sábado, 2 de agosto de 2014

Povo se reúne em ato contra massacre de palestinos em Gaza


Publicado em por Redação - NOTIBRAS
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Dezenas de pessoas se reuniram em manifestação nesta sexta-feira 1º em solidariedade ao povo palestino. O ato, organizado por entidades islâmicas e por organizações da sociedade civil, teve concentração em frente à Rodoviária do Plano Piloto, onde fizeram panfletagem. O grupo seguiu em caminhada rumo ao Palácio do Itamaraty.


De acordo com o muçulmano Marcelo Salardino, que participa do Centro Islâmico de Brasília, o objetivo do ato é sensibilizar os órgãos de governo federal para ter uma ação mais incisiva na Organização das Nações Unidas (ONU).
“O nosso objetivo é tentar sensibilizar a comunidade brasileira, tentar, de alguma maneira, exercer uma pressão democrática dos órgãos decisórios do governo federal, para que eles se atinem para a situação do que está acontecendo na Palestina, do massacre, da situação desigual”, disse Salardino.
Segundo Bruno Kalil, um libanês naturalizado brasileiro, o ato serve para demonstrar o apoio à causa palestina. “Nós precisamos que o mundo se levante, porque não adianta ficar nessa condenação. O povo palestino está morrendo, não tem hospital, não tem nada, o bombardeio em cima desse povo continua. Nosso ato é um ato de paz. O objetivo é levantar uma bandeira para o mundo: chega de massacre, chega de genocídio”, disse.



Segundo informações da ONU, desde o início das ofensivas, no dia 8 de julho, mais de 1.400 palestinos morreram, a maioria civis. 


Israel contabiliza 61 soldados e dois civis mortos. Pelo menos 400 mil moradores de Gaza estão desalojados. A Marcha Mundial pela Paz em Solidariedade ao Povo Palestino ocorre também no Paraná, em São Paulo, no Rio Grande do Sul, no Amazonas e em  Alagoas.

Parabens PT! Parabens Agnulo!Universidade de Brasília está em 894º lugar entre as melhores do mundo


Publicado em por Redação - NOTIBRAS
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A Universidade de Brasília (UnB) ficou em 894º lugar entre 1000 universidades do mundo todo, de acordo com o Center for World University Rankings (CWUR), estudo internacional de qualidade das instituições de ensino do planeta, publicado nesta quarta-feira (30). O levantamento é anual e leva em conta a qualidade da educação e da equipe técnica, a empregabilidade dos alunos, a quantidade de publicações, a influência da instituição, citações em pesquisas e patentes.
A UnB ocupa o 10º lugar no ranking nacional, atrás de instituições como a Universidade de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de São Paulo (USP), que é a primeira colocada entre as brasileiras e a 131ª do mundo. As universidades americanas dominam os três primeiros lugares da lista: Harvard é a melhor do mundo, seguida por Stanford e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

P.O., nadando da prisão para urnas, mas com risco de morrer na praia


Publicado em por Redação - NOTIBRAS
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Depois de muitas idas e vindas o ex-vice governador e mega empresário Paulo Octávio deve conseguir a legenda para disputar as eleições de 2014. 


P.O, do PP, vai para deputado federal na coligação junto com o PT, ou seja, junto com Érika Kokay, Rafael Barbosa, Patrício e Policarpo, atual presidente do PT/DF.


A notícia saiu em primeira mão pelo jornalista Walter Brito, amigo antigo de P.O. 

Seu dilema agora é vencer ou vencer as eleições. P.O., que sempre teve fama de pão duro, para ganhar vai ter que abrir a mão e de forma generosa.


Afinal, sem equipe e sem ter construído a candidatura com antecedência, até porque preferiu largar mão da política para dar atenção exclusiva aos negócios, P.O. corre um sério risco de não conseguir seus objetivos, porque na coligação em que se encontra vai ter adversários de peso e a grande maioria torce o nariz para sua chegada.
Mais um imbróglio da chapa majoritária que não enxergou que PT e PP são igual a água e azeite nas coligações proporcionais, onde não deveriam se misturar, mas hoje estão de braços dados, para confusão de sua excelência o eleitor.
P.O. sabe do desgaste que sofreu. No primeiro, foi levado pelo onda que varreu Brasília em 2009, cujas verdades ainda não apareceram na totalidade, embora a condenação midiática não tenha perdoado ninguém. Na segunda e mais recente, não tem em quem botar a culpa. Foi senhor e ator principal dos atos que culminaram com sua prisão, uma circunstância que deve merecer boas e contundentes explicações, pois nestes episódios não tem a quem culpar além de si mesmo.
P.O. tem um eleitorado cativo, que aprecia seu modo de fazer política contemporizador, onde tenta circular bem em todos os lados, defensor de Brasília, herdeiro político de JK, razão de ser alertado para ter mais cuidado e atenção com seu legado. Na próxima semana deve ter a capacidade de aalvancar esta tardia e mal organizada candidatura.


Hoje P.O. é politicamente um homem quase só e vai ter que suar muito a camisa e escolher bem quem o cercará, afastando a fama de quem sempre decidiu sozinho olhando primeiro para o próprio umbigo, sem grupo, pois nos momentos de dificuldades tem a imagem de quem é o primeiro a abandonar o navio. É hora de separar o empresário do político, se quiser se mostrar vencedor.


