segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Rio se endividou para ampliar investimento.Devastação Olimpica devasta a Mata Atlanitica e o orçamento.Para que essa bobagem?




Juntos, Rio de Janeiro e Paraná gastaram quase R$ 12 bilhões acima de suas receitas em 2014, o que torna os dois Estados estratégicos para a busca do reequilíbrio das contas públicas neste ano.

A cifra, que desconsidera as despesas com juros da dívida, supera o rombo conjunto de todos os demais governos estaduais deficitários.

No Rio, o deficit de R$ 7,3 bilhões foi o maior desde a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal e ficou 30% acima do esperado.

A causa principal foram os financiamentos tomados para obras como uma nova linha do metrô, compromisso para a Olimpíada de 2016.

Sérgio Lima - 5.nov.2014/Folhapress
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes
Desde o governo Sérgio Cabral (PMDB), o Estado defende o uso de empréstimos para investir. Argumenta-se que o ajuste fiscal feito no início da gestão do ex-governador –quando o secretário da Fazenda era o hoje ministro Joaquim Levy– abriu espaço para o endividamento.
Contudo, a desaceleração econômica e a crise no setor de petróleo derrubaram a arrecadação do Estado. Hoje a dívida fluminense equivale a 178% da receita anual, maior patamar desde 2005 –o teto fixado por lei é de 200%.

Neste ano, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) anunciou cortes em despesas como telefone e combustíveis, além da gratificação de cargos comissionados.

Já o Paraná, cujo deficit foi de R$ 4,6 bilhões em 2014, enfrenta uma crise financeira há pelo menos dois anos, que já forçou o Estado a suspender obras, atrasar pagamentos e parcelar salários.

No orçamento, o principal nó é a folha de pagamentos. Os salários de professores e policiais foram elevados e os gastos com pessoal somam 47% da receita, acima do limite prudencial de 46,55% e perto do teto legal de 49%.
O Estado argumenta que as receitas não evoluíram como o esperado, devido ao baixo crescimento do país, e que precisou gastar para melhorar os serviços públicos.

Com pouco dinheiro, o governo de Beto Richa (PSDB) tem atrasado pagamentos e suspendido obras desde 2013. No final do ano passado, para conseguir pagar os salários, sacrificou as férias: o abono foi parcelado em três vezes e adiado para 2015.
Neste ano, Richa aumentou impostos e propôs cortar o anuênio de servidores, alterar o regime de previdência e congelar um quarto do orçamento (R$ 11 bilhões).

Insatisfeitos, servidores acusam o governo de má gestão e ameaçam greve geral. Richa nega problemas de gestão e argumenta que as medidas são "impopulares, mas absolutamente necessárias".

Obra da Rio-2016 derruba mata, e devastação olímpica atinge 34 'Maracanãs'

Vinicius Konchinski
Do UOL, no Rio de Janeiro
  • Júlio César Guimarães/UOL
    Obra em Elevado do Joá (foto) vai derrubar 69 mil m² de mata à beira do Oceano Atlântico Obra em Elevado do Joá (foto) vai derrubar 69 mil m² de mata à beira do Oceano Atlântico

A Prefeitura do Rio de Janeiro deu início no final do mês de junho a mais um projeto viário necessário para a Olimpíada de 2016: a duplicação do Elevado do Joá. Com isso, ampliou a derrubada da vegetação da cidade causada pela preparação da capital fluminense para os próximos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.


A duplicação do Elevado do Joá, pista que liga à Zona Sul do Rio à região da Barra da Tijuca, vai derrubar cerca de 6,9 hectares (69 mil m²) de vegetação à beira do Oceano Atlântico. Já considerando essa área, a devastação vegetal causada pela Rio-2016 atingiu 270 mil², área equivalente a 34 campos de futebol do Maracanã.


Além do Elevado do Joá, a construção da Transolímpica também demandará a derrubada de vegetação. A obra da avenida ligando o Parque de Deodoro à região do Parque Olímpico vai suprimir 20 hectares, ou seja, 200 mil m² de Mata Atlântica na Zona Oeste.


Já no caso do elevado do Joá, dos 6,9 hectares de mata que serão derrubados, só uma parte é de espécies de mata nativa. A maior área é constituída por espécies já replantadas, como amendoeiras e bananeiras, segundo a Fundação Geo-Rio (Fundação Instituto de Geotécnica do Rio de Janeiro).


Mesmo assim, tudo o que será desmatado será compensado. De acordo com a SMO (Secretaria Municipal de Obras do Rio), 12,5 hectares de vegetação serão plantados na cidade. O local onde isso será feito não está definido.


A derrubada das árvores, tanto no caso do Elevado do Joá quanto no da Transolímpica, foi autorizada pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente), órgão do governo do Estado do Rio de Janeiro. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, aliás, foi questionada pelo UOL Esporte sobre como avaliava a devastação causada pela preparação para a Rio-2016. Não respondeu.


Vale ressaltar que realizar uma Olimpíada sustentável é uma das missões dos organizadores do evento. O próprio Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 já informou que só compra madeira ou papel com certificado de manejo florestal, vai servir pescado produzido de forma sustentável nas refeições durante os Jogos e trabalha para a ampliação da acessibilidade em hotéis do Rio visando à sustentabilidade.

Esse objetivo é visto com desconfiança por ambientalistas e movimentos sociais. Pessoas que acompanham a organização da Olímpiada questionam a construção de um campo de golfe para os Jogos numa área de preservação ambiental, e apontam falta de vontade de governos para despoluir a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas –dois locais de competição da Rio-2016.

Detalhes das obras
A obra de duplicação do Elevado do Joá deve ser concluída em março de 2016. A prefeitura vai gastar R$ 458 milhões para ampliar a via de acesso à Barra, bairro que é considerado o "coração da Olimpíada". É lá que vai ficar o Parque Olímpico da Rio-2016.

A Transolímpica vai custar R$ 1,6 bilhão. Desse valor, R$ 1,1 bilhão será pago com recursos públicos. O restante será pago por um grupo de empresas, que depois vai lucrar com a cobrança de um pedágio na nova avenida.

A Transolímpica terá três pistas em cada sentido. Uma delas será uma faixa para tráfego exclusivo de ônibus expressos BRT (Bus Rapid Transit). A obra deve ser concluída no primeiro semestre de 2016.

Dez anos depois, Protocolo de Kyoto falhou em reduzir emissões mundiais



Dez anos após ter entrado em vigor, o Protocolo de Kyoto tem um diagnóstico claro: o acordo fracassou em reduzir as emissões mundiais de gases-estufa, que cresceram 16,2% de 2005 a 2012.


O pacto internacional, porém, não foi de todo inócuo e teve certo sucesso em conscientizar a sociedade e implantar projetos ambientais, tecnológicos e de desenvolvimento econômico para prevenir o agravamento do aquecimento global.


