terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Correios e PF debatem ações para evitar assaltos e roubos

  • 21/01/2014 20h57
  • Brasília
Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel
Correios
Correios e Polícia Federal trabalham para evitar assaltos Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Brