sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O dragão do filme Avatar existiu de verdade!

11/09/2014 13h24 - Atualizado em 11/09/2014 13h43

Brasileiros descobrem pterossauro que lembra 'dragão' do filme Avatar

Fósseis do réptil voador 'Ikrandraco avatar' foram encontrados na China.
Descrição foi publicada nesta quinta-feira em revista do grupo 'Nature'.

Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo

Ilustração que mostra o Ikrandraco avatar, pterossauro que teria vivido há 120 milhões de anos (Foto: Divulgação/Maurílio Oliveira/Museu Nacional/UFRJ)Ilustração que mostra o Ikrandraco avatar, pterossauro que teria vivido há 120 milhões de anos (Foto: Divulgação/Maurílio Oliveira/Museu Nacional/UFRJ)
Pesquisadores brasileiros e chineses descobriram uma nova espécie de pterossauro, réptil voador que viveu há 120 milhões de anos na Terra, na mesma época que os dinossauros. Ele recebeu o nome Ikrandraco avatar, por ser parecido com o "Na'vi Ikran", tipo de dragão do planeta Pandora, criado pelo diretor James Cameron para o filme Avatar, de 2009.

Os paleontólogos Alexander Kellner, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, e Taissa Rodrigues, da Universidade Federal do Espírito Santo, integram o grupo de pesquisadores que assinaram artigo publicado nesta quinta-feira (11), na revista “Scientific Reports”, do grupo “Nature”. Os demais fazem parte da Academia Chinesa de Ciências.

Os fósseis foram encontrados na Formação Jiufotang, na província de Liaoning. De acordo com a descrição, o Ikrandraco avatar possuía uma envergadura de 2,5 metros e apenas 70 centímetros de corpo. Tinha ainda uma crista na parte de baixo da mandíbula, algo que nunca foi descrito antes.
Voos rasantes
Fósseis da nova espécie de pterossauro que foram encontrados na China por paleontólogos (Foto: Divulgação/Scientific Reports)Fósseis da nova espécie de pterossauro que foram encontrados na China por paleontólogos 
 
 
Alexander explicou ao G1 que em outros pterossauros não foi encontrada a crista inferior. Outra coisa que deixou o grupo de paleontólogos intrigado, segundo ele, foi a descoberta de uma formação óssea na região da mandíbula que lembrava um “gancho”.

Durante o estudo, foi constatado que a formação óssea se trataria de um saco gular – muito parecido com a bolsa existente em animais atuais, como o pelicano – que seria utilizado para capturar alimento, provavelmente peixes, durante voos rasantes.

“A hipótese que trabalhamos é que essa crista debaixo da mandíbula do pterossauro servia de base para ancorar o saco gular durante a captura de alimentos. Acreditamos que o animal daria rasantes sobre a água, inseria a crista nela para poder manobrar durante o voo, abria a boca e capturava o alimento, provavelmente peixes, antes de voltar para o ninho”, explica.

O paleontólogo do Museu Nacional, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse ainda que a descoberta foi possível graças a uma parceria com a China, firmada há 11 anos, com foco na exploração de fósseis encontrados lá.

Segundo ele, o país é atualmente o principal local do mundo para pesquisa paleontológica e possui muitos recursos investidos para este fim. “É absurda a diversidade de fósseis que encontramos por lá”, comentou. A investigação teve apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, a Faperj.

Nova espécie de pterossauro recebeu nome em homenagem ao Na'vi Ikran, personagem que lembra um dragão no filme Avatar (Foto: Cortesia/21 Century Fox)Nova espécie de pterossauro recebeu nome em homenagem ao Na'vi Ikran, personagem que lembra um dragão no filme Avatar

Cruzamento de pato com ...crocodilo??


France Presse 12/09/2014 06h00 - Atualizado em 12/09/2014 06h00

Novos fósseis revelam dinossauro que sabia nadar

Esqueleto descoberto no Marrocos tem adaptações para vida na água.
Capacidade de nadar Spinosaurus aegyptiacus é inédita para dinossauros.

Da France Presse
 Reconstrução digital do esqueleto do 'Spinosaurus aegyptiacus' (Foto: Tyler Keillor, Lauren Conroy e Erin Fitzgerald, Ibrahim et al./Science/AAAS) Reconstrução digital do esqueleto do 'Spinosaurus aegyptiacus'
 
Com um peso de até 20 toneladas, o Spinosaurus aegyptiacus era um dinossauro curioso: uma espécie de cruzamento entre pato e crocodilo que possuía traços anatômicos que sugerem uma adaptação ao meio aquático. A conclusão, que surgiu a partir de uma análise de fósseis descobertos no Marrocos, foi publicada na edição desta semana da revista "Science".

Esse dinossauro carnívoro, que viveu há 95 milhões de anos, tinha até 15 metros de comprimento e possuía vinte dentes afiados em uma boca longa e estreita, com a qual devorava peixes.

O Spinossaurus supera assim o tamanho do famoso Tyrannosaurus rex, que viveu na América do Norte milhões de anos mais tarde, segundo a equipe de cientistas que conduziu o estudo sobre os fósseis.

De acordo com a equipe internacional de pesquisadores, o Spinossaurus é um dos maiores dinossauros predadores conhecidos até hoje, superando em mais de três metros o maior exemplar do T. Rex já descoberto.

O fóssil do mais completo esqueleto de Spinossaurus mostra claramente que ele podia se mover em terra firme e na água, segundo Paul Sereno e Nizar Ibrahim, paleontólogos da Universidade de Chicago, principais responsáveis pela descoberta.

Ossos de partes do crânio, da coluna vertebral, da pélvis e das extremidades foram encontrados ao longo de vários anos em uma zona de sedimentos de água doce no Saara marroquino, sudeste do país.

Vida na água
  Paleontólogo Nizar Ibrahin e David Martill examinam um fragmento da espinha do Spinosaurus descoberto no Marrocos (Foto: Cristiano Dal Sasso/Divulgação) Paleontólogo Nizar Ibrahin e David Martill examinam um fragmento da espinha do Spinosaurus descoberto no Marrocos 
 
Esses ossos dão sinais claros de que o animal vivia ao menos parte de seu tempo na água, tornando-se assim o primeiro dinossauro conhecido capaz de nadar. Répteis marinhos como os plessiossauros e os mosassauros não era dinossauros, apesar de terem uma aparência semelhante, segundo os pesquisadores.

Entre as características inéditas para dinossauros, os pesquisadores destacaram a presença do nariz no alto da cabeça para evitar a entrada de água. Também mencionaram as patas dianteiras relativamente longas e grandes com membranas que permitiam que nadasse e também caminhasse por solos pantanosos.

O estudo também destaca uma grande densidade óssea nas extremidades, que teria permitido que esse dinossauro pudesse submergir em vez de apenas flutuar.

O anatomista J.G.M. Thewissen, da Universidade de Medicina de Ohio, ressaltou que essa densidade é semelhante à das primeiras baleias ou à dos hipopótamos modernos.

Na visão de Sereno, o Spinossaurus, com sua boca de crocodilo, seu pescoço longo e corpo estirado, devia parecer uma mistura de pato com crocodilo. Os especialistas observaram que este dinossauro devia ter muita dificuldade em terra firme para manter o equilíbrio durante muito tempo, por causa da anatomia de suas patas traseiras. Também possuía uma enorme crista nas costas, que se assemelha à vela de um barco.

Os primeiros ossos do Spinossaurus foram achados em 1912, no Egito, e foram descritos em 1915 pelo paleontólogo alemão Ernst Stromer von Reichenbach, que, no entanto, não conseguiu decifrar suas capacidades de adaptação à água.