Afinal para P.O. uma derrota nestas eleições, ainda mais num cargo proporcional, será sua inscrição para a aposentadoria. É evidente que P.O. sempre sai na frente, pelo dinheiro e estrutura que tem, marketing próprio, embora complicado, e milhares de funcionários, só para citar exemplos, mas precisa ter profissionais da política em sua volta, que se integrem a um projeto e não ao salário ocasional de eleição que irão receber, embora salário tenha que ter também.

Chega de ter estrutura amadora e de ocasião; precisa ter grupo político. Com o dinheiro que tem não pode e não deve se dar ao luxo de estar cercado por gente que esteja dividida ou que nas tormentas tenham que pular de barco para sobreviver. P.O. precisa parar de ouvir a si mesmo; nisso já terá um bom recomeço. Razão pela qual seu lema de campanha tem que ser: vencer ou vencer. 


Senão voltará como derrotado para a fortuna bilionária que alcançou nesta confusão, que ele mesmo criou, entre o negócio e a política.


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Agnelo descumpre acordo e polícia civil pode decretar greve


NOTIBRAS

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O Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (Sinpol-DF) convocou uma reunião nesta quinta-feira (31) com diretores e representantes sindicais de cada unidade policial. 


O encontro faz parte de uma série de ações planejadas pelo sindicado para defender os interesses dos filiados, nos quais se incluem agentes de polícia, médicos legistas, peritos criminais, escrivães, agentes penitenciários, papiloscopistas e delegados.

Há uma enorme insatisfação entre policiais, e as lideranças sindicais alegam que tanto a União como o Governo do Distrito Federal (GDF) não demonstram qualquer preocupação em solucionar os atuais problemas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Diante da inércia das autoridades envolvidas, “não descartamos a hipótese de realizar atos, paralisações e a chamada ‘operação-legalidade’ para a defesa dos nossos direitos”, afirma o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco.

Em fevereiro de 2013, o sindicato realizou um acordo com o GDF, o qual até agora não foi integralmente cumprido. Na ocasião, o governador Agnelo Queiroz encaminhou à presidente Dilma Rousseff uma proposta de alteração na lei que rege a PCDF, na qual se reconhecia todos os cargos como de nível superior. 

O descumprimento do acordo tem gerado um clima de inconformismo e revolta entre os policiais.

“O reconhecimento dos cargos como de nível superior trará maior valorização e autoestima a estes profissionais, cujas atividades são bastante complexas, exigindo alta capacidade técnica e preparo psicológico”; o presidente do Sinpol-DF ainda lembra que “desde 1996 o ingresso em todas as carreiras se dá por meio de concurso que tem como pré-requisito a formação superior”, disse.


Outra demanda considerada emergencial pelo Sinpol-DF é a nomeação imediata dos aprovados em concursos. Foram formados pela Academia de Polícia Civil 1.200 profissionais neste ano e já estão aptos a trabalhar. 


Entretanto, esse quantitativo não será o suficiente para solucionar a carência do DF, uma vez que existem mais de 2 mil cargos vagos para agentes de polícia e mais de 500 para escrivães. “Fica notório o verdadeiro ‘apagão’ nos recursos humanos da PCDF, cujos reflexos recaem tanto no atendimento imediato, nos plantões, quanto nas investigações criminais”, afirma Franco.

Atualmente, os plantões nas delegacias contam com apenas três ou quatro policiais, número insuficiente para atender com um mínimo de qualidade, e segurança, o cidadão que quer registrar uma ocorrência criminal, além de extravio de documentos, desaparecimento de pessoas e acidente de trânsito com ou sem vítimas.

Falta pessoal também nas seções de investigação, e dessa forma um policial chega a investigar de 10 a 20 casos ao mesmo tempo. A sobrecarga pode gerar não só atraso na resolução e prisão dos suspeitos, como comprometer diretamente a qualidade das investigações.


O impacto financeiro com a nomeação dos aprovados no concurso chegaria à cifra de 50 milhões. “Só neste ano, a União disponibilizou ao GDF, por meio do Fundo Constitucional, cerca de 11 bilhões de reais, e boa parte dessa quantia deveria ser destinada, prioritariamente, para a área da segurança pública, suprindo a contratação de pessoal na PCDF, entre outras demandas”, afirma o presidente.



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2 comentários

  1. francisco o chato
    NO INÍCIO DO MÊS PASSADO, JULHO, FICOU ESTABELECIDO PELO GOVERNO QUE SERIAM NOMEADOS 300 POLICIAIS NA METADE DO MÊS, DIA 15, CHEGOU O DIA E NINGUÉM FOI NOMEADO. DEPOIS, PASSOU PARA DIA 01 DE AGOSTO, HOJE, A NOMEAÇÃO AGORA SERIA DE SOMENTE 100 SERVIDORES, MAS, PARA SURPRESA, ATE ESTA HORÁRIO, NENHUM NOMEAÇÃO FOI PUBLICADA, O QUE SE FALA É QUE FALTA DINHEIRO, SERÁ???? O CAMARADA AINDA QUE SE REELEGER.