Concluído em 1997 em Kyoto, no Japão, o protocolo estabelecia metas de redução das emissões de gases-estufa. Só em 2005 ele adquiriu força para entrar em vigor, com a ratificação pela Rússia.


O protocolo teve 189 ratificações, entre elas a do Brasil, em 2002. Mas suas novas metas de redução de emissões de 2013 a 2020, estabelecidas em 2012 no Qatar só tiveram até agora 23 adesões.


Em um balanço, a secretaria da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) destacou que 37 países, a maioria da União Europeia, superaram sua meta de reduzir em 5% suas emissões até 2012.


A agência, contudo, deixou de lado os números do aumento global das emissões e o alerta enfático feito em 2014 por seu braço científico, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática): não há mais tempo para reduzir a concentração de gases-estufa para que o aumento médio da temperatura da superfície terrestre até 2100 seja inferior a 2ºC.


Essa elevação traria como consequência mais secas, derretimento de geleiras e inundações de zonas costeiras pela elevação dos oceanos.


Para evitar esse cenário, seria preciso estabilizar as emissões até 2020 e reduzir as emissões em 80% até 2050.


PERDAS E GANHOS
"Estou convencida de que sem o protocolo de Kyoto não estaríamos avançados como hoje na crescente penetração das energias renováveis", disse Christiana Figueres, secretária-executiva da UNFCCC.


Figueres também destacou como resultados positivos do protocolo cerca de 7.800 projetos de apoio a países em desenvolvimento, envolvendo benefícios de até US$ 13,5 bilhões para reduzir emissões por desmate e para "sequestro de carbono" da atmosfera por meio de recuperação e ampliação de florestas e e outras ações, inclusive com transferência de tecnologia e geração de empregos.


"Se olharmos quantitativamente para as emissões, o protocolo falhou. Mas sem ele a União Europeia não teria atingido grandes avanços nas reduções", diz o meteorologista Carlos Nobre, que na semana passada deixou o cargo de secretário de Políticas e Programas de Pesquisas e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e assumiu o de diretor do Cemaden (Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais), em também do governo federal.


Nobre ressalta que a Alemanha mostrou que é possível reduzir os gases-estufa sem diminuir seu PIB. "Vejo com otimismo esse efeito pedagógico", disse Nobre.
Já para o físico da USP e membro do IPCC Paulo Artaxo, ainda que o tratado tenha aumentado a adesão de novas tecnologias e a conscientização para o que ele chama de "problema mais sério já enfrentado pela humanidade", houve, além do aumento da concentração de carbono na atmosfera, acúmulo de CO2 nos oceanos, o que pode causar desequilíbrios para a vida marinha.



Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress 
PERSPECTIVAS
Segundo Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, a próxima conferência do clima, em dezembro, em Paris, poderá ter avanços graças ao recente acordo entre EUA (que assinaram mas não ratificaram o Protocolo de Kyoto) e China. Juntos, os dois países são responsáveis por cerca de 45% das emissões globais de carbono.


Para ele, um dos grandes desafios para os governos, inclusive o do Brasil, é o planejamento econômico e energético. Ele afirma que isso ainda é feito sem assimilar as mudanças climáticas, e a atual crise energética e hídrica do país é prova disso.


Fabio Feldmann, secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas e de Biodiversidade e ex-secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, afirma ainda que a redução de desmatamentos no Brasil criou uma "falsa impressão" de que o país pode continuar com os mesmos níveis de emissões em outros setores.


De fato, enquanto as emissões por desmates no país diminuíram 64% de 2005 a 2013, as das atividades agropecuárias e do consumo de energia cresceram, respectivamente, 6% e 42%, segundo o Observatório do Clima. A queda nas taxas anuais de devastação florestal foi determinante para a redução de 33% das emissões totais brasileiras de CO2 no mesmo período.





Aquecimento climático, uma bomba-relógio que origina conflitos no mundo




Paris, 15 Fev 2015 (AFP) - Os cientistas e especialistas em temas de segurança alertam há anos para o risco de que o aquecimento climático gere instabilidade e conflitos se prosseguir ao ritmo atual, algo que, segundo alguns, já está ocorrendo.
As emissões de dióxido de carbono provocam temporais, ondas de calor, secas ou inundações e se continuar assim os fenômenos extremos serão cada vez mais frequentes, e consequentemente as disputas pelos recursos.

"Menos água e recursos alimentares, aumento das migrações, tudo isso aumentará indiretamente os riscos de conflitos violentos", afirmam em seu último relatório os cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

Alguns consideram que este fenômeno já é uma realidade, enquanto outros, mais prudentes, não estão certos.

"Em alguns países africanos, o aumento dos conflitos violentos é o sinal mais chamativo dos efeitos acumulados da mudança climática", afirmou em 2012 o Institute for Security Studies (ISS), com sede na África do Sul.

"No Sahel, a desertificação gerou conflitos entre produtores de gado e agricultores pelas terras disponíveis", ressalta o documento, que afirma que "os efeitos deste tipo, vinculados ao clima, já originaram conflitos violentos no norte de Nigéria, Sudão e Quênia".

Em 2007, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a violência na região sudanesa de Darfur se devia, em parte, às rivalidades entre nômades e agricultores sedentos por água e terras de pastoreio.

Em 2011, vários observadores também relacionaram as Primaveras Árabes com o calor provocado pelas mudanças climáticas em diversos países produtores de cereais.

O aumento recorde dos preços dos alimentos pela crise dos cereais russos, ucranianos e cazaques foi a faísca que desencadeou a revolta nos países do Mediterrâneo já asfixiados pela pobreza, desemprego e opressão política, estimam.

Para o ex-vice-presidente americano Al Gore, a mudança climática também desempenhou um papel na guerra na Síria.

"De 2006 a 2010 uma seca histórica, vinculada ao clima, destruiu 60% das fazendas da Síria, 80% do gado e levou um milhão de refugiados às cidades, onde se encontraram diante de outro milhão de refugiados que fugiam da guerra no Iraque", declarou em Davos em janeiro.



Conclusões prudentes

Os cientistas do clima são mais prudentes ao estabelecer vínculos diretos entre o aquecimento climático e os conflitos.

"Costumam citar o exemplo de Darfur", mas "a realidade é mais sutil e a maior parte dos pesquisadores admite que o contexto político e econômico foi o principal fator do conflito", escreveu o climatólogo Jean Jouzel.

Para Mark Cane, professor de ciências da terra e do clima da universidade Columbia de Nova York, na Síria, cabe vincular o descontentamento popular com a seca de 2007-2010, a pior registrada no país.

Mas lembra que é complicado atribuir um fenômeno meteorológico concreto à mudança climática, um movimento que atua ao longo das décadas.