Esses ossos, que se encontravam em Munique, foram destruídos pelos bombardeios na Segunda Guerra Mundial e foi necessário esperar quase um século para conseguir outro esqueleto, que teve suas primeiras peças achadas por um nômade, colecionador amador de fósseis no Marrocos.
As notas, desenhos e publicações de Stromer sobreviveram em uma casa de sua família na Baviera e permitiram fazer comparações com os ossos achados no Marrocos.

Os cientistas reconstruíram este esqueleto com os novos ossos e versões digitais das anotações de Stromer, e com a ajuda do exame de um ancestral do Spinossaurus, o Suchomimus, que era bastante diferente.

Desconstruindo o PT – 1 e 2

Um momento decisivo para quem luta pela liberdade contra a opressão bolivariana

Dilma-Maduro-Evo-Morales-480x269
1. É vital que nas redes sociais nos juntemos e redobremos nossos esforços em favor da democracia, cada vez mais em perigo por um governo ditatorial como o do PT.

2. O que está em jogo não é apenas a retirada do PT do poder, mas a manutenção de nossa democracia. O que está em jogo, fundamentalmente, é o futuro do Brasil. Se tomarmos a decisão adequada poderemos frear o processo de isolamento do Brasil em relação aos países mais civilizados do Globo e bloquear a aliança feita ultimamente com governos totalitários e genocidas. Precisamos entender o quanto a aliança com a escória do mundo é danosa para o povo brasileiro.

3. Nos últimos 12 anos, o governo do PT deu passos firmes na direção de esmagar a vida do povo brasileiro a partir do aparelhamento da máquina estatal. Tudo isso é sustentado por uma maquiagem nojenta da realidade, como, por exemplo, dizer que “o governo colocou 36 milhões de pessoas na classe média”. Eles só não explicam que foi o próprio governo do PT que mudou os critérios para definir o que é classe média, fazendo com que pessoas que ganhem R$ 291,00 reais passassem a ser chamadas de “classe média”. Vergonhoso. Mas esse é o costume da escória das nações, que são os países totalitários e genocidas que esmagam seu próprio povo, recusando-lhes uma vida digna, enquanto fabricam realidades com propaganda. O governo petista aprendeu a lição direitinho com essa escória.

4. Todos os passos positivos dos governos anteriores foram sendo pouco a pouco demolidos pelo governo do PT. Com a aliança com poderosos (o PT é o maior recebedor de financiamento empresarial de campanhas), o governo petista tem a marca de privilegiar sua elite (do partido e de aliados, sejam empresários ou apenas políticos) usando a máquina estatal. Não surpreende que todas as principais empresas financiadoras tenham negócios com o governo. É um jogo onde os beneficiários dão dinheiro para eles às vésperas de campanha e depois recebem seus dividendos. Já o povo? O PT conseguiu diminuir a evolução do IDH conquistada por FHC. A lógica é clara: quanto mais o PT governa, mais ele consegue demolir as conquistas de governos anteriores. O pouco que sobra para eles apresentarem é apenas maquiagem da realidade a partir de propaganda enganosa. É claro o compromisso do governo com os grupos políticos e empresariais que mamam nas tetas do estado, criando apenas caos e ruína para o povo brasileiro. O PT destrói tudo que toca.

5. O estágio atual do governo petista mostra que todas as conquistas do governo FHC já foram devastadas, e como eles não conseguem criar valor (por estarem comprometidos com os poderosos que mamam nas tetas do estado, grupo do qual eles fazem parte e hoje até lideram), é evidente que o segundo mandato de Dilma será ainda mais devastador para o povo brasileiro. Em sintonia com os pedidos de mudança do povo, sabemos que o PT representa a velha política, baseada em usar o estado para a obtenção de benefícios, enquanto o cidadão sofre. A luta pela mudança, pela soberania, pelo bem-estar social e por nossa soberania sobre as riquezas nacionais depende da retirada do PT do poder.

6. A extrema-esquerda sabe que este é o sentimento popular. Por isso, estão tão desesperados em agarrarem-se ao poder no máximo que conseguirem, na luta pela implementação da censura de mídia para calar a voz do povo. Claro que a presidente tentou esconder suas intenções totalitárias, mas os seus grupos aparelhados continuam trabalhando dia e noite nisso. Assim como o Decreto 8243, que usa coletivos não-eleitos como forma de validar as atrocidades do governo, todos os principais projetos petistas se baseiam em usar recursos ditatoriais para a manutenção do poder no máximo que for possível. É evidentemente um plano que se for levado até o fim nos tornará iguais à Venezuela e Argentina, países devastados por tiranetes bolivarianos. Falamos de altíssimas taxas de desemprego, uso de milícias para trucidar cidadãos que protestem e até racionamento de alimentos. E os empresários sérios, é claro, fogem desses países.

7. É só ler o que os petistas realmente propõem e buscam e observar o que todos os governos aliados do Foro de São Paulo já fazem para notar que as ambições petistas cospem na cara da maioria da população. Tudo não passa de inchaço e aparelhamento estatal para beneficiar os donos do poder, enquanto o povo vive à míngua. Quando a coisa se complica pelo caos reinante, eles passam a lutar para censurar a mídia, cercear a atuação política pelas regras dos donos do estado e usar coletivos não-eleitos para calar a dissidência. Com isso, conseguirão devastar o resto da riqueza nacional.

8. Ficar do lado do PT é ficar do lado do retrocesso: menos soberania nacional (basta ver o financiamento do Porto Cubano e a perda de duas refinarias nossas para a Bolívia), maior dependência de países perigosos (e alguns destes países praticam genocídios contra seus povos e financiam derrubada de aviões repletos de inocentes), e a destruição do nível de vida da população, com desemprego, queda da riqueza e endividamento. Quer dizer: o de sempre em se tratando de governos socialistas que aprendem suas lições com países atrasados que transformam o seu povo em gado de poderosos mamando nas tetas do estado.

9. No programa econômico da extrema-esquerda (representada pelo PT) precisamos destacar algumas propostas com graves consequências: “o uso do Banco Central para maquiar a crise”, “a manutenção da política externa” e “uso da Petrobrás como instrumento de manutenção de poder”. Vamos fazer a tradução do programa da esquerda para um português mais claro que a neve: eles usam o Banco Central para fingir que a economia está bem a partir da maquiagem (com isso, conseguiram lançar 57 milhões de brasileiros na inadimplência, o que vai destruir a vida de muitas famílias), entregando o comando de nossa economia aos grupos que querem se perpetuar no poder, ajudando apenas a políticos que emulam o padrão dos governos mais atrasados do mundo, alguns deles chegando a escravizar seus habitantes. Não se esqueça de atos vergonhosos de corrupção como os do Mensalão e do recente Petrolão, que é o uso da Petrobrás para a manutenção do poder. A manutenção do PT no poder é a opção pela destruição deliberada do Brasil em prol de poderosos que vivem mamando nas tetas do estado. Exatamente como ocorre com a população de países não-civilizados com os quais o governo do PT tem feito aliança, desafiando a soberania nacional. Típico caso de traição da Pátria.

10. Em resumo, a manutenção do PT no poder se sustenta em fraudes intelectuais, manipulação de informações, aliança com a escória das nações do mundo, uso da máquina estatal contra o povo, medidas opressoras e táticas de desinformação, dentre outras baixarias, configurando a manutenção de um enorme passo atrás não apenas na política e nos direitos humanos, como também em todas as conquistas econômicas de governos anteriores (e muito mais democráticos) e, principalmente, em todas as nossas conquistas civilizacionais. Ao lutar contra o PT lutamos para o fim de um reinado de terror.
***
Este texto é uma desconstrução reconstrucionista da parte inicial vista no texto publicado na Página 13, com o título Anteprojeto de resolução (ao DN do PT de 06/09/2014.

Obviamente, todas as mentiras do PT são traduzidas para fatos (ou seja, onde os desconstruímos), bem como usamos o novo conteúdo reformatado para dizer o que precisa ser dito. A desconstrução foi criada por Jacques Derrida, e a reconstrução por John Dewey. São métodos de esquerdistas que podem ser usados de forma muito mais justificada a partir de todos os adeptos da liberdade, sejam eles de direita, centro ou até a esquerda moderada.

No próximo texto dessa série teremos a desconstrução reconstrucionista de outras partes deste texto, com foco na ampliação do item 9, onde será tratado especificamente o projeto totalitário de poder do PT, incluindo o conselho soviético, a censura de mídia e a criação da política dominada pelo estado (que eles chamam de reforma política).

Se tiverem sugestões de desconstruções e reconstruções, também agradeço, pois quero publicar um texto por dia até o final da semana, de forma que ele seja útil para a propagação de conteúdo em quaisquer ambientes na luta contra os projetos de poder do PT.

Desconstruindo o PT – 2 – Um partido golpista

chavez
1. No que diz respeito a projetos de poder totalitário, é preciso destacar três propostas do PT que, se levadas à cabo, destruirão nossa democracia, causando também sérios danos tanto ao nosso desenvolvimento como nossas conquistas civilizacionais. São elas: (1) criação de um quarto poder a partir de coletivos não-eleitos, (2) censura de mídia, (3) aparelhamento estatal de campanha. Com a primeira, o governo quer definir um quarto poder para pressionar o Legislativo e solapar nossa democracia. Com a segunda, o governo quer definir o que pode ou não ser publicado pela mídia. Com a terceira, o governo adquire o monopólio do uso das estatais para conquistas políticas, enquanto todos ficam proibidos de obter financiamento privado de campanha. Os três projetos juntos são suficientes para estabelecer uma ditadura.


2. Com este tipo de programa, a ditadura estabelecida é do tipo mais perigoso possível devido à fachada de democracia. Ou seja, falamos de uma ditadura dissimulada.

3. O exemplo que eles seguem para os três projetos é exatamente o mesmo já seguido por outros países saqueados por tiranetes. A Venezuela é o maior exemplo da atualidade, mas a Argentina caminha a passos largos para o mesmo destino trágico.

4. Uma ditadura com alicerce nessas três implementações consegue drenar todos os recursos de um país por um longo período de tempo. Enquanto isso, truques para simular diante da opinião pública uma falsa democracia são utilizados. Existem eleições, assim como jornais privados. Mas com a mídia amordaçada e chantageada economicamente pela elite comandando o estado é muito fácil maquiar a realidade. Para que se tenha uma ideia, imagine que com uma mídia censurada você não saberia que o país está em recessão e que na semana passada tivemos um novo escândalo na Petrobrás.

5. Todos os países latino-americanos que seguiram pelo caminho ditatorial conseguiram esmagar sua população que, devido à ausência de liberdade, passou a viver à míngua, exatamente por que a mídia censurada maquia a realidade.

6. Basta imaginar um país onde a mídia não critica o governo, publicando apenas notícias que o agradem. A partir daí, informações vitais para entender seu país são escondidas da opinião pública. A consequência imediata é a perda total de vergonha na cara por parte dos donos do poder, que passam a viver como deuses. Os investidores desaparecem do país, buscando nações com mais liberdade. O desemprego explode, com o racionamento de alimentos ocorrendo inevitavelmente. O povo pobre é o que mais sofre neste cenário.

7. Sobre o decreto 8243, foi a própria presidente Dilma que o emitiu, com revisão de Gilberto Carvalho. O projeto estabelece a participação de coletivos não-eleitos, utilizado para pressionar o Legislativo. Como não foram eleitos pelo povo, mas são selecionados pelo governo para fingir representar a “sociedade civil”, os donos do poder adquirem uma ferramenta tirânica essencial para aquisição de poder excessivo. A história nos mostra que sempre que um governo socialista adquire poder excessivo tende a causar resultados trágicos.

8. Quanto aos projetos de censura de mídia, como sempre temos o envolvimento dos coletivos não-eleitos do partido, como podemos ver aqui. Mas não se deixe enganar, pois a simulação baseia-se em usar os coletivos não-eleitos para fingir que é uma “demanda da sociedade civil”. Só que o PT é desmascarado pelo fato de que o “movimento dos coletivos não-eleitos” surgiu em 2013, usando o mesmo discurso de censura de mídia usado por Rui Falcão em 2012. E já usado pelo partido em 2011, 2010. Aliás, é o mesmo projeto implementado na Argentina por Cristina Kirchner, há quase uma década. Como vimos nos dois links agora há pouco, todos os projetos totalitários “organizados por coletivos não-eleitos” são na verdade criados e arquitetados pelo próprio PT. No caso da censura de mídia (sordidamente chamada de “democratização da mídia”), eles querem quebrar as empresas atuais em várias empresas menores, tornando-as mais vulneráveis aos anúncios estatais. Daí, com uma grande quantidade de empresas (todas elas mais vulneráveis), o governo passa a ter o poder de orientar a programação das emissoras e o conteúdo dos jornais da forma que bem entender. É exatamente por isso que o termo é censura sutil, pois não existe um agente do governo com um “carimbo” dizendo o que pode ser publicado ou não, mas um governo com o poder de chantagear empresas colocadas em vulnerabilidade (e desesperadas por sobreviver), todas elas mendigando por anúncios estatais.

9. A terceira das propostas, envolvendo o aparelhamento estatal de campanhas, mais uma vez teve origem nos discursos da liderança do PT. Novamente, precisamos rever o vídeo onde Rui Falcão fala de suas intenções. Mas na verdade tudo isso não passa do bolivarianismo, tática de tomada de poder de todos os países pertencentes ao Foro de São Paulo. Como sempre, os petistas douram a pílula e dizem que “a reforma política vai moralizar a democracia”, mas é tudo embuste: com a proibição do financiamento privado de campanha, o partido que está no poder adquire o monopólio de obter verba para seus jogos políticos a partir das estatais. Com isso, é muito mais fácil para um governo tirano se perpetuar no poder. Se ninguém mais pode usar financiamento privado de campanha, enquanto o partido dono do poder pode usar o estado à vontade (como vimos nos escândalos do Mensalão e do Petrolão), a disputa fica desigual.

10. Em relação à este último item, a afronta é ainda maior pois os coletivos não-eleitos do partido fizeram, entre os dias 1 e 7 de setembro, um “plebiscito constituinte” organizado por eles próprios, sem nenhum critério de validação. Em um país com 140 milhões de eleitores, ter um plebiscito particular (de novo é bom ressaltar: sem nenhum critério de validação) não contemplando nem um décimo desse total de pessoas, é no mínimo uma tentativa de golpe. Os coletivos não-eleitos, como sempre capitaneados pelo PT, dizem que o resultado do plebiscito deles (sem nenhum valor de um plebiscito de verdade) será utilizado para “pressionar o Congresso”. Mais um motivo para deixarmos claro aos congressistas que eles não devem cair nesse golpe, pois alguns poucos milhões (ou pertencentes aos coletivos não-eleitos do governo, ou iludidos por estes grupos) não podem dizer o que 140 milhões de eleitores pedem nas urnas. O falso plebiscito é um ato de traição à pátria, além de mais uma clara tentativa de golpe.

