sábado, 23 de maio de 2015

O que Lula fez para escapaz do MENSALÃO - PT


Os segredos do mensalão, dez anos depois

A história secreta de como o ex-presidente Lula escapou do escândalo de suborno que levou à prisão congressistas, empresários e toda a cúpula do PT

Na edição de 18 de maio de 2005, VEJA publicou uma reportagem exclusiva sobre um funcionário dos Correios filmado quando embolsava uma propina de 3 000 reais. Era puxado ali o fio da meada do mensalão, o primeiro dos dois esquemas de compra de apoio político engendrados no governo do PT. Nos doze meses seguintes, o Congresso esquadrinhou cada peça dessa engrenagem criminosa abastecida com recursos desviados dos cofres públicos. 
 O ex-presidente Lula sobreviveu à CPI do mensalão, não foi acusado pelo Ministério Público e não pôde ser incluído no processo do Supremo Tribunal Federal: mais que habilidade(Alex Majoli/Magnum Photos/VEJA)
É bom ter em conta que durante o MENSALÃO - PT ser Lula o chefe da organização criminosa era algo apenas insinuado, murmurado. Hoje, ja se fala abertamente que ele é o chefe de todos os crimes cometidos pelo PT, incluindo o mais recente, PETROLÃO - PT, embora tenha ainda o CAIXÃO -
PT, BRASILZÃO - PT, ELETROLÃO -T, BANDESÃO - PT e outros.
 
Os resultados produzidos representaram um ponto fora da curva na tradição de impunidade que beneficia os poderosos. Com base em provas colhidas pela CPI dos Correios, três deputados tiveram o mandato cassado, quarenta pes­soas foram denunciadas pelo Ministério Público e 24 condenadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 
A antiga cúpula petista foi sentenciada à prisão. Antes cotado para a sucessão de Lula na Presidência, José Dirceu passou quase um ano atrás das grades numa penitenciária em Brasília. Banqueiros e empresários ainda estão encarcerados. Os criminosos de punho de renda foram finalmente apresentados ao castigo - não sem antes ouvir uma reprimenda moral histórica. "São eles, corruptores e corruptos, os profanadores da República, os subversivos da ordem institucional, são delinquentes e marginais da ética do poder", disse o decano do STF, o ministro Celso de Mello.
 
Hoje, o mensalão ocupa um papel secundário no panteão dos escândalos nacionais. Foi superado, em cifras e ousadia, pelo petrolão, mas alguns de seus pontos ainda precisam ser elucidados. O mais intrigante deles é como o ex-­presidente Lula se livrou da responsabilidade no caso, se era, em última instância, o principal beneficiário dos votos comprados no plenário da Câmara. VEJA desta semana desvenda como Lula escapou do risco de ser apontado como o chefe do mensalão e de responder a um processo de impeachment durante a CPI dos Correios. O sucesso da blindagem ao ex-­presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. 
 
O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele - às vésperas da conclusão da CPI dos Correios - avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. Definitivamente, não fez um bom negócio.
 
Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no tablet, no iPhone ou nas bancas. Tenha acesso a todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no iba clube.
Outros destaques de VEJA desta semana

 

Levy, disfarça e pede pra sair - você não está agradando nem a NOMENKLATURA nem ao POVO. Você não merece ficar submisso a essa corja lulopetista



Levy está se sentindo cada vez mais um estranho no ninho do governo 

Gripado? Até que Joaquim Levy, ministro da Fazenda, estava gripado, ontem à tarde. Mas não foi a gripe que o impediu de comparecer à entrevista coletiva onde ele e o ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, anunciariam os cortes no Orçamento da União. Levi não foi porque perdeu a guerra por cortes maiores. Acabou derrotado pela dupla Nelson-Aloisio Mercadante, chefe da Casa Civil. Os dois fizeram a cabeça de Dilma.
Assim, Levy quis demonstrar sua insatisfação.  No início da semana, Levy antecipara que os cortes ficariam entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões. Se dependesse dele, bateriam nos R$ 80 bilhões. Nelson e Mercadante esticaram a corda para que os cortes ficassem no máximo entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões. Ficaram em R$ 69,9 bilhões. Em cima da hora de começar a entrevista coletiva para o anúncio dos cortes, Levy telefonou para Nelson e disse que não iria. A conversa deles foi dura.
O nome de Levy, impresso em papelão e posto diante da cadeira que ele deveria ocupar, permaneceu lá até o fim da entrevista. Pura birra de Nelson.  Levy estava no seu gabinete no prédio do Ministério da Fazenda. E lá continuou o resto da tarde, despachando. Os porta-vozes formais e informais do governo foram orientados a negar que exista qualquer rixa entre ministros. Muito menos entre Dilma e Levy. O ministro da Fazenda se queixa de estar praticamente sozinho no esforço de por as contas públicas em ordem.
Segundo ele, ou seus colegas e a presidente não se dão conta da gravidade da situação ou acham que poderão continuar empurrando o problema com a barriga. De público, Dilma não se empenha em defender Levy de forma enfática. Lula muito menos. O PT? Nem pensar.  Na última quarta-feira, Linbdberg Farias, senador pelo PT do Rio, meteu o pau em Levy, pediu a cabeça dele e assinou um manifesto contra o ajuste fiscal.
Dilma respondeu que Levi merecia sua confiança. E foi só.  A verdade é que Levy é um estranho no governo. É visto como um estranho pela maioria dos seus colegas ministros. Tratado como um estranho. E se sente um estranho. Acha que ainda é possível fazer o que se propõe porque o Orçamento da União não passa de uma peça de ficção.
 
  O que de fato valerá será o controle diário das despesas da boca do caixa. Levy se imagina como dono da chave do cofre.
A conferir.

Fonte: Blog do Noblat


Multidão solitária (ou sem liderança?)


A oposição parece descrer da seriedade da multidão. Parece supor que seu clamor é como fogo de palha: labaredas altas, mas sem consistência, que se apagam com rapidez 

 
O que fragiliza as manifestações populares contra o governo Dilma é o que, em tese, deveria fortalecê-las: seu caráter espontâneo e apartidário. Não há dúvida de que o engajamento da sociedade, hoje, é bem mais consistente que ao tempo do impeachment do governo Collor, em 1992.

 
Mas aquele movimento seguiu uma rota mais clara e objetiva que a vislumbrada até aqui.
E o motivo é que, à frente das manifestações – produzindo-as e incentivando-as -, estavam os partidos políticos de oposição e toda uma vasta falange de entidades e instituições com eles articuladas: governos estaduais, prefeituras, centrais sindicais, entidades religiosas – numa palavra, a sociedade civil.

Hoje, embora o clamor da sociedade seja ainda maior, a ponto de dispensar monitoramentos, esbarra na ausência de comando e organicidade. [liderança = os políticos estão  sem credibilidade e isso faz com que as pessoas que começam a liderar qualquer movimento - agindo de uma forma até mesmo incompreensível - façam questão de deixar claro que não são políticos nem querem liderar nada. e as massas precisam ser lideradas, conduzidas. As entidades que deveriam representar a sociedade civil, incluindo a CNBB, OAB e ABI, estão aparelhadas pelo PT e, até aqui, não proferiram uma só palavra contra os sucessivos escândalos que têm vindo à tona.

 
Quando se manifestam é exatamente para questionar moral e ideologicamente os manifestantes, ainda que estes peçam o óbvio – justiça para os corruptos – e se revelem na conta dos milhões, perpassando todas as classes sociais. Os atos de corrupção que levaram à derrocada de Collor se afiguram quase infantis diante do que a Operação Lava-Jato vem revelando.

 
Objetivamente, tem-se um oximoro: uma multidão solitária, sem líderes. Um exemplo claro do que isso produz é a situação do grupo de rapazes, que lideram os movimentos que vêm organizando as manifestações. Eles saíram a pé, de São Paulo, há quase um mês, rumo a Brasília, com o objetivo de entregar ao Congresso um pedido formal de impeachment da presidente.  
O grupo articulou-se com alguns parlamentares, mas não com os comandos partidários. Resultado: dez dias antes da chegada à capital federal prevista para o dia 27 próximo -, a oposição desistiu de pedir o impeachment. Baseou-se num parecer do jurista Miguel Reale Junior, ligado ao PSDB, que desaconselha aquela via e sugere que se deponha Dilma pela via do Código Penal. [ou seja, foram desprezados pelos políticos; aliás, já afirmamos várias vezes que o PSDB e a chamada oposição podem querer tudo, menos o impeachment da Dilma.]
 
 
Reale acha que não há base jurídica para o impeachment, muito embora um colega seu, mais ilustre, Ives Gandra Martins, sustente o contrário. Reale prefere explorar as pedaladas fiscais cometidas pelo governo, o que colocaria no centro do processo não o Congresso, mas a Procuradoria Geral da República.[e Rodrigo Janot, por razões que até as pedras conhecem, não tem o menor itneresse em denunciar Dilma.]
 
 
O PSDB e os demais partidos de oposição acataram a tese, mas a justificaram com argumentos aritiméticos, não jurídicos. Para que o impeachment fosse aceito pela Câmara, dizem eles, precisaria de 342 votos favoráveis e estes não existiriam. Os manifestantes alegam que tampouco há garantias de que o procurador-geral Rodrigo Janot vá encaminhar o pedido ao STF e que muito menos este, por meio do ministro Teori Zavaski, vá aceitá-lo. Em tese, ambos os caminhos são complicados. O que pode descomplicá-los é exatamente a manifestação popular. [até mesmo a liderança mais natural, deputado JAIR BOLSONARO, tem evitado participar das manifestações exatamente para não deixar a impressão que está buscando vantagem da incomPTncia da Dilma.
BOLSONARO prefere chegar à presidência da República via urnas.]
 
 
O ritual planejado para a entrega do pedido de impeachment ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, teria (ou por outra, terá, já que a programação está mantida) por pano de fundo uma multidão, clamando por aquela providência. É difícil imaginar que, em tal cenário, o presidente da Câmara negligencie o pedido.  Ao receber das mãos dos presidentes da OAB e da ABI, em 1992, o pedido de impeachment de Collor, o então presidente da Câmara, Ibsen Pinheiro, declarou: “O que o povo quer esta Casa acaba querendo também”. O princípio, em tese não mudou, já que o papel daquela Casa continua sendo o mesmo.

 
Porém, a oposição parece descrer da seriedade da multidão. Parece supor que seu clamor é como fogo de palha: labaredas altas, mas sem consistência, que se apagam com rapidez. Diante das manifestações das ruas, mostra-se tão desconfortável quanto o governo, resignada ao papel burocrático de criticá-lo, mas jamais de depô-lo, ambos submetidos a um único e mesmo script.

 
O parecer de Reale frustra a multidão. Vejamos como reagirá.

 
Fonte: Ruy Fabiano, jornalista
 

Dilma não quer revelar os juros que o BNDES não cobra de Cuba, Angola e Venezuela. Os da República Dominicana são 3% ao ano, uma barbada barbuda!



Da Folha:

Em uma medida para tentar atenuar as reações contrárias à decisão da presidente Dilma de vetar texto aprovado pelo Congresso que determinava o fim do sigilo nos empréstimos e financiamentos concedidos pelo BNDES, o banco de fomento deve liberar parcialmente dados das operações da instituição para Cuba e Angola, retirando na próxima semana o selo de sigilo para negócios com estes dois países. A decisão não inclui, por exemplo, dados protegidos pelo sigilo bancário, como taxas de juros. Segundo assessores, com a medida, Cuba e Angola vão ficar no mesmo patamar dos demais países, com a liberação de dados de contratos.


Do Antagonista:
O Antagonista publicou, hoje, cópia do contrato do BNDES com a República Dominicana, tendo como interveniente a Andrade e Gutierrez. uma das empreiteiras do Petrolão. O documento estava arquivado no Congresso dominicano, totalmente aberto para análise dos parlamentares.  


Do Blog do Coronel:

A taxa de juros é uma barbada: Libor (0,7% ao ano hoje) mais 2,3%, totalizandos uns 3%, com doze anos para pagar. Imaginem as condições para Cuba e Angola. Mas o mais grave não é nem isso. É o fato de que a empreiteira não importou um mísero parafuso do Brasil, quebrando a principal cláusula, a de que o dinheiro deveria ser utilizado para importar bens e serviços do país. É isso que Dilma quer esconder? 
13 comentários

O preço de uma COPA que nós não queriamos! O retrato da incompetência e da corrupção: Dilma corta R$ 69,9 bilhões do Orçamento e repassa a conta da recessão para os mais pobres.


 
 
Clique no quadro acima para ampliar e veja onde Dilma Rousseff cortou investimentos. Em primeiro lugar, cortou dos municípios, sufocando os prefeitos que respondem por boa parte da Educação, da Saúde, da Mobililidade Urbana. Em seguida, arrancou recursos da Saúde, que já está em coma devido a falta de repasses. Em terceiro lugar, deu um tesourada na Educação, provando que "pátria educadora" é apenas e tão somente mais um slogan marqueteiro deste governo que surgiu da mentira e na mentira pretende sobreviver.
 
 
Há outros absurdos neste quadro: o ministério do Desenvolvimento Agrário, antro dos ladrões da Contag e do MST, tinha mais verba do que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que representa o agronegócio, o setor de melhor desempenho na economia. Às vésperas da Olimpíada 2016 e sendo um dos raros setores que podem trazer dinheiro para o país, Dilma podou 73,9% da verba de Turismo. A Presidência da República, que deveria dar o exemplo, cortou seu orçamento em apenas 17,3%, provando que Dilma gosta mesmo de cortar a carne dos pobres, não a sua e de seus apaniguados.
 
 
 
Fica claro, no quadro, a inutilidade de inúmeros ministérios. Portos e Aviação Civil poderiam estar juntos em Transportes, mas é preciso ter boquinhas para alimentar a base aliada. Igualdade Racial, Direitos Humanos, Políticas para Mulheres, aparelhados pelas amiguinhas de Dilma, poderiam estar na Justiça. Pesca e Desenvolvimento Agrário deveriam estar dentro da Agricultura. Micro e Pequenas Empresas no Desenvolvimento, Indústria e Comércio. 
 
 
 
Assuntos Estratégicos no Planejamento. Só aí já haveria uma redução de oito ministérios. Não farão. Este é um governo renteado para a roubalheira, a corrupção e para as minorias estridentes, as únicas que ainda saem em defesa de Dilma Rousseff. Que os brasileiros paguem a conta. Os brasileiros mais pobres. 
 
 

PT paulista ataca e rompe com Dilma.


Ontem, estranhamente, Lula, após reunião com Dilma Rousseff, antes do anúncio do arrocho de R$ 69,9 milhões, cancelou participação em evento do PT de São Paulo, o maior do país. Alegou cansaço. Mas cansaço mesmo é dos petistas com o governo Dilma, que ao final do evento divulgaram um manifesto onde praticamente rompem com a gestão e pregam a rebelião contra ela no Congresso. 
 