Além disso, é impossível afirmar que um conflito "não teria ocorrido sem esta ou aquela anomalia climática", acrescenta. Entram em jogo a política e outros fatores.

No momento, as forças armadas estão se preparando, afirma Neil Morisetti, ex-almirante e ex-conselheiro do clima do governo britânico.

Em muitos países, os analistas militares já incluem a mudança climática em sua avaliação de riscos, afirma.

E o Pentágono trabalha com a hipótese de um futuro sombrio. Em seu mapa do caminho de 2014 "para uma adaptação à mudança climática no mundo", afirma que o aumento das temperaturas e os fenômenos climáticos extremos aumentarão "a instabilidade mundial, a fome, a pobreza e os conflitos".


EUA correm risco de 'mega seca' em 2050.


Jonathan Amos
Correspondente de Ciência da BBC News

  • Justin Sullivan/Getty Images/AFP
    28.jan.2014 - Poça de água se destaca em meio ao solo seco e rachado no fundo da represa Alamden em San Jose, na California, EUA 28.jan.2014 - Poça de água se destaca em meio ao solo seco e rachado no fundo da represa Alamden em San Jose, na California, EUA
O sudoeste e as planícies centrais dos Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma mega seca a partir de 2050 – a maior em mil anos, segundo pesquisadores. Algumas regiões, como a Califórnia, já enfrentam uma séria escassez de chuvas, mas a situação é branda se comparada com alguns períodos dos séculos 12 e 13. "Essas mega secas durante os anos 1100 e 1200 persistiram por 20, 30, 40, 50 anos de cada vez e foram secas que ninguém na história dos Estados Unidos jamais experimentou", disse Ben Cook, do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa.

São esses eventos climáticos sem precedentes no último milênio que podem vir a acontecer, segundo os novos modelos. "As secas que as pessoas conhecem – como a que foi chamada de dust bowl nos anos 1930 por causa das tempestades de areia, a seca dos anos 1950 ou mesmo a atual seca na Califórnia e no sudoeste – foram secas naturais que esperava-se que durassem apenas alguns anos ou talvez uma década", disse Cook. "Imagine se a seca atual na Califórnia continuasse por mais 20 anos", comparou.

Duplo efeito

O estudo reforçou um consenso sobre as secas que deverão afligir o sudoeste e as planícies centrais americanas (uma larga faixa de território do norte do Texas até as Dakotas do Norte e do Sul) em consequência das crescentes emissões de gases na atmosfera.

Elas serão causadas por um fenômeno duplo: a precipitação reduzida (redução da quantidade de chuvas e neve) e o aumento da evaporação (impulsionado pelas altas temperaturas, que deixará os solos mais ressecados).

Para o novo estudo, a equipe de Cook comparou reconstruções das condições climáticas do passado feitas a partir da análise dos anéis de crescimento das árvores – os anéis são mais largos em anos mais úmidos. Foram levados em conta também outros 17 modelos climáticos, além de índices diferentes usados para descrever a quantidade de umidade que se manteve nos solos.

Com estas informações, os pesquisadores conseguiram entender a variação natural do sistema climático, separando o que são situações normais e o que seriam situações extremas.

O que o grupo descobriu foi que, após 2050, o sudoeste e as planícies centrais provavelmente passarão por períodos de estiagem que ultrapassariam até mesmo a chamada "anomalia climática medieval" nos séculos 12 e 13.

"Tanto no sudoeste quanto nas planícies centrais, estamos falando de um risco de 80% de uma seca de 35 anos até o final do século, se a mudança climática se consumar", disse o coautor do estudo Toby Ault, da Universidade de Cornell.

"E esse é um ponto muito importante – não estamos necessariamente presos neste alto risco de uma mega seca se tomarmos providências para retardar os efeitos da emissão dos gases estufa nas temperaturas globais."

Vivendo em estiagem

Ault definiu as condições de uma mega seca usando o exemplo da cidade de Tucson, no Arizona, onde a precipitação está em 80% dos níveis esperados desde o final dos anos 1990. Se isso continuar por mais duas décadas, a situação se qualifica como mega seca.

Apesar do desafio, o pesquisador se disse otimista com a possibilidade de desenvolver estratégias para lidar com o problema.

"Os registros que temos de mega secas do passado são baseados em estimativas de anéis de crescimento. Se você pensar bem, isso é um pouco animador, porque significa que as secas não foram ruins a ponto de matar todas as árvores", disse Ault.

"Estou otimista porque uma mega seca não significa não ter água – significa apenas ter muito menos água do que nos acostumamos a ter no século 20."

O estudo, divulgado na publicação científica Science Advances, foi discutido no encontro anual da Associação Americana para o Avanço das Ciências, que acontece em San Jose, na Califórnia.

Exposição "Vejam o que vou destruir".


A INFRAMERICA que está falida(leia-se Engefix, leia- se Almada e Lava Jato pretende destruir o equivalente a vários campos de futebol de cerrado intacto para construir concessionarias de automóveis.Antes porem faz uma exposição da fauna e da flora daquilo de vai depredar!!)

Aeroporto de Brasília sedia exposição com fotos do cerrado

Painéis podem ser vistos no térreo do terminal, próximo ao desembarque.
Evento tem ainda poemas, vídeos, artesanato e informações em tablets.

Do G1 DFFacebook
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Foto em exposição no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Bento Viana/WWF Brasil/Divulgação)Foto em exposição no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Bento Viana/WWF Brasil/Divulgação)
O Aeroporto de Brasília recebe a partir desta quarta-feira a exposição "Portal do cerrado", com fotos de animais, plantas e paisagens característicos do segundo maior bioma do Brasil, típico do Distrito Federal. A mostra pode ser vista gratuitamente no térreo do terminal, na área próxima ao desembarque de passageiros.

A exposição tem 14 painéis com 7 e 10 metros de comprimento e 3 metros de altura. Outra atração são os poemas de artistas como Nikolas Berr, Paulo Bertram e TT Catalão, entre outros, que têm relação com o cerrado.

O público pode ainda assistir à projeção de quatro vídeos que mostram a importância e a beleza do bioma. Completam a exposição peças de artesanatos de diversos grupos sociais que vivem na região, como quilombolas, indígenas e as quebradeiras de coco.

Segundo a Inframerica, concessionária que administra o aeroporto, os móveis utilizados como decoração "são de uso sustentável construídos com madeira manejada, que atendem aos critérios do ecodesign"(estão de gozando!!E os milhares de metros de cerrado intacto com uma fauna rica e diversificada que você vai matar como fica?São também de uso sustentável?)

