sábado, 28 de junho de 2014

Mais de 4,6 mil pessoas seguem fora de casa devido à chuva no RS





Cidades têm alagamentos e estradas são bloqueadas no Norte e Nordeste.


Defesa Civil do estado divulgou novo balanço na manhã deste sábado.



Do G1 RS


iraí rio uruguai chuva rs (Foto: Fernando Sucolotti/Divulgação) 
Em Iraí, ponte que liga a cidade a Santa Catarina, foi interditada 
Mais de 4,6 mil pessoas seguem fora de casa no Rio Grande do Sul na manhã deste sábado (28) devido à chuva que atinge 52 municípios do Norte e o Nordeste do estado, conforme balanço divulgado às 7h pela Defesa Civil. Os números não tiveram modificação em relação ao levantamento do fim da tarde de sexta (27).


No total, 3.066 moradores da região amanheceram desalojados, enquanto 1.609 estão desabrigados. O Rio Uruguai é o mais afetado pelas cheias.



Durante a tarde de sexta, o órgão recebeu os três primeiros pedidos de decreto de emergência. 

Os prefeitos de Vicente Dutra, Herval Grande e Barão do Cotegipe solicitaram o procedimento que agiliza a captação de recursos para auxiliar as famílias atingidas.

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Em Erechim, no Norte, foram mais de 360 milímetros de chuva em menos de cinco dias, quando a média histórica para todo o mês de junho é de 150 milímetros. Em Santa Catarina, uma barragem se rompeu durante a tarde desta sexta, no Rio Irani. O rio deságua no Rio Uruguai, o que preocupa as autoridades gaúchas.

Em Iraí, na divisa com Santa Catarina, o nível do Rio Uruguai atinge 12 metros acima do normal, perto dos 13 metros acima do normal registrados em 1983. Uma ponte foi interditada. 


Barcos foram usados para remover famílias. A enchente quase encobriu algumas casas. A prefeitura encaminhou os desalojados para um Centro de Tradições Gaúchas (CTG) da cidade. A Defesa Civil do município estima que cerca de 300 famílias foram prejudicadas pelo temporal.


porto maua porto alegre rs (Foto: Vilson Winkler/Divulgação) 
Porto Mauá foi atingida pela cheia do Rio Uruguai

Em Porto Mauá, o nível do Rio Uruguai já se aproxima de índice histórico de 20,7 metros registrado há 31 anos. A marca era de 18 metros por volta das 16h30, segundo a prefeitura da cidade.

Em São Borja, na Fronteira Oeste, cerca de 50 pessoas foram afetadas pelo mau tempo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O Rio Uruguai subiu 10 metros acima do nornal e invadiu casas e estabelecimentos comerciais do municípios.

Durante a tarde, a chuva parou e os moradores das casas afetadas aproveitaram para retirar móveis e eletrodomésticos de dentro das residências. Algumas pessoas usaram barcos para retirar os pertences. 

De acordo com a Defesa Civil de São Borja,  pelo menos 15 famílias que moram à beira do rio já saíram das suas casas. A maioria foi para casa de parentes e amigos e outras estão sendo alojadas em centros comunitários.


Veja a lista dos municípios afetados
 
As cidades atingidas são: Cruzaltense (rio Passo Fundo), Barão do Cotegipe (rios Palomas e Douradinhos), Erechim, Erval Grande (rios Lajeado Grande e Douradinho), Barra do Rio Azul (rio Palmoas), Nonoai (rios Passo Fundo e dos Indios), Caiçara (rio da Várzea), Campo Novo (rio Turvo), Tenente Portela (rio Turvo), Pinheirinho do Vale (rio Uruguai), Iraí (rio do Mel), Frederico Westphalen, Barra do Guarita (rio Uruguai), Esperança do Sul (rio Uruguai), Ametista do Sul, Crissiumal, Vicente Dutra (rio Uruguai), Nova Candelaria (rio Burica), Três de Maio (rio Burica), Porto Vera Cruz (rio Uruguai), Novo Machado (rio Uruguai), Porto Xavier (rio Uruguai), Alecrim (rio Uruguai), Roque Gonzales (rio Uruguai), Doutor Mauricio Cardoso (rio Uruguai), Porto Lucena (rio Uruguai), Porto Mauá (rio Uruguai), Unistalda e São Borja.


Pontes e rodovias foram interditadas
O grande volume de água obrigou a interdição de pontes e rodovias em várias partes do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Comando Rodoviário da Brigada Militar, pelo menos sete trechos de estradas são bloqueados.

Um dos pontos sem previsão para liberação é a ponte da BR-386, sobre o Rio Uruguai, em Iraí, no norte do estado. Um pilar da estrutura foi danificado em função da cheia gerada por temporais. O local é uma das principais ligações entre SC e o RS.

Outra rota para SC sob interdição é uma ponte ferroviária utilizada por veículos em Marcelino Ramos. O ponto tem apenas uma faixa e seguirá interrompido até que haja condições mais seguras para a passagem de motoristas, informou o CRBM.

Na ERS-211, há dois trechos bloqueados: entre Erechim e Jacutinga, em função do alto nível de um rio, e entre Paulo Bento e Campinas do Sul.

Outra rodovia federal afetada é a BR-153, onde o km 2 permanece totalmente bloqueado em Marcelino Ramos, sem previsão de liberação. A alternativa é usar a ERS-126 e a ERS-331, no mesmo município.

A forte chuva também interditou a ponte sobre o Rio das Antas, que liga Cotiporã a Bento Gonçalves, na Serra do estado. Segundo a Prefeitura de Cotiporã, foram registrados 100 milímetros de chuva na cidade desde o início da semana.
Dobro da média mensal em Iraí
 
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam que Iraí recebeu quase 300 milímetros de chuva em três dias, o que corresponde ao dobro do normal para os 30 dias de junho. Ainda segundo o Inmet, da tarde da sexta até a tarde de sábado pode chover entre 50 e 100 milímetros.


Somente na segunda (30) a chuva deve parar no norte do Rio Grande do Sul. Em dois dias, choveu mais que a média para o mês inteiro na região.
27/06/2014 21h10 - Atualizado em 27/06/2014 21h10

'O rio não respeita ninguém', diz atingido por cheia histórica no RS

Em alguns locais, nível atual do Rio Uruguai não era registrado há 31 anos.
Enchente deixou rastro de prejuízos e estabeleceu drama a agricultores.

Do G1 RS
Ao atingir patamares históricos, a enchente do Rio Uruguai surpreendeu, nesta sexta-feira (27), moradores de municípios das Regiões Norte e Noroeste do Rio Grande do Sul. 

Em Porto Mauá, os níveis recordes provocaram o fechamento do comércio e levaram embora de moradores o patrimônio conquistado nos últimos anos, como mostra a reportagem do RBS Notícias (veja o vídeo acima).

“Contra ele (o rio) não adianta brigar. Ele não respeita ninguém, não adianta”, definiu o agricultor Ivo Chitolina, morador da cidade, ao comentar o rastro de prejuízos deixados pela enchente do rio. Ele é um dos 4,6 mil afetados pela chuva intensa das últimas horas no estado.

Em Porto Mauá, nem um ginásio que estava sendo usada como abrigo escapou. Em poucas horas, os desabrigados precisaram ser removidos pela segunda vez em menos de 24 horas. Já em Barra do Guarita, divisa com Santa Catarina, parte da cidade está embaixo d'água. Na cidade, 850 pessoas precisaram encontrar um lar provisório em casas de familiares, amigos ou abrigos.

"A primeira coisa são meus filhos. O resto a gente luta e consegue de novo", ponderou a moradora do município e técnica de serviços gerais Ivonete Pereira da Cruz. Além dos alagamentos em residências, estradas também foram tomadas pela água. Com isso, algumas comunidades estão ilhadas.

Em Porto Xavier uma força-tarefa precisou ser montada no prédio da Brigada Militar. Há mais de 48 horas, equipes da prefeitura tentam ajudar as 150 famílias atingidas pela cheia Além disso, alojamentos foram montados em salões comunitários.

iraí rio uruguai chuva rs (Foto: Fernando Sucolotti/Divulgação)Águas do Rio Uruguai deixaram casas encobertas, em Iraí, no Norte
 
Nas cidades atingidas as aulas estão suspensas por tempo indeterminado. Os quatro portos da região, em que balsas faziam a travessia entre Brasil e Argentina, seguem fechados sem previsão de reabertura. Além da chuva, o Rio Uruguai ganhou mais força hoje depois que as comportas das represas de três usinas hidrelétricas foram abertas no norte do estado.

Estado já tem 52 municípios com transtornos
O número de municípios afetados pela chuva dos últimos dias nas regiões norte e noroeste do Rio Grande do Sul chegou a 52 no fim da tarde desta sexta-feira (27), segundo novo balanço divulgado pela Defesa Civil. O número de pessoas que tiveram de deixar suas casas subiu para 4.675, sendo 3.066 desalojados e 1.609 desabrigados. O Rio Uruguai é o mais afetado pelas cheias.


 Durante a tarde, o órgão recebeu os três primeiros pedidos de decreto de emergência. Os prefeitos de Vicente Dutra, Herval Grande e Barão do Cotegipe solicitaram o procedimento que agiliza a captação de recursos para auxiliar as famílias atingidas.

Em Erechim, no norte, foram mais de 360 milímetros de chuva em menos de cinco dias, quando a média histórica para todo o mês de junho é de 150 milímetros. Em Santa Catarina, uma barragem se rompeu durante a tarde desta sexta, no Rio Irani. O rio deságua no Rio Uruguai, o que preocupa as autoridades gaúchas.

Em Iraí, na divisa com Santa Catarina, o nível do Rio Uruguai atinge 12 metros acima do normal, perto dos 13 metros acima do normal registrados em 1983. Uma ponte foi interditada. Barcos foram usados para remover famílias. A enchente quase encobriu algumas casas. A prefeitura encaminhou os desalojados para um Centro de Tradições Gaúchas (CTG) da cidade. A Defesa Civil do município estima que cerca de 300 famílias foram prejudicadas pelo temporal.
porto maua porto alegre rs (Foto: Vilson Winkler/Divulgação) 
 
Porto Mauá foi atingida pela cheia do Rio Uruguai


Em Porto Mauá, o nível do Rio Uruguai já se aproxima de índice histórico de 20,7 metros, registrado há 31 anos. A marca era de 18 metros por volta das 16h30, segundo a prefeitura da cidade.

Em São Borja, na Fronteira Oeste, cerca de 50 pessoas foram afetadas pelo mau tempo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O Rio Uruguai subiu 10 metros acima do nornal e invadiu casas e estabelecimentos comerciais do municípios.

Durante a tarde, a chuva parou e os moradores das casas afetadas aproveitaram para retirar móveis e eletrodomésticos de dentro das residências. Algumas pessoas usaram barcos para retirar os pertences. De acordo com a Defesa Civil de São Borja,  pelo menos 15 famílias que moram à beira do rio já saíram das suas casas. A maioria foi para casa de parentes e amigos e outras estão sendo alojadas em centros comunitários.

  Veja a lista dos municípios afetados
As cidades atingidas são: Cruzaltense (rio Passo Fundo), Barão do Cotegipe (rios Palomas e Douradinhos), Erechim, Erval Grande (rios Lajeado Grande e Douradinho), Barra do Rio Azul (rio Palmoas), Nonoai (rios Passo Fundo e dos Indios), Caiçara (rio da Várzea), Campo Novo (rio Turvo), Tenente Portela (rio Turvo), Pinheirinho do Vale (rio Uruguai), Iraí (rio do Mel), Frederico Westphalen, Barra do Guarita (rio Uruguai), Esperança do Sul (rio Uruguai), Ametista do Sul, Crissiumal, Vicente Dutra (rio Uruguai), Nova Candelaria (rio Burica), Três de Maio (rio Burica), Porto Vera Cruz (rio Uruguai), Novo Machado (rio Uruguai), Porto Xavier (rio Uruguai), Alecrim (rio Uruguai), Roque GOnzales (rio Uruguai), Doutor Mauricio Cardoso (rio Uruguai), Porto Lucena (rio Uruguai), Porto Mauá (rio Uruguai), Unistalda e São Borja.


Pontes e rodovias foram interditadas
 O grande volume de água obrigou a interdição de pontes e rodovias em várias partes do estado. A ponte na ERS-480, que liga Nonoai a Chapecó, em Santa Catarina, ficou interditada durante toda a manhã desta sexta. Por volta das 11h50 o trecho foi liberado.

Na ERS-211 entre Erechim e Jacutinga, no norte do estado, a rodovia foi bloqueada por causa do alto nível de água no rio. A BR-153, que liga Erechim a Concórdia, em Santa Catarina, também foi interditada para ônibus e caminhões. 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, veículos leves passam pelo local. O principal acesso a Barra do Guarita, na região norte do estado, está bloqueado. Na cidade, pelo menos 600 pessoas estavam desabrigadas até o início da tarde. O prefeito decretou situação de emergência, mas a Defesa Civil ainda não havia recebido o pedido.

Moradores são obrigados a sair de casa
 
Os alagamentos isolaram comunidades inteiras. No município de Áurea, pelo menos 11 famílias estão desalojadas. Na área rural, lavouras e criações de animais também foram atingidas. O agricultor Henrique Maieski disse que a criação de frango para o abate foi levada pela correnteza.



Em Iraí, algumas casas da área mais baixa da cidade e um balneário do município estão inundados (Foto: Eder Calegari/RBS TV) 
 
Em Iraí, casas da área mais baixa da cidade e um balneário estão inundados 
 
 
Em Nonoai, no Alto Uruguai, a situação é a mesma. Os moradores foram pegos de surpresa pelos alagamentos durante a madrugada. Depois de duas horas do início da chuva, um trecho do rio transbordou e inundou pelo menos 40 casas. Moradores tiveram de ser resgatados de barco. A Defesa Civil do município colocou um ginásio à disposição da comunidade e distribui mais de mil metros de lona.

Ministro do TSE nega pedido de nova convenção feito por dissidentes do PP





Convenção deu poderes à executiva, que decidiu pelo apoio a Dilma.


Dissidentes dizem que estatuto foi desrespeitado e pediam consulta ampla.

Mariana Oliveira Do G1, em Brasília
 
O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou nesta sexta-feira (27) pedido de integrantes do PP que pretendiam anular a convenção da última quarta (25).

 
Insatisfeitos com a decisão da executiva do partido de dar apoio a Dilma Rousseff (PT) na eleição presidencial deste ano, eles pretendiam que a Justiça Eleitoral determinasse a realização de uma nova convenção.

Na última quarta, os convencionais aprovaram transferir a decisão para a executiva do partido. Os dissidentes argumentaram ao TSE que o estatuto do partido não foi cumprido e que os filiados tinham de ser necessariamente consultados.

Para o ministro Henrique Neves, os insatisfeitos não demonstraram quais regras foram violadas nem apresentaram cópia do estatudo do partido. Para ele, uma nova convenção "é questão a ser examinada pelas instâncias partidárias próprias".

"Embora existam referências genéricas sobre a não observância das normas estatutárias, os autores não demonstraram quais regras teriam sido violadas e sequer instruíram a ação com cópia do estatuto. Além disso, a possibilidade de renovação ou não da convenção partidária para que se alcance a segurança pretendida pelos autores é questão a ser examinada pelas instâncias partidárias próprias."

Henrique Neves destacou que, caso a convenção fosse anulada, poderia haver prejuízo no registro de candidaturas, cujo prazo se encerra em 5 de junho.

"A concessão da medida liminar na forma pleiteada não asseguraria a renovação da convenção como pretendem os autores e acarretaria a impossibilidade de ser requerido o registo de candidatos próprios ou a formalização de coligação para as próximas eleições presidenciais."

O ministro disse ainda que o caso demandaria uma "profunda análise" e, portanto, não se justificaria uma decisão liminar (provisória) em relação ao assunto. O tema ainda será julgado pelo plenário do TSE em data a ser definida.

Aécio diz que vice do Nordeste pode ser uma alternativa na chapa do PSDB



Candidato visitou o Piauí e festas juninas de Campina Grande, na Paraíba.
Nome do vice na chapa de Aécio será anunciado na segunda (30).

 Do G1 PB
Aécio Neves em Campina Grande (Foto: Taiguara Rangel/G1)Aécio Neves em Campina Grande


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse nesta sexta-feira (27), em Campina Grande (PB), que o candidato a vice na chapa tucana pode ser um político do Nordeste. Aécio, depois de passar pelo Piauí, visitou festas juninas na cidade paraibana. No fim da noite, ele ainda passa por festas juninas em Caruaru (PE).

"O vice, teremos na segunda-feira (30), estamos esperando a construção de São Paulo. Existe a alternativa, sim [de um candidato do Nordeste]. Mais importante que o vice ou qualquer questão de gênero é o que nossa campanha propõe para o Nordeste. 


Contribuir para a melhoria da competitividade dos vários produtos que aqui na região são produzidos, ver medidas do ponto de vista social de maior alcance, ter um governo que planeje", disse Aécio.

Ele falou também a respeito da contribuição do PSDB estadual em sua campanha. "O senador Cássio [Cunha Lima] é um dos amigos mais próximos que tenho e ele terá um papel decisivo, não apenas na Paraíba e no Nordeste, mas também no nosso governo. Tenho com ele o compromisso de investimentos importantíssimos no estado, que ao longo da campanha vamos detalhar", afirmou.

Aécio Neves, destacou que todas as suas propostas "se iniciarão com um capítulo especial para o Nordeste brasileiro".

"Tenho dito sempre que na nossa plataforma ou nas propostas que nós vamos estar discutindo e apresentando aos brasileiros, todas elas se iniciarão com um capítulo para o Nordeste brasileiro, dessa vez unindo duas questões em falta no plano central do Governo Federal: decência e eficiência", assegurou Aécio.

Em solo campinense, o candidato foi recepcionado com apresentação de danças típicas dos grupos folclóricos Acauã da Serra e Tropeiros da Borborema. Em seguida, partiu para conhecer locais turísticos da cidade, como o Sítio São João, o Salão do Artesanato e o Parque do Povo.

"Quero dizer da minha alegria de chegar novamente a Campina Grande, no momento desse São João que é um orgulho não apenas da Paraíba ou do Nordeste, mas de todos os brasileiros. Estou muito feliz de estar aqui ao lado de inúmeras lideranças que nos acompanham, numa caminhada que já se inicia na tentativa buscar um caminho novo para o Brasil, de decência na vida pública", afirmou o político mineiro.

Após assistir no Parque do Povo às apresentações das quadrilhas juninas vencedoras do festival paraibano, Aécio tinha ida programada ainda na noite desta sexta-feira para Caruaru, em Pernambuco, onde também visita os festejos juninos locais.

Piauí
Mais cedo, em Teresina, no Piauí, Aécio comentou sobre a saída de partidos, como o PTB, da base do governo.


"O que existe é um afastamento crescente de lideranças e partidos deste governo o [do PT]. O que o Partido dos Trabalhadores faz, mais uma vez, é confundir o que é público com o que é partidário e privado", afirmou.

PSB oficializa neste sábado Campos para presidente e Marina para vice



Ex-governador de PE deve atacar ‘velha política’ e prometer ‘renovação’.


Convenção vai anunciar chapa 'Unidos pelo Brasil', que terá apoio do PPS.

 Do G1, em Brasília
 
O PSB realiza na manhã deste sábado (28) convenção nacional para oficializar as candidaturas do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos à Presidência da República e da ex-senadora Marina Silva à Vice-Presidência.

O evento anunciará a coligação "Unidos pelo Brasil", aliança entre PSB, PPS, PPL, PRP e PHS.

 
De acordo com assessores da campanha ouvidos pelo G1, Campos deverá reforçar, no discurso, que sua candidatura, em aliança com Marina Silva, é a única capaz de promover mudanças significativas no Brasil. Em declarações nas últimas semanas, o ex-governador reforçou críticas ao que chama de “velha política”, baseada, segundo ele, na troca de vantagens. 

Campos tem endurecido nas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff, destacando que a dirigente deixará o país “pior do que recebeu” das mãos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marina Silva também irá discursar, na convenção nacional, defendendo que a aliança com Campos trará “renovação” ao país.

O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), reforçou que o mote dos discursos será a necessidade de mudança. “A sociedade brasileira quer mudar. É como no esporte, num jogo de futebol, está na hora de haver substituição. Todo o discurso nosso daqui para frente é sobre a necessidade de mudança”, afirmou ao G1.

Freire disse que o PPS resolveu apoiar Campos e Marina Silva por acreditar que os dois farão um governo com foco em desenvolvimento econômico e aumento na capacidade de produção. 

Para ele, o Brasil atualmente enfrenta um “período de mediocridade”.