11. Uma ótica leitura é o livro Escola de Ditadores, de William J. Dobson, onde o leitor pode visualizar com muita clareza que o uso deste tipo de recurso é o principal qualificador de uma ditadura moderna, dependente de muito mais sordidez e cinismo para se estabelecer no poder.

12. As três proposta totalitárias do PT e seus coletivos não-eleitos, se implementadas, configuram a maior ameaça à democracia nacional desde o tempo do regime militar, além de uma violação gravíssima da soberania nacional, pois tudo é feito em parceria com ditaduras sanguinárias que adorariam ver nosso país isolado do mundo civilizado. Para piorar, essa implementação totalitária dá a um governo mal intencionado tudo que ele quer: poder ilimitado a partir de seus coletivos não-eleitos, silenciamento dos opositores e uso do estado para a perpetuação no estado. Isso certamente leva à estagnação da economia, destruição dos empregos, fuga dos investidores, uso do aparelho estatal para trucidar a população (a partir de milícias, especialmente quando a crise explode) e o lançamento de milhares de pessoas na mais extrema miséria.


13. Lutar contra os três projetos de tomada de poder bolivarianos (itens 7, 8 e 9 desta lista) é se posicionar pela proteção de nossa democracia contra um grupo de pessoas que a desprezam. Nada é mais urgente para nós do que nos rebelarmos contra esse tipo de atentado à liberdade, orquestrado e liderado pelo PT.


O que há de errado com o povo brasileiro? Mas será que há algo de errado com o povo?




andando
Rodrigo Constantino lançou um texto oportuníssimo a respeito do aumento das intenções de voto de Dilma Rousseff mesmo com o advento de tantas denúncias de corrupção. O título é “Que país é esse? Ou: O perigoso sonambulismo de um povo cúmplice da roubalheira”. Antes de saber qual minha divergência dialética e respeitosa, leia o texto dele:
Acordei sorumbático hoje. Um dos maiores escândalos de corrupção vem à tona por denúncias de um importante ex-diretor da Petrobras, a maior empresa do país, e pouco ou nada muda no quadro eleitoral? Paulo Roberto Costa não é um tucano, um jornalista da “imprensa golpista” ou um “neoliberal” que deseja prejudicar o PT. Era o homem de confiança do próprio governo, que Lula chamava de “Paulinho”.

O estrago econômico da passagem do PT pelo poder será enorme e levará tempo até ser totalmente sanado. Mas o estrago moral é o que mais me preocupa. Nunca antes na história deste país houve uma banalização do crime de tal monta. A percepção de que “todos fazem”, de que “todos são iguais” tomou conta do país. A própria propaganda enganosa do PT, somada ao esforço de muitos “jornalistas”, levou a esse quadro de passividade, negligência e sonambulismo.

Ninguém mais parece se importar com os escândalos. Estima-se em R$ 10 bilhões os desvios realizados por uma quadrilha dentro da estatal, debaixo das “barbas” da presidente, envolvendo vários nomes graúdos do governo, e nada? Dilma e Marina Silva estão empatadas no primeiro e no segundo turnos? Dilma, na verdade, teria subido dois pontos percentuais no segundo turno? Que país é esse?

Quando Lula foi reeleito em 2006, no auge do escândalo do mensalão, os sinais de cumplicidade do povo já eram claros. Mas a esperança é a última que morre. Tentamos racionalizar, pensando que a euforia causada pelo crescimento econômico ajudou a tapar o sol com a peneira. O eleitor médio, afinal, não teria como saber que a euforia era temporária e insustentável, produzida por estímulos artificiais e fatores exógenos.

Mas agora? Com a economia em recessão, a inflação machucando todas as famílias, e escândalos emergindo com velocidade maior do que nossa memória consegue preservar? Como podem ainda votar no PT? Como podem desejar a continuação… disso? É muito descaso com a ética e até com o próprio bolso. É ilógico demais. É irracional. E é extremamente indecente, imoral.

É preciso ser dito, sem rodeios: o PT não tem mais eleitores; tem cúmplices. E assusta constatar a grande quantidade de cúmplices, de gente que jogou na lata do lixo valores e princípios, que não está nem aí para a corrupção, para os “malfeitos”. Sim, há muita ignorância. Mas ela, por si só, não dá mais conta da explicação. E Dilma não tem o voto só dos miseráveis e ignorantes.

O eleitor do PT está claramente dando um atestado de que não liga para a roubalheira. Quer apenas ser sócio no butim. Como não ficar carrancudo e melancólico em um país desses?
Todo o espanto e desalento de Constantino é legítimo e justificável. As denúncias sobre o PT são escabrosas e é realmente assustador ver tudo ser percebido como “normal” por parte da população, que parece até “anestesiada”. Sem contar o fato de que a crise brasileira tem como culpado o próprio PT. O cenário nos parece demonstrar uma nação repleta de pessoas com problema de valores e princípios. Isso justificaria uma melancolia com o país.

Porém, vejo que ele está avaliando a questão por uma perspectiva bastante diferente da minha. E mais uma vez, proponho o uso da técnica “change of perspective” que já usei no passado (para defender o voto em Marina ao invés de Dilma).

Eu não vejo uma população com problemas morais, mas uma grande maioria de pessoas com uma visão limitada do mundo. Não por terem culpa disso, mas em muitos casos por não terem tido oportunidade de buscar conhecimentos complexos a respeito da política. Muitos se preocupam com o dia de amanhã. Eles sabem disso. A maioria não está e nunca esteve interessada no aprofundamento do entendimento do que rege nossas vidas. A maioria de fato prefere viver como o sujeito do vídeo abaixo:

Eu defendo que não deveríamos culpá-los por isso, mas, ao contrário, assumirmos cada vez nosso papel de formadores de opinião. No léxico de Antonio Gramsci, estes são os intelectuais orgânicos. Rodrigo com certeza é um intelectual orgânico, e eu também. Meus leitores e os dele, em boa parte, também assumem essa função.

Voltemos para a maioria. Eles estão preocupados com o amanhã, pensando em sua sobrevivência: barriga cheia, emprego, perspectivas, saúde, etc. Daí eles delegam a persuasão das melhores opções para os intelectuais orgânicos de cada lado. Eles simplesmente aguardam as propagandas chegarem e vão comprar as ideias que forem inseridas com mais talento em suas cabeças.

A moral deles não é grotesca, mas a mesma que vemos em todas as nações ocidentais. Porém, nossos intelectuais orgânicos (sejam de direita, centro ou esquerda moderada) não tem atuado com o mesmo talento que os da extrema-esquerda. É preciso lembrar também que muitos desses intelectuais orgânicos fazem parte do time de marketing do PT. E de qualquer outro partido.

Enfim, se Dilma conseguiu “passar bem” pelo escândalo de corrupção, isso ocorre por que seus marqueteiros trabalharam adequadamente, enquanto a oposição mais uma vez comeu mosca. A culpa deve ser compartilhada entre os marqueteiros da oposição e todos nós, envolvidos de uma forma ou de outra, na formação de opinião da oposição ao sistema de governo da extrema-esquerda.

Proponho que recobremos as lições de Gramsci ao dizer que as coisas são definidas pelos intelectuais orgânicos atuantes de cada lado. Grande parte do povo merece que façamos mais do que temos feito. Precisamos agir e influenciar cada vez mais pessoas de forma a não permitir que o PT consiga obter tantos dividendos políticos como tem obtido.

Por essa perspectiva, o que há de errado com o povo brasileiro? Ele tem sido vítima do talento dos intelectuais orgânicos da extrema-esquerda e de uma série interminável de equívocos dos intelectuais orgânicos da oposição.

Servidor de carreira que alterou perfis na Wikipedia será exonerado


  Responsável por difamar jornalistas na enciclopédia virtual por meio de terminal no Palácio do Planalto será exonerado de cargo comissionado no Ministério do Planejamento  -

Correio Braziliense

 
Publicação: 12/09/2014 06:00 Atualização: 11/09/2014 23:45

O computador utilizado para modificar a Wikipedia fica no Planalto: oposição disse que o palácio virou 'comitê' (Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press - 22/9/13)
O computador utilizado para modificar a Wikipedia fica no Planalto: oposição disse que o palácio virou "comitê"

Depois de um mês de investigação, a Casa Civil anunciou ontem ter identificado o servidor que fez alterações no perfil de jornalistas na enciclopédia virtual Wikipedia usando a rede de internet do Palácio do Planalto. Em nota, o governo disse que vai exonerar Luiz Alberto Marques Vieira Filho do cargo comissionado que ocupa no Ministério do Planejamento. Ele é também funcionário de carreira e vai responder a Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

 
 
O servidor ocupava cargo comissionado na Secretaria de Relações Institucionais quando fez as alterações nos perfis dos jornalistas Carlos Alberto Sardenberg e Miriam Leitão, especialistas na cobertura de economia, no ano passado. De acordo com a nota da Casa Civil, “ao longo do processo de investigação, o servidor assumiu a autoria das alterações”. O governo afirma ainda que a exoneração do cargo comissionado foi pedida por Luiz Alberto e será publicada na edição de hoje no Diário Oficial da União.


O caso foi revelado pelo jornal O Globo, em 8 de agosto deste ano. A Wikipedia é uma enciclopédia colaborativa em que qualquer internauta, de forma anônima, pode adicionar e alterar informações. No caso de Miriam Leitão, por exemplo, o colaborador escreveu que ela faz análises econômicas “desastrosas”. A primeira reação do Planalto foi divulgar nota em que lamentava o caso, mas considerava “impossível” a identificação da autoria do caso.

Depois da repercussão negativa, o Planalto criou uma comissão de sindicância investigativa e a presidente Dilma Rousseff (PT), já em campanha pela reeleição, disse que o caso seria esclarecido. Segundo o Portal da Transparência, Luiz Alberto é funcionário de carreira do Ministério da Fazenda desde abril de 2007. Foi cedido ao Ministério do Planejamento em maio deste ano. O servidor recebe por mês um salário de R$ 22.065,61. Ele responderá ao PAD, que tem prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30 para ser concluído. Ele pode ser demitido do cargo efetivo e ficar impedido de voltar à administração pública por um período determinado.

Caetano defende Marina


Caetano: ‘Marina é o esboço de um novo Lula’

Josias de Souza

Facebook/Reprodução
O cantor e compositor Caetano Veloso saiu em defesa de Marina Silva. Fez isso por meio de um texto que pendurou nas redes sociais. “As maluquices crescem e proliferam em reação à força eleitoral de Marina'', escreveu.

Sem mencionar Dilma Rousseff, Caetano contestou a propaganda da campanha petista que associou Marina a dois desastres da história política brasileira. Para Caetano, Marina assemelha-se a Lula, não a Fernando Collor e Jânio Quadros.

“Marina não é nada de Collor nem nada de Jânio”, anotou. “Marina é o esboço de um novo Lula.” Com o linguajar empolado que lhe é característico, Caetano acrescentou:

Marina “é o organismo Brasil movendo-se internamente para metabolizar novos conteúdos. Esses novos conteúdos têm relação com os velhos —às vezes sentidos como eternos— problemas brasileiros: a desigualdade, a sociedade hierárquica, o atraso.”

Quem lê fica com a impressão de que o autor quis dizer que concorda com o papel que Marina se autoatribui de legítima representante da “nova política”. Caetano escreveu que “faz sentido” ter gratidão pelas conquistas obtidas sob Lula. Êxitos que, em caetanês, viram “os conseguimentos do PT no poder.”

Ele também acha que a “sensatez” de Aécio Neves gera “esperanças”. Avalia que o economista Armínio Fraga, nomeado antecipadamente pelo candidato para ocupar a pasta da Fazenda num eventual governo tucano, expõe “planos sensatos de superação do que parece ser o beco-sem-saída em que entrou a política econômica petista” na Era Dilma.

Mas nem a gratidão a Lula nem a esperança despertada por Aécio dão “o direito a ninguém de desconsiderar a seriedade com que Marina se comporta sempre —e desde sempre”, ralhou Caetano. Para ele, Marina é dotada de uma “coerência íntima” que não se perdeu ao longo de sua trajetória, de militante a presidenciável, passando pelas cadeiras de vereadora, senadora e ministra.”
Caetano questionou pecha de evangélica fundamentalista que se tenta grudar em Marina. Citou um artigo publicado na Folha há 13 dias pelo físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, professor emérito da Unicamp. “…Repete que ela é criacionista, sem que ela nada tenha dito que justificasse tal conclusão”, reclama.

Caetano realça no seu texto que a evangélica Marina não é a única personagem da cena pública a cultivar o apreço pelos preceitos bíblicos. “Os católicos também seguem a Bíblia e nem por isso se diz que Frei Beto ou Gilberto Carvalho são criacionistas ou que afirmam que o mundo foi criado há poucos milênios.”

Sem nominar os autores, Caetano disse ter lido textos de pessoas “sensatas” que “tomam Marina como risco de fundamentalismo”. Espanta-se: “Mas como? Uma mulher que tem, com mais clareza e firmeza do que todos os outros postulantes, falado sobre o sentido do Estado laico!”

Eleitor do deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), Caetano diz entender a contrariedade dele “com o recuo, no programa de Marina, quanto a temas cruciais dos grupos LGBT.” Porém, contemporiza:
“Sempre me senti mais identificado com os gays do que com os caretas. Mas nem de longe isso me abala em minha decisão de votar em Marina. Os recuos no seu programa não a colocam em posição menos progressista do que a de seus oponentes. E Marina é tão maior promessa! Por que não ter coragem de apostar nela?”

Caetano encerra sua manifestação com três pedidos de voto: “Se eu pudesse influir, diria: votem em Marina....”


Marina se defende na TV e pede ajuda na web



Josias de Souza

Reprodução/FacebookCom um tempo de propaganda eleitoral cinco vezes menor que o de Dilma Rousseff, Marina Silva teve de recorrer à criatividade para tentar se defender dos ataques que frearam seu crescimento nas pesquisas. Além de veicular na tevê um comercial de 15 segundos, o comitê de Marina inaugurou no seu site uma página anti-boatos. Nela, a candidata solicita “uma doação” aos seus simpatizantes.

Em vez de dinheiro, Marina pede um pedaço do tempo alheio: “contra a mentira e a agressão, dedique uma hora, meia hora, 20 minutos nas redes sociais para combater as calúnias.” A página oferece matéria-prima aos que se dispuserem a socorrer a candidata. Para cada “boato”, o comitê contrapõe as suas “verdades”. Vão abaixo três exemplos:

1. O boato: ‘Marina vai governar com o Itaú, representado pela Neca Setúbal’. A verdade: ‘Marina governará com o povo brasileiro. Neca Setúbal é hoje uma das mais importantes educadoras do Brasil. [...] Participou da discussão do programa de governo de Fernando Haddad (PT), prefeito de São Paulo, em 2012. Naquela ocasião, ninguém contestou o fato de que estava lá na condição de educadora.”

2. O boato: ‘A independência do Banco Central vai impedir avanços sociais.’ A verdade: ‘Banco Central independente significa que nenhum partido ou grupo de interesse usará a instituição para se beneficiar. No governo Marina, o BC estará a serviço do povo e ajudará a conter a inflação… Com o fortalecimento do tripé macroeconômico, o Brasil voltará a crescer… Foi com essa mesma política que o governo Lula conseguiu fazer o Brasil avançar socialmente.”

3. O boato: ‘Marina vai reduzir a importância e desperdiçar o pré-sal’. A verdade: ‘Marina não reduzirá os investimentos para a exploraçãoo do pré-sal. Ela acredita que as riquezas do pré-sal garantirão projetos estratégicos para o Brasil, viabilizando investimentos significativos em saúde e educação… A candidata defende que a distribuiçãoo dos recursos não prejudique os Estados produtores e neneficie o conjunto do país.”

De resto, Marina sustenta na página eletrônica que manterá o Minha Casa… e ampliará o Bolsa Família. Afirma que não misturará religião e política na Presidência. Reitera que seu programa sofreu mudanças no trecho ‘LGTB’ por “erro processual”. Repete que “considera homofobia um crime”. Afirma que vive dos rendimentos obtidos com palestras e que só não divulga os nomes dos contratantes porque está presa a cláusulas de “confidencialidade.”

Dilma ensina: é errando que se aprende. A errar!


Josias de Souza

Em entrevista veiculada na noite passada pela Rede TV!, Dilma Rousseff sinalizou que, sob sua presidência, o governo jamais se acomodará. Entre o certo e o errado, haverá sempre espaço para mais erros. Na Petrobras, por exemplo, a extensão do equívoco será ilimitada.

Saiba quem são políticos delatados por ex-diretor da Petrobras

PAULO ROBERTO COSTA, O DELATOR - Investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal, que apura esquema bilionário de lavagem de dinheiro, Paulo Roberto Costa é ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, cargo que ocupou entre 2004 e 2012. Foi preso em março deste ano por tentar ocultar provas que o incriminavam. 
 
 
Solto em maio, foi preso novamente em junho, e fez acordo de delação premiada com a PF em agosto, o que possibilitaria uma redução de sua pena em caso de condenação. Em depoimentos gravados feitos à polícia, ele cita, segundo a revista "Veja", ao menos 25 deputados federias, 6 senadores, 3 governadores, um ministro de Estado e pelo menos três partidos políticos (PT, PMDB e PP), que teriam recebido propina de 3% do valor dos contratos da estatal Leia mais Renato Costa/Frame/Folhapress
 
A Petrobras, como se sabe, convive com o absurdo. Preso, um ex-diretor conta às autoridades como saqueou as arcas da companhia para saciar as pulsões patrimonialistas de políticos governistas. Contra esse pano de fundo, perguntou-se a Dilma se extinguirá o modelo das nomeações políticas.

E ela: no meu governo, escolhi dentre os que eu considerava os melhores quadros da Petrobras. Vou continuar fazendo assim. Foi o que o presidente Lula fez. Vou continuar mantendo esse critério de escolher dentre os melhores. Esse é o melhor critério.

Quem assistiu foi tomado de assalto (ops!) pela impressão de que, sob o PT, o absurdo adquiriu uma doce, persuasiva, admirável naturalidade. A menos de quatro meses de fechar a conta do seu primeiro mandato, Dilma se espanta cada vez menos. Tornou-se uma administradora de pouquíssimos espantos.

Dilma referiu-se a Paulo Roberto Costa, o ex-executivo da Petrobras que virou delator, como um competente funcionário de carreira. Lembrou-se a ela que o executivo-delator tinha virado diretor de Abastecimento da Petrobras por indicação política. Sustentavam-no PT, PMDB e PP.

A senhora acha adequado? Em vez de responder com um ‘sim’ ou ‘não’, a Dilma preferiu praticar o esporte preferido do PT: tiro ao FHC. Paulo Roberto foi alto funcionário do governo Fernando Henrique, disse ela. Se não me engano, foi diretor da Gaspetro e gerente de exploração e prospecção de petróleo da região Sul. 

Dilma concluiu: os melhores quadros da Petrobras transitam de governo para governo.

A entrevistada não explicou se Paulinho, como Lula chamava o ex-executivo preso, já trazia o selo partidário da gestão FHC. Para ela, o apadrinhamento é normal. Se os aliados indicarem para a Petrobras uma ratazana, Dilma não fará a concessão de uma surpresa. É ratazana? Pois que seja ratazana! Se for uma ratazana de carreira, aí mesmo é que a nomeação sai. Se for uma alta ratazana da gestão FHC, as chances quintuplicam.

Entende-se agora por que Dilma mantém na Petrobras personagens como o ex-senador Sérgio Machado. Foi alojado no comando da subsidiária Transpetro em 2003, no alvorecer do primeiro reinado de Lula. Indicou-o, decerto movido por alguma inspiração patriótica, o notório senador Renan Calheiros.

Em dezembro, Sérgio Machado completará 12 anos de Petrobras. De duas, uma: ou o afilhado de Renan é um executivo genial ou Dilma, a exemplo do que fizera Lula, suprimiu dos seus hábitos o ponto de exclamação.

Amanhã, se der algum novo rolo, Dilma repetirá o que diz agora sobre Paulo Roberto Costa, o Paulinho: eu não sabia. O que nos espantou a todos foi que um desses quadros competentes da Petrobras cometeu esses delitos, ela acrescentou.

Sem querer, Dilma revoluciona o brocardo. Se o seu governo ensina alguma coisa é o seguinte: é errando que se aprende… A errar!

Opinião: É a estupidez das massas ou a das elites?

BLOG do SOMBRA

Em artigo publicado na Folha, Sérgio Malberger levanta uma questão interessante: há como construir um país melhor diante de tanta ignorância – ou estupidez mesmo, para usar o termo politicamente incorreto – de grande parte dos eleitores? É possível evitar a exploração populista dessa gente manipulável? Diz ele:
 
O fator mais influente desta eleição presidencial é a ignorância do eleitorado. As campanhas miram na ignorância das massas e nela investem suas forças. Não para esclarecê-las, mas para eleger seus candidatos. Isso não é ilegal e é muito eficiente. Mas para onde vai nos levar? E para onde não vai nos levar? ...
 
Em seguida, o autor nos compara com outros países, europeus, que sofreram com a crise de 2008 e derrubaram seus governantes após ouvirem e concordarem com as propostas da oposição, incluindo a da necessária austeridade fiscal.
 
Acho ele otimista demais com a racionalidade dos eleitores europeus, mas o ponto é válido: nesses países, como Inglaterra e Espanha, houve debates voltados para propostas, o que surtiu efeito positivo. Já por aqui:
 
Corta para o Brasil. Quem ousa propor austeridade pública, um princípio no mínimo defensável em qualquer momento e especialmente aqui e agora, é acusado imediata e intensamente de insensibilidade com o povo, antipobre, pró-demissões, vendido aos banqueiros, capitalista desalmado etc.
 
Qualquer debate minimamente propositivo e esclarecedor é transformado deliberadamente numa lama que deixa tudo no chão. O cinismo adiciona insulto à injúria.
 
Assim como no resto da América Latina, o Estado é visto no Brasil como provedor natural de benesses à população tão sofrida e maltratada. O problema da solução populista é que, além de ineficaz, é sempre irracional e emotiva.
 
Como negar? Os fatos, por aqui, são menos importantes do que a propaganda enganosa, as emoções, o discurso eleitoral. Apostar na ignorância do povo, portanto, seria uma tática vencedora na política nacional, segundo essa visão pessimista (ou realista?).
 
Confesso não ter muito como refutá-la. Hoje mesmo desabafei, afirmei que bate um desânimo enorme quando um escândalo como o da Petrobras vem à tona e Dilma sobe nas pesquisas. Mas tenho para mim que a culpa maior não é exatamente das tais massas. Afinal, o “povão”, até por definição, não é quem lidera uma nação.
 
São as elites. Eis o fardo das elites: liderar. Quando a qualidade dessas elites é ruim, quando elas só querem saber de pilhar, de participar do butim, de explorar os outros com foco no curto prazo, pois o país não tem jeito mesmo, aí fica complicado mudar o quadro.
 
Quem dissemina socialismo país afora por décadas, nas escolas, nas universidades, nas novelas, nas artes, não é o “povão”, mas sim as elites. Quem endossa o nacional-desenvolvimentismo fracassado não é a massa, mas a turma da Unicamp. Quem flerta com a “democracia direta” e elogia o modelo venezuelano não é o operário, mas o “intelectual”. Quem demoniza o conceito de elite é a própria elite, não o homem do povo.
 
O Brasil é um país no qual banqueiros financiam o PT! Ou onde empresários pedem apenas mais privilégios, subsídios do BNDES, barreiras protecionistas, tudo para impedir a livre concorrência e se beneficiar no curto prazo, alimentando um monstrengo que depois irá devorá-los com tanto poder arbitrário concentrado.
 
Freud, que é visto como “subversivo” por muitos e aplaudido pelos “progressistas”, tinha uma visão conservadora de mundo, bastante aristocrática e cética quando à natureza humana. Ele entendia bem o preço da civilização, e sabia que os instintos, deixados livres e sem freios, tendiam à destruição. Em uma passagem de O futuro de uma ilusão, ele chega a defender um modelo coercitivo contra a utopia da “liberdade plena”:
 
Acho que se tem de levar em conta o fato de estarem presentes em todos os homens tendências destrutivas e, portanto, anti-sociais e anticulturais, e que, num grande número de pessoas, essas tendências são suficientemente fortes para determinar o comportamento delas na sociedade humana.
 
[...] É tão impossível passar sem o controle da massa por uma minoria, quanto dispensar a coerção no trabalho da civilização. Já que as massas são preguiçosas e pouco inteligentes; não têm amor à renúncia instintiva e não podem ser convencidas pelo argumento de sua inevitabilidade; os indivíduos que as compõem apóiam-se uns aos outros em dar rédea livre a sua indisciplina.
 
Uma passagem sem dúvida elitista, e até “autoritária”, eu diria. Mas tem alguma mentira? Sabemos que é uma mensagem politicamente incorreta e que seria suicídio eleitoral na boca de algum político. Felizmente não sou político. Quero apenas buscar a verdade. E acredito que ela não deva ser substituída pela busca de conforto, regozijo pessoal ou aplausos da plateia.
 
Se as massas são como “bóias à deriva”, como dizia Ortega y Gasset, e as elites são formadas por aqueles que assumem as rédeas da própria vida e aceitam o fardo de liderar, de renunciar a esse “instinto” que pode ser pura “pulsão de morte”, então nosso problema está mesmo na qualidade das elites.
 
São essas, afinal, que têm dado o pior exemplo possível aos demais, propagando o hedonismo inconsequente, deturpando os valores morais, banalizando os “malfeitos”, ridicularizando as velhas virtudes, adotando uma visão extremamente míope, que não permite vislumbrar um horizonte maior do que alguns poucos anos à frente.
 
Nossa elite, em geral, é formada por populistas, não estadistas. Basta dizer que Dilma e Aécio Neves estão empatados na faixa de eleitores com curso superior. Acho injusto, portanto, responsabilizar apenas ou principalmente as massas pela pobreza do debate político em nosso país…
 
PS: Tenho dois conhecidos muito inteligentes, irmãos, que passaram em concursos públicos, e que em 2010 resolveram “debater” política comigo, alegando que Dilma era melhor do que Serra e que faria um bom governo. Racionalização para justificar suas escolhas profissionais, talvez? Não sei. O fato é que tenho muito mais raiva ou desprezo de gente assim do que de dona Nalvinha, aquela que idolatra Dilma porque ganhou uma dentadura nova. Acho que isso resume bem o espírito desse texto.
 
Rodrigo Constantino
Fonte: Coluna do RODRIGO CONSTANTINO - 12/09/2014 - - 05:27:12

Preservação: Em defesa do cerrado





No dia dedicado ao bioma, ação de ONG promove o plantio de 70 árvores no Parque Ecológico da Asa Sul a fim de conscientizar a população para a importância da preservação.

Mais do que uma celebração, o Dia do Cerrado, ontem, foi uma data para se refletir sobre a destruição desse bioma. Assim, com a intenção de conscientizar os moradores do Distrito Federal sobre a importância da preservação ambiental, a Ong WWF-Brasil promoveu o plantio de 70 mudas de espécies nativas no Parque Ecológico da Asa Sul.
 
Depois da Mata Atlântica, o cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu degradações com a ocupação humana. Além da abertura de áreas para a criação de gado e o plantio de grãos, há um progressivo esgotamento dos recursos naturais também com a exploração predatória para produção de carvão. Mais da metade do cerrado foi desmatada nos últimos 50 anos, e a taxa anual de desflorestamento é de 0,69%, maior do que a da Amazônia, indica o WWF-Brasil. Nesse ritmo, estima-se um prazo de 40 a 50 anos para o desaparecimento dos recursos florestais...
 
Para o coordenador do Programa Cerrado-Pantanal da Ong, Júlio César Sampaio da Silva, é preciso despertar a consciência da população. “A comunidade tem que abraçar a causa do meio ambiente. Cuidar dos parques e das reservas é cuidar da vida. Cada um tem que ser um agente ambiental”, reitera. Ele esclarece ainda que o plantio de 70 unidades de árvores foi simbólico, pois o período não é adequado. “A melhor época é entre novembro e o fim de fevereiro, quando estamos na fase chuvosa. Mas a data não poderia passar em branco”, frisa.
 
“A preservação é um trabalho diário”, definiu o presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Nilton Reis. O DF tem 73 parques, alguns com uso restrito e outros liberados para a população. As dificuldades em manter as áreas protegidas são várias, desde o desmatamento até o abandono das reservas. “Precisamos do amparo da comunidade. Alguns parques são tomados por usuários de drogas. Em outros, carroceiros despejam entulhos. Além do Ibram, é necessário que as pessoas cuidem dos parques, pois esse é um bem comum”, pediu.
 
Segundo o Ibram, o programa Brasília, Cidade Parque prevê que 1,6 milhão de árvores vão ser plantadas até 2015, a maioria com recursos de compensação ambiental e florestal. “É preciso repor essas árvores. Quem retira uma tem que replantar 30 para compensar o meio ambiente”, afirmou.
 
No Brasil, o cerrado tem apenas 7,44% de área protegida por unidades de preservação, sendo que aproximadamente 2,91% são resguardados na forma de unidades de conservação de proteção integral, tais como os parques nacionais, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente.
 
A gestora e educadora ambiental Márcia Godoy pede mais ações do governo. “Faltam políticas públicas para a área. No Brasil, as leis são sempre a favor da ocupação do solo, muitas vezes uma ocupação inconsciente. O homem precisa entender que ele não é o centro do planeta, há outros seres vivos. E a função do governo é regulamentar isso. O meio ambiente é onde a gente ocupa, onde a gente vive, não somente os parques e as reservas, caso contrário a espécie humana vai acabar”, alerta ela.
 
Pensando no futuro, em algumas escolas do DF, o ensino ambiental começa cedo. Em média, desde os 10 anos de idade, as crianças estudam o conceito. “As atividades ligadas ao meio ambiente são divididas em várias disciplinas. Nessa saída de campo em comemoração ao Dia do Cerrado, os alunos têm contato com a prática de teorias já vistas em sala. São crianças pequenas, é importante acordar o entendimento sobre o meio ambiente e a sustentabilidade”, explica a professora do ensino básico Ana Cristina.
 
Queimadas
 
Entre agosto e outubro, auge da seca, o cerrado sofre com as queimadas. Trata-se do bioma com o maior índice de incêndios do país, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 
 
A utilização do fogo como manejo da terra, principalmente por agricultores e na época de seca, oferece grande risco à biodiversidade e às pessoas. Além da destruição da fauna e da flora, as queimadas podem se alastrar para áreas próximas. “O uso do fogo é bastante perigoso, principalmente se a utilização de manejo acontece próximo às áreas urbanas”, explica o analista ambiental do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, Fernando Rebello.
 
Os prejuízos são grandes. Diminuição da qualidade do ar; problemas com infraestrutura, como a queda no fornecimento de energia elétrica; perdas em propriedades rurais e baixa visibilidade em rodovias são exemplos das interferências das queimadas. “Os problemas relacionados ao fogo afetam a vida das pessoas, estejam elas nas cidades ou em áreas rurais. Por isso, é importante entender que a ameaça vai além do impacto direto na natureza”, pontua Rebello.
 
 
22% do Brasil
O cerrado ocupa uma área superior a 2 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 22% de todo o território nacional. Abriga 11.627 espécies de plantas nativas catalogadas. Dessas, 220 têm uso medicinal, e mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos e servem de fonte de renda para comunidades extrativistas.
 
 
Variedade
De acordo o coordenador do Programa Cerrado-Pantanal da WWF-Brasil, Júlio César Sampaio, 199 espécies de mamíferos, 837 de aves, 1,2 mil de peixes e 330 de répteis e anfíbios do cerrado são conhecidas. O bioma é refúgio, ainda, para 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos trópicos.
 
 
Berço das águas
O cerrado tem grande reserva subterrânea de água doce e abastece as principais bacias hidrográficas do país: Amazonas, Tocantins/Araguaia, São Francisco, Paraná e Paraguai. Por isso, é fundamental para o abastecimento humano, para a geração de energia e para a produção agrícola. Em termos de variedade de espécies, concentra 5% da biodiversidade mundial e 30% da brasileira. Ocupa um quarto do território nacional e é um importante elo entre outros quatro biomas do país (Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal).

Fonte: Correio Braziliense - 12/09/2014 - - 05:33:18
 
BLOG do SOMBRA

Rollemberg venceria em 2º turno contra Arruda

Eleições no DF
Rollemberg (PSB) venceria Arruda (PR) em eventual disputa de 2º turno
Publicado: 10 de setembro de 2014 às 19:47

Foto: Divulgação
O senador do PSB seria eleito em 2º turno contra Arruda

O instituto Datafolha divulgou hoje (10) novo levantamento sobre a disputa pelo governo do Distrito Federal. O candidato do PR, José Roberto Arruda, continua liderando com 37% das intenções de voto. Em segundo, aparece o atual governador, Agnelo Queiroz (PT), com 19%, mas em situação de empate técnico com o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) com 18%.

A grande novidade fica por conta liderança de Rollemberg em uma disputa de 2º turno contra Arruda.
O senador teria 43% enquanto o ex-governador 42%. Em uma disputa contra o atual governador, Arruda seria eleito com 49%, enquanto Agnelo teria 30%. Confira abaixo o desempenho do seu candidato.

1º turno

José Roberto Arruda (PR): 37%
Agnelo Queiroz (PT): 19%
Rodrigo Rollemberg (PSB): 18%
Toninho do PSOL (PSOL): 4%
Luiz Pitiman (PSDB): 4%
Perci Marrara (PCO): 0%
Branco/nulo: 8%
Não sabe/não respondeu: 10%


2º turno
Rodrigo Rollemberg (PSB): 43%
José Roberto Arruda (PRT): 42%
Branco/nulo: 10%
Não sabe/não respondeu: 6%
José Roberto Arruda (PR): 49%
Agnelo Queiroz (PT): 30%
Branco/nulo: 15%
Não sabe/não respondeu: 6%

O Datafolha ouviu 765 eleitores nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de 4% para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%.

Registro:
TRE: DF-00040/2014
TSE: BR-00584/2014

Arruda tenta anular no STF a impugnação do TSE

Mais uma tentativa
O advogado José Eduardo Alckmin quer anular decisão do TSE
Publicado: 11 de setembro de 2014 às 18:19

Advogado José Eduardo Alckmin
Advogado José Eduardo Alckmin/Reprodução


O advogado do candidato ao governo do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR), José Eduardo Alckmin, protocolou nesta quinta-feira (11) no Supremo Tribunal Federal (STF)  uma Reclamação Constitucional contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e solicitando que o Supremo restabeleça a sintonia entre as jurisprudências.


Alckmin alega que o próprio STF, há dois anos, editou uma súmula que determina que as cortes eleitorais não podem mudar a jurisprudência  durante o processo eleitoral, “até o caso Arruda, o TSE vinha aplicando, sem nenhum questionamento, o entendimento de que o momento de verificação das condições de elegibilidade e das condições de inelegibilidade era o protocolo do pedido de registro”.


A defesa se apega nessa determinação para defender a recuperação do registro da candidatura de Arruda, alegando que no dia 4 de junho, quando foi protocolado o pedido de candidatura José Roberto Arruda  cumpria todas as condições legais de elegibilidade.


Sendo que a  decisão do TSE, que o tornou inelegível ocorreu no dia 9 de junho, cinco dias após o prazo. Arruda foi condenado por improbidade administrativa com base na Lei da Ficha Limpa.
A reclamação entregue contém um pedido de liminar, mas será apreciada por órgão colegiado, seja o pleno ou uma turma de ministros.


Os advogados esperam que a decisão saia até segunda-feira (15) a data limite para ser indicado um substituto para a chapa.


Antes de deixar o Supremo, José Eduardo Alckmin esteve no gabinete do ministro Gilmar Mendes.

Confirmada impugnação da deputada que recebeu dinheiro sujo de Durval


Corrupção
TSE cancela registro da candidatura de Jaqueline

Publicado: 11 de setembro de 2014 às 22:51

jaqueline e durval
No vídeo, a deputada Jaqueline Roriz aparece com o marido (em pé) recebendo dinheiro sujo de Durval Barbosa

O registro da candidatura à reeleição da deputada Jaqueline Roriz (PMN) foi indeferido por 6 x 1, esta noite, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). negou na noite desta quinta-feira (11/9) o registro da candidatura da deputada Jaqueline Roriz (PMN).

Ela foi condenada por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, em sentença referendada pelo Tribunal de Justiça do DF, no mesmo processo que impugnou o registro da candidatura do ex-governador José Roberto Arruda (PR). Com isso, ambos foram enquadrados como fichas sujas e impedidos de concorrer. Somente o ministro Gilmar Mendes votou favoravelmente a Jaqueline.


A deputada protagonizou vídeo em que aparece recebendo dinheiro sujo de Durval Barbosa, operador do esquema de corrupção iniciado no governo do pai dela, Joaquim Roriz. Nesse vídeo ela aparece ao lado do marido, Manoel Neto.