Quem passar pelo local pode conferir mais informações sobre o Cerrado em tablets disponibilizados pela organização da “Portal do cerrado”. O evento também tem apoio da WWF Brasil e do Programa Água Brasil.
Foto na exposição "Portal do Cerrado", no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Bento Viana/WWF Brasil/Divulgação)Foto na exposição "Portal do cerrado", no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Bento Viana/WWF Brasil/Divulgação)
Passageira observa imagens da exposição "Portal do Cerrado", no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Inframerica/Divulgação)Passageira observa imagens da exposição "Portal do cerrado", no Aeroporto JK, em Brasília

(Foto: Inframerica/Divulgação)

Calote da Inframerica se repete em aeroporto do Rio Grande do Norte

Há um mês, foi criada uma comissão com 40 empresários que esperam ser ressarcidos em R$ 70 milhões da Inframérica





postado em 26/09/2014 08:33 / atualizado em 26/09/2014 08:43

Jobson Galdino/Divulgação

O calote da Inframerica a empreiteiros contratados para obras do Aeroporto Juscelino Kubitschek se repete no terminal de São Gonçalo do Amarante (RN), do qual também é concessionária. Empresários locais relatam R$ 120 milhões em pagamentos atrasados a mais de 200 terceirizados. Somado às dívidas na capital federal, o montante chegaria a R$ 134,4 milhões.

Em Brasília, o problema se intensificou após a Copa do Mundo e, no Rio Grande do Norte, ocorre há bem mais tempo. “Desde março, não me pagam. Há três meses, tentei, sem sucesso, negociar”, reclamou um empresário que não quis se identificar. Nas contas dele, sua empresa, que fornecia alimentação aos operários da obra do terminal, tem R$ 2 milhões a receber.

Há um mês, foi criada uma comissão com 40 empresários que esperam ser ressarcidos em R$ 70 milhões da Inframérica. Na segunda-feira, após esperar mais de duas horas para ser atendido, o grupo foi recebido pelo superintendente do aeroporto, Ibernon Martins Gomes. “Ele ficou uma hora explicando que precisa do repasse do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para regularizar pagamentos. Prometeu que o dinheiro cairia na conta terça-feira, o que não ocorreu”, relatou o empresário.

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Foi marcado para a próxima terça-feira protesto com caminhões para fechar o acesso ao terminal. “Depois disso, devemos fazer manifestação na sede em Brasília”, acrescentou. A Inframerica informou já ter iniciado pagamentos, conforme cronograma acertado com cada fornecedor.

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Construtoras na Lava Jato levantam temores no governo sobre concessões de aeroportos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 15:55 BRST
 
REUTERS/Mike Blake
1 de 1Versão na íntegra Leonardo Goy e Priscila Jordão
 

BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - Com acusações de envolvimento de grandes construtoras em esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, as concessões de aeroportos federais à iniciativa privada, cuja maioria tem direta e indiretamente algumas dessas empresas entre os sócios, já estão sendo alvo de preocupações dentro do governo federal.


Duas fontes do governo que acompanham de perto o assunto disseram à Reuters que o temor principal refere-se à limitação do acesso dessas empresas a crédito, porque o agravamento da crise causada pelas investigações pode, no limite, prejudicar a capacidade de execução das obras nos terminais.


Segundo uma das fontes, o governo vem monitorando de perto o caso. "Essas empresas têm um monte de investimentos para fazer nos aeroportos e qualquer quebra de fluxo de caixa para esses acionistas pode gerar um problema no caixa da Sociedade de Propósito Específico (SPE) que administra a concessão", disse a fonte, sob condição de anonimato.


A agência de classificação de risco Moody's alertou para o aumento do risco de liquidez de construtoras com executivos envolvidos na investigação da Polícia Federal, enquanto a Fitch disse haver risco alto de que as companhias sofram "defaults" em um esforço para preservar a liquidez num momento de incerteza e com a dificuldade de obterem crédito no mercado.


A OAS Finance, da OAS, deixou de pagar neste mês juros sobre títulos de dívida no exterior. O grupo OAS é sócio indireto da concessão do aeroporto de Guarulhos (SP), uma vez que é acionista da Invepar, que integra o consórcio gestor do aeroporto paulista.


O aspecto financeiro é, por enquanto, a preocupação mais palpável, já que ainda há controvérsia sobre o impacto legal e regulatório de uma eventual condenação jurídica dos executivos de empreiteiras denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF).


O MPF já denunciou 36 pessoas acusadas de participarem de um esquema de propina e sobrepreço em contratos da Petrobras, 23 delas vinculadas aos grupos OAS, Camargo Corrêa, UTC Engenharia, Galvão Engenharia, Mendes Júnior e Engevix.


A Engevix é sócia da concessionária Inframérica, que administra os aeroportos de Brasília (DF) e São Gonçalo do Amarante (RN). O terminal de Viracopos (SP) tem a UTC Engenharia entre os sócios.


Assim como no terminal de Guarulhos, no aeroporto de Confins (MG) a participação é indireta: o Grupo Camargo Corrêa é acionista da CCR, integrante do consórcio responsável pelo aeroporto mineiro.

Para especialistas consultados pela Reuters, problemas de caixa e insolvência nas empreiteiras podem levar o governo federal a interferir nas concessões de aeroportos.


"A empresa que perde condições técnicas e econômicas de habilitação pode ter o contrato de concessão rescindido por inexecução", disse o professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), advogado Carlos Ari Sundfeld, especialista em direito administrativo.


Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as seis aeroportos com a iniciativa privada, parte de um plano de logística do governo da presidente Dilma Rousseff para melhorar a infraestutura do país, deverão receber juntos investimentos de cerca de 30 bilhões de reais durante todo o contrato. Cerca de 8,5 bilhões de reais já foram investidos até 15 de janeiro.


A conta inclui dados relativos ao aeroporto do Galeão (RJ), administrado por Odebrecht Transport e Changi.


VENDA É ALTERNATIVA
Exceto pelo aeroporto potiguar, que foi contruído inteiramente pelo concessionário, os demais transferidos à iniciativa privada incluem terminais em operação que são os mais movimentados do país.

Em meio às dúvidas sobre a solvência de algumas empresas nos consórcios, investidores que estão fora do segmento começaram a sondar os grupos na tentativa de comprar uma participação nas concessões.

Uma das empresas que foi sondada é a Engevix, segundo uma fonte próxima à companhia. Essa mesma fonte afirmou, porém, que o grupo não tem intenção, no momento, de se desfazer da presença que possui em aeroportos.

Segundo essa fonte, eventuais dificuldades em conseguir recursos deverão ser superadas com a possível venda do controle de outra subsidiária, a Desenvix, que atua na área de energia, para o sócio norueguês da empresa, a SN Power.


A OAS anunciou que estuda a venda de determinados ativos. "Neste momento a companhia está em conversas com diversos interessados na Invepar", disse a empresa.


