Um momento decisivo para quem luta pela liberdade contra a opressão bolivariana

1. É vital que nas redes sociais nos juntemos e redobremos nossos
esforços em favor da democracia, cada vez mais em perigo por um governo
ditatorial como o do PT.
2. O que está em jogo não é apenas a retirada do PT do poder, mas a
manutenção de nossa democracia. O que está em jogo, fundamentalmente, é o
futuro do Brasil. Se tomarmos a decisão adequada poderemos frear o
processo de isolamento do Brasil em relação aos países mais civilizados
do Globo e bloquear a aliança feita ultimamente com governos
totalitários e genocidas. Precisamos entender o quanto a aliança com a
escória do mundo é danosa para o povo brasileiro.
3. Nos últimos 12 anos, o governo do PT deu passos firmes na direção
de esmagar a vida do povo brasileiro a partir do aparelhamento da
máquina estatal. Tudo isso é sustentado por uma maquiagem nojenta da
realidade, como, por exemplo, dizer que “o governo colocou 36 milhões de
pessoas na classe média”. Eles só não explicam que foi o próprio
governo do PT que
mudou os critérios para definir o que é classe média,
fazendo com que pessoas que ganhem R$ 291,00 reais passassem a ser
chamadas de “classe média”. Vergonhoso. Mas esse é o costume da escória
das nações, que são os países totalitários e genocidas que esmagam seu
próprio povo, recusando-lhes uma vida digna, enquanto fabricam
realidades com propaganda. O governo petista aprendeu a lição direitinho
com essa escória.
4. Todos os passos positivos dos governos anteriores foram sendo
pouco a pouco demolidos pelo governo do PT. Com a aliança com poderosos
(o PT é o maior recebedor de
financiamento empresarial de campanhas),
o governo petista tem a marca de privilegiar sua elite (do partido e de
aliados, sejam empresários ou apenas políticos) usando a máquina
estatal. Não surpreende que todas as principais empresas financiadoras
tenham negócios com o governo. É um jogo onde os beneficiários
dão dinheiro para eles às vésperas de campanha e depois recebem seus
dividendos. Já o povo? O PT conseguiu diminuir
a evolução do IDH conquistada por FHC.
A lógica é clara: quanto mais o PT governa, mais ele consegue demolir
as conquistas de governos anteriores. O pouco que sobra para eles
apresentarem é apenas maquiagem da realidade a partir de propaganda
enganosa. É claro o compromisso do governo com os grupos políticos e
empresariais que mamam nas tetas do estado, criando apenas caos e ruína
para o povo brasileiro. O PT destrói tudo que toca.
5. O estágio atual do governo petista mostra que todas as conquistas
do governo FHC já foram devastadas, e como eles não conseguem criar
valor (por estarem comprometidos com os poderosos que mamam nas tetas do
estado, grupo do qual eles fazem parte e hoje até lideram), é evidente
que o segundo mandato de Dilma será ainda mais devastador para o povo
brasileiro. Em sintonia com os pedidos de mudança do povo, sabemos que o
PT representa a velha política, baseada em usar o estado para a
obtenção de benefícios, enquanto o cidadão sofre. A luta pela mudança,
pela soberania, pelo bem-estar social e por nossa soberania sobre as
riquezas nacionais depende da retirada do PT do poder.
6. A extrema-esquerda sabe que este é o sentimento popular. Por isso,
estão tão desesperados em agarrarem-se ao poder no máximo que
conseguirem, na luta pela implementação da censura de mídia para calar a
voz do povo. Claro que a presidente tentou
esconder suas intenções totalitárias,
mas os seus grupos aparelhados continuam trabalhando dia e noite nisso.
Assim como o Decreto 8243, que usa coletivos não-eleitos como forma de
validar as atrocidades do governo, todos os principais projetos
petistas se baseiam em usar recursos ditatoriais para a manutenção do
poder no máximo que for possível. É evidentemente um plano que se for
levado até o fim nos tornará iguais à Venezuela e Argentina, países
devastados por tiranetes bolivarianos. Falamos de altíssimas taxas de
desemprego, uso de milícias para trucidar cidadãos que protestem e até
racionamento de alimentos. E os empresários sérios, é claro, fogem
desses países.
