sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Verdade sem comissão- A Human Rights Watch divulgou que foram registrados 5.431 casos de tortura no Brasil, entre 2012 e 2014. Essa verdade não tem comissão.

O ANTAGONISTA

A Human Rights Watch divulgou que foram registrados 5.431 casos de tortura no Brasil, entre 2012 e 2014.


Essa verdade não tem comissão.



Maria Rita Kehl, cadê você?

Diogo furioso


Dilma Rousseff está "enfurecida" porque os contadores da Petrobras calcularam seu prejuízo em 88,6 bilhões de reais. Eu, Diogo, estou enfurecido comigo mesmo pois errei muito mais.

Em 19 de janeiro de 2005, escrevi o seguinte na Veja: ."Pelas minhas contas, Lula é caro demais. Só na Petrobras, o custo lulista foi até agora de 14,6 bilhões de reais. A gente não tem dinheiro para bancar mais seis anos de petismo".

Passaram-se dez anos desde aquele artigo. O custo do petismo na Petrobras aumentou enormemente de lá para cá. Mas nós continuamos a bancá-lo. Sinto muito: errei.

Joaquim Levy fala ao Financial Times. A gente traduz

O ANTAGONISTA

O ministro-júnior da Fazenda, Joaquim Levy,  deu uma entrevista ao jornal inglês Financial Times.

Ele disse que:

a) O modelo do seguro-desemprego brasileiro está ultrapassado
b) Vai cortar em diversas áreas do governo
c) É mais importante fazer reformas no lado da oferta do que estimular a demanda
d) O governo vai cortar subsídios e deixar os preços nos seus reais patamares
e) Muita gente no Brasil está disposta a pagar pelos serviços

O Antagonista traduz a entrevista de Joaquim Levy:

a) Ele gostaria de cortar o seguro-desemprego, mas, como não dá, diminuiria ainda mais o benefício
b) Vai cortar principalmente na saúde e educação, tradicionais áreas de sacrifício, inclusive porque com o aumento de impostos já garantiu mais 50 bilhões para o estado obeso
c) Vai asfixiar ainda mais o crédito
d) Tarifaços nas contas de luz e gás e nos preços da gasolina
e) Pretende que o cidadão pague por serviços públicos, como se já não pagasse o suficiente ou em dobro -- pelos serviços públicos ruins ou inexistentes e, quando pode, pelos serviços privados que os substituem

Joaquim Levy não fala em reduzir o número de ministérios, rever os contratos superfaturados em obras públicas, enxugar o custo da máquina governamental e diminuir a intervenção do estado na economia. 

É um tucaninho amestrado, que fala como uma arara satisfeita em fazer o servicinho sujo para o PT -- e só.




Levy, em entrevista ao FT

O macaco e a Petrobras

O ANTAGONISTA



Flashback. Em 23 de outubro de 2013, o blog Brasil24/0000 excitou-se muito porque eu, Diogo, havia reaparecido no Twitter para atacar a Petrobras. Seus autores diziam: "Mainardi republicou uma coluna em que afirma que o pré-sal é um engodo, em que insinua que o Brasil colocou um macaco na presidência".

O blog Brasil24/0000 é melhor em matéria de ética do que de português. Mas seu post é parcialmente verdadeiro. De fato, escrevi inúmeras vezes que o pré-sal era um engodo e que a Petrobras perderia uma montanha de dinheiro com o novo modelo de partilha. Em 2009, por exemplo, publiquei o seguinte comentário:

"O pré-sal tem tudo para repetir o ciclo da borracha. Do apogeu à queda. A belle époque amazonense recorda a belle époque lulista. De um lado, os magnatas da floresta; do outro, os magnatas do sindicato. A borracha amazonense desvalorizou-se quando os ingleses plantaram seringais na Malásia. É o que pode ocorrer com o petróleo. Rodrigues Alves tomou posse do Acre para garantir o monopólio da borracha. Lula está tomando posse do pré-sal para garantir o monopólio do petróleo. Sim, o pré-sal tem tudo para repetir o ciclo da borracha. Nesse caso, o lulismo é uma espécie de Madeira-Mamoré do pensamento: inútil e deficitário".


Quanto ao macaco na presidência, entretanto, o blog Brasil24/00000 desvirtuou minhas palavras. Eu nunca disse que o Brasil havia colocado um macaco na presidência, Eu disse apenas - e mantenho minha opinião - que teria sido preferível eleger um macaco.

 Um macaco na presidência e outro no blog






Polícia do DF investiga furto de selos e concessão de 'habite-se' ilegais

 29/01/2015 14h59


Cofre foi encontrado aberto; documento reapareceu dia 8 em processo.
Ex-gestor diz que assinatura e carimbo não são dele e que registrou BO.


Do G1 DF
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o furto de 67 selos de autenticação usados para atestar cartas de habite-se, alvarás e licenças da Administração Regional de Ceilândia.

Segundo a corporação, o cofre que armazenava os documentos foi encontrado aberto por servidores no dia 6 de janeiro. O caso foi revelado nes, mas o caso só foi revelado nesta semana.


Um dos selos furtados reapareceu no último dia 8 em uma carta de habite-se apresentada em um cartório da região. Apesar de serem emitidos apenas 89 licenças em 2014, o processo tem o número 93. A administração de Ceilândia afirma que o documento não foi concedido.


A licença se refere a um prédio residencial de 10 andares e 120 apartamentos, ainda não ocupados, em Ceilândia. A construtora do edifício nega qualquer participação na irregularidade.


"Em hipótese alguma. A construtora cumpriu com todas as exigências que lhe foram feitas. Tudo aquilo que cabia à empresa fazer para dar regularidade à edificação foi feita", disse a assessora jurídica da construtora Satélite Construção, Andréia Mourão. Os donos dos apartamentos não quiseram falar sobre o assunto.


A Delegacia de Crimes contra a Administração Pública investiga se servidores da administração aproveitaram o período de transição de governo para fornecer cartas ilegalmente.