Procurada, a UTC Engenharia afirmou que não negocia venda de participação no aeroporto de Viracopos.


O Grupo Camargo Corrêa explicou que a construtora Camargo Corrêa --que é a empresa do grupo envolvida nas investigações-- não possui participações em concessões aeroportuárias.
A participação do grupo na CCR, sócia de Confins, se dá por meio da Camargo Corrêa Investimentos em Infraestrutura e da VBC Energia, empresas do grupo.
   
CONDENAÇÃO JURÍDICA
Outro aspecto que ainda gera dúvidas refere-se à consequência jurídica de uma eventual condenação de algum executivo ou mesmo de uma empresa envolvida na Lava Jato.
A princípio, segundo as duas fontes do governo federal que acompanham o tema, uma eventual condenação na Justiça não geraria necessariamente algum tipo de punição contra as concessionárias de aeroportos.


Uma dessas fontes disse que o contrato de concessão assinado com o governo federal e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tem como titular a SPE formada, e não os sócios das concessionárias. "Além disso, a investigação da Lava Jato está atingindo pessoas físicas, e não jurídicas", disse uma fonte.


Segundo a Anac, a legislação estabelece que as condições de habilitação devem ser mantidas ao longo de toda a duração do contrato de concessão.


Procurada, a concessionária do aeroporto de Guarulhos disse que "vem cumprindo todo o cronograma de obras e de investimentos e que as operações ocorrem normalmente". A de Viracopos preferiu não se manifestar, enquanto a concessionária de Confins, a BH Airport, disse que as investigações da Lava Jato não afetam suas operações.


Gente boa! Moradores do DF se mobilizam para salvar pássaros com patas quebradas

14/02/2015 15h58 - Atualizado em 14/02/2015 17h04


Polícia ambiental conseguiu capturar uma das duas curicacas feridas.
Segundo moradora, aves moram há um ano na quadra 203 da Asa Norte.

Luciana Amaral Do G1 DF
A curicaca com a pata quebrada na grama da quadra 203 na Asa Norte, em Brasília (Foto: Andréa Jubé/Divulgação)A curicaca com a pata quebrada na grama da quadra 203 na Asa Norte, em Brasília (Foto: Andréa Jubé/Divulgação)
 
 
Um grupo de quatro moradores da 203 Norte, no Distrito Federal, se mobilizou na manhã deste sábado (14) para salvar dois pássaros da espécie curicaca que estavam com as patas quebradas.


É de cortar o coração vê-las mancando. Hoje uma estava prostrada, sem conseguir andar."
 
Andréa Jubé, moradora da 203 Norte
 
Há dois dias, algumas pessoas perceberam que duas aves estavam mancando, segundo a moradora da quadra Andréa Jubé. Com o apoio de vizinhos, ela resolveu chamar a polícia ambiental para cuidar dos animais.

"É de cortar o coração vê-las mancando. Hoje uma estava prostrada, sem conseguir andar. Resolvi tomar uma providência e não ficar parada", disse.

A polícia ambiental foi acionada e conseguiu resgatar uma das duas curicacas feridas por volta das 14h. A outra voou nas tentativas de apreensão e não foi capturada. Segundo Andréa, a ave apreendida foi levada para um posto da polícia na Candangolândia e deve ser transferida para o Centro de Triagem do Ibama, no início da BR-070, na segunda-feira (16). O mesmo desígno deve ser dado à outra, quando for capturada.

A polícia informou que, no centro, elas passarão por exames veterinários e receberão tratamento. Quando curadas, devem ser reintroduzidas na natureza.


Andréa diz que há cerca de um ano apareceram grupos de curicacas na região, sempre andando em pares, e se adaptaram bem ao gramado do local. "Elas estão superacostumadas com gente. É uma delícia conviver com as curicacas. Parece um parque."

A moradora disse que a suspeita da Polícia Ambiental é de que as aves foram apedrejadas ou sofreram um ataque de gato.

Procedimento
O veterinário de animais silvestres Rodrigo Rabelo disse que pessoas que encontram bichos feridos devem entrar em contato com a Polícia Ambiental. "É preciso chamar as autoridades competentes, como a Polícia Ambiental. Qualquer coisa, tem de procurar um veterinário especializado em animais de vida livre. O ideal é que não fique mexendo no pássaro, deixe ele tranquilo no ambiente."


Em Brasília, Rabelo diz atender cerca de três a seis casos de pássaros machucados por mês. "Atendo muitos pássaros atropelados, desde corujas que batem em carros até outros que batem em vidros. Na época da chuva, com raios e trovoadas, é mais comum", afirma.


Essa ave é comum em áreas semiabertas, capoeiras, beiras de matas secas, caatingas, cerrados, plantações, cambarazal e campos (Foto: Rudimar Narciso Cipriani)Essa ave é comum em áreas semiabertas,capoeiras, beiras de matas secas, caatingas,
cerrados, plantações, cambarazal e campos
(Foto: Rudimar Narciso Cipriani)
 
Curicaca
De nome científico Theristicus caudatus, a curicaca está presente em grande parte do Brasil, com mais destaque na Ilha de Marajó, no Pará, e no Pantanal mato-grossense.

Ela tem outra característica marcante: é chamada de despertador do Pantanal, pelo grito forte que emite e que lhe dá nome.

Vive em pequenos bandos de oito a dez aves ou sozinha, costuma buscar alimento em campos de gramíneas ou em alagados, mas raramente dentro d’água. Para isso, tem no bico longo e curvo seu mais importante aliado, já que consegue extrair larvas e outros insetos da terra fofa.

Além deste detalhe físico, ela se distingue pela coloração clara e asas largas, com dorso cinzento e brilho esverdeado. Os machos são um pouco maiores que as fêmeas, atingindo 69 cm de comprimento.

Quando chega a noite, empoleira-se em árvore para dormir, quando costuma gritar, e ao clarear o dia.


O pássaro come insetos, larvas, pequenos lagartos, ratos, caramujos, aranhas e outros invertebrados. Ele ainda se alimenta de anfíbios, pequenas cobras e sapos, já que não é afetado pelas toxinas liberadas por esses bichos.

Maconha mais potente triplica risco de psicose, diz estudo


BBC   16/02/2015 07h05


Estudo britânico sugere que risco está associado ao tipo de maconha consumido e a frequência do consumo.

Da BBC
 Pesquisadores relacionaram frequência de uso e tipo de maconha a risco maior de psicose  (Foto: BBC) Pesquisadores relacionaram frequência de uso e tipo de maconha a risco maior de psicose (Foto: BBC)
 
O uso de 'skunk' - um tipo de maconha mais forte - triplica o risco de psicose, segundo estudo de uma universidade britânica.

Cientistas do Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência do King's College de Londres apontaram também que o risco de psicose é cinco vezes maior entre usuários diários de maconha do que entre pessoas que não consomem a droga.
Por outro lado, o uso de haxixe, uma forma mais branda da maconha, não aumenta o risco de psicose, disse o estudo, que acompanhou 780 pessoas.


A psicose refere-se a delírios ou alucinações que podem estar presentes em certas condições psiquiátricas, como esquizofrenia e transtorno bipolar.


"Em comparação com aqueles que nunca tinham experimentado maconha, usuários de maconha do tipo 'skunk', mais potente, tiveram um risco três vezes maior de psicose", disse Marta Di Forti, coordenadora da pesquisa.


"O risco de psicose em usuários de maconha depende da frequência do uso e da potência da droga."

O 'skunk' contém mais THC (tetrahidrocanabinol) do que outras variações da cannabis, principal ingrediente psicoativo da maconha. Já o haxixe contém quantidades substanciais de outro produto químico chamado canabidiol, ou CBD.
Pesquisas sugerem que o CBD pode agir como um antídoto para o THC, contra-atacando os efeitos colaterais psicóticos.

'Salvando usuários'
Robin Murray, professor de pesquisa psiquiátrica do King's College, disse que "o trabalho sugere que poderíamos evitar quase um quarto dos casos de psicose se ninguém fumasse cannabis de alta potência".

"Isso pode salvar pacientes jovens e economizar dinheiro do sistema de saúde."
Marta Di Forti pediu que seja adotada uma "clara mensagem pública" sobre os riscos da maconha mais forte. Ela também sugeriu que os médicos perguntem aos seus pacientes sobre seus hábitos de uso da droga, como já acontece no caso do álcool e tabaco.

A pesquisa foi realizada ao longo de vários anos e comparou 410 pacientes com idades entre 18 e 65 anos, que relataram um primeiro episódio de psicose num hospital psiquiátrico do sul de Londres, com 370 participantes saudáveis na mesma faixa etária e da mesma área de Londres.

O relatório será divulgado nesta semana na publicação científica The Lancet Psychiatry.

Parabens AR do Guará! A cara de pau dos invasores, que caçoam das leis e do meio ambiente não tem limites!

Tentativa de invasão no Guará é evitada pela administração regional

O administrador e sua equipe flagraram um homem fazendo uma estrada irregular em área verde
 

redacao@jornaldebrasilia.com.br


O administrador regional do Guará, Edberto Silva, flagrou uma tentativa de invasão na QI 31, Guará II, próximo ao Edifício Pedro Teixeira. Um homen fazia uma estrada no meio de uma área verde para facilitar o acesso de clientes à sua tenda de comercialização de veículos.

Após tomar conhecimento, a equipe da administração bloqueou a passagem da estrada irregular e convocou o responsável para dar esclarecimentos. Segundo a administração, ela está seguindo as orientações do Governo do Distrito Federal (GDF), que pediu para que todas as invasões ou ocupações irregulares devem ser evitadas.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

domingo, 15 de fevereiro de 2015

The Economist e o óbvio: O petróleo "não é nosso", mas dos petistas.A Petobras deve seguir o "interesse nacional", e não o do PT. Chegou tarde.


A famosa P-56.
A revista britânica The Economist faz, enfim, algumas críticas ao tiranete Lula. Cheia de dedos - como recomenda, aliás, o multiculturalismo politicamente correto que entorpece a Inglaterra -, recomenda alguns procedimentos à estatal sugada pelo petistas. Reconhece que o petróleo "não é nosso", mas do PT. Ah, a Petobras deve seguir o "interesse nacional", e não o do PT.  Chegou tarde. Atchiiim:



Jornalistas da revista britânica The Economist estiveram em Brasília há pouco mais de uma semana para sentir a temperatura da crise econômica e política no país com o objetivo de produzir uma série de reportagens. A primeira foi publicada na edição desta quinta-feira, que trata da crise na Petrobras. Com o título "De quem é o petróleo", a reportagem ironiza o slogan "O petróleo é nosso", criado no final da década de 1940 numa campanha intensa do governo para dar à Petrobras o monopólio da exploração dos campos, e questiona o leitor se o "nosso" da frase significa o povo ou os indivíduos que se beneficiaram com a corrupção na estatal. 

A publicação critica a política de reestatização da Petrobras ocorrida ao longo do governo Lula e afirma que o ex-presidente viu na descoberta do pré-sal a chance de retroceder em toda a estratégia de abertura ao setor privado que vinha sendo implementada pelo governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso. A Economist afirma, em especial, que o fato de os governos petistas terem usado a Petrobras como veículo de política industrial fez com que não só ineficiências e desperdícios fossem criados, como também se abrisse um enorme ralo para escoar dinheiro da corrupção. "A política industrial expansiva do PT foi perniciosamente cara para o Brasil. Isolando a Petrobras da concorrência justo quando a empresa embarcou num dos maiores programas de investimentos do mundo provou ser um convite aberto ao roubo", afirma a reportagem. 

Outro erro crasso, diz a Economist, foi a política de conteúdo nacional, que fixou níveis altíssimos (acima de 65%) de uso de materiais e peças produzidos no país para abastecer a indústria naval. "Foi uma receita para atrasos e custos extras", afirma a reportagem, apontando que a falta de concorrência privou os estaleiros de economias de escala. 
Segundo a Economist, o Brasil precisa de uma política que adeque a Petrobras aos interesses nacionais, e não àqueles de seus gestores e do partido de situação, o PT. "Isso significa reduzir o tamanho da empresa e colocá-la na competição por mercado", afirma. A Economist ainda recomenda que a empresa use o dinheiro do petróleo para melhorar sua competitividade, infraestrutura e pesquisa, para que os fornecedores se sintam atraídos para desembarcar no Brasil — e não obrigados a fazê-lo por uma imposição do Estado. (Veja.com).
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O PT não piorou. Ele sempre foi assim.


O PT nasceu de costas para a História. Nunca foi nem é democrático. É um partido que deu novas forças ao patrimonialismo e à tradição autoritária brasileira. E, como todos sabem, promoveu a maior roubalheira da história da humanidade. Artigo de Percival Puggina:


A estratégia, agora, é apresentar o PT que vemos como deturpação do PT de outrora, honrado defensor dos mais elevados valores morais.

Que papo mais furado (desculpem a vulgaridade da expressão)! Trata-se de pura mistificação, para transmitir a ideia de que esse partido, no convívio de 35 anos com os demais alinhamentos políticos, descuidou-se e absorveu os maus exemplos que estes lhe transmitiram. Quem comprar a tese, fica convencido de que o PT, ao contrário das outras siglas, teve um passado límpido, com cheirinho de talco Johnson para bebês, podendo voltar às suas boas raízes, como novo filho pródigo. Os outros estão eternamente condenados. A salvação para o Brasil, portanto, só poderia vir de um PT repaginado, saído do Photoshop. Dá-me forças para viver!