7. É só ler o que os petistas realmente propõem e buscam e observar o
que todos os governos aliados do Foro de São Paulo já fazem para notar
que as ambições petistas cospem na cara da maioria da população. Tudo
não passa de inchaço e aparelhamento estatal para beneficiar os donos do
poder, enquanto o povo vive à míngua. Quando a coisa se complica pelo
caos reinante, eles passam a lutar para censurar a mídia, cercear a
atuação política pelas regras dos donos do estado e usar coletivos
não-eleitos para calar a dissidência. Com isso, conseguirão devastar o
resto da riqueza nacional.
8. Ficar do lado do PT é ficar do lado do retrocesso: menos soberania nacional (basta ver o financiamento do Porto Cubano e a
perda de duas refinarias nossas para a Bolívia),
maior dependência de países perigosos (e alguns destes países praticam
genocídios contra seus povos e financiam derrubada de aviões repletos de
inocentes), e a destruição do nível de vida da população, com
desemprego, queda da riqueza e endividamento. Quer dizer: o de sempre em
se tratando de governos socialistas que aprendem suas lições com países
atrasados que transformam o seu povo em gado de poderosos mamando nas
tetas do estado.
9. No programa econômico da extrema-esquerda (representada pelo PT)
precisamos destacar algumas propostas com graves consequências: “o uso
do Banco Central para maquiar a crise”, “a manutenção da política
externa” e “uso da Petrobrás como instrumento de manutenção de poder”.
Vamos fazer a tradução do programa da esquerda para um português mais
claro que a neve: eles usam o Banco Central para fingir que a economia
está bem a partir da maquiagem (com isso, conseguiram lançar 57 milhões
de brasileiros na inadimplência, o que vai destruir a vida de muitas
famílias), entregando o comando de nossa economia aos grupos que querem
se perpetuar no poder, ajudando apenas a políticos que emulam o padrão
dos governos mais atrasados do mundo, alguns deles chegando a escravizar
seus habitantes. Não se esqueça de atos vergonhosos de corrupção como
os do Mensalão e do recente Petrolão, que é o uso da Petrobrás para a
manutenção do poder. A manutenção do PT no poder é a opção pela
destruição deliberada do Brasil em prol de poderosos que vivem mamando
nas tetas do estado. Exatamente como ocorre com a população de países
não-civilizados com os quais o governo do PT tem feito aliança,
desafiando a soberania nacional. Típico caso de traição da Pátria.
10. Em resumo, a manutenção do PT no poder se sustenta em fraudes
intelectuais, manipulação de informações, aliança com a escória das
nações do mundo, uso da máquina estatal contra o povo, medidas
opressoras e táticas de desinformação, dentre outras baixarias,
configurando a manutenção de um enorme passo atrás não apenas na
política e nos direitos humanos, como também em todas as conquistas
econômicas de governos anteriores (e muito mais democráticos) e,
principalmente, em todas as nossas conquistas civilizacionais. Ao lutar
contra o PT lutamos para o fim de um reinado de terror.
***
Este texto é uma desconstrução reconstrucionista da parte inicial vista no texto publicado na Página 13, com o título
Anteprojeto de resolução (ao DN do PT de 06/09/2014.
Obviamente, todas as mentiras do PT são traduzidas para fatos (ou seja,
onde os desconstruímos), bem como usamos o novo conteúdo reformatado
para dizer o que precisa ser dito. A desconstrução foi criada por
Jacques Derrida, e a reconstrução por John Dewey. São métodos de
esquerdistas que podem ser usados de forma muito mais justificada a
partir de todos os adeptos da liberdade, sejam eles de direita, centro
ou até a esquerda moderada.
No próximo texto dessa série teremos a desconstrução
reconstrucionista de outras partes deste texto, com foco na ampliação do
item 9, onde será tratado especificamente o projeto totalitário de
poder do PT, incluindo o conselho soviético, a censura de mídia e a
criação da política dominada pelo estado (que eles chamam de reforma
política).