Leiam alguns trechos do desiludido e desesperado manifesto:
 
Os que foram às ruas para defender Dilma no 2º turno, o fizeram acreditando no aprofundamento das políticas sociais e das reformas levadas a cabo nos 12 anos anteriores. A perplexidade da nossa base social diante da agenda negativa no pós-eleição, após ter todo um protagonismo decisivo na nossa vitória, era portanto compreensível. As primeiras medidas adotadas logo após a eleição, frustraram essas expectativas e arrefeceram toda a energia que havia sido produzida.

 
Nossos sonhos não podem ser delimitados pelas estreitas margens que a equação financeira suporta, nem pelas contingências de governabilidade. Noutras palavras, o governo é nosso e vamos sustenta-lo, mas nosso projeto de país é muito maior do que o nosso próprio governo pode fazer em 4 anos. E isso o PT precisa dizer ao país. Nossa acomodação não faz o governo avançar.
 
Noutras palavras, o governo é nosso e vamos sustenta-lo, mas nosso projeto de país é muito maior do que o nosso próprio governo pode fazer em 4 anos. E isso o PT precisa dizer ao país. 
 
A agenda do PT se via espelhada na agenda do governo. A agenda do governo nos últimos meses, em que pese suas razões, se distancia do que o PT sempre representou e do que sua base social aspira.
 
O documento também faz observações sobre a corrupção e a roubalheira que sustentou o partido chamando os responsáveis de "dirigentes valiosos". Põe valiosos nisso! Clique aqui para ler. 
 
 
10 comentários

Impeachment or not impeachment.



Abaixo a coluna de Merval Pereira, em O Globo, intitulada "Caminho viável". Só falta chamarem este jornalista de covarde, "arregão", "jornas" ou outros adjetivos de baixo calão... Ele pensa da mesma forma que Reinaldo Azevedo, o mais odiado pelo PT... Aliás, a imensa maioria dos analistas políticos (não esquecer que impeachment é processo político) do país acha que a Oposição escolheu o melhor caminho para afastar Dilma. Não confundir analista político com analista de político.  Segue o texto do Merval.  


Apesar da reação politicamente irracional de alguns movimentos da sociedade civil, que exigem o impeachment da presidente Dilma e acusam o PSDB de ter fugido da luta ao optar por outra ação contra o governo que não o crime de responsabilidade, as chances de sucesso da representação dos partidos de oposição por crime comum devido às "pedaladas fiscais" são muito maiores e têm base factual já comprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Além do que não há no momento condições políticas para um impeachment. O processo poderá até mesmo criar essas condições.

A petição, preparada pelo jurista Miguel Reali Jr. será entregue ao procurador-geral Rodrigo Janot na próxima terça-feira, mesmo dia em que grupos de querem o impeachment chegam a Brasília para uma manifestação. A opção pelo crime comum é a alternativa politicamente mais consequente, pois contorna algumas das imunidades processuais que a Constituição dá aos Presidentes da República.

O Presidente só pode ser processado com autorização prévia de 2/3 da Câmara dos Deputados, e não pode ser preso por crime comum antes da sentença condenatória proferida pelo Supremo Tribunal Federal. Mas a principal proteção, razão pela qual o Procurador-Geral da República já recusou investigar Dilma no início da Operação Lava-Jato, é a chamada "relativa e temporária irresponsabilidade" pela prática de atos estranhos ao exercício de suas funções, como está previsto no art. 86, § 4º da Constituição.

Nesse caso, há uma discussão teórica sobre se a proibição de o Presidente ser "responsabilizado" por atos estranhos a seu mandato inclui a investigação do crime. Há juízes que consideram que o Presidente não pode ser condenado no exercício do cargo, mas pode ser investigado.

Outros afirmam que a proteção à figura do Presidente da República existe em diversos países para impedir que uma eventual investigação que o considere culpado produza uma crise institucional.

Como as "pedaladas fiscais" foram realizadas no primeiro mandato, e têm repercussão nesse segundo, o Procurador-Geral Rodrigo Janot não poderá alegar as mesmas razões que o colocaram contra a investigação da Presidente devido à denúncia de que a campanha presidencial em 2010 recebeu dinheiro desviado da Petrobras em forma de doação legal.

Janot, pediu, e foi atendido, que o ex-ministro Antonio Pallocci, que era um dos coordenadores da campanha, seja investigado pelo fato, mas alegou na ocasião que estava impedido constitucionalmente de investigar a presidente da República, com o que concordou o relator da Operação Lava-Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki, pois ela era apenas candidata quando o fato teria ocorrido, e, tendo sido eleita, fica protegida de ser processada por atos cometidos antes de se tornar Presidente.

As “pedaladas fiscais” do governo foram denunciadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em auditoria aprovada pelo plenário. Foi constatado que o Tesouro Nacional atrasou repasses a instituições como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para pagamento de programas governamentais como o Bolsa-Família e Minha Casa, Minha Vida. Por isso os bancos estatais tiveram de usar recursos próprios para os pagamentos, o que caracterizou empréstimo ao Governo Federal, proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Como o TCU já considerou crime a ação, e por isso a encaminhou ao Ministério Público, os oposicionistas consideram quase impossível que o Procurador-Geral não aceite a representação. Se isso acontecer, o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que indicará um relator entre os seus 11 ministros, que decidirá monocraticamente se autoriza a investigação.

Se houver a denúncia, o STF encaminhará à Câmara um pedido para processar a Presidente da República. Nesse caso, ela será afastada da presidência por 180 dias, até que a decisão final do pleno do STF seja tomada.

Brasil "Moderno" significa um salário de 788,00 reais para a população e milhões, bilhões para os corruptos do PT.

A ex-presidente Dilma se reúne com o ex-tiranete Lula antes de decidir corte no orçamento. Este o Brasil "muderno".

O Brasil está, de fato, entregue às baratas petistas. Ninguém mais aguenta. Haja inseticida:
A poucas horas do anúncio oficial do contingenciamento no Orçamentode 2015, a presidente Dilma Rousseff se reúne nesta sexta-feira, 22, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Granja do Torto, casa de campo oficial da Presidência da República. Os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social) também participam da audiência.
Conforme antecipou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real daAgência Estado, nessa segunda-feira, 18, o corte orçamentário a ser anunciado nesta tarde será da ordem de R$ 70 bilhões e deverá atingir até mesmo vitrines do governo, como o programa Minha Casa Minha Vida. O anúncio será feito pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa.

A agenda com Lula não aparece na agenda oficial divulgada pela Presidência da República, que informa apenas uma audiência com Mercadante no Palácio da Alvorada pela manhã. Até a publicação deste texto, o Broadcast Político não havia obtido retorno da assessoria do ex-presidente.
O governo definirá o corte orçamentário "às cegas", sem conseguir aprovar na Câmara dos Deputados o projeto de lei da desoneração da folha de pagamento nem garantir o aval dos Senado Federal às medidas provisórias que alteram benefícios trabalhistas e previdenciários.
Joaquim Levy está preocupado com as desconfigurações no projeto de lei que revê a política de desoneração da folha. Conforme relatos obtidos pela reportagem, Levy já avisou que "se essa rocha for perfurada", há risco de o país perder o grau de investimento.
1 comentários

A redistribuição de renda para o PT:Aumento de 78% para o Judiciario, salário de 33 mil para os deputados e arrocho para a população!

Arrocho é um pontapé do governo na população mais pobre



Dilma quer pagar a conta da roubalheira - petrolão é um "pequeno" exemplo - raspando os bolsos da população. Levy dos Impostos não está nem aí para a inflação: só pensa em arrecadar e cortar (menos no obeso governo). Vale a nota de Aécio Neves, presidente do PSDB (repetindo, não tenho nem nunca tive partido):


Cai em definitivo a máscara do governo do PT e o país conhece o pacote de medidas impopulares contra o povo brasileiro. Aumento de impostos, cortes de direitos trabalhistas e dos investimentos, incluindo os recursos fundamentais para a saúde e a educação.

Os cortes orçamentários anunciados esta tarde são mais uma face do arrocho recessivo promovido pelo PT em prejuízo da população brasileira.

Primeiro veio a diminuição dos direitos trabalhistas e de benefícios previdenciários, em parte já aprovados pelo PT e a base aliada no Congresso, com oposição coesa do PSDB.

Agora a tesoura do governo Dilma Rousseff compromete os investimentos públicos, prejudicando um dos motores que poderia ajudar a impulsionar a economia no momento em que o país necessita desesperadamente retomar o desenvolvimento.

Quem mais sofre com os cortes no Orçamento são os mais pobres, que precisam do governo federal para dispor de atendimento de saúde, de educação digna e de escolas de qualidade, de transporte e mobilidade. Todas essas áreas que agora são profundamente afetadas pelo arrocho anunciado.

O passo seguinte está traçado: aumento de impostos, já iniciado desde o início do ano e agora aprofundado. A carga tributária, que aumentou ininterruptamente no governo Dilma, vai continuar a subir.

Os R$ 70 bilhões anunciados hoje são apenas parte da conta que o brasileiro vai pagar por causa da gastança desenfreada ocorrida nos últimos anos com o objetivo de vencer as eleições e manter o PT no poder.

Caso a conduta do primeiro governo Dilma fosse responsável, sem os excessos eleitoreiros cometidos, como o próprio ministro da Fazenda reconheceu nesta semana, as famílias brasileiras não seriam agora obrigadas a passar por mais sacrifícios, além das enormes dificuldades que já vivem.

O arrocho recessivo somado ao forte aumento do desemprego e acompanhado da escalada da inflação trazem tristeza a todos nós s e torna a vida no país mais difícil.

É bom que fique claro: Essa conta não é do povo, é do governo do PT, mas é o povo que a está pagando.

Presidente do PSDB
1 comentários

Pau no PAC: bem feito, eleitores de Dilma.


A mãe do PAC, como a chamava o tiranete Lula, deu uma foiçada no pacote eleitoreiro: o corte foi de quase 40 por cento. O PAC, na verdade, significa Plano de Aceleração da Corrupção: 


Será de 69,9 bilhões de reais o corte promovido pelo governo no Orçamento de 2015. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Os cortes são anunciados com três meses de atraso, na data limite prevista na lei, e devem encorpar o esforço fiscal feito pelo governo para alcançar a meta de superávit primário (a economia do governo para o pagamento de juros da dívida) de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O valor total previsto para gastos do ano ficou em 1,37 trilhão de reais.

Nenhum ministério foi poupado do corte. O contingenciamento atinge ainda 25,7 bilhões de reais do Programa de Aceleração do Crescimento, o equivalente a 38,2% do orçamento previsto inicialmente. Já as emendas parlamentares serão penalizadas em 21,4 bilhões de reais.

Segundo Barbosa, o Bolsa Família foi poupado, mas não o Minha Casa Minha Vida. Do orçamento de 19,9 bilhões de reais previsto no início do ano, serão autorizados apenas 13 bilhões de reais.

Na decisão sobre os cortes, o Ministério do Planejamento priorizou os chamados projetos de infraestrutura e em fase de conclusão. A economia também afetará os contratos de custeio, como limpeza, segurança e passagens aéreas. Para se chegar aos 69,9 bilhões de reais, o governo revisou para baixo as projeções de arrecadação e elevou a de gastos obrigatórios das pastas.

O resultado primário segue projetado para 55,2 bilhões de reais. A conta já considera as mudanças que a Câmara fez às medidas provisórias 664 e 665, que viabilizam o ajuste fiscal.O governo calcula uma retração de 1,2% no PIB em 2015. Segundo Barbosa, se houver novas mudanças nas MPs que reduzam o valor do ajuste, novos contingenciamentos podem ocorrer. "Se eventualmente alguma coisa não for aprovada como inicialmente foi proposto, isso será incorporado à programação orçamentária e será compensado por outras medidas", afirmou.

O bloqueio é inédito na gestão do PT. Em 2014, o contingenciamento foi de 44 bilhões de reais. Diferentemente do que ocorreu nos outros anos do governo Dilma, os programas sociais e as áreas consideradas prioritárias também foram diretamente afetados pelo congelamento de recursos.

O Ministério da Educação sofreu um corte de 9,4 bilhões de reais. A Saúde perdeu 11, 7 bilhões. Em valores absolutos, o ministério mais afetado foi o das Cidades, que perdeu 17,2 bilhões. (Veja.com).

Redistribuição de renda? Não, confisco estatal em nome de ressentidos.


Um "redistribuidor" de renda em ação no Grotão lulista.
Redistribuição de renda é balela socialista. Simples assim: o Estado tira de quem tem para, supostamente, dar a quem não tem. (Isso é, eles próprios.NB)Isto é política de gente ressentida, invejosa, que sempre engrossou as hordas bárbaras da "esquerda". Vão trabalhar, vagabundos:


Todas aquelas pessoas que falam com assombrosa desenvoltura sobre redistribuição de renda normalmente agem como se os indivíduos de uma sociedade fossem meros objetos inertes, os quais podem ser comandados e controlados como peças em um tabuleiro de xadrez, com o objetivo de servirem de peões para a realização de algum projeto grandioso.

Porém, se considerarmos que os seres humanos são dotados de livre-arbítrio e têm respostas instintivas e particulares a toda e qualquer política adotada pelo governo, então simplesmente não faz sentido pressupor que as políticas do governo terão o efeito pretendido.

A história do século XX está repleta de exemplos de países que se propuseram a redistribuir riqueza e acabaram redistribuindo pobreza. Os países comunistas foram um exemplo clássico, mas não são de modo algum o único exemplo.

De acordo com a teoria defendida pelos adeptos da redistribuição de renda, confiscar a riqueza das pessoas mais bem-sucedidas e redistribuí-la para os mais pobres fará com que toda a sociedade se torne mais próspera. Entretanto, quando a União Soviética confiscou a riqueza de fazendeiros bem-sucedidos, os alimentos se tornaram escassos e o resultado foi a inanição. Sob o regime de Stalin, durante a década de 1930, o número de mortos de fome foi praticamente igual ao número de mortos no Holocausto de Hitler na década de 1940.

Por que isso acontece? Realmente, não é nada complicado. No mundo real, só é possível confiscar a riqueza que já existe em um dado momento. Não é possível confiscar a riqueza futura; e é menos provável que essa riqueza futura seja produzida quando as pessoas se derem conta de que ela também será confiscada.

Os agricultores da União Soviética, tão logo perceberam que o governo iria confiscar uma grande parte da colheita futura, simplesmente reduziram a quantidade de tempo e esforço investidos no cultivo de suas plantações. Eles passaram a abater e a comer animais ainda jovens, os quais, em circunstâncias normais, seriam mantidos e alimentados até se tornarem prontos para a venda.

Na indústria, no comércio e nos serviços, as pessoas também não são objetos inertes. Os industriais, por exemplo, e ao contrário dos agricultores, não estão amarrados ao solo de nenhum país. O russo Igor Sikorsky, pioneiro da aviação de seu país, pôde levar a sua experiência para os EUA e, com isso, produzir seus aviões e helicópteros a milhares de quilômetros de distância de sua terra natal. Os financistas são ainda menos amarrados à sua terra, especialmente hoje, quando vastas somas de dinheiro podem ser enviadas eletronicamente, a um simples toque no computador, a qualquer parte do mundo.

No que mais, se as políticas confiscatórias podem produzir repercussões contraproducentes em uma ditadura, elas são ainda mais difíceis de lograr algum êxito em uma democracia.

Uma ditadura pode repentinamente se apossar do que quiser. Já uma democracia — pelo menos nas mais avançadas, nas quais as instituições são fortes — exige que primeiro haja discussões e debates públicos. Aqueles que sabem que serão o alvo preferencial dos futuros confiscos podem imaginar o que está por vir e, consequentemente, agir de acordo — normalmente, enviando seu dinheiro para o exterior ou simplesmente saindo do país.

Entre os ativos mais valiosos de qualquer país estão o conhecimento, as habilidades práticas e a experiência produtiva — aquilo que os economistas chamam de "capital humano". Quando pessoas bem-sucedidas e com um grande capital humano deixam o país — seja voluntariamente, seja por causa de governos hostis ou por causa de multidões bárbaras que foram intelectualmente excitadas por demagogos que exploram a inveja —, haverá um estrago duradouro na economia desse país.

As políticas confiscatórias de Fidel Castro fizeram com que vários cubanos bem-sucedidos fugissem para a Flórida, vários deles deixando grande parte da sua riqueza física para trás. Mesmo refugiados e completamente destituídos, eles cresceram e voltaram a prosperar na Flórida, tornando-se uma das comunidades mais ricas daquele estado. Já a riqueza que eles deixaram para trás em Cuba não impediu que as pessoas de lá se tornassem indigentes no governo de Fidel. A riqueza duradoura que os refugiados levaram consigo era o seu capital humano. A riqueza material que ficou para trás foi consumida e não foi replicada.

Todos nós já ouvimos o velho ditado que diz que dar a um homem um peixe irá alimentá-lo por apenas um dia, ao passo que ensiná-lo a pescar irá alimentá-lo por toda a vida. Os partidários da redistribuição querem dar a cada indivíduo um peixe para assim deixá-lo dependente do governo, sempre à espera de mais peixes no futuro.

Se esses "redistribucionistas" realmente fossem sérios, o que eles iriam querer distribuir seria a capacidade de pescar, ou a capacidade de ser produtivo de outras maneiras. O conhecimento é uma das poucas coisas que podem ser distribuídas para todas as pessoas sem que isso reduza o montante detido por algumas.

Isso serviria perfeitamente aos interesses dos pobres. Mas não serviria aos interesses de políticos que querem exercer o poder, e que recorrem à redistribuição para obter os votos de pessoas que maliciosamente se tornaram dependentes deles.

Para as várias pessoas que não querem pensar mais detidamente, a redistribuição é uma política humana e decente. E gera muitos votos. (Instituto Mises Brasil).






Ajuste fiscal do governo cortará pela metade repasses para Defesa Nacional


Publicado por em 19 maio, as 09 : 08 AM
Ajuste fiscal do governo cortará pela metade repasses para Defesa Nacional

O ajuste fiscal implantado pelo governo Dilma para desafogar as próprias contas do governo, deve afetar em cheio o Ministério da Defesa e repasses para a área devem ser reduzidos à metade.


Até o final do mês de abril, cerca de R$ 2,2 bilhões foram repassados para as iniciativas da PND, Política Nacional de Defesa, cerca de 12 % do valor programado para ser injetado no programa em todo o exercício, que são cerca de 18 bilhões. São mais de 50 % a menos de repasses em comparação ao mesmo período no ano anterior, em que foram repassados R$ 4,7 bilhões.



Em que são investidos os repasses para a Defesa – PND?


Voltada essencialmente para ameaças externas, a Política Nacional de Defesa estabelece objetivos e orientações para o preparo e o emprego dos setores militar e civil em todas as esferas do Poder, em prol da defesa nacional.


As informações são do portal Contas Abertas, que entrou em contato com o Ministério da Defesa para comentar sobre o assunto, mas não obteve retorno.


Sucateamento das forças armadas 


Vale ressaltar, que a muito as associações ligadas às forças armadas tem alertado para o sucateamento dos orgãos de defesa.


Um vídeo, publicado pela ANMB – Associação Nacional dos Militares do Brasil, mostra com clareza a alarmante situação das forças armadas brasileiras. Confira o vídeo (AQUI)

Senador petista que defende controle da mídia, recebeu R$ 14 milhões de propina do Petrolão, diz jornal

Publicado por em 17 maio, as 12 : 31 PM
Senador petista que defende controle da mídia, recebeu R$ 14 milhões de propina do Petrolão, diz jornal
O vídeo divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, mostra Alberto Ferreira, gerente aposentado da Petrobras, afirmando que assinou cheques no total de R$ 14 milhões para a campanha de Humberto Costa, atual Senador  pelo PT de Pernambuco, que na ocasião era candidato ao governo de Pernambuco.


Segundo informado pelo jornal, os cheques foram emitidos nos nomes das construtoras Schahin e Odebrecht e tinham como destino a campanha de Humberto Costa.


Veja o vídeo:
Humberto Costa falou através de sua assessoria sobre o fato e negou qualquer envolvimento com Alberto Ferreira.  Sobre o vídeo, o senador já entrou com uma ação judicial para que ele seja retirado da internet.




Humberto Costa diz que governo precisa controlar as redes sociais e é rebatido por Aécio. Confira

Brasil do PT, um país quebrado que corta investimentos no seu próprio povo e injeta nos amigos do “Foro”


Publicado por em 16 maio, as 09 : 17 AM 
Brasil do PT, um país quebrado que corta investimentos no seu próprio povo e injeta nos amigos do “Foro”
Assim tem sido a rotina do governo petista desde sua fundação no governo Lula e mais rotineiramente nos dias atuais, dias de vacas magras para para o governo e muito mais para o povo, que sempre teve o pior retorno de impostos e tem visto diariamente a corrupção corroer o país, e aqueles que deveriam cuidar para o bem-estar social atolados até a cabeça em esquemas bilionários de desvios de dinheiro público.




Enquanto governo financia reforma de aeroporto cubano, no Brasil investimentos na área caem em 16%

Ainda quando era presidente Lula falou sobre os investimentos PRIORITÁRIOS que pretendia fazer em Cuba. Assista!

Em evento, Lula defende financiamento de obras pelo BNDES em Cuba e na Venezuela
Aeroporto no Piauí está em obras a 17 anos, enquanto isso governo financia reforma de aeroporto Cubano

O BNDES, sigla que significa Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, mas que na verdade tem servido muito mais aos interesses dos “mui amigos” integrantes do Foro de São Paulo, do que ao povo brasileiro. Por aqui falta dinheiro pra tudo, segurança, saúde, educação, todas as esferas sucateadas por falta de investimentos governamentais, mas pra injetar dinheiro em países amigos do PT, pra isso sobra verba.

A conspiração do Foro de São Paulo Criado por Lula e Fidel para implantar ditaduras na América Latina. Entenda
Entenda o que Fidel fez para implantar a ditadura em Cuba e sua ligação estreita com o PT
Em vídeo, Chávez afirma que conheceu Lula em reunião com o líder terrorista das Farc
PT, Foro de São Paulo e as Farc

E assim vamos seguindo, vivendo um país em que  o povo segue refém da corrupção e de um governo que quer o poder pelo poder, promovendo assistencialismos sem critérios, que mais servem como compra oficial de votos. 

Enquanto isso, os bravos cidadãos seguem sangrando seus bolsos para sustentar a máquina corrupta do governo. Até quando?

Ministro da Fazenda defende cortes do Seguro-Desemprego e garante continuidade do Bolsa-Família

Queima de dinheiro público – Auditoria aponta R$ 1,2 bilhão em pensões indevidas

Corrupção vai consumir R$ 87 bilhões e 1 milhão de empregos do brasileiro este ano

Parlamentares querem aprovar Fundo Partidário de R$ 570 milhões esse ano

Com aprovação do governo petista, imposto de renda do brasileiro fica mais caro

“Deputados escondem comprovantes de despesas com dinheiro público”, mostra jornalista .Gastam horrores escondidinho para o povo brasileiro não descobrir!!!


Publicado por em 21 maio, as 12 : 41 PM 
“Deputados escondem comprovantes de despesas com dinheiro público”, mostra jornalista
A afirmação é de Lúcio Big, colunista do Congresso em Foco e muito popular nas redes sociais, sobretudo no youtube, onde tem um canal.



O colunista afirma que mesmo com a obrigação legal de tornar públicos todos os atos, inclusive os gastos, alguns parlamentares teimam em usar uma brecha legal para esconder do povo com o que eles tem gasto o nosso suado dinheiro.


Lucio Big pontuou, de acordo com o Portal de Transparência da Câmara, quais são os parlamentares que mais tem documentos bloqueados, ou seja, que não querem disponibilizar com o que gastaram. São eles:


– Vicente Cândido (PT-SP) com 176 notas bloqueadas;

– Ex-deputado Nilmário Miranda (PT-MG) com 145 notas bloqueadas;

– Afonso Florence (PT-BA) com 136 notas bloqueadas;

– Ricardo Tripoli (PSDB-SP) com 107 notas bloqueadas;

– Celso Maldaner (PMDB-SC) com 82 notas bloqueadas;

– Arthur Lira (PP-AL) com 71 notas bloqueadas;

– Wolney Queiroz (PDT-PE) com 68 notas bloqueadas.

Abaixo a mensagem que aparece ao tentar acessar os gastos que são “escondidos” pelos parlamentares:

Em tempos de crise financeira, sobra dinheiro público para os ‘magnatas’ do poder fazerem o que bem entenderem, e omitirem do povo, que os elegeu, com o que gastam o dinheiro, que é do povo.


A Constituição Federal, lei máxima do Brasil, diz que “o poder emana do povo”. Já viu frase em mais desuso que essa?