Mais uma vez, erro e falsidade. O PT sempre foi assim, como venho registrando desde 1988, quando comecei a escrever para as páginas grandes do velho Correio do Povo. Desde o início, o partido foi movido por um projeto de poder inspirado nas piores e mais fracassadas teses políticas que a humanidade experimentou no século passado. Na origem de suas concepções e condutas está, também, a essência da perversão política: a regra de que os fins justificam os meios. Muitos de seus principais dirigentes, antes mesmo de o partido existir, sequestravam aviões, exigiam resgate, recebiam recursos de potências comunistas, viveram décadas às custas do produto de assaltos que praticaram em dezenas de empresas, joalherias e em mais de uma centena de agências bancárias.

Mesmo antes de o PT existir, esses mesmos dirigentes estavam comprometidos com uma visão perversa de Estado. Eram contra a democracia representativa, adversários da economia de mercado, organizavam movimentos fora da lei, que afrontavam a Justiça, a ordem pública e o direito de propriedade. Levaram à Constituinte de 1988 teses com o confessado e documentado objetivo de implantar no Brasil um Estado socialista com enorme ingerência nas atividades econômicas e na vida privada.

Em nenhum momento de sua história, seja como partido oposicionista dedicado a assassinar reputações, seja como condutor do governo, o Partido dos Trabalhadores mostrou qualquer apreço pelas nações democráticas, pelas economias livres, pelos países que prosperaram sob sólidas instituições liberais. Todo o apreço do PT fluiu, sempre, para regimes totalitários, arautos do atraso e do subdesenvolvimento. Durante o regime militar, os que deixavam o país buscavam refúgio no Chile comunista de Allende, na Argélia de Boumédiènne, em Cuba de Fidel, e atrás da Cortina de Ferro. Mantiveram e mantêm estreitas relações com os movimentos de guerrilha e terrorismo comunista da América Latina, os quais foram convocados por Lula e Fidel para integrar o Foro de São Paulo. No poder, a atração pelas más companhias se voltou, também, para os piores líderes africanos, corruptos, ditadores e genocidas. Faz e distribui sorrisos a governos fundamentalistas islâmicos e jamais repreendeu um terrorista sequer.

A corrupção que arrasou a Petrobras e fez jorrar dinheiro do Tesouro aos amigos do rei e da rainha através do BNDES reproduz, em escala bilionária, o que acontecia em muitas das primeiras prefeituras do partido nos negócios com coleta de lixo.
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O golpe de Dilma e Lula contra a Justiça


Para salvar sua própria pele, o ex-presidente e a presidente reincidente armam tramoia contra o Judiciário. O Antagonista flagrou a corrida de Luiz Inácio (Adams) para proteger Luiz Inácio (o tiranete):


Agora ficou claro por que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse a um advogado de empreiteira, em reunião secreta, que a Operação Lava Jato "tomaria outro rumo" depois do carnaval e, portanto, ele "desaconselhava" que os executivos presos partissem para a delação premiada.
Em conluio com Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, dirigiu-se ao Tribunal de Contas da União (TCU), com uma Instrução Normativa redigida no Palácio do Planalto. Por essa Instrução Normativa, aprovada em tempo recorde, o TCU analisará concomitantemente com a Controladoria-Geral da União (CGU) os acordos de leniência firmados com o Estado. Isso garante que os acordos feitos no âmbito da CGU não correrão o risco de serem anulados depois pelo tribunal -- mesmo com um TCU dominado por PT e PMDB, as empreiteiras temiam essa possibilidade quando lhes propunham tal saída.

A aprovação da Instrução Normativa é ótima para Lula, Dilma e os larápios associados porque:

a) Acordos de leniência podem ser feitos diretamente com a CGU, sem passarem pela Justiça

b) Dessa forma, contorna-se o juiz Sergio Moro

c) Pelos termos de um acordo de leniência, as empresas reconhecem que praticaram os crimes, pagam uma multa e não são consideradas inidôneas. Podem continuar a assinar contratos com o governo em qualquer nível

d) Ao contrário do que ocorre com a delação premiada, elas não precisam contar tudo. Ou seja, que Lula e Dilma estão implicados até o pescoço no esquema do Petrolão

e) A chance de Dilma sofrer impeachment reduz-se dramaticamente, visto que será quase impossível imputar-lhe o crime de responsabilidade

f) Sem o perigo de falência, as empreiteiras podem dar um grande cala-a-boca ou um aguenta-aí-até-chegar-no-STF aos executivos presos e aos seus sócios em cana, como Ricardo Pessoa, da UTC, que ameaçavam seguir o caminho da delação premiada. A ameaça de Ricardo Pessoa de partir para a delação foi decisiva para o Planalto armar rapidamente o golpe

Luís Inácio Adams percorreu freneticamente os gabinetes dos ministros do TCU, acompanhado do ministro Bruno Dantas, para aprovar uma Instrução Normativa, repita-se, redigida no Palácio do Planalto, e não pelo ministro Bruno Dantas, como foi noticiado. Ninguém levantou a menor objeção.

A menos que um executivo preso não suporte a ideia de passar anos na cadeia, ainda que com o seu futuro assegurado economicamente, ou que a sociedade não esboce reação, Luís Inácio salvou Luiz Inácio -- e Dilma.
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Dilma deve demitir Cardozo, exige Joaquim Barbosa.


Sai daí, Cardozo. O ministério é da Justiça, não do partido.

Em qualquer país civilizado, José Eduardo Cardozo já estaria fora do governo. Aliás, desde que foi ocupado por Tarso Genro, o ministério da Justiça só cumpre missões em nome do Partido Totalitário. A propósito, leiam os posts anteriores:


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu em uma audiência em seu gabinete, no dia 5 deste mês de fevereiro, três advogados representantes da empreiteira Odebrecht, envolvida na Operação Lava- Jato. O encontro consta da agenda oficial do ministro, divulgada no site da Pasta, mas sem informar que os advogados representam a construtora, nem detalhar o assunto. Outros encontros com defensores de empreiteiros teriam acontecido. Na sexta-feira, a revista “Veja” informou que o ministro se reuniu com Sérgio Renault, advogado da empreiteira UTC, e com o ex-deputado Sigmaringa Seixas. Na edição de ontem, a “Folha de S. Paulo” noticiou que ele teria tido ao menos três encontros neste mês com advogados da própria UTC e da Camargo Correa.

“Audiência com os senhores Pedro Estevam Serrano, Maurício Roberto Ferro, Dora Cavalcanti e com a participação do secretário-executivo do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira. Pauta: Visita Institucional”, é como está escrito na página da internet. Serrano e Dora são advogados da construtora; Ferro é vice-presidente jurídico.