Se tiverem sugestões de desconstruções e reconstruções, também
agradeço, pois quero publicar um texto por dia até o final da semana, de
forma que ele seja útil para a propagação de conteúdo em quaisquer
ambientes na luta contra os projetos de poder do PT.
Desconstruindo o PT – 2 – Um partido golpista

1. No que diz respeito a projetos de poder totalitário, é preciso
destacar três propostas do PT que, se levadas à cabo, destruirão nossa
democracia, causando também sérios danos tanto ao nosso desenvolvimento
como nossas conquistas civilizacionais. São elas: (1) criação de um
quarto poder a partir de coletivos não-eleitos, (2) censura de mídia,
(3) aparelhamento estatal de campanha. Com a primeira, o governo quer
definir um quarto poder para pressionar o Legislativo e solapar nossa
democracia. Com a segunda, o governo quer definir o que pode ou não ser
publicado pela mídia. Com a terceira, o governo adquire o monopólio do
uso das estatais para conquistas políticas, enquanto todos ficam
proibidos de obter financiamento privado de campanha. Os três projetos
juntos são suficientes para estabelecer uma ditadura.
2. Com este tipo de programa, a ditadura estabelecida é do tipo mais
perigoso possível devido à fachada de democracia. Ou seja, falamos de
uma ditadura dissimulada.
3. O exemplo que eles seguem para os três projetos é exatamente o
mesmo já seguido por outros países saqueados por tiranetes. A Venezuela é
o maior exemplo da atualidade, mas a Argentina caminha a passos largos
para o mesmo destino trágico.
4. Uma ditadura com alicerce nessas três implementações consegue
drenar todos os recursos de um país por um longo período de tempo.
Enquanto isso, truques para simular diante da opinião pública uma falsa
democracia são utilizados. Existem eleições, assim como jornais
privados. Mas com a mídia amordaçada e chantageada economicamente pela
elite comandando o estado é muito fácil maquiar a realidade. Para que se
tenha uma ideia, imagine que com uma mídia censurada você não saberia
que o país está em recessão e que na semana passada tivemos um novo
escândalo na Petrobrás.
5. Todos os países latino-americanos que seguiram pelo caminho
ditatorial conseguiram esmagar sua população que, devido à ausência de
liberdade, passou a viver à míngua, exatamente por que a mídia censurada
maquia a realidade.
6. Basta imaginar um país onde a mídia não critica o governo,
publicando apenas notícias que o agradem. A partir daí, informações
vitais para entender seu país são escondidas da opinião pública. A
consequência imediata é a perda total de vergonha na cara por parte dos
donos do poder, que passam a viver como deuses. Os investidores
desaparecem do país, buscando nações com mais liberdade. O desemprego
explode, com o racionamento de alimentos ocorrendo inevitavelmente. O
povo pobre é o que mais sofre neste cenário.
7. Sobre o decreto 8243, foi a própria presidente Dilma que o emitiu,
com revisão de Gilberto Carvalho. O projeto estabelece a participação
de
coletivos não-eleitos,
utilizado para pressionar o Legislativo. Como não foram eleitos pelo
povo, mas são selecionados pelo governo para fingir representar a
“sociedade civil”, os donos do poder adquirem uma ferramenta tirânica
essencial para aquisição de poder excessivo. A história nos mostra que
sempre que um governo socialista adquire poder excessivo tende a causar
resultados trágicos.
8. Quanto aos projetos de censura de mídia, como sempre temos o envolvimento dos coletivos não-eleitos do partido, como podemos
ver aqui.
Mas não se deixe enganar, pois a simulação baseia-se em usar os
coletivos não-eleitos para fingir que é uma “demanda da sociedade
civil”. Só que o PT é desmascarado pelo fato de que
o “movimento dos coletivos não-eleitos” surgiu em 2013, usando
o mesmo discurso de censura de mídia usado por Rui Falcão em 2012.
E já usado pelo partido em 2011, 2010. Aliás, é o mesmo projeto
implementado na Argentina por Cristina Kirchner, há quase uma década.
Como vimos nos dois links agora há pouco, todos os projetos totalitários
“organizados por coletivos não-eleitos” são na verdade criados e
arquitetados pelo próprio PT. No caso da censura de mídia (sordidamente
chamada de “democratização da mídia”), eles querem quebrar as empresas
atuais em várias empresas menores, tornando-as mais vulneráveis aos
anúncios estatais. Daí, com uma grande quantidade de empresas (todas
elas mais vulneráveis), o governo passa a ter o poder de orientar a
programação das emissoras e o conteúdo dos jornais da forma que bem
entender. É exatamente por isso que o termo é censura sutil, pois não
existe um agente do governo com um “carimbo” dizendo o que pode ser
publicado ou não, mas um governo com o poder de chantagear empresas
colocadas em vulnerabilidade (e desesperadas por sobreviver), todas elas
mendigando por anúncios estatais.
9. A terceira das propostas, envolvendo o aparelhamento estatal de
campanhas, mais uma vez teve origem nos discursos da liderança do PT.
Novamente, precisamos
rever o vídeo onde Rui Falcão fala de suas intenções. Mas na verdade tudo isso não passa do
bolivarianismo,
tática de tomada de poder de todos os países pertencentes ao Foro de
São Paulo. Como sempre, os petistas douram a pílula e dizem que “a
reforma política vai moralizar a democracia”, mas é tudo embuste: com a
proibição do financiamento privado de campanha, o partido que está no
poder adquire o monopólio de obter verba para seus jogos políticos a
partir das estatais. Com isso, é muito mais fácil para um governo tirano
se perpetuar no poder. Se ninguém mais pode usar financiamento privado
de campanha, enquanto o partido dono do poder pode usar o estado à
vontade (como vimos nos escândalos do Mensalão e do Petrolão), a disputa
fica desigual.
10. Em relação à este último item, a afronta é ainda maior pois os
coletivos não-eleitos do partido fizeram, entre os dias 1 e 7 de
setembro, um “plebiscito constituinte” organizado por eles próprios, sem
nenhum critério de validação. Em um país com 140 milhões de eleitores,
ter um plebiscito particular (de novo é bom ressaltar: sem nenhum
critério de validação) não contemplando nem um décimo desse total de
pessoas, é no mínimo uma tentativa de golpe. Os coletivos não-eleitos,
como sempre capitaneados pelo PT, dizem que o resultado do plebiscito
deles (sem nenhum valor de um plebiscito de verdade) será utilizado para
“pressionar o Congresso”. Mais um motivo para deixarmos claro aos
congressistas que eles não devem cair nesse golpe, pois alguns poucos
milhões (ou pertencentes aos coletivos não-eleitos do governo, ou
iludidos por estes grupos) não podem dizer o que 140 milhões de
eleitores pedem nas urnas. O falso plebiscito é um ato de traição à
pátria, além de mais uma clara tentativa de golpe.
11. Uma ótica leitura é o livro
Escola de Ditadores, de
William J. Dobson, onde o leitor pode visualizar com muita clareza que o
uso deste tipo de recurso é o principal qualificador de uma ditadura
moderna, dependente de muito mais sordidez e cinismo para se estabelecer
no poder.
12. As três proposta totalitárias do PT e seus coletivos não-eleitos,
se implementadas, configuram a maior ameaça à democracia nacional desde
o tempo do regime militar, além de uma violação gravíssima da soberania
nacional, pois tudo é feito em parceria com ditaduras sanguinárias que
adorariam ver nosso país isolado do mundo civilizado. Para piorar, essa
implementação totalitária dá a um governo mal intencionado tudo que ele
quer: poder ilimitado a partir de seus coletivos não-eleitos,
silenciamento dos opositores e uso do estado para a perpetuação no
estado. Isso certamente leva à estagnação da economia, destruição dos
empregos, fuga dos investidores, uso do aparelho estatal para trucidar a
população (a partir de milícias, especialmente quando a crise explode) e
o lançamento de milhares de pessoas na mais extrema miséria.
13. Lutar contra os três projetos de tomada de poder bolivarianos
(itens 7, 8 e 9 desta lista) é se posicionar pela proteção de nossa
democracia contra um grupo de pessoas que a desprezam. Nada é mais
urgente para nós do que nos rebelarmos contra esse tipo de atentado à
liberdade, orquestrado e liderado pelo PT.