  2. carlos 
    bem vindo ao mundo das instituições enganadas por esse governo senhores policiais civis, pelo menos ,diferente da policia militar, governantes passados os fizeram ter esse salário de hoje…

Violência: DF registra cinco homicídios em apenas seis horas


Publicado em por Redação -Notibrás
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O Distrito Federal registrou cinco homicídios em um prazo de seis horas entre a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado (2). Foram três crimes no Recanto das Emas, um no SIA e outro no Itapoã.
O primeiro caso aconteceu na quadra 508 do Recanto das Emas por volta das 21h. Um homem pediu socorro em um bar após ter sido esfaqueado. Ele chegou a ser atendido pelo Samu, mas teve uma parada cardíaca e não resistiu.
Na DF-001, também no Recanto das Emas, um carro com cinco pessoas foi cercado por outro veículo por volta das 3h. Houve perseguição até as proximidades de uma unidade de internação da região. Os agressores começaram a atirar. Segundo testemunhas, foram pelo menos dez disparos.
As três pessoas que estavam no banco de trás foram atingidas. Um deles morreu na hora. Os outros dois atingidos foram levados para a UPA do Recanto das Emas. Uma delas morreu durante a manhã no Hospital Regional de Taguatinga. A outra estava internada no Hospital Regional de Ceilândia em estado grave.
No SIA, um corpo foi encontrado dentro de um bueiro com 10 metros de profundidade, no início da noite. Segundo a polícia, a pessoa, que ainda não foi identificada, foi vítima de espancamento. A corporação informou que um suspeito foi preso.


Por volta de 1h30, um homem foi morto com uma facada no pescoço em uma briga de bar na quadra 47 do Condomínio Del Lago, no Itapoã. Segundo a polícia, o autor do crime fugiu.

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MP reafirma pedido para barrar candidatura de Arruda

Sex, 01/08/2014 às 15:05

Ricardo Brito

O Ministério Público Eleitoral em Brasília reafirmou na noite de quinta-feira o pedido para barrar a candidatura de José Roberto Arruda a um novo mandato ao governo do Distrito Federal pelo PR. 


Em alegações finais encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), o MP rebateu os argumentos da defesa do ex-governador de que ele não poderia ser retirado da disputa com base na Lei da Ficha Limpa. A expectativa é que o tribunal julgue na próxima semana o registro de Arruda.

No dia 9 de julho, o candidato do PR foi condenado em decisão colegiada do Tribunal de Justiça da capital (TJDFT) por envolvimento no escândalo do DEM, seu antigo partido. Em 2010, Arruda se tornou o primeiro governador preso no exercício do cargo no País. Ele foi detido por suspeita de tentativa de suborno de uma testemunha do esquema de corrupção em Brasília.

À Justiça Eleitoral, os advogados do ex-governador sustentaram que ele não está inelegível, uma vez que as condenações a que sofreu pelo TJDFT ocorreram cinco dias após o candidato do PR ter apresentado seu pedido de registro de candidatura ao TRE-DF. Segundo a defesa de Arruda, a decisão do TJDFT não o torna automaticamente inelegível. Argumentou ainda que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há mais de 10 anos tem entendimento consolidado no sentido de que não se pode barrar uma candidatura por fatos ocorridos após o prazo final do seu registro. Mencionou 500 casos com esse tipo de decisão.

Nas oito páginas das alegações finais, obtida pelo Broadcast Político, o procurador regional Eleitoral do DF, Elton Ghersel, disse que a Lei da Ficha Limpa promoveu uma "mudança de paradigma" ao permitir que um candidato perca condições de elegibilidade a partir de decisões de órgãos colegiados da Justiça. 


Ele destacou que foi afastado, dessa forma o "dogma da segurança jurídica" para privilegiar a proteção da probidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato, conforme a vida pregressa do candidato.

O MP Eleitoral ponderou ainda que o momento da formalização do registro da candidatura ocorre apenas após o seu julgamento pela Justiça Eleitoral. Não seria o momento do registro de candidatura ou seu prazo final. Ao contrário da defesa de Arruda, o procurador disse não ter encontrado no entendimento do TSE "nenhum precedente análogo ao caso em exame".

Elton Ghersel rebateu as críticas da defesa de Arruda de que, se o entendimento do MP prevalecer, poderia gerar um "clima de insegurança no País, com candidaturas em xeque e indecisões do eleitor quanto ao proveito de seu voto". "Ademais, não há insegurança jurídica maior do permitir que um candidato inelegível participe do pleito, situação que poderia colocar em risco a própria validade das eleições", contestou o procurador.

Uruguai convoca empresas para produzir e distribuir maconha




O governo uruguaio fez nesta sexta-feira a primeira convocação as empresas interessadas em produzir e distribuir maconha com fins recreativos como parte de sua nova política de cultivo e venda da droga com supervisão do Estado, informaram nesta sexta-feira fontes oficiais. 

A convocação foi feita pelo Instituto de Regulação e Controle do Cannabis (IRCCA) e é parte da regulamentação sobre a compra, venda e cultivo da maconha aprovada em 6 de maio pela administração do presidente José Mujica. 

O Instituto pediu que os interessados manifestassem vontade para a "elaboração de soluções técnicas e econômicas" antes de a confecção das bases de outro chamado "aos postulantes para produzir e distribuir cannabis psicoativo de uso não médico". 

Essa convocação é para escolher "um máximo de cinco postulantes" aos quais o governo uruguaio dará licenças por um período de "até cinco anos" com o objetivo de "produzir e distribuir" cada um "até duas toneladas anuais" de maconha e "garantindo" uma distribuição quinzenal. Os aspirantes deverão apresentar um "plano de produção", uma garantia de US$5 mil e até 18 de agosto. 

O IRCCA estabeleceu que a maconha será vendida unicamente em farmácias e o preço irá variar entre 20 e 22 pesos (R$1,93 e R$2,13) por grama. O valor foi pensado para cobrir tanto os custos de produção, as taxas e o benefício do produtor quanto para que o preço de venda esteja abaixo do da maconha ilegal. 

Os clientes só poderão adquirir nas farmácias até 40 gramas da droga por mês, e terão que se registrar previamente em um cartório, com garantia de anonimato. A intenção é combater o excesso no consumo e que a maconha não termine no mercado negro.
Em recente entrevista à Agência Efe, o pressente do IRCC, Julio Calzado, disse que o organismo "vigiará e avaliará particularmente" que as empresas interessadas conheçam o negócio da produção e que saibam demonstrar como conduzir uma plantação de estufa. 

A lei da maconha foi aprovada em 10 de dezembro do ano passado no parlamento uruguaio unicamente com os votos da coalizão governista de esquerda Frente Ampla, que tem maioria em ambas as Câmaras. 

A nova legislação, impulsionada pelo presidente Mujica, gerou polêmica em nível internacional e nacional, ao estabelecer taxativamente o "controle e a regulação por parte do Estado da importação, exportação, plantação, cultivo, colheita, produção, aquisição, armazenamento, comercialização, distribuição e consumo da maconha e seus derivados". 

Mujica afirmou em várias ocasiões que busca uma "alternativa" para lutar contra o tráfico, já que a "a batalha por meio da repressão está perdida no mundo todo e há muito tempo"

Quebra de sigilo de manifestantes opõe Polícia Civil do Rio e Facebook


Rio de Janeiro




A Justiça autorizou, com base em pedidos da Polícia Civil do Rio, a quebra de sigilo de ao menos 20 páginas relacionadas aos protestos na cidade e 52 perfis pessoais de manifestantes no Facebook. 

A autorização foi dada no inquérito que investigou ativistas suspeitos de cometer atos violentos no Rio e que terminou com 23 pessoas denunciadas por formação de quadrilha armada. 

No inquérito de mais de 3.000 páginas, a polícia se queixa em três momentos distintos da "relutância e procrastinação" da rede social em cumprir a ordem judicial. 


Por meio de nota, o Facebook disse que "já atendeu a maior parte das solicitações" e "segue analisando as demais requisições junto às autoridades", a despeito de o inquérito já estar concluído e entregue à Justiça. 

A rede social disse ainda que "avalia cuidadosamente cada solicitação para ter certeza que está de acordo com a lei aplicável e com o devido processo legal". 

Após as reclamações, no último pedido judicial sobre a questão, em 7 de julho, o juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio, determina que, caso a solicitação não seja atendida em 48 horas, o Facebook estará sujeito a "pena de bloqueio e congelamento de domínio", a ser remetido ao CGI (Comitê Gestor da Internet no Brasil).

Para Ronaldo Lemos, colunista da Folha e um dos maiores especialistas em direto da internet no Brasil, essa pena "não tem qualquer previsão legal". 

A pedido da reportagem, Lemos analisou as demandas sobre o assunto no inquérito e concluiu que a maneira como a questão foi conduzida pelas autoridades feriu termos do Marco Civil da Internet, em vigor desde junho. 

A principal delas é que muitas pessoas que tinham relação com os protestos, mas que não eram tratadas como suspeitas no inquérito, tiveram pedidos de quebra de sigilo aceitos. O parágrafo único da seção 4 do Marco Civil diz que a quebra de sigilo deve ocorrer desde que existam "fundados indícios da ocorrência de ilícitos". 

Já a polícia admite no inquérito, em relatório de 27 de maio, que a quebra de sigilo telefônico e telemático (virtual) é necessária "dada a dificuldade de obter provas satisfatórias que possibilitem a responsabilização penal" das pessoas que cometeram crimes nos protestos. 

Diz ainda que é o "último recurso investigatório apto a possibilitar elucidação desta investigação". 

Dos 52 nomes listados pela polícia, apenas seis viraram réus no processo de formação de quadrilha.

Vídeo revela fraude na CPI da Petrobras, diz revista

Sáb, 02/08/2014 às 12:16


Um vídeo a que a Revista Veja teve acesso revela que houve uma farsa na CPI da Petrobras. Segundo a denúncia exclusiva, a CPI foi criada com o objetivo de não pegar os corruptos. 


Ainda assim, o governo e a liderança do PT decidiram não correr riscos e montaram uma fraude que consistia em passar antes aos investigados as perguntas que lhes seriam feitas pelos senadores. 


Com vinte minutos de duração, segundo a revista, o vídeo mostra uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e um terceiro personagem ainda desconhecido.


A decupagem do vídeo, segundo a publicação, mostra que o encontro foi registrado por alguém que participava da reunião ou estava na sala enquanto ela ocorria. Veja descobriu que a gravação foi feita com uma caneta dotada de uma microcâmera. De acordo com a publicação, quem assiste ao vídeo do começo ao fim percebe claramente o que está sendo tramado naquela sala.

Segundo a revista, a fraude consistia em obter dos parlamentares da CPI da Petrobras as perguntas que eles fariam aos investigados e, de posse delas, treiná-los para responder a elas.

O momento mais cínico da farsa, segundo a Veja, descobre-se agora e se deu no depoimento de Nestor Cerveró. Depois que o ex-presidente Lula mandou o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli parar de confrontar a presidente Dilma Rousseff, Cerveró se tornou o principal motivo de apreensão do governo porque ameaçara desmentir a presidente diante dos parlamentares. 


Essa ameaça jamais se consumou. No vídeo, uma das falas de Barrocas desfaz o mistério: ele insista em saber se estava tudo certo para que chegassem às mãos de Cerveró as perguntas que lhe seriam feitas na CPI.

Outros personagens citados como peças-chave da transação são Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República; Marco Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; e Carlos Hetzel, assessor da liderança do PT. De acordo com a denúncia, a eles coube fazer muitas das perguntas que alimentariam a cadeia de ilegalidades entre investigados e investigadores. 


Barrocas conta também que o senador Delcídio Amaral era peça-chave da operação para manter Cerveró sob o cabresto governista, porque o senador foi padrinho político do ex-diretor da Petrobras.

Tucanos querem 'vitória expressiva' de Campos em Pernambuco



Do UOL, em Maceió



Região do país onde o candidato Aécio Neves (PSDB) tem a menor intenção de voto segundo as pesquisas, o Nordeste terá uma artilharia pesada para evitar uma nova derrota com diferença de 10 milhões de votos, como em 2010, quando Dilma teve 18,4 milhões de voto, contra 7,6 milhões de Serra, no segundo turno da eleição.


Mas um dos nove Estados será exceção tucana: Pernambuco, reduto do candidato Eduardo Campos (PSB). No Estado, Dilma Rousseff (PT) teve 76% dos votos válidos, contra 24% de Serra, no segundo turno de 2010. Agora, com a presença do ex-gonvernador pernambucano na disputa, a ideia é que a eleição no Estado será polarizada entre Dilma e Campos.

Na ótica tucana, Eduardo não deve ser tratado como adversário. Por isso, a estrategia da campanha é deixar que ele use sua força no Estado e assim tire voto da presidente. Assim, o PSDB acredita que a oposição terá mais chance de ter um representante no segundo turno da eleição –que os tucanos apostam ser Aécio.

"A orientação que recebi para Pernambuco, e já conversei sobre isso, é que torcemos por vitória expressiva, a mais possível de Eduardo. Vamos sempre ter uns votinhos lá, alguém que não se afina, mas a diretriz é: nada de hostilizar, nada de mexer", disse ao UOL o vice-governador e Alagoas, José Thomaz Nonô, que coordena a campanha de Aécio no Nordeste.

Segundo Nonô, a postura não quer dizer que os tucanos não vão pedir votos no Estado, mas haverá uma postura menos atuante. "Lá temos o prefeito de Jaboatão dos Guararapes [região metropolitana do Recife], que prefere votar no Aécio, mas a grande maioria dos prefeitos está com Eduardo. A ideia é pedir voto, claro, mas a perspectiva é que ele não pode ter uma votação expressiva lá", afirmou.

Segundo o Ibope divulgada nesta quinta-feira (30), Dilma lidera as intenções de voto em Pernambuco com 41%, ante 37% de Eduardo Campos. Aécio aparece com apenas 6% das intenções.

Como a chance de crescimento no Estado é mínima, a campanha aecista no Nordeste deve ser focada em outros Estados com maior potencial.

"Estou muito mais focado nas eleições no Ceará, no Maranhão, na Bahia do que em Pernambuco. Isso é natural. É o estado do Campos, que foi um excelente governador para Pernambuco, e é natural que votem nele. Estranho seria votar no Aécio", apontou.

Ainda no tom amigo, o coordenador deixa claro que não enxerga Campos como o adversário da campanha.

"O Eduardo é parceiro, não tira nenhum voto do Aécio. Ele pode inibir um relativo crescimento, mas tira os votos é da Dilma, do PT. Ele tem um discuro de oposição ferrenha", afirmou.

Meta é "desidratar" Dilma

 

 

Nonô não esconde que a principal meta da campanha no Nordeste é tirar votos de Dilma. Para isso, conta com candidatos fortes que disputam as eleições este ano.
"Estamos trabalhando para desidratar Dilma aqui na região, tirar os votos dela. A gente desidrata trazendo voto pra nós, ganhando para nós a eleição na Bahia, na Paraíba", afirmou.

A principal aposta na redução da diferença é a Bahia, maior colégio eleitoral do Nordeste e quarto maior do país, Estado onde o DEM tem maior força política.
"Nós perdemos a eleição em alguns lugares por números constrangedores, como na Bahia, onde a vantagem foi de 2,7 milhões de votos, em 2010. 


Hoje quem ganha lá disparado é Paulo Souto, e temos o ACM Neto, em Salvador, que é o mais bem avaliado prefeito melhor do país. É absolutamente natural que o Aécio suba. Se lá perdermos por 1 milhão, tiramos 1,7 milhão", afirmou.

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Campanha presidencial 2014 



6.jul.2014 - Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República, posa ao lado da vice em sua chapa, Marina Silva, durante atividade na favela do Sol Nascente, em Ceilândia, no Distrito Federal. No primeiro dia oficial de campanha, a população local assou frangos para receber os políticos. Marina Silva é vegetariana Leia mais Alan Marques/Folhapress

Campanhas eleitorais vão custar até três Copas do Mundo


Guilherme Balza
Do UOL, em São Paulo

No que depender dos partidos políticos, as campanhas eleitorais serão mais caras em 2014, na comparação com o pleito de 2010. Segundo dados divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a soma do limite de gastos das campanhas de todos os candidatos já registrados na Justiça Eleitoral será de R$ 73,9 bilhões. Há quatro anos, a soma dos tetos de despesa foi de R$ 48,4 bilhões.

O montante equivale ao orçamento de 2014 do Estado do Rio de Janeiro (R$ 75,9 bilhões), o terceiro maior do país, atrás dos orçamentos da União e do Estado de São Paulo. O dinheiro seria suficiente para organizar três Copas do Mundo, pois o Mundial deste ano teve um custo total de R$ 25,8 bilhões, considerando os gastos nas três esferas (União, Estados e municípios).

A diferença é que a Copa do Mundo foi custeada, sobretudo, com dinheiro público, enquanto as campanhas são bancadas majoritariamente por meio de doações feitas por empresas. 

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Campanha presidencial 2014 

31.jul.2014 - O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, participou da inauguração do comitê da Coligação Muda Brasil em Belo Horizonte (MG). Ele estava acompanhado dos candidatos a governador Pimenta de Veiga, a vice Dinis Pinheiro e ao Senado Antonio Anastasia, além do governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho Bruno Magalhães/Coligação Muda Brasil
 
O limite de gastos é o valor total que o candidato prevê arrecadar ao longo da campanha. Até agora, o TSE divulgou informações de 25.381 candidatos. O número não é definitivo, mas representa quase a totalidade das candidaturas.

Considerando as disputas para todos os cargos (presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual), o limite médio de gastos com campanha é de R$ 2,9 milhões por candidato. Em 2010, a média por candidato foi de R$ 2,1 bilhões. Descontada a inflação do período (27,4%, segundo o IPCA), as campanhas ficaram, em média, 6,8% mais caras.

A campanha mais barata é a de deputado estadual, com limite médio de gastos de R$ 2,4 milhões, seguida da de deputado federal (R$ 3,6 milhões), deputado distrital (R$ 5,4 milhões) e senador (R$ 5,6 milhões).

O gasto das campanhas majoritárias é bem superior. Em média, uma campanha para governador tem o limite de R$ 14,6 milhões. Para presidente, o valor sobe para R$ 83,4 milhões. As três campanhas mais caras do país são para a Presidência. Dilma Rousseff (PT) prevê gastar até R$ 298 milhões; Aécio Neves (PSDB), R$ 290 bilhões; e Eduardo Campos (PSB), R$ 150 milhões.

DEM lidera gasto médio

Com 657 candidaturas já registradas, o DEM é o partido que prevê mais gastos por candidato, com limite médio de R$ 7,7 milhões por campanha. Na sequência aparecem PT do B (R$ 5,5 milhões), PSD (R$ 4,3 milhões), PSDB (R$ 3,9 milhões), PMDB (R$ 3,8 milhões) e PT (R$ 3,8 milhões).

"A indicação de gastos de um candidato a deputado federal ou estadual é iniciativa dele. Mas o limite de gastos não passa de estimativa, não é definitivo", afirmou o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM.

Quanto ao gasto total por partido, o PT, legenda com maior número de candidatos (1.334), lidera com R$ 5,04 bilhões, seguido pelo DEM (R$ 5,03 bilhões), PMDB (R$ 4,8 bilhões), PT do B (R$ 4,4 bilhões) e PSDB (R$ 4,3 bilhões).

Corrida pelo dinheiro

Para Mauro Macedo Campos, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense  (Uenf) e autor de um estudo sobre os custos do sistema partidário no Brasil, o volume de recursos para campanha cresce a cada eleição porque os pleitos tornaram-se mais competitivos.


"Os custos das campanhas entraram em outro patamar a partir 2002, quando as eleições ficaram mais competitivas. A lógica é: se meu adversário vai gastar X, tenho que me antecipar e gastar mais do que ele. Quanto mais gastar, mais chance de ser eleito", disse.

Campos explica que o aumento do custo das campanhas gera um circulo vicioso porque inflaciona cada vez mais os preços das peças publicitárias. Quanto às doações, de acordo com o professor, não há critério ideológico.

"Não existe preferencia em termos de ideologia. Elas doam sempre para quem tem capacidade de ganhar. Qual é o propósito disso? É sempre aquela lógica de se receber alguma compensação pela doação. Ou então é aquilo: eu doo e você não mexe comigo; Até o senso comum sabe disso, mas não difícil de comprovar na prática", afirmou.


Uso do FGTS na compra da casa própria pode ser ampliado



Uma proposta que amplia o uso do FGTS na compra da casa própria está em discussão no conselho responsável pela gestão desses recursos. 

A mudança beneficia pessoas que não puderam usar esse dinheiro na assinatura do contrato porque o valor do imóvel superava o teto existente na época. Mas que poderiam se enquadrar nas regras se fosse feita uma nova avaliação do imóvel e considerado o limite de R$ 750 mil que passou a valer em setembro do ano passado.

Se a alteração for aprovada, essas pessoas poderão usar o dinheiro no fundo para abater prestações do seu empréstimo ou do consórcio imobiliário. 

Hoje, só pode fazer isso quem comprou um imóvel que estava enquadrado nas regras do FGTS na data de assinatura do contrato. 




No ano passado, o governo elevou de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo de avaliação dos imóveis nos quais é possível utilizar o FGTS e que se enquadram no SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que tem juros mais baixos. 

Esse valor se refere ao teto para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Para os demais Estados, é de R$ 650 mil. 


REAVALIAÇÃO DO IMÓVEL
A proposta foi apresentada pelas centrais sindicais no Conselho Curador do FGTS e depende ainda dos votos dos conselheiros ligados ao governo e aos empregadores.
A Folha apurou que já foram encomendados estudos técnicos sobre impacto da mudança no fundo e viabilidade técnica e jurídica, que ainda não estão fechados.


A necessidade de reavaliar o preço do imóvel, segundo uma pessoa que defende a proposta, é um fator que limitaria o benefício. Nesse caso, ficariam de fora aqueles bens que se valorizaram muito nos últimos anos.

O objetivo é beneficiar principalmente quem fechou o financiamento poucos meses antes da alteração no limite de avaliação do imóvel, embora a medida, se aprovada, vá atingir todos os financiamentos, independentemente da data em que foram fechados. 

PORTABILIDADE
O debate sobre a ampliação do uso do FGTS também está relacionado às regras de transferências de dívidas entre bancos. 

Pela regra atual da portabilidade de crédito, a nova avaliação do imóvel que é feita para migração do financiamento não prejudica quem já está dentro do SFH nem beneficia quem está fora. 

Segundo outra pessoa que participa das discussões, seria necessário, portanto, alterar também essa norma, o que depende do CMN (Conselho Monetário Nacional), formado pelos ministérios da Fazenda e Planejamento, além do Banco Central. 

Nesse caso, é preciso garantir que a alteração não prejudique as pessoas que estão na situação contrária. Ou seja, que estavam dentro das regras do SFH na época do financiamento, mas que hoje estaria fora em caso de nova avaliação do imóvel. 

A próxima reunião do conselho do FGTS está prevista para setembro.

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) cancelou licitações para construção de 12 CDPs (centros de detenção provisória) no interior do Estado de São Paulo.

A revogação se deu por determinação dada em julho pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), que questionou os critérios de cálculo dos custos das unidades. O investimento previsto era de cerca de R$ 640 milhões. 


O governo Alckmin contava com a criação desses CDPs para reduzir o déficit de vagas no sistema prisional e para atingir a meta de zerar o número de presos provisórios em delegacias no interior. 

Hoje há cerca de 3.730 detentos em delegacias. Para dar conta da meta, seria preciso entregar ao menos quatro CDPs, unidades de detenção destinadas a presos que esperam por julgamento. 

As obras resultariam em cerca de 10 mil vagas para presos provisórios em Aguaí, Álvaro de Carvalho, Nova Independência, Paulo de Faria, Caiuá, Lavínia, Santa Cruz da Conceição, Registro, Gália e Pacaembu –as duas últimas teriam duas prisões. 

O prazo de construção era de um ano e meio a partir da assinatura dos contratos; não tivesse havido revogação, a entrega prevista era em 2015. 

Desde o início do mandato, em 2011, Alckmin entregou apenas cinco CDPs. 

O Estado de São Paulo tem 41 CDPs, além de 78 penitenciárias, que são as unidades para presos já julgados. O deficit nos CDPs em 22 de julho era de 40 mil vagas. 


DEFICIT
Para suspender as licitações, o tribunal apontou que a tabela de valores estava defasada em oito meses e que os editais não traziam informações precisas sobre as licenças que as empreiteiras deveriam obter para construir. 

Pelas mesmas razões, a Apeop (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas) foi à Justiça contra a licitação. Ainda não há decisão. 

"Poderia haver consequências negativas, como a execução das obras com qualidade muito aquém da exigida, sem recolhimento de impostos, por exemplo, e com materiais de qualidade inferior", diz Luciano Amadio, da Apeop. 

Tais editais demandariam aditivos contratuais que encareceriam a obra, diz Amadio. 

A Secretaria de Administração Penitenciária não comentou os apontamentos do TCE nem deu previsão para republicar os editais.

Comentários

jotaefe (2494)

Em São Paulo, as licitações dos governos tuc anos, sejam quais forem os fins a que se destinam, pelo histórico de corrupção e impunidade generalizada que se instaurou no metrô, passaram a ser analisadas com rigor e cautela pelos órgãos de fiscalização do estado. Com isso, infelizmente obras de interesse público deverão sofrer atrasos ou não saírem do papel.Tal estado de desconfiança não precisava atingir a esse extremo; bastaria que o governo não tivesse sido omisso e conivente com os carteis.