A Odebrecht foi citada na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. De acordo com ele, a construtora teria lhe pagado US$ 31,5 milhões em propina. Ele afirmou que o dinheiro era depositado em contas na Suíça pelo operador Bernardo Freiburghaus, dono da Diagonal Investimentos. Ainda segundo Costa, os US$ 31,5 milhões foram depositados entre os anos de 2012 e 2013 em quatro ocasiões. Ele disse que a propina foi enviada pela construtora para quatro contas correntes diferentes em nome de empresas criadas por ele. A Odebrecht negou as acusações, que qualificou como “calúnias”.
Cardozo confirmou ao GLOBO que se reuniu com os representantes da empreiteira – que ele não quis identificar. De acordo com o ministro, os advogados foram atendidos porque haviam feito um pedido formal de audiência. Cardozo afirmou que os advogados foram apresentar duas representações denunciando supostas irregularidades em fatos que envolvem a Operação Lava-Jato. No entanto, não quis dizer do que se tratava.

– As representações tramitam em sigilo e foram encaminhadas aos órgãos responsáveis, sendo informadas as autoridades competentes. Foi feita uma ata da reunião – declarou.
O ministro disse que essa foi a única reunião que manteve com advogados de empreiteiras envolvidas no escândalo que investiga pagamento de propina a funcionários da Petrobras e políticos. A agenda de Cardozo, porém, não é detalhista. Ele passa meses sem anotar nenhuma atividade. Segundo o ministro, ele age como os demais colegas e, quando não há informação divulgada é porque ele está em despachos internos.

ENCONTRO NA ANTESSALA

Na sexta-feira, a revista “Veja” informou que o ministro se reuniu com Sérgio Renault, advogado da empreiteira UTC, e com o ex-deputado Sigmaringa Seixas. Na edição de ontem, a “Folha de S. Paulo” noticiou que ele teria tido ao menos três encontros neste mês com advogados da própria UTC e da Camargo Corrêa.

Cardozo negou que tenha atendido Renault. De acordo com ele, os dois apenas se cumprimentaram na antessala de seu gabinete. O ministro afirmou que estava reunido com Sigmaringa para tratar de assuntos pessoais, e Renault passou no ministério para dar uma carona a Sigmaringa e levá-lo para almoçar. O encontro entre Cardozo e Renault, segundo o ministro, teria acontecido quando ele acompanhou Sigmaringa até a porta de seu gabinete.

– Foi um encontro rápido, onde apenas trocamos cumprimentos. Eu o conheço há muitos anos e somos amigos. Não falamos nada sobre a Lava-Jato – declarou.
O ministro também afirmou que em nenhum momento teria tranquilizado advogados das empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.

– Se alguém está dizendo isso, mente. Eu nunca falaria isso, em hipótese alguma. Se há advogados espalhando esse tipo de boato é porque devem estar irritados pelo trabalho que o Ministério da Justiça, por meio da Polícia Federal, tem feito.

O GLOBO procurou a assessoria da Odebrecht, mas, até o momento não obteve resposta. (O Globo).

Paraguai compra gasolina do Brasil e vende mais barato

ZH Economia
R$ 2,80 o litro


Esta é a quarta redução seguida no país vizinho desde janeiro

12/02/2015 | 08h17
Paraguai compra gasolina do Brasil e vende mais barato Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha
Foto: Maria Eduarda Fortuna / Rádio Gaúcha
A Petrobras anunciou a quarta redução seguida nos preços dos combustíveis no Paraguai desde janeiro. A empresa brasileira é uma das principais fornecedoras para o país vizinho. As informações são da Rádio Gaúcha.
Margem de lucro sobre a gasolina aumentou 40% no último mês no RS
Preço médio da gasolina sobe R$ 0,34 em 10 dias em Porto Alegre
Gasolina tem reajuste além do esperado e chega a custar R$ 3,40 em Porto Alegre
A partir de segunda-feira, o litro da gasolina irá custar R$ 2,80 no Paraguai. O óleo diesel também deve sofrer redução no país, já que no mercado internacional os preços do petróleo estão caindo.


Jornal local noticía a redução
 

FOTO: Reprodução

Agora em Camarões, Boko Haram incendeia igrejas e decapita dezenas de cristãos

COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

sábado, 14 de fevereiro de 2015


Agora em Camarões, Boko Haram incendeia igrejas e decapita dezenas de cristãos

Publicado por Tiago Chagas em 12 de fevereiro de 2015 

Agora em Camarões, Boko Haram incendeia igrejas e decapita dezenas de cristãos
ISLÂMICOS extremistas do Boko Haram perpetraram um ataque em uma cidade camaronesa em retaliação a uma ofensiva militar da Nigéria em parceria com o Chade, que resultou na morte de 250 militantes do grupo.

A ofensiva do Boko Haram, que expandiu suas ações para além das fronteiras nigerianas, contou com mais de 800 homens, e deixou 90 pessoas mortas e outras 500 feridas, de acordo com informações das agências de notícias.

Os terroristas muçulmanos invadiram a cidade de Fotokol e disparando tiros, e na sequência, incendiou “igrejas, mesquitas e vilarejos”, de acordo com o ministro de Comunicação do Camarões, Issa Tchiroma Bakari.

“Eles mataram jovens que resistiram a se unir a eles para lutar contra as forças camaronesas”, disse o ministro. “Consideramos o Boko Haram um câncer, e se a comunidade internacional não colocar seu foco sobre essa doença, ela vai se espalhar não só pela África Central, mas por outras regiões, por todo o continente”, acrescentou Bakari.

A proporção que o grupo extremista originário da Nigéria está tomando levou autoridades do continente africano a planejar a criação de uma força militar multinacional para combate-lo. A União Africana seria a responsável pela reunião e organização militar.

A força seria formada por 7.500 homens da Nigéria, Camarões, Chade, Níger e Benin, e contaria com apoio operacional, logístico e bélico da França. O presidente do país europeu, François Hollande, inclusive já havia se manifestado favoravelmente à ação.

O Boko Haram pretende erradicar o cristianismo na Nigéria e ocupar o norte do país, formando um califado, espécie de governo que seria regido pela interpretação dos extremistas da Lei Sharia, um código de conduta do islamismo.

Fonte: GospelMais

ADENDO ADHT: Se o governo Brasileiro não fosse comunista e se Dilma não tivesse sido uma terrorista, uma vez que ela e Lula deram uma dinheirama e perdoaram dívidas para alguns países com governos ditatoriais, o Brasil iria enviar tropas para acabar com esses ASSASSINOS do Boko Haram. É preciso o governo Brasileiro mostrar serviço agora. Não deixar só para os EUA intervir como tem sido feito até agora.