A Controladoria do DF também abriu uma sindicância para investigar o caso. Outros processos também serão analisados, pois um deles teve andamento na tarde de 31 de dezembro, apesar da repartição só ter funcionado pela manhã.


Segundo o Controlador-Geral do DF, Djacyr Cavalcanti, as formas como os processos foram realizados indicam que eles são ilegais. "Há o conjunto de indícios fortes de que os processos não seguiram uma tramitação regular. [Os culpados] podem responder a processos e à penalidade de não poder mais ocupar cargos públicos."

O ex-administrador de Ceilândia, Ari de Almeida, informou que a assinatura e o carimbo dos processos investigados não são dele. Ele também disse que registrou queixa na delegacia da região contra a suposta falsificação.

JK cai em ranking de satisfação popular.Pudera! O dono da ENGEFIX ( leia-se INFRAMERICA) está preso, envolvido na LAVA JATO!


  29/01/2015 17h59

Pesquisa com passageiros avalia aeroporto do DF como 8º do país

Estudo anterior da Secretaria de Aviação Civil trazia DF em segundo lugar.
'Transporte público' e 'tomadas' foram piores avaliações de usuários.


Do G1 DF
Ônibus executivo que sai do aeroporto JK vai passar também pelo terminal 2 (Foto: André Borges/ComCopa/Divulgação)Ônibus executivo em frente ao Aeroporto JK; transporte público foi mal avaliado pelos passageiros em pesquisa da Secretaria de Aviação Civil (Foto: André Borges/ComCopa/Divulgação)
 
Pesquisa da Secretaria de Aviação Civil (SAC) realizada com passageiros de 15 aeroportos do país, entre outubro e dezembro, avaliou o terminal de Brasília como o oitavo melhor do Brasil, com nota 4,03, em uma escala de 1 a 5. No levantamento anterior, o Distrito Federal ficou com a segunda posição, com nota 4,2. O aeroporto com melhor avaliação foi o de Viracopos, em Campinas, com nota 4,29.


O estudo é feito trimestralmente desde o início de 2013. Os usuários respondem a perguntas referentes a 48 quesitos, como tempo de espera em check-in, oferta de transporte público, restituição de bagagem, limpeza dos banheiros. Segundo a SAC, o nímero de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 5%.


Brasília ficou em oitavo lugar por avaliações ruins nos itens “disponibilidade de tomadas” (2,67) e “transporte público” (2,48). Nos dois quesitos, o terminal da capital teve o pior conceito entre os passageiros. Os passageiros também deram notas baixas pelos valores praticados no comércio e em restaurantes e pelo preço do estacionamento.



Área interna do Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Jua Pita/Inframerica/Divulgação)Área interna do Aeroporto JK, em Brasília
(Foto: Jua Pita/Inframerica/Divulgação)
 
 
Em contrapartida, o Aeroporto JK obteve a maior nota em “qualidade da sala vip” (5), ao lado do Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Com nota 4,3, o terminal do DF teve a melhor avaliação no quesito “limpeza dos banheiros”.

A Inframerica, concessionária que administra o Aeroporto JK, disse que o terminal foi bem avaliado em itens como sala vip, limpeza do aeroporto e dos sanitários, cordialidade dos funcionários e disponibilidade de assentos, e que Brasília ficou com a segunda maior nota entre os quatro aeroportos que recebem mais de 15 milhões de passageiros por ano – atrás apenas de Congonhas, que obteve nota 4,06, e à frente de Galeão e Guarulhos (3,77 e 3,72, respectivamente).


O quinto terminal em movimento do país, Confins, em Minas Gerais, também teve nota inferior a Brasília, com 3,81


“Todos os quesitos avaliados na pesquisa serão estudados para oferecer ao passageiro uma melhor qualidade. No quesito transporte público, que é de responsabilidade do Distrito Federal, o aeroporto entrará em contato com o governo para pedir uma adequação no fornecimento ao terminal”, afirmou a Inframerica.

O secretário de Mobilidade do DF, Carlos Tomé, afirmou que tem conhecimento do problema do transporte para o aeroporto e que vai ampliar a frequência da linha do ônibus executivo. “A secretaria estuda também a implantação do táxi pré-pago que já existe em vários aeroportos do mundo.” Segundo a pasta, a frota de táxi que atende ao terminal é de 1.500 veículos, entre segunda e quarta, e de 650 carros, de quinta a domingo.

Pesquisa
Foram avaliados os aeroportos de Viracopos, Brasília, Galeão, Guarulhos, Confins e Natal, entre os concedidos à administração privada, e Congonhas, Fortaleza, Porto Alegre, Santos Dumont (Rio de Janeiro), Recife, Curitiba, Manaus e Cuiabá, entre os geridos pela Infraero.


O segundo aeroporto com melhor avaliação foi o de Recife, com nota 4,28, seguido por Curitiba (4,27), Santos Dumont (4,19) e Salgado Filho, em Porto Alegre (4,16). O último colocado foi o aeroporto de Cuiabá, com nota 3,48, atrás de Guarulhos (3,73).

Segundo a SAC, a e evolução da média geral subiu de 3,84, no primeiro trimestre de 2013, para 3,94, nesta pesquisa. Os oito primeiros colocados obtiveram nota acima de 4. Na primeira pesquisa, apenas quatro tiveram este desempenho.


“Elegemos a satisfação dos passageiros como prioridade nos serviços aeroportuários prestados no Brasil e esta pesquisa deve funcionar como um guia para nossos parceiros, concessionários, empresas, órgãos públicos etc, aprimorarem estes serviços", afirma o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha.

A SAC informou que os itens que mais contribuíram para que Viracopos chegasse ao primeiro lugar foram eficiência dos funcionários do check-in, com nota 4,86, cordialidade (4,84) e tempos de fila na emigração (4,82) e no guichê (4,49).


A pesquisa também mostrou que 76% dos passageiros consideram os serviços aeroportuários como bons ou muito bons. Além de atribuir notas aos 48 quesitos, o entrevistado avalia a satisfação geral com o aeroporto.

Parabéns PT! Parabens Dilma!Contas do setor público têm primeiro déficit da história em 2014


30/01/2015 10h39 - Atualizado em 30/01/2015 11h21

No ano passado, foi registrado déficit primário de R$ 32,53 bilhões, diz BC.
Após pagar juro, resultado é um dos piores do mundo e dívida pública sobe.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

Influenciadas pelo resultado ruim do governo federal, as contas de todo o setor público consolidado – que englobam também os estados, municípios e empresas estatais – registraram o primeiro déficit primário (receitas menos despesas, sem contar juros) da história em 2014.


Segundo números divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (30), o setor público consolidado teve um déficit primário de R$ 32,53 bilhões, ou 0,63% do Produto Interno Bruto (PIB), em todo ano passado. É o pior resultado desde 2001, quando começou a série histórica do BC. Até o momento, o menor valor havia sido registrado em 2013 – quando houve superávit primário de R$ 91 bilhões, ou 1,9% do PIB.


No ano passado, as contas públicas tiveram forte deterioração devido ao aumento de gastos em ano eleitoral, à ajuda para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e à queda real da arrecadação – resultado do fraco nível de atividade da economia e das desonerações de tributos anunciadas nos últimos anos pelo governo.


Meta fiscal
No início de 2014, a equipe econômica informou que o objetivo para as contas de todo o setor público (governo, estados e municípios), em 2014, seria de um superávit de R$ 99 bilhões – o equivalente a 1,9% do PIB, o mesmo percentual registrado em 2013. Deste total, R$ 80,8 bilhões corresponderiam ao esforço que somente o governo central estaria buscando em 2014.


Em novembro de 2014, porém, com o fraco resultado das contas públicas, o governo enviou um projeto de lei ao Congresso Nacional para alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e abandonar a meta fiscal acertada no início do ano passado. O projeto, que admitia a possibilidade de haver até mesmo déficit primário em 2014 (como de fato aconteceu), provocou debates intensos no Legislativo, mas acabou sendo aprovado pelos parlamentares.


Compromisso da nova equipe econômica
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, informou em novembro que foi fixada, para este ano, uma meta de superávit primário para o setor público de 1,2% do PIB para 2015 e de pelo menos 2% do PIB para 2016 e 2017. Para 2015, o esforço de 1,2% do PIB equivale a uma economia de R$ 66,3 bilhões para o setor público.


Segundo ele informou naquela ocasião, o objetivo imediato do governo foi estabelecer uma meta de superávit primário para os três próximos anos que contemple a estabilização e declínio da dívida pública. Para Levy, essa meta é fundamental para o aumento da confiança na economia e para a consolidação dos avanços sociais.


RESULTADO NOMINAL EM 2014
Em % do PIB
VenezuelaJapãoBrasilEspanhaEUAÁfrica do SulArgentinaFrançaItáliaChileChinaRússiaAlemanha-15-10-505
Fontes: BC e FMI
Resultado após pagamento de juros


Após o pagamento de juros da dívida pública, resultado que é conhecido no jargão econômico como "nominal" e é uma das principais formas de comparação do resultado das contas públicas com outros países, foi registrado um déficit de R$ 343 bilhões em 2014 - o equivalente a expressivos 6,7% do PIB. Em 2013, o resultado nominal havia sido negativo em R$ 157 bilhões, ou 3,25% do PIB.


Segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o déficit nominal da ordem de 6,7% do PIB para o Brasil em 2014 é um dos piores do mundo, colocando o país em situação parecida a Argentina, que passa por grave crise econômica. Para 2014, o FMI previu em outubro (última estimativa disponível) um déficit nominal de 4,48% do PIB para o país vizinho.


Ainda segundo expectativa do FMI, o Brasil ficará em situação pior que várias economias emergentes, como o Chile (déficit de 1,75% do PIB) em 2014, a China (-1% do PIB), a Colômbia (-1,45% do PIB), Indonésia (-2,46% do PIB), México (-4,2% do PIB), Equador (-4,27% do PIB), Peru (-0,1% do PIB), Rússia (-0,9% do PIB), Portugal (-4% do PIB), Turquia (-2% do PIB) e Uruguai (-3,5% do PIB) e França (-4,4% do PIB).


Para a Itália, a expectativa é de um resultado negativo de 3% do PIB e, para a Alemanha, um superávit de 0,3% do PIB neste ano. Também terá ficado pior do que a África do Sul (-4,9% do PIB), Espanha (-5,7% do PIB), Reino Unido (-5,28% do PIB), Estados Unidos (-5,5% do PIB)
Por outro lado, o Brasil ainda estará melhor, de acordo com as estimativas feitas pelo Fundo Monetário Internacional em outubro, do que a Índia (-7,22% do PIB), Japão (-7% do PIB) e Venezuela (-14% do PIB).


Dívida pública sobe
Com a piora do resultado das contas públicas em 2014, resultado de aumento de despesas e fraco comportamento da arrecadação, a dívida pública voltou a crescer.


Segundo números do Banco Central, a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) somou 36,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em dezembro, contra 33,6% do PIB no mesmo mês de 2013. A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais - atualmente acima de US$ 370 bilhões.


Este foi o primeiro aumento anual da dívida líquida desde 2009 - quando o governo baixou o superávit primário foi reduzido pelo governo para combater os efeitos da crise financeira internacional no nível de atividade brasileiro.


No caso da dívida bruta, uma das principais formas de comparação internacional, e que não considera os ativos dos países, mas apenas seu endividamento, a dívida brasileira também subiu em 2014.
No fim do ano passado, estava em 63,4% do PIB (R$ 3,25 trilhões), em comparação com 56,7% do PIB, ou R$ 2,74 trilhões. Este foi o primeiro aumento da dívida pública bruta desde 2012.



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Em ano eleitoral, Dilma abre um rombo de quase R$ 100 bilhões nas contas públicas.

Deveria ter poupado R$ 80,8 bilhões. Ao apagar das luzes de 2014, mudou a lei para legalizar o calote. Mesmo assim prometeu R$ 10 bilhões de superavit. Não aconteceu. O ano chegou ao fim com um déficit de R$ 17,2 bilhões, mostrando gastança e descontrole. Se deveria ter poupado 80 e teve déficit de 17, o rombo é de 97. A matéria a seguir é da Folha de São Paulo.
 
A presidente Dilma Rousseff fechou o último ano do primeiro mandato com um rombo nas contas do governo. As despesas do chamado governo central (Tesouro, BC e Previdência) com pessoal, programas sociais, custeio e investimentos superaram as receitas em R$ 17,2 bilhões. 
 
Com o impulso do calendário eleitoral, os gastos foram acelerados e chegaram a R$ 1,031 trilhão; já a arrecadação, prejudicada pela fragilidade da economia e por medidas de alívio tributário, ficou em R$ 1,014 trilhão. O governo teve de tomar dinheiro emprestado para cobrir compromissos cotidianos e obras de infraestrutura --em economês, houve deficit primário, de 0,3% do PIB. Trata-se do primeiro deficit do gênero apurado pelo Tesouro desde 1997, quando teve início a série histórica. 
 
Com outra metodologia, o Banco Central apontou um pequeno resultado negativo no caixa federal naquele ano. Ainda mais sem precedentes é o contraste entre os números e a meta anunciada pela administração petista: até setembro, a equipe de Dilma sustentava que seriam poupados R$ 80,8 bilhões --um superavit primário-- para o abatimento da dívida pública. 
 
CRISE GLOBAL
Chegou-se ao ápice de um processo de deterioração das contas públicas iniciado em 2009, quando o governo Lula enfrentou a crise global com aumento de gastos, redução de impostos e mais empréstimos nos bancos públicos. 
 
Reeleita, Dilma declarou que a estratégia --cujas consequências incluem alta da inflação e do deficit nas contas externas-- chegou ao limite. Isso significa uma ameaça à expansão de despesas como Previdência, Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e investimentos em infraestrutura, que têm puxado o desequilíbrio orçamentário. A nova equipe econômica já anunciou elevações de impostos, cortes no custeio e restrições à concessão de benefícios como pensões, seguro-desemprego e abono. Ainda assim, permanecem dúvidas quanto à promessa de poupar R$ 55,3 bilhões neste ano, para conter a escalada da dívida pública.
 
Como informou o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, o governo herda R$ 226 bilhões em despesas pendentes de anos anteriores. Parte poderá ser cancelada, mas há gastos, como subsídios represados aos bancos públicos, que terão de ser executados. Ele evitou críticas à gestão anterior, mas disse que a Fazenda trabalhará com "transparência, tempestividade e cumprimento de regras" para "recuperar a credibilidade". 
 

Incêndio consome mata de parque municipal em Vitória.Os bombeiros de nada serviram!


30/01/2015 08h29 - Atualizado em 30/01/2015 08h29

Fogo se alastrou pelo parque na noite desta quinta-feira (29).
Bombeiros foram ao local, mas suspenderam ação por baixa luminosidade.

Do G1 ES, com informações da TV Gazeta*
Um incêndio na mata do Parque Municipal Barão de Monjardim, entre os bairros Santa Cecília, Santos Dumont e de Lourdes, em Vitória, assustou moradores na noite desta quinta-feira (29).


Fuligem e fumaça vindas da mata se espalharam pelas proximidades das residências. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi até o local, mas a operação precisou ser suspensa por conta da baixa luminosidade e seria retomada na manhã desta sexta-feira (30).


Com o fogo cada vez mais próximo, um morador decidiu molhar e resfriar as paredes e o jardim de casa. “Estou umedecendo o terreno porque, se cair alguma coisa, algum galho com fogo aqui dentro, fica mais fácil apagar”, falou o médico Danilo Nagib.


Os moradores da região reclamaram da demora do Corpo de Bombeiros. “Fizemos várias ligações e o Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes) informa que já foi acionado e que já está mandando viatura, helicóptero, só que não chega nada”, disse uma moradora.


Os bombeiros estiveram no local, mas tiveram que suspender a ação. “Tendo em vista que as condições que as condições de segurança para a equipe de bombeiros se encontra reduzida, já que a luminosidade diminui nesse momento, nós achamos seguro retornar à base. Um horário mais seguro para efetuarmos o combate é a partir das 5h, em que nós temos uma luminosidade mais acentuada”, explicou o sargento Daniel.


Além disso, o sargento alegou a falta de efetivo, por conta de um incêndio em Pedra Azul, Domingos Martins, na região Serrana do estado. “Essa dificuldade com efetivo reflete dificultando o combate ao incêndio florestal”, destacou.


Enquanto os bombeiros iam embora, do outro lado do parque, três moradores se arriscavam tentando combater o incêndio, que chegava mais próximo das casas. “Tem uma vassoura, o outro está com um galho mais verde batendo ali, um está com uma enxada, cortando para fazer uma trincheira. Mas o Corpo de Bombeiros tem que dar a devida atenção. Não deve ir embora e deixar para amanhã”, falou um morador local.

* Com colaboração de Rodrigo Maia, da TV Gazeta.

Valor de lavagem de dinheiro chegou a R$ 177 mi, afirma Procuradoria


O Ministério Público Federal calcula que os crimes já denunciados pela força-tarefa da Operação Lava Jato envolvem o desvio de aproximadamente R$ 2,1 bilhões da Petrobras. A estimativa parcial do rombo da corrupção e da lavagem de dinheiro na estatal, feita com base nas acusações formais apresentadas até o momento à Justiça Federal no Paraná, é a primeira divulgada pelos procuradores da República desde o início da operação, em março do ano passado.

Números superlativos da Lava Jato foram divulgados ontem pelo Ministério Público Federal em um site criado especificamente para divulgar e reunir informações sobre as ações e inquéritos que tramitam na Justiça Federal em Curitiba. "Trata-se da maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o País já teve", diz um texto introdutório do site.


Os dados foram divulgados um dia depois de a Petrobras apresentar balanço não auditado sem contabilizar as perdas envolvendo a corrupção na empresa apurada pela Lava Jato. O balanço da petrolífera também delimitou a corrupção ao período que vai de janeiro de 2004 a abril de 2012, época em que Paulo Roberto Costa ocupava a Diretoria de Abastecimento da estatal.


Além de relacionar o desvio na estatal apurado até o momento, os procuradores da República também estimam em R$ 500 milhões o total já recuperado pelas investidas da força-tarefa. Ações foram abertas pedindo o ressarcimento de cerca de R$ 1 bilhão das empreiteiras na Justiça. As investigações da Lava Jato continuam em andamento, e os valores podem aumentar.


Até agora, foram instaurados 279 procedimentos, com 150 pessoas e 232 empresas sob investigação. Os procuradores da República que atuam no caso ofereceram 18 denúncias contra 86 pessoas, pelos crimes de corrupção, organização criminosa, lavagem de ativos, entre outros. No total, 12 acordos de delação premiada foram firmados com pessoas físicas.



Com relação às seis denúncias da segunda fase da Lava Jato, que envolvem a estatal, empreiteiras e ex-diretores da Petrobras, o valor de lavagem de dinheiro chegou a R$ 177 milhões, segundo a publicação. A maior soma, de R$ 104 milhões, teve origem na "lavanderia" montada entre Nestor Cerveró, ex-diretor da área Internacional da empresa, e Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como lobista e um dos operadores do PMDB no esquema, conforme relato dos procuradores da República.


O valor é referente a propinas pagas pelo empresário delator Julio Camargo, da Toyo Setal, ao esquema de Soares e Cerveró pela contratação de navios-sonda na Coreia do Sul, para serem utilizados na África e no Golfo do México.


Para concluir as operações, a dupla utilizou offshores e uma empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef, uma das peças-chave da Lava Jato e preso desde março. As seis denúncias incluem as empresas OAS, Galvão Engenharia, Engevix, Mendes Júnior e Camargo Corrêa. Cerveró e Fernando Baiano também estão presos. Na denúncia apresentada à Justiça Federal contra o ex-diretor de área Internacional da Petrobrás, o Ministério Público Federal sustentou que ele agia como "sócio oculto" do operador do PMDB. Para a Procuradoria, Cerveró violou "os deveres de honestidade, de integridade, de lealdade, de legalidade, de impessoalidade, de transparência".


A Procuradoria juntou à denúncia contra Cerveró um quadro com as operações de pagamento de US$ 14,31 milhões a partir da conta 2009071 da offshore Piemont Investment Corp., no Banco Winterbothan, no Uruguai. A offshore, segundo a Procuradoria, é controlada por Julio Camargo, que agia como emissário da Setal Óleo e Gás e também foi denunciado.


Os repasses foram feitos para as contas indicadas por Fernando Baiano. As transferências têm correspondência em respectivos extratos bancários. Segundo a Procuradoria, conclui-se do conjunto de provas e do depoimento de Julio Camargo que uma dessas contas era diretamente controlada por Cerveró. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadao Conteudo  Jornal de Brasilia



Espírito Santo vive a pior seca dos últimos 40 anos, aponta governo. Houve perda de lavouras inteiras e córregos secaram.E no DF o governador vai regularizar invasões perto de mananciais ( Parque Nacional, Lagoa de Santa Maria)???Quer que Brasilia seja a proxima da lista a não ter agua?


  30/01/2015 09h44

Estado declarou existência de 'cenário de alerta'.
Estiagem pode causar fechamento de hidrelétrica e alteração em carnaval.

Victoria Varejão e Naiara Arpini Do G1 ES
Roberto Brum, 27, produtor rural, na comunidade de Recreio, na barragem do Rio Bonito (Foto: Fernando Madeira/A Gazeta)Roberto Brum, 27, produtor rural, na comunidade de Recreio, na barragem do Rio Bonito (Foto: Fernando Madeira/A Gazeta)
O Espírito Santo vive a pior seca dos últimos 40 anos. A estiagem que já dura 47 dias levou o governo do estado a declarar a existência de "cenário de alerta", nesta terça-feira (27).


As consequências da falta de chuvas vão desde o provável fechamento da hidrelétrica em Santa Maria de Jetibá, na região Serrana, até a redução da programação do carnaval em Piúma, no Sul do estado.


Uma série de ações que visam minimizar os efeitos da falta de chuva foram anunciadas pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). Uma delas é voltada para a agricultura: estão proibidas novas instalações de irrigação, assim como a liberação de crédito para equipamentos desse tipo. O setor consome 70% dos recursos hídricos do estado.


Outra determinação do governo é que as companhias de abastecimento de água priorizem o atendimento à população e revisem seus contratos com o setor industrial.


Período longo de estiagem deixa órgãos de fiscalização em alerta no Espírito Santo (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Período longo de estiagem deixa órgãos de fiscalização em alerta no Espírito Santo (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
"Tanto a legislação, quanto a política industrial de recursos hídricos e quanto a política nacional colocam que o abastecimento humano é o prioritário. Portanto, diante do cenário de escassez, a resolução sinaliza claramente que essas companhias revejam seus contratos de fornecimento com essas indústrias, de modo a reduzir a vazão para esses consumidores e manter o atendimento prioritário para a população", ressalta Paulo Monteiro, presidente da Agência de Recursos Hídricos do Estado.


Cidades afetadas
Os municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Alegre e Itaperimim, na região Sul do Espírito Santo, decretaram situação de emergência devido à estiagem que atinge o estado. A seca provoca prejuízos para a agricultura, a pecuária, além de reduzir a capacidade de abastecimento à população.


Em Itapemirim, segundo o secretário de Agricultura, Luciano Henriques, houve quebra na produção de cana-de-açúcar, leite, abacaxi, café, mandioca e feijão devido à seca. “O município apresenta 50% de perda tanto na pecuária quanto na agricultura”, disse.


Pela primeira vez, em 30 anos, o curso do rio [Jucu] foi interrompido. Abaixo do dique não há água doce, só salgada, voltando do mar"
Eduardo Pignaton, ambientalista
Em Cachoeiro de Itapemirim, segundo o prefeito Carlos Casteglione, mais de 600 propriedades sofrem com a seca. Houve perda de lavouras inteiras e córregos secaram. Não é diferente em Alegre. Em Guaçuí, desde o ano passado a prefeitura está notificando quem desperdiça água.


Na Grande Vitória, um exemplo dos estragos da seca está no leito do Rio Jucu. Em Caçaroca, Vila Velha, ele não consegue ultrapassar a barragem feita pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), que aumentou a altura do dique para criar uma lagoa que permita o abastecimento.


“Pela primeira vez, em 30 anos, o curso do rio foi interrompido. Abaixo do dique não há água doce, só salgada, voltando do mar”, relatou o ambientalista Eduardo Pignaton.



 Um decreto da prefeitura de Guarapari, litoral do Espírito Santo, proíbe o uso de água potável da rede pública para lavar veículos, calçadas, frentes de imóveis, ruas, encher piscinas e outras situações que não sejam o consumo humano, desde a última quarta-feira (28). De acordo com a administração municipal, foram considerados vários fatores antes da imposição da medida, tais como a prolongada estiagem e o clima seco. A prefeitura ainda acrescentou que os infratores poderão ser multados.
Além das proibições já citadas, os estabelecimentos especializados em lavagem de veículo e indústrias que dependam da utilização de água em seu processo produtivo deverão adotar sistema de captação de água subterrânea e sistema de reúso.


Redução do carnaval
A estiagem que assola o Espírito Santo também atingiu um dos principais carnavais do estado. O município de Piúma, que costumava reservar 10 dias de festa para o feriado, este ano tem programação do dia 14 ao 17 de fevereiro.

O prefeito Samuel Zuqui confirmou que o motivo é evitar a falta de água. Ele disse que a medida foi tomada para atender ao pedido do governo do estado para que os municípios adotem medidas para economizar e inibir o desperdício de água. “Apesar de Piúma estar equilibrada, temos que mostrar que estamos no mesmo barco”, disse o prefeito.
Prejuízos
Com a seca e o calor, o prejuízo no campo pode chegar a R$ 1,4 bilhão. As lavouras de café são as mais prejudicadas. As folhas estão caindo e os grãos amadurecendo antes da hora. Nas Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa), as medidas para conter os estragos do verão começam com o resfriamento das frutas mais sensíveis ao calor, como o caqui.


De acordo com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em todo o estado as perdas nas lavouras de café variam de 20% a 32%; na produção de leite, entre 23% e 28%; e na fruticultura, entre 20% e 30%. Isso representa perda de cerca de R$ 960 milhões na cafeicultura, R$ 300 milhões na fruticultura e R$ 130,7 milhões na pecuária de leite, com base na produção e no faturamento dos produtores rurais no ano de 2014.


Na olericultura, a oferta do tomate já apresenta significativa diminuição na Ceasa. No dia 5 de janeiro, a entrada do produto na unidade superou 310,7 mil quilos, enquanto que no dia 19 de janeiro caiu para 229,9 mil kg.
Rios
O nível dos rios que abastecem a Grande Vitória  – o Jucu, o Santa Maria da Vitória e o Benevente – está abaixo do esperado para o mês de janeiro. Nos últimos dias, o volume diminuiu e os rios estão com apenas 37% da vazão esperada, de acordo com o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Robson Monteiro.
Arte Rio Jucu (Foto: Arte/ TV Gazeta)
Em Guarapari, o rio Benevente vem dando suporte ao abastecimento da cidade, já que os rios que garantem água ao município, Jabuti e Conceição, estão no limite.
Além disso, o baixo volume de água no Rio Santa Maria da Vitória pode levar ao fechamento da segunda usina existente no local, a de Rio Bonito. Pelo mesmo motivo, segundo informações da EDP Escelsa já foi fechada a Usina Suíça.

O presidente do comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Santa Maria da Vitória, Roberto Dias Ribeiro, informou que já tinha sido comunicado do fechamento da usina, a partir do próximo dia 30. “A EDP nos comunicou que a geração de energia na unidade seria suspensa”, disse.
Arte Rio Santa Maria (Foto: Arte/ TV Gazeta)
 

Diário Oficial traz nomeações na Fazenda, Portos e Planejamento

O Ministério da Fazenda nomeou Afonso Arinos Melo de Franco Neto para comandar a Secretaria de Política Econômica da pasta. O decreto de nomeação do novo secretário está publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

A edição de hoje do Diário Oficial ainda traz nomeações em outros ministérios. Na Secretaria de Portos, foi nomeado José Roberto Moreira como chefe de gabinete do ministro Edinho Araújo. No Ministério do Planejamento, Celso Knijnik irá exercer o cargo de diretor do Departamento de Infraestrutura de Energia e Marcel Olivi Gonzaga Barbosa será diretor de Programa do Departamento de Infraestrutura Social e Urbana.

Os dois departamentos fazem parte da Secretaria do Programa de Aceleração do Crescimento do Ministério.


Fonte: Estadão Conteúdo  Jornal de Brasília

Mais uma loucura do Agnulo que inaugurou antes da obra estar terminada !Agore o GDF tem de pagar os alugueis!Uma tentativa de resolver impasse no Centro Administrativo

Concessionária pretende se reunir com governo para discutir repasses mensais

suzano.almeida@jornaldebrasilia.com.br


O governo e a concessionária responsável pela construção do Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad) poderão reunir-se para tentar um acordo sobre o complexo, inaugurado no último dia da gestão passada, mesmo sob recomendações contrárias do Ministério Público do DF (MPDF).


De acordo com a Centrad, o GDF tem atualmente uma dívida de R$ 19 milhões em parcelas atrasadas desde junho de 2014, quando foi entregue a primeira etapa do conjunto administrativo.


A 4ª Vara de Fazenda Pública, no último dia 29, acatou pedido do Ministério Público para que os repasses mensais do governo deixassem de serem feitos por falta de condições de ocupação e dificuldades financeiras.


A Centrad alega que todo o trâmite por parte do consórcio para que a primeira etapa fosse entregue foi cumprida, inclusive com a expedição do Habite-se e com o Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) equivalentes a etapa concluída no meio do ano passado - 31% do total que deverá ser entregue em junho deste ano.


Juros
Segundo o diretor-geral da Centrad Roberto Braga, desde que a concessionária e o GDF fecharam o contrato de Parceria Público-Privada (PPP), em abril de 2009, o consórcio, formado pela Odebrecht e a Via Engenharia, não recebeu nenhuma das parcelas.


Braga afirma que os repasses mensais de R$ 3,2 milhões, referentes a entrega da primeira fase, serviriam para a amortização de juros de recursos adquiridos junto a bancos. “Nós disponibilizamos os serviços, cumprimos com nossa parte no contrato, agora os bancos querem receber”, afirma Roberto que destaca que o valor de R$ 17 milhões mensais só começará a ser pago a partir de junho deste ano, quando o restante da obra será entregue. “Fomos contratados para construir um imóvel e nós cumprimos a nossa parte. Nós entregamos”, desabafa o diretor.


Braga diz ainda que, “por decisão da Centrad”, no ano passado, ao entregar os 31% do complexo, como previa o contrato, na verdade estavam sendo entregues 55% da obra.
Ainda segundo o diretor, o complexo já tem condições de uso na etapa entregue em meados do ano passado, mas que a estrutura de internet, telefonia, assim como o mobiliário, não dependem do consórcio, e sim do governo, já que o aditivo para que a Centrad adquirisse os móveis não foi assinado pelo governo passado.


Documentos expedidos são parciais
Sobre a concessão de Habite-se do Centro Administrativo, o diretor-geral da Centrad, Roberto Braga afirma que o processo teve início no mês de abril do ano passado e que foi aprovado em todas as instâncias. De acordo com a lei, após a conclusão do processo, os órgãos responsáveis devem expedir o documento em no máximo 48 horas. O que segundo Braga, a concessionária, após o prazo vencido, fez um pedido no dia 29 de dezembro, que acabou sendo entregue no último dia do ano.



Segundo o diretor, o processo já estava concluído e na mesa do ex-administrador de Taguatinga Antônio Sabino, que depois recomendação do Ministério Público do Distrito Federal, preferiu não assinar. Ele destaca ainda que o Habite-se expedido é parcial.


Impacto de Trânsito
O Ministério Público argumenta que a obra não possui o Relatório de Impacto de Trânsito, porém a Centrad rebate a informação, e afirma  que o documento só é necessário após a conclusão do empreendimento por completo, como prevê um decreto do próprio ex-governador Agnelo. Roberto Braga diz ainda que foi feito um acordo com o Departamento de Trânsito (Detran) para a expedição do RIT parcial e que o consórcio não pode ser punido por conta da não execução das obras, de obrigação do poder público.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

 
 
1 Comentário

Gil

E este impasse vai se prolongar. Neste caso a empreiteira tem razão entregou no prazo e quer receber. Falta telefonia, internet e móveis para ocupação dos prédios para acomodar todas as secretarias o que não é competência das empreiteiras. O GDF está pagando milhões para prédios alugados, portanto deve resolver está questão o mais rápido possível porque é dinheiro público envolvido neste entrave.
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Moro sugere suspensão de contratos de empreiteiras do cartel com poder público

Ao todo, cinco executivos da OAS estão preso na carceragem da PF em Curitiba (PR)
Em ofício ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no qual sustenta a necessidade de manter o decreto de prisão preventiva dos executivos da empreiteira OAS o juiz federal Sérgio Moro, que conduz todas as ações da Operação Lava Jato, disse que "a única alternativa eficaz" para afastar o risco à ordem pública seria suspender todos os contratos com a Petrobrás e com todas os outros setores da administração pública.


Ao todo, cinco executivos da OAS estão preso na carceragem da PF em Curitiba (PR). A empreiteira é suspeita de integrar cartel que tomou o controle de contratos bilionários na Petrobrás. Ao decretar a prisão dos executivos, o juiz Moro alegou risco à ordem pública.


Os advogados dos empresários entraram com habeas corpus no STJ pedindo revogação da ordem de prisão, alegando que eles se afastaram do comando da empresa.


Nos ofícios encaminhados ao STJ referentes a cada réu, Moro assinala que "não é suficiente" o afastamento do acusado da empreiteira. Para o magistrado da Lava Jato, "não há como controlar ou prevenir a continuidade da interferência dele na gestão da empresa ou dos contratos".


"A única alternativa eficaz para afastar o risco à ordem pública seria suspender os atuais contratos da OAS com a Petrobrás e com todas as outras entidades da administração pública direta ou indireta, em todos os três âmbitos federativos. Somente dessa forma, ficaria afastado, de forma eficaz, o risco de repetição dos crimes", assinalou o juiz.

"Entretanto, essa alternativa não é provavelmente desejada pelo acusado ou por sua empresa e teria, sem cautelas, impactos negativos para terceiros, como demais empregados e para aqueles dependentes ou beneficiados pelas obras públicas em andamento", anotou Sérgio Moro em relação a cada um dos réus.

O juiz federal adverte que "grande parte do esquema criminoso permanece ainda encoberto, sem que se tenha certeza de que todos os responsáveis serão identificados e todo o dinheiro desviado recuperado".

"A prisão cautelar do paciente se impõe, lamentavelmente, para prevenir a continuidade do ciclo delituoso, alertando não só a ele, mas também à empresa das consequências da prática de crimes no âmbito de seus negócios com a administração pública", observou o juiz.

"Necessário, infelizmente, advertir com o remédio amargo as empreiteiras de que essa forma de fazer negócios com a administração pública não é mais aceitável - nunca foi, na expectativa de que abandonem tais práticas criminosas", argumentou Sérgio Moro.

Fonte: Estadão Conteúdo Jornal de Brasília

Em Águas Claras, arrombamentos de carros assustam moradores.Vou bater na mesma tecla de sempre. Culpa de governantes anteriores. Todos. Mas principalmente do Roriz que inchou o DF e entorno de pessoas com promessas de lotes sem infraestrutura, sem emprego e agora os frutos dessa insensatez, dessa imbecilidade quem paga somos nós, brasilienses, que arcamos com déficit na segurança de cidades criadas no governo Roriz e do entorno, onde os marginais veem assaltar e matar no DF. Como eu queria que alguém da família desse canalha sofresse com isso.

Motoristas relatam que furtos ao interior de veículos se tornaram constantes

luis.nova@jornaldebrasilia.com.br


A quantidade de furtos a veículos no Distrito Federal cresceu em 16,2% no ano passado, em comparação a  2013. Os furtos ao interior de carros também aumentaram, passando de 14,3 mil ocorrências para 16 mil – alta de 12%. Em Águas Claras, cidade que está longe do topo dos índices de criminalidade, este segundo   delito é o que mais tem preocupado a população. Os arrombamentos de veículos têm sido constantes, denunciam moradores.


Os motoristas reclamam da falta de segurança. De acordo com os habitantes e frequentadores de Águas Claras, os   arrombamentos são consequência da falta de   policiamento frequente.


Cena recorrente
Ir de carro ao trabalho, para muitas pessoas, é uma solução. Mas optar por este  conforto  pode se tornar um pesadelo, diz a cabeleireira Luciana da Conceição Lino, 32 anos. Ela juntou dinheiro e conseguiu comprar o carro próprio, o que foi motivo de comemoração. Entretanto, todo o investimento está sendo perdido  em razão  dos frequentes arrombamentos.


“Em menos de um mês o meu carro foi arrombado três vezes”, relata Luciana. De acordo com a cabeleireira, todas  as ações criminosas foram semelhantes. “Sempre quebram meu vidro e mexem no meu carro. Dos três furtos, em duas vezes levaram o estepe”, destaca.


O prejuízo até agora está acima dos R$ 1,2 mil. “Cada vidro custa R$ 200, ou seja, dá R$ 600. As rodas reserva custam cerca de R$ 300 cada”, calcula.


Insegurança
A  empresária  e moradora de Águas Claras  Yulla Guimarães, 42 anos,  também confirma a sensação de insegurança na cidade. “Na minha loja, eu pedi para o síndico instalar um circuito fechado de TV. Os dois policiais que trabalham aqui perto não dão conta”, afirma. A rotina da empresária mudou muito de um tempo para cá, devido ao medo de ser vítima de criminosos. “Hoje eu vivo na base da fé”, desabafa.

Polícia garante que ações serão reforçadas
Questionada a respeito  da falta de policiamento –, problema apontado pelos moradores –, a Polícia Militar do Distrito Federal informou que o patrulhamento está sendo reforçado na região.  “O 17° Batalhão de Polícia Militar, responsável por Águas Claras e adjacências, tem executado várias ações de intensificação de policiamento para combater a criminalidade na região, tendo há pouco tempo feito a prisão de uma quadrilha que praticava assaltos a veículos”, esclareceu a assessoria de comunicação da corporação.

Também é preciso que a população faça a sua parte de forma a prevenir as ocorrências. De acordo com a PMDF, o motorista deve evitar deixar objetos pessoais dentro do veículo, uma vez que isso  atrai a atenção dos criminosos.

Estatísticas
Segundo o levantamento da Secretaria de Segurança (SSP- DF),   a quantidade de furtos a veículos em todo o Distrito Federal no ano passado foi de 8.353 ocorrências, o que representa média de 22 casos por dia. A pasta não divulgou dados parciais deste ano.

Águas Claras  possui 121.839 habitantes, o que inclui Areal e Arniqueiras. 




Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

COMENTARIOS
G8

Vou bater na mesma tecla de sempre. Culpa de governantes anteriores. Todos. Mas principalmente do Roriz que inchou o DF e entorno de pessoas com promessas de lotes sem infraestrutura, sem emprego e agora os frutos dessa insensatez, dessa imbecilidade quem paga somos nós, brasilienses, que arcamos com déficit na segurança de cidades criadas no governo Roriz e do entorno, onde os marginais veem assaltar e matar no DF. Como eu queria que alguém da família desse canalha sofresse com isso.
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Francisco Coracir de Sousa Vieira

VEJA BEM: "Também é preciso que a população faça a sua parte de forma a prevenir as ocorrências. De acordo com a PMDF, o motorista deve evitar deixar objetos pessoais dentro do veículo, uma vez que isso atrai a atenção dos criminosos." AO SAIR DO SEU CARRO, CARREGUE O ESTEPE CONSIGO.

Mais um policial é morto no DF.Menos um para nos protegerEm menos de um mes morreram cinco policiais no DF!

Após reagir a assalto, policial militar é morto em Samambaia

Trio que roubou dois carros, foi surpreendido por dois policiais do estado de Goiás. Em menos de um mês, esse é o quinto militar morto no Distrito Federal

mariana.oliveira@jornaldebrasilia.com.br


Na noite desta quinta-feira (29), um policial militar do estado de Goiás foi vítima de latrocínio na QR 508, em Samambaia Sul.

O trio - um homem e dois menores - roubaram um carro no Riacho Fundo II que funcionava com sistema anti-furto. Ao tentarem fugir, o sistema cortou o combustível do veículo em Samambaia.


Na tentativa de roubar um novo carro, o trio foi surpreendido por dois policiais do estado de Goiás, que reagiram ao assalto. Em menos de um mês, esse é o quinto militar morto no Distrito Federal.


Na perseguição, se iniciou uma troca de tiros. O militar Daniel Falcão Lima, de 28 anos, foi atingido na cabeça e encaminhado ao Hospital Regional de Samambaia, mas não resistiu aos ferimentos. Ele morreu por volta das 23h.


Policiais militares encontraram os suspeitos no Parque Leão, nas margens da BR-060. Os dois menores, de 17 anos, foram encaminhados à Delegacia da Criança e do Adolescente II.  Antônio Marcos Alves de Sousa, de 30 anos, precisou ser atendido no Hospital Regional de Ceilândia. Ele cumpria prisão domiciliar.


A 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul) investiga o caso.


Fonte: Da redação do Jornal de Brasília