“Não tem investimento em produção, não tem desenvolvimento econômico. Uma das coisas que nos levou a apoiar Eduardo Campos é a ideia que o Brasil precisa de uma agenda para o desenvolvimento. Desde muito tempo que não temos um projeto nacional de desenvolvimento”, disse.

Para o líder do PSB na Câmara, deputado Beto Albuquerque (RS), a convenção confirmará o fim das divergências entre membros do PSB  e da Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva que ainda não obteve registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - Marina se filiou ao PSB provisoriamente, até que a Rede seja oficialmente criada.

Entre Marina e Eduardo não há e nunca houve nenhum tipo de estresse […] Houve alguns desencontros de alguns integrantes da Rede, não da Marina."
 
Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara
 
As duas siglas manifestaram divergência em relação a alianças estaduais, sobretudo em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. Recentemente Marina criticou a decisão do PSB de apoiar a candidatura à reeleição da governador  de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Em nota, ela afirmou considerar “equívoco” a união do PSB com Alckmin.

Beto Albuquerque disse que "nunca houve nenhum tipo de estresse". “Não há mais divergência nenhuma. Todas as alianças estaduais estão consumadas. Entre Marina e Eduardo não há e nunca houve nenhum tipo de estresse […] Houve alguns desencontros de alguns integrantes da Rede, não da Marina. O que pudemos fazer em conjunto ou não nos estados já esta feito”, disse o parlamentar.
Alianças
Os presidentes dos partidos da coligação - PPL, PPS, PRP e PHS - discursarão na convenção nacional. Apesar da aliança programática para formação da chapa composta por Marina Silva e Eduardo Campos, a participação dos membros da Rede Sustentabilidade na convenção será apenas como observadores, já que o partido ainda não foi oficialmente criado.


De acordo com Pedro Ivo Batista, um dos idealizadores da Rede e membro da coordenação da campanha presidencial de Eduardo Campos, as decisões que serão seladas na convenção deste sábado foram discutidas entre o grupo de Marina, PPS e PSB.

“Houve um debate político conjunto sobre programa, condições políticas, tudo em alto nível. Somos favoráveis ao PPS na aliança, e a convenção vai selar esta união”, disse. “Vamos assistir à homologação da chapa Eduardo-Marina, mas não temos nenhuma função, porque somos partido independente e já fizemos nossa própria convenção”, completou.

Kassab fecha apoio a Skaf na sucessão paulista




O ex-prefeito Gilberto Kassab anunciou ontem o apoio do PSD, partido que preside, ao candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf. Ato contínuo, o peemedebista chamou Henrique Meirelles, da legenda de Kassab, para concorrer ao Senado em sua chapa. Segundo assessores de Skaf, o ex-presidente do Banco Central deve aceitar o convite. 
 
O desfecho das negociações com o PSD frustrou as expectativas do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que trabalhava para ter a sigla do ex-prefeito em sua aliança à reeleição.

Por outro lado, atendeu ao projeto nacional da legenda tucana e aos interesses do candidato à Presidência, Aécio Neves. O mineiro trabalhou para evitar que o palanque tucano em São Paulo - maior colégio eleitoral do País, com 31,2 milhões de votos - fosse repartido com siglas adversárias na disputa presidencial. 

Depois de o PSB de Eduardo Campos assegurar a vaga de vice de Alckmin, Aécio mobilizou forças para evitar que Kassab, aliado nacional da presidente Dilma Rousseff, ingressasse na chapa majoritária como candidato ao Senado. Fez até um apelo para que o ex-governador José Serra concorra ao Senado. 

A movimentação de Aécio tentando garantir um tucano na vaga ao Senado afastou Kassab de Alckmin - antigos rivais, eles buscavam a reconciliação nesta eleição. O ex-prefeito acabou, então, optando pelo PMDB de Skaf, partido que também apoia Dilma nacionalmente. 

A aliança interessa ainda à presidente e a seu antecessor e fiador político, Luiz Inácio Lula da Silva. Ambos não escondem que, independentemente de haver um petista na disputa em São Paulo, o ex-ministro Alexandre Padilha, vencer os tucanos no Estado, mesmo sendo com o PMDB, é a prioridade.

Ainda ontem, diante da notícia de que Skaf teria o apoio do PSD, aliados que já fecharam acordo com Padilha passaram a dizer que podem abandoná-lo (mais informações no texto abaixo).

Telefonema.
Aécio afirmou ontem que falou ao telefone com Kassab. Segundo seu relato, disse que "o ideal" era estarem juntos, mas respeitava a decisão do ex-prefeito. Sobre o futuro de Serra, foi sucinto. "Fiquem tranquilos, porque o Serra terá um bom espaço nessa campanha", disse.

O anúncio de Kassab foi recebido com alívio pela cúpula nacional tucana e tratado como uma vitória política de Aécio. 

Segundo um membro da executiva nacional do PSDB, a escolha de Serra como candidato ao Senado em São Paulo garante, no mínimo, que o número da sigla, o 45, será "martelado" na cabeça dos eleitores na propaganda de TV reservada ao Senado. Conforme pessoas próximas ao ex-governador, ele aguarda ainda um gesto de Alckmin para confirmar a candidatura.

Anteontem, Serra e Alckmin se encontraram no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Em vários momentos, Serra mostrou disposição de se candidatar ao Senado.
TV.
A aliança com o PSD dará a Skaf, presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), mais 1 minuto e 17 segundos em cada bloco de 20 minutos da propaganda eleitoral na TV, que terá início em 19 de agosto. 

Kassab classificou como "incondicional" o seu apoio a Skaf. Segundo ele, a aliança fechada com o PT por seu partido para a campanha de reeleição de Dilma pesou na aproximação com os peemedebistas em São Paulo. 


"Acreditamos que a candidatura própria representaria a terceira via no Estado. Mas esse projeto novo acabou sendo ocupado pelo companheiro Paulo Skaf, que começou a campanha mais cedo e simboliza a renovação", afirmou o ex-prefeito, que chegou a se lançar pré-candidato ao governo.

Em entrevista coletiva para anunciar o acordo com o PMDB, Kassab garantiu que não vai concorrer a nenhum cargo eletivo este ano. Entre seus aliados, porém, não está descartado que ele venha a concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. 

A oficialização de Meirelles na chapa de Skaf tem de ser feita até segunda-feira, quando o PSD realiza sua convenção estadual. Este também é o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para a realização de convenções partidárias. "Ele (Meirelles) participou dessa decisão", afirmou Kassab.

Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasilia

Partidos ameaçam debandada da campanha de Padilha

Perto do fim do prazo para registrar candidaturas desta eleição, a campanha do ex-ministro Alexandre Padilha (PT) ao governo de São Paulo corre o risco de enfrentar uma debandada. Embora tenham anunciado apoio ao petista, o PP do deputado Paulo Maluf e o PC do B, aliado histórico do PT, admitem negociações com o PMDB de Paulo Skaf.
 
Além disso, o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab fechou acordo ontem com Skaf. Embora o próprio Kassab tenha dito que o acordo com o PT era improvável, Padilha mantinha a esperança de atrair a sigla com ajuda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Caso PC do B e PP troquem a campanha petista pela do PMDB, a fatia de Padilha na propaganda na TV cairá de 26% para 19% e Skaf subiria para 30%. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) deve ter 26% do tempo na propaganda eleitoral da TV.

Anteontem, dirigentes do PC do B convocaram uma reunião de urgência com o PT para reivindicar participação na chapa. O encontro ocorreu na tarde em que o PR recebeu a vaga de suplente do senador Eduardo Suplicy (PT), candidato à reeleição. A suplência havia sido oferecida por Suplicy ao PC do B em reunião da executiva estadual do PT realizada em maio.

O partido deve definir seu posicionamento hoje, após jantar entre o vice-presidente Michel Temer (PMDB), patrono da candidatura de Skaf, e o presidente nacional do PC do B, Renato Rabelo. A corrente do PC do B que defende o apoio a Skaf se fortaleceu após o PMDB oferecer a suplência no Senado ao ex-deputado Jamil Murad. Para ficar com o PT, o partido quer ser vice na chapa de Padilha. O petista, porém, ainda não fez uma proposta concreta.

"Para mim é uma derrota política, porque tentei costurar o apoio a Padilha", disse o vereador Orlando Silva, presidente estadual do PC do B. Ontem, no Facebook, o ex-ministro escreveu: "O que não aceito é todo espaço majoritário da disputa em São Paulo ficar entre PT e PR. O PC do B merece respeito!".

Sem surpresa.
Outro partido que ameaça debandar é o PP. Padilha chegou a posar para fotos ao lado de Maluf em maio, repetindo gesto de Lula e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, em 2012. O PP anunciou apoio ao ex-ministro, mas ontem, para surpresa do PT, a cúpula do partido deixou para segunda-feira a formalização da aliança, prevista para ontem.

"Até segunda-feira estamos abertos para conversas. Não é surpresa para ninguém que o PSDB e o PMDB têm nos procurado", disse Jesse Ribeiro, secretário-geral do PP em São Paulo e braço direito de Maluf. A sigla também se queixa de pouca atenção do PT.

Embora os partidos aleguem motivos políticos como a composição da chapa majoritária e a coligação proporcional, o principal fator para o desembarque é o fraco desempenho de Padilha nas pesquisas. Segundo o Datafolha, o petista tem 3% das intenções de voto, ante 21% de Skaf e 44% de Alckmin.

Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Campos ainda é incógnita como 3ª via


Com o slogan "Coragem para mudar", o PSB lança hoje a candidatura a presidente do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e a vice da ex-ministra Marina Silva na tentativa de se viabilizar como candidatura competitiva e chegar a uma das vagas em disputa num eventual segundo turno. 



O plano é acertar o discurso que possa consolidá-los como terceira via em uma eleição que aparenta caminhar, pela sexta vez consecutiva, para a polarização entre PT e PSDB. 

 "A partir de agora, o nosso desafio é mostrar que é possível mudar mais, considerando que as mudanças no governo da presidente Dilma Rousseff foram insuficientes", afirma o coordenador da campanha, Carlos Siqueira. O tom será oposicionista: "Nós vamos dizer o que não foi feito e o que pode ser feito". 

Uma das formas de explicitar o que não foi feito no atual governo, segundo o PSB, é dizer que o Brasil ainda é um dos países mais desiguais do mundo, apesar de Dilma dizer com frequência que as gestões dela e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiraram 40 milhões de pessoas da pobreza. 

A proposta da dupla Campos-Marina para mudar essa situação é fazer uma reforma tributária que mude o pacto federativo e possibilite que os próprios Estados façam os investimentos necessários para as melhorias sociais. 

Conciliar o discurso pelo desenvolvimento sustentável à preocupação social tem sido uma das tentativas da dupla para se posicionar como terceira via sem cair em contradição. Isso porque ambos atuaram diretamente nos governos Lula.

Marina, uma das fundadoras do PT, foi ministra do Meio Ambiente de Lula de 2003 a 2008. Campos deixou o Ministério de Ciência e Tecnologia em 2005 para retornar ao mandato de deputado e defender o governo no Congresso em meio à crise do mensalão. Depois, foi eleito governador de Pernambuco em 2006 e reeleito em 2010, sempre com apoio de Lula. Fora isso, o PSB integrou o governo Dilma até setembro de 2013, quando entregou dois ministérios e postos de segundo escalão.

Estagnação.
Entretanto, o discurso de que a dupla seria a única opção capaz de fazer as reformas que o País precisa sem prejudicar as conquistas sociais não se reverteu em avanços significativos nas pesquisas de intenção de votos. Campos tem registrado índices ao redor de 10% e ficado em terceiro, atrás do tucano Aécio Neves - na faixa dos 20% - e de Dilma. A presidente lidera os levantamentos, mas tem visto cair a diferença para a soma dos adversários, o que indica realização de segundo turno.


Campos vai começar a campanha oficial menor do que imaginava. A expectativa de dirigentes do PSB era a de que ele estivesse com quase 20% das intenções de voto - o que significaria chances reais de ir ao segundo turno - apoiado pelo prestígio de Marina. Em 2010, a ex-ministra somou mais de 19 milhões de votos na disputa presidencial.

Além disso, a junção do PSB com a Rede Sustentabilidade, grupo que apoia Marina, enfrenta dificuldades. A dupla tenta se dizer adepta da "nova política" e critica os acordos partidários dos adversários. No entanto, a decisão dos diretórios de Rio e São Paulo de se aliarem a PT e PSDB nas disputas estaduais, respectivamente, abriu uma crise entre Rede e PSB. Para que a convenção de hoje fosse realizada em paz, Campos e Marina fecharam um pacto na quarta-feira para superar as divergências regionais e concentrar as energias na eleição nacional.

O evento de hoje, marcado para o mesmo dia em que o Brasil enfrenta o Chile pelas oitavas de final da Copa, vai testar o nível de organização do PSB. A convenção foi planejada para ser rápida e terminar a tempo de os participantes assistirem à partida, às 13h. Além de Campos e Marina, devem discursar apenas os presidentes dos partidos da coligação (PPS, PPL, PRP e PHS).

Para compensar o pouco tempo de TV da coligação (menos de 2 minutos por bloco), a campanha vai investir nas redes sociais e em viagens pelo País. Para otimizar o tempo e visitar mais cidades, Campos e Marina vão rodar o Brasil mais separados que juntos.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasilia

Dilma recorre agora a mote da 'força do povo'

Na busca por um discurso que emplaque durante a campanha eleitoral, a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor e fiador político, Luiz Inácio Lula da Silva, resgataram ontem o mote da campanha petista de 2006. "Vou ganhar de novo, com a força do povo", disse Dilma em convenção estadual do PT na Bahia, fazendo referência ao "Lula de novo, com a força do povo" de oito anos atrás.



O ex-presidente explorou o mesmo tema, acrescentando uma provocação ao candidato tucano ao Planalto, Aécio Neves, preferido do mercado. "Pelo que eu sei, esse tal de mercado nunca votou em você (Dilma), nem nunca votou em mim. Quem vota na gente é esse povo, que é o grande mercado deste país", disse o petista no mesmo evento, no qual o deputado do partido Rui Costa foi oficializado como candidato na Bahia.


Duas semanas atrás, em meio à repercussão dos xingamentos dirigidos a Dilma na partida de abertura da Copa do Mundo de futebol, realizada em São Paulo, Lula já havia reciclado outro slogan, naquele caso o de 2002. Disse que "a esperança" iria "vencer o ódio", numa referência à frase "a esperança vai vencer o medo" emplacada pelo publicitário Duda Mendonça na campanha do início da década. 

Para dentro. 

Os dois discursos na convenção baiana seguiram a estratégia de, nessas ocasiões, falar mais para a militância do que para os eleitores em geral. "Quando alguém na rua perguntar: ‘quem é você?’, pode estufar o peito. Olhe nos olhos de quem te perguntar, de seu interlocutor, e diga com orgulho: ‘eu sou militante da aliança de partidos que mudou este País. 


Sou dos partidos que têm a abolição das injustiças como projeto permanente. Sou dos partidos que deram ao povo pobre deste País, aos jovens, aos negros e às mulheres vários direitos", afirmou Dilma.


 "Somos dos partidos que estão construindo um País em que o filho do pedreiro pode ser doutor, em que a costureira pode viajar de avião e a empregada doméstica tem carteira assinada, e todo e qualquer brasileiro pode entrar em uma loja e comprar o que sua família precisa.


 Todo e qualquer brasileiro tem dignidade, emprego e renda. Sou de um partido que está fazendo uma revolução pacífica no Brasil. Sou de uma aliança de partidos que lutou, se esforçou para fazer da Copa das Copas uma vitória. Sou do PT, sou dos partidos aliados e vou ganhar de novo a eleição, com a força do povo", completou a presidente durante o evento em Salvador.

Dilma usou a Copa como alegoria do que os filiados ao partido devem esperar da campanha. Repetindo que seus adversários estão "apelando para o ódio", ela disse esperar "uma eleição difícil", porque "quem não tem argumento apela para a mentira". "Mentiram sistematicamente sobre a Copa", afirmou. "Até pouco tempo atrás, eles diziam que não ia ter Copa e que, se tivesse Copa, ela seria um fracasso. 


Primeiro porque os estádios não estariam prontos. Os estádios estão todos prontos. Depois, porque (os torcedores) não teriam como chegar aos estádios. Todo mundo chegou aos estádios. Porque não ia ter aeroportos. 


E os aeroportos estão funcionando dentro da normalidade. Para se ter uma ideia, depois do jogo do Brasil (contra Camarões), lá em Brasília, em um curto espaço de tempo, saíram 70 aviões do aeroporto, sem nenhum atraso."

Para a presidente, os militantes vão "ter de combater a mentira e a desinformação" na eleição. "Assim como não temos nada do que nos envergonhar sobre a Copa, que é a Copa das Copas, não temos nada do que nos envergonhar desses últimos 11 anos, desde o primeiro governo do presidente Lula, porque fizemos muito", disse.

Lula engrossou o coro, pedindo que Dilma respondesse com "um sorriso" os xingamentos que ela ouviu na partida de abertura da competição, em Brasília. "A resposta que você tem de dar é mostrar que aqueles que não queriam a Copa estão tendo que conviver com a Copa mais extraordinária que já se viu", disse o ex-presidente.

Corrupção.
Para Lula, os petistas precisam de "argumentos de mesa de bar" para "poder desmentir um cara que falar uma mentira" sobre Dilma. Um tema usado pelo ex-presidente para ilustrar a tática foi as acusações de corrupção em seu governo e no da sucessora. 


"Eles se esquecem que, no tempo deles, não aparecia corrupção nos jornais porque eles jogavam (os casos) para baixo do tapete. Nós tiramos o tapete da sala. Podem juntar todos eles para saber se criaram 50% dos instrumentos de fiscalização que nós criamos. Só há um jeito de a pessoa não ser presa neste País: é não roubar. Se roubar, vai ser pego. Pode ser parente ou aderente, tem de ser punido."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Expresso DF Sul começa a operar em horário comercial na próxima segunda-feira


Usuários poderão fazer, de graça, trajeto entre Santa Maria e Gama até a Rodoviária do Plano Piloto 
 
A partir desta segunda-feira (30), a operação do Expresso DF Sul será ampliada e passará a funcionar, todos os dias, das 5h à meia-noite, entre Gama, Santa Maria e a Rodoviária do Plano Piloto. 

O sistema contará com 139 ônibus nos modelos articulado, convencional, mini e do tipo padron (os que possuem piso baixo), sendo 70 para os usuários do Gama e 69 para Santa Maria. A expectativa é que 100 mil usuários das duas cidades utilizam o transporte.

"Neste primeiro momento da operação estendida, não haverá cobrança de tarifa para os usuários tanto nas linhas alimentadoras, que levam os passageiros até a estação, quanto nas troncais, que utilizam o corredor exclusivo", informou o diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Jair Tedeschi.

Segundo o diretor-técnico do DFTrans, Lúcio Lima, a gratuidade permanecerá para que seja feita a avaliação do serviço. "Nós queremos fazer os ajustes necessários. Com a ampliação do horário de funcionamento, teremos essa análise todos os dias da semana", complementou.

MUDANÇAS - Com a implantação do novo sistema, as linhas que saem das duas regiões com destino final a Rodoviária e a Esplanada dos Ministérios serão desativadas no mesmo dia (30). 

A orientação é que os usuários embarquem em coletivos circulares de linhas alimentadoras e desçam nas respectivas estações de integração, onde podem acessar os ônibus que operam nos corredores exclusivos.

Os passageiros terão duas opções: embarcar no Expresso (articulado), para aqueles que vão para a Rodoviária e Esplanada dos Ministérios, ou acessar as chamadas linhas paradoras (coletivos tipo padron), que são aquelas que seguem pelo Eixo L Sul.

Para quem utiliza as demais linhas – com destino, por exemplo, ao Cruzeiro, SAAN e SIA – o serviço continuará funcionando normalmente.

Saiba quais linhas serão desativadas aqui.

Fonte: Agência Brasília

Maria Elizabeth Rocha, presidente do STM, quer mais igualdade entre os militares

A primeira mulher a presidir o STM também luta contra discriminação a homossexuais nas Forças Armadas

eric.zambon@jornaldebrasilia.com.br

 
Primeira mulher a presidir o Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, mineira de 54 anos, quer o fim do preconceito contra homossexuais dentro das Forças Armadas e punições mais rigorosas para crimes de gênero.  

Além disso, ela tem como umas das prioridades a mudança da legislação militar, que considera retrógrada, e a digitalização de processos históricos, principalmente para dissociar a Corte de imagem da ditadura militar. Maria Elizabeth assumiu o cargo após a aposentadoria do general do Exército, Raymundo Nonato Cerqueira Filho, em 16 de junho, e terá nove meses – tempo para completar o mandato do antigo presidente – para colocar suas ideias em prática. 