Policiais querem vagas na Câmara

Policiais civis, militares e bombeiros que se candidataram chegam a 98 e ameaçam seus atuais representantes

suzano.almeida@jornaldebrasilia.com.br


Ao todo 98 servidores da segurança pública, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), são candidatos ao pleito de outubro. O elevado número de aspirantes pode fragmentar os votos de bombeiros, policiais militares e civis, além de ameaçar os planos dos candidatos à reeleição que chegaram à  Câmara Legislativa com votos da categoria.
O principal impasse entre os servidores da segurança e os atuais representantes seria a falta de empenho dos parlamentares em relação à reestrutura das três carreiras. Foi por isso que se criaram  grupos como o Chapão Militar formado em sua maioria por PMs e o Ideal Coletivo, de bombeiros, 
Há oito anos na Câmara Legislativa, o bombeiro Aylton Gomes (PR) acredita que ainda tem o apoio da tropa e aposta no histórico e na experiência adquirida dentro da Casa para se reeleger. “Temos um histórico de trabalho tanto pelo Bombeiro quanto pela PM. Não vejo um racha na corporação. Se existe não é uma vontade dela, mas de um jogo político por trás disso”, afirma Aylton, que foi criticado pelos próprios companheiros de farda, quando houve a Operação Tartaruga no final do ano passado.
Não é com eles
Doutor Michel (PP) tenta o segundo mandato consecutivo e explica que pouco pode ser feito pelo distritais para que as reivindicações dos servidores da segurança sejam atendidas, já que não compete ao Legislativo local autorizar mudanças. “Como parlamentar fiz tudo o que era possível pela reestruturação das carreiras. Porém, a função do distrital é restrita, porque tudo vem do Governo Federal”, pondera o ex-delegado de Sobradinho, que destaca: “Policial satisfeito é bom em serviço e para a população”.
Ex-diretor do sindicato da Polícia Civil,  Wellington Luiz (PMDB) afirma que dentro da corporação poucos candidatos têm o apoio dos próprios agentes. 
“Na eleição passada, o número de candidatos já era grande, mas dentro da própria corporação são poucos os que têm votos do ‘canas’. Muito deles se destacam pelos cargos que tiveram, como é o caso do Doutor Michel, do Fernando Fernandes (PRTB) e do Cláudio Abrantes (PT), e conseguem a maioria dos votos nas comunidades por onde passaram. Na hora do voto, o ‘cana’ acaba votando em quem sempre esteve com ele”, diz Wellington, que só vê a si e a  Laerte Bessa (PR), candidato a federal,  com votos dentro da Polícia Civil. 
Votação interna decidirá apoios
 
Mobilizados, especialmente para a disputa da Câmara Legislativa, policiais militares e bombeiros se uniram para apoiar os candidatos que fazem parte da tropa e que concorrem às eleições deste ano.
 
O Ideal Coletivo, formado por bombeiros, reuniu-se com 30 candidatos para debater sobre o apoio que receberão. Nove deles, sendo seis aspirantes a distrital e três a federal, aceitaram  as condições e terão os nomes colocados em urnas próximas aos quartéis, entre os dias 31 de julho e 12 de agosto. “Pretendemos ver quem é o mais aceito e daí apoiá-lo”, afirma o diretor do Ideal Coletivo, Idjalmo Brandão.
 
O Chapão Militar preferiu se unir dentro do PRTB, e pretende escolher entre 12 candidatos a distrital e três a federal, quem receberá o apoio. “Escolheremos três candidatos a distrital da PM, que dividirão os votos dos PMs dos comandos de policiamento Leste, Oeste e Metropolitano. O único bombeiro poderá pedir todos os votos da corporação. Assim como o federal que escolhermos. Os demais candidatos poderão fazer campanha fora da corporação”, explica o sargento Leonel Barcellos.
 
Saiba mais
 
 De acordo com o ex-deputado e candidato a federal Laerte Bessa, o surgimento de novas lideranças se deve ao “abandono das corporações”.
 
 Doutor Michel critica a escolha de secretários de Segurança Pública que, segundo ele, não têm a liderança necessária para comandar as corporações.
 
Criticado em sua gestão, o  ex-secretário de Segurança Pública Sandro Avelar (PMDB) é  candidato a deputado federal, ao lado de Patrício (PT) e Alírio Neto (PEN), que deixam  legislativo local.
 
Números
 
60 são os candidatos da PM.
26 bombeiros buscam votos dentro dos quartéis.
12 foram os agente da Polícia Civil que se candidataram.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Tá em casa Temer tranquiliza Dilma sobre palanque de Skaf



Vice disse que contornou situação com Skaf e ela terá palanque em SP
Publicado: 2 de agosto de 2014 às 0:01 - Atualizado às 19:45

Foto: Ayrton Vignolia
Skaf agora tem que explicar que era tudo um mal entendido. Foto: Ayrton Vignolia
O vice-presidente da República Michel Temer aproveitou o bom humor da chefe Dilma Rousseff durante a inauguração do Templo de Salomão da Igreja Universal, na quinta (30), para avisar que conseguiu contornar as divergências com Paulo Skaf. 


O peemedebista – que teve a candidatura ao governo bancada por Temer – havia se recusado a apoiar Dilma em São Paulo, onde Alexandre Padilha (PT) não sai do lugar nas pesquisas.

O bom humor de Dilma tem motivo: pesquisa Ibope apontou a petista à frente de Aécio em São Paulo e Rio, e perdendo em Minas por 10 pontos.

Temer se reuniu por horas na quinta com Skaf, a quem tentou convencer que refutar Dilma só ajuda Geraldo Alckmin a se reeleger no 1º turno.

Sob ameaça de perder apoio do PMDB em SP, Skaf prometeu soltar uma nota avisando que jamais ficaria contra o padrinho Temer, vice de Dilma.

Após peça publicitária onde usa o bordão ‘sabe de nada, inocente’, ao ser questionado se apoia Dilma, Skaf vai suar para explicar a reviravolta. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto