na preservação do patrimônio urbanístico, arquitetônico
e paisagístico da capital federal.
A ampliação do movimento incluiu a participação do movimento Reaja Brasília, que luta contra a
corrupção, o Adote um Distrital,
que cobra a ética dos parlamentares do DF, o blog
Ambiente Transporte, que trata
da Acessibilidade e Mobilidade no DF, Cicloativistas, o Sindicato dos Metroviários do DF, o
programa Cidade Verde, do
Decanato de Extensão da UnB, a
Associação Park Way Residencial que defende a preservação ambiental do DF,
entre outros. Além de movimentos sociais também temos a participação de representantes de partidos
políticos que tem acompanhado com atenção as discussões apresentadas.
As
prioridades de atuação do MDBsb são:
1- Suspender a
aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) na Câmara Legislativa do DF (CLDF), o qual ignora as recomendações do
Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan)
e as recomendações da UNESCO para a preservação de Brasília como Patrimônio
Cultural da Humanidade.
2- Exigir que o
Governo do Distrito Federal atenda às 38 recomendações da Missão da UNESCO,
aprovadas pelo Comitê do Patrimônio Mundial, a fim de que Brasília não venha a
integrar a Lista de Bens Mundiais Ameaçados.
3- Suspender a
aprovação da Lei de Uso e Ocupação do Solo do DF (LUOS), que afetará
todas as cidades do DF e que vem sendo elaborada sem a devida participação da comunidade, baseando-se até o
momento falta de informações, audiências públicas mal divulgadas e com
baixa participação da sociedade.
4- Suspender e
revisar a Parceria
Público-Privada (PPP) dos Resíduos Sólidos, a qual cria
um monopólio de 30 anos e é questionada por especialistas por desconsiderar a participação da sociedade na definição do
modelo a ser adotado e uma eficiente e moderna gestão do lixo, que pode gerar
energia, adubos, materiais reciclados e emprego para milhares de famílias, além
de outros critérios dispostos na Lei Nacional de Resíduos Sólidos.
5- Suspender e
revisar a Licitação do Transporte Público do DF, a qual criará um
oligopólio por 20 anos em todas as rotas de ônibus do DF, em lugar de propor um
sistema eficiente de transportes composto por diversos modais combinando Metrô,
VLT, Ônibus Elétricos, Transporte de
Vizinhança e ciclovias.
6- Exigir o
resgate do projeto do Metrô do DF e a retomada da implantação de todas as
suas linhas e estações: Linha 1 (até Samambaia Norte, Ceilândia Norte e Asa Norte), Linha 2 (Gama /
Santa Maria / Plano-Piloto), Linha 3 (Intersatélites)
e Linha 4 (Planaltina / Sobradinho / Colorado / Asa Norte), com soluções
sustentáveis de mobilidade urbana em todo o DF.
7- Buscar a
suspensão do projeto de PPP para o
Metrô, lutando pela aquisição de mais composições para a Linha 1, pela
implantação da integração Metrô/Ônibus/Transporte de Vizinhança e por concursos
públicos para contratação de mais metroviários de forma que o DF possua um
sistema com qualidade e segurança.
8- Lutar pela
proteção ao meio ambiente, especialmente protegendo as nascentes, cursos d’água,
Áreas de Proteção de Mananciais e áreas verdes em geral, que captam a água das
chuvas, protegem o solo e garantem a qualidade de vida, aspectos seriamente
ameaçados pelo adensamento do Distrito Federal sem critérios técnicos adequados
e atendendo a interesses privados, notadamente da construção civil.
Os objetivos do movimento deverão
ser alcançados por meio da elaboração de documentos técnicos e dossiês para
subsidiar a atuação do Ministério Público, da realização de manifestações públicas, campanhas nas redes
sociais e em escolas, e atuação junto aos parlamentares na CLDF e no Congresso Nacional.
Nossas reuniões são realizadas periodicamente e divulgadas de modo
cada vez mais abrangente, convidando a população a lutar por sua cidade e sua
qualidade de vida.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Mensagem ao Secretario Magela
Excelência,
Tomamos conhecimento do Plano de Ocupação elaborado pela SEDHAB para o Park
Way.
Como Vossa Excelência poderá verificar, a proposta da SEDHAB inclui desafetar, desmatar e destinar uma area de 1.310.913,5100 para PROJETOS ESPECIAIS, o que aparentemente significa implantar Colegios , Centros Comerciais Gigantescos, até Hospitais, em areas que, no projeto original do Park Way, são de proteção ambiental, de recarga de aquiferos, não podendo ser desmatadas e sobretudo impermeabilizadas.
Outros 1.445.822,300 mts2 são destinados para a implantação de Parques Urbanos (estilo Parque da Cidade) o que significará mais desmatamento, poluição, congestionamento de carros, visita de pessoas de outras RAS etc... No Park Way só devem ser contruidos Parques Ecologicos.
Alem dessas propostas ambientalmente destruidoras, a SEDHAB ainda pretende legalizar o funcionamento de atividades comerciais DENTRO dos lotes residenciais do Park Way, inclusive Casas de Festas!!
O que a SEDHAB finge ignorar é que o Park Way já tem suas diretrizes, seu plano de manejo, suas poligonais definidas e amparadas por lei.O Park Way não é um bairro indefinido, que careça de um plano de ocupação.Ao contrario.O Park Way faz parte de uma Area de Proteção Ambiental , uma Zona Tampão da Zona Nucleo da Biosfera do Cerrado e seu objetivo principal é proteger as nascentes que vão fornecer agua para o Lago Paranoá.
Como Vossa Excelência poderá verificar, a proposta da SEDHAB inclui desafetar, desmatar e destinar uma area de 1.310.913,5100 para PROJETOS ESPECIAIS, o que aparentemente significa implantar Colegios , Centros Comerciais Gigantescos, até Hospitais, em areas que, no projeto original do Park Way, são de proteção ambiental, de recarga de aquiferos, não podendo ser desmatadas e sobretudo impermeabilizadas.
Outros 1.445.822,300 mts2 são destinados para a implantação de Parques Urbanos (estilo Parque da Cidade) o que significará mais desmatamento, poluição, congestionamento de carros, visita de pessoas de outras RAS etc... No Park Way só devem ser contruidos Parques Ecologicos.
Alem dessas propostas ambientalmente destruidoras, a SEDHAB ainda pretende legalizar o funcionamento de atividades comerciais DENTRO dos lotes residenciais do Park Way, inclusive Casas de Festas!!
O que a SEDHAB finge ignorar é que o Park Way já tem suas diretrizes, seu plano de manejo, suas poligonais definidas e amparadas por lei.O Park Way não é um bairro indefinido, que careça de um plano de ocupação.Ao contrario.O Park Way faz parte de uma Area de Proteção Ambiental , uma Zona Tampão da Zona Nucleo da Biosfera do Cerrado e seu objetivo principal é proteger as nascentes que vão fornecer agua para o Lago Paranoá.
Tal
Plano de Ocupação portanto não poderá ser implementado sob risco de prejudicar a
qualidade de vida dos moradores do DF.
Respeitosamente,
Respeitosamente,
Flavia Ribeiro da Luz
Presidente da Associação Park Way Residencial
Anthony Brandão
Presidente do Instituto Vida Verde.
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