Como o STM segue esquema de rodízio para definir lideranças, ao fim de sua gestão, ela deve dar lugar a um oficial da Aeronáutica. Para ter chance de ser eleita, dessa vez por todo um mandato, a ministra deve esperar nova rodada de comando.


Crimes de gênero fazem parte dos processos que você têm de julgar como ministra do STM?

Julgo, não com muita frequência, violência de um homem militar contra uma mulher militar. Na gestão, eu procuro abrir espaço para que mulheres possam se destacar. Conheço muitas competentes e fiz questão de chamá-las para compor minha curta administração com intuito de dar exemplo e não ficar apenas no discurso.

A aplicação da Maria da Penha no meio militar é parte da sua motivação para querer alinhar a Justiça Militar com a Justiça Comum?

Com certeza. Esse alinhamento passa por uma reforma da Legislação. É preciso que a legislação militar, vanguardista em seu tempo, se atualize nos moldes da nova Constituição e sociedade que temos. O código editado em 1969 está defasado. Minha ideia é trazer para dentro dessa justiça especializada as leis penais esparsas.


 A lei Maria da Penha é uma delas, mas tem também a lei do estupro, da pedofilia, dos crimes hediondos. Enfim, toda essa gama de legislação que foi oriunda de uma conquista social e que nós infelizmente não podemos aplicar porque não faz parte do nosso universo legislativo

Vossa Excelência tomará posse por nove meses. É uma possibilidade concreta alcançar esses objetivos ou espera pelo menos dar o pontapé inicial?

Bom, se eu não conseguir, quero iniciar esse trajeto. Minha ideia é criar uma comissão para a reforma do código no Senado. Para isso vou procurar o presidente do Senado e também encaminhar para o Congresso propostas pontuais de alteração. Reconheço que modificar um código leva tempo. 

Até que porque ele se ramifica em outros meios do direito, que não é só o Direto Penal Militar. Tenho consciência de que, realmente, promover uma mudança no código é uma tarefa que não caberia em nove meses. Mas aprovar, por meio de uma lei ordinária, pontos específicos de uma legislação é possível fazer.

E como será trabalhada a discriminação de homossexuais dentro das Forças Armadas?


Em primeiro lugar, nos meus discursos eu defendo com veemência a igualdade entre humanos. Já tive oportunidade de votar nesse sentido, então tenho um discurso coerente desde minha posse, em 2007. Eu sou minoria, portanto eu tenho obrigação de me solidarizar e sentir os efeitos da discriminação. 

Não que eu tenha sido discriminada nesse tribunal, mas de uma forma geral, nas questões de gênero, tenho plena consciência das desigualdades que permeiam nossa sociedade. Nesse sentido procurarei buscar nos meus pronunciamentos, nas minhas relações institucionais, defender essa causa que eu acho tão importante para a República.

Vossa Excelência considera o meio militar machista?

Não sei se machista é uma palavra adequada. É um meio muito masculino, apesar de ter mulheres que integram as Forças Armadas. A meu modo de ver isso vai ser ultrapassado com o tempo e políticas afirmativas que possam igualar as mulheres aos homens dentro das Forças Armadas. 

Por exemplo, na Marinha, as mulheres não podem ser fuzileiras nem integram a armada. No exército, elas não são cavaleiras, infantes e artilheiras. Então, ainda há algumas conquistas e espero que, nesse meu convívio com as Forças Armadas, esses paradigmas possam ser paulatinamente alterados.


Por que é importante a inclusão da Justiça Militar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ)? O que mudaria na prática?


Mudaria tudo. Nós somos submetidos ao CNJ, aplicamos as resoluções do CNJ, mas não temos voz nem assento no CNJ, o que é uma grande inconstitucionalidade. Ora, o Conselho foi criado como um órgão externo de controle do Poder Judiciário. Todos os órgãos que integram esse poder estão ali representados, com a exceção da Justiça Eleitoral e Militar. 


Ao longo de toda a trajetória constitucional brasileira, a Justiça Militar fez parte do Poder Judiciário, então não tem explicação lógica que nos retire a possibilidade de também participarmos da construção desse controle que é tão importante para a sociedade.


Qual seria a importância do acesso digitalizado a processos históricos do Tribunal?


Primeiro que a transparência é uma marca da República. Depois possibilitaria a abertura da história brasileira aos pesquisadores, estudantes, historiadores, cientistas políticos e interessados. 


É um movimento importantíssimo de mostrar a história, de mostrar qual foi o papel e atuação desse tribunal que sempre honrou a democracia, ao contrário do que muitos incautos que desconhecem a atuação da Justiça Militar pensam.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília




Confira o que abre e o que fecha neste sábado

Jogo do Brasil contra Chile, em Belo Horizonte, mudará horário de funcionamento de alguns serviços públicos no DF
 
A partida entre Brasil e Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, neste sábado (28), será em Belo Horizonte, com início às 13h. Em razão do jogo, alguns serviços públicos e comércio terão o horário de funcionamento alterado, como os postos do Na Hora, que fecham às 11h. Confira abaixo:

Metrô
Funcionamento normal das 6h às 23h30.
Na Hora
Neste sábado os pontos de atendimento fecharão duas horas mais cedo, de 7h30 as 11h. Na segunda-feira (30) não haverá expediente.
CEB
A Companhia Energética de Brasília prestará atendimento 24 horas pela Central de Relacionamento com o Cliente, pelo telefone 116. As atividades essenciais de manutenção e operação serão mantidas em esquema de plantão. As agências funcionarão apenas nos postos Na Hora, de 8h30 as 10h30.
Caesb
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) prestará atendimento 24 horas pela Central de Relacionamento com o Cliente, pelo telefone 115. As atividades essenciais de manutenção e operação serão mantidas em esquema de plantão.
Zoológico
Não haverá expediente.
Saúde
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os hospitais da rede atendem apenas urgências e emergências, seguindo as escalas de plantão. Os ambulatórios dos hospitais, Clínicas da Família, Centros e Postos de Saúde não abrirão no fim de semana.
Jardim Botânico
Não haverá expediente neste sábado.
Água Mineral
Ficará aberta das 8h às 16h.
Comércio
As empresas fecharão as portas uma hora antes do jogo e só reabrirão uma hora depois do fim da partida.
Delegacias
Funcionarão em esquema de plantão.
Procon
Sede e postos do Procon ficam fechados. O atendimento será feito apenas nos postos do Na Hora, até as 10h30.
Centros Olímpicos
Centros Olímpicos e Paralímpicos estarão fechados neste sábado em razão do jogo.
Hemocentro
Doação de Sangue (Coleta): de 7h as 11h. Ambulatório: sem expediente.
Fonte: Agência Brasília

Álcool e Futebol: motorista deve passar longe dessa combinação

A fiscalização está de olho: pelo menos 158 condutores foram flagrados pelos órgãos de trânsito

jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br


Para alguns torcedores, futebol e cerveja são o casamento perfeito. Talvez seja esse o motivo  para o aumento de clientes em bares do Distrito Federal, que teve variação de até 50% no período da Copa do Mundo. A combinação, entretanto, fez com que 82 pessoas fossem autuadas apenas nas rodovias federais por embriaguez ao volante nos primeiros 12 dias do Mundial. Na Fan Fest, no Taguaparque, em dez dias, outros 76 foram flagrados. 
Uma em cada quatro cervejas consumidas no Brasil tem alguma relação com o futebol, segundo a Fundação Getúlio Vargas. 


Somente neste segundo trimestre do ano, a indústria nacional de cervejaria já produziu  3,2 bilhões de litros da bebida. 

Isso representa um aumento de 12% comparado ao mesmo período de 2013. Os dados são da Associação Brasileira da Cerveja. 


Nos arredores da Fan Fest, no Taguaparque, os mais de 70 flagrantes ocorreram desde o início da Copa do Mundo até o último domingo. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), ao todo, 1.248 veículos foram abordados.

Análise

O número é considerado baixo em relação à expectativa para a ocasião. Murilo de Melo Santos, superintendente de Trânsito do DER, entende que, como é um evento de grande porte que tem muita ingestão de álcool, a incidência de motoristas embriagados poderia ser muito maior. 

“Nos surpreendemos com o baixo índice, até porque nos preparamos para números muito maiores”, afirma. 

Nas vias federais, o número de autuações subiu 86% nos 12 dias iniciais do Mundial comparado ao mesmo período do ano passado, na Copa das Confederações. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram  82 casos entre 12 e 24 de junho deste ano, enquanto, entre 15 e 27 de junho do ano passado, houve o registro de 44 ocorrências.
O Detran-DF ainda não possui dados a respeito das operações da Lei Seca neste mês. 

Alternativas para não burlar a lei

O representante do DER  Murilo de Melo Santos  coloca como um dos motivos para os índices baixos de flagrantes o fato de que as pessoas que ingerem grande  quantidade  de álcool estariam utilizando outros meios de transporte, como metrô e ônibus, ou, ainda, fazendo uso do “motorista da vez” – quando alguém que não ingeriu bebida     assume a direção do veículo. 

Para evitar problemas,  o servidor público Carlos Henrique  Ancora,   40 anos,   prefere optar por locais próximos de casa, na Asa Sul. “Se tem bares e restaurantes por perto, não tem por que ir para longe  de carro sabendo que vai beber”, afirma. Ele diz que nunca teve problemas com fiscalizações ou acidentes por consumo de álcool por sempre evitar a combinação. “Quando os eventos são longe e sei que vou tomar cerveja, nem vou”, observa.

Ainda falta conscientização
 
O estudante Lucas Braga, de 19 anos, mora a um quilômetro do Taguaparque, onde acontece a Fan Fest, e costuma ir andando. Ele esteve no local em quase todos os jogos da primeira fase da Copa do Mundo, mas a proximidade não é o único motivo para realizar o trajeto a pé. “Assim eu posso beber tranquilamente e não ter problemas com fiscalizações e acidentes”, conta. 
 
Apesar de nunca ter enfrentado problemas no trânsito, ele garante que convive com pessoas que se envolveram em colisões e tiveram problemas com a polícia. “Por isso, sempre arrumo um jeito de não dirigir”, disse.
 
Imprudência
 
A conscientização não parece ser uma característica comum a todos os motoristas. No jogo entre Brasil e Camarões, na última segunda-feira, um consultor de 24 anos, que preferiu não se identificar, foi à Fan Fest e, mesmo ingerindo bebida alcóolica, saiu do evento dirigindo. “Saí de lá preocupado com a fiscalização, mas quando passei pelo policiamento, parecia que estavam mais preocupados com a segurança do local”, conta, garantindo que o hábito não é comum. Na ocasião, ele dirigiu pelo menos 12km, de Taguatinga ao Guará. 
 
Outro jovem com a mesma idade, que também preferiu preservar a identidade, conta que se arriscou. “Sempre elegemos um motorista da vez, mas, às vezes, não dá. Foi o caso”, afirmou. Segundo ele, durante o evento, a fiscalização da Lei Seca “era praticamente inexistente”. No entanto, para outros delitos, como roubo, os agentes estavam mais atentos. 
 
Apesar das críticas à atuação da fiscalização, Murilo Melo, superintendente de trânsito do DER, sustenta que as operações da Lei Seca estão mais intensificadas nas áreas próximas ao Taguaparque. 
 
 
 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Park Way tem alta escolaridade e qualidade de vida, mostra PDAD

Acesso a abastecimento de água e energia elétrica está entre os destaques da pesquisa divulgada pela Codeplan

 
O abastecimento de água e energia elétrica é praticamente universal nas residências do Park Way. 


É o que revela a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), divulgada pela Codeplan nesta sexta-feira (27).

Segundo o estudo, 99,55% dos domicílios contam com fornecimento de energia elétrica pela rede geral e 99,11% dos domicílios contam com o abastecimento de água pela rede geral.

A limpeza urbana também é quase universal: 93,72% declararam que contam com esse serviço, sendo que 13,45% contam com a coleta seletiva.

Calçadas, ruas asfaltadas, meios-fios e a coleta de águas pluviais estão presentes em cerca de 85% dos domicílios, enquanto a iluminação pública está presente em 95,07%.

Em relação ao esgotamento sanitário, no Park Way, 73,10% drenam seus esgotos em fossa séptica. Outros domicílios (16,37%) valem-se da rede geral, enquanto 10,31% contam com fossa rudimentar.

A pesquisa também aborda outros dados socioeconômicos. De todas as 26 regiões já pesquisadas pela Codeplan, o Park Way tem a maior renda per capita média mensal, de R$ 5.195.


Quanto à escolaridade, destaca-se que mais da metade dos moradores concluíram o ensino superior. É o segundo maior índice entre as regiões pesquisadas, atrás do Lago Norte.

"É uma região de classe média alta, em que a população é essencialmente proprietária de seus imóveis. Destaca-se a dependência do Plano Piloto em termos de comércio, empregos, cultura e saúde", explica Iraci Peixoto, economista da Codeplan responsável pela pesquisa.

No Park Way, somente 10,48% dos moradores trabalham na própria região administrativa, enquanto a maioria (63,95%) tem emprego no Plano Piloto.

A ocupação da população urbana em atividades econômicas está concentrada em serviços gerais, administração pública distrital, federal e o comércio. 

Os empregados com carteira de trabalho assinada aproximam-se de 40%, e o trabalhador autônomo representa aproximadamente um quarto dos moradores.

Fonte: Agência Brasília Jornal de Brasilia

Incêndio atinge área florestal próximo ao Setor de Oficina Sul



Ainda não há informações da causa do incidente, que atingiu grande parte da extensão do parque. Fumaça pôde ser vista de outras cidades Um incêndio florestal atingiu o Parque Ecológico do Guará, na região do Setor de Oficina Sul (SOF Sul). O fogo começou por volta das 12h e pegou grandes proporções consumindo parte da área de preservação.


Segundo informações, seis viaturas do Corpo de Bombeiros e duas aeronaves foram acionadas para controlar o fogo. 

Não há informações da causa do incêndio, nem a gravidade da situação.

*Com informações de Carla Rodrigues

Jornal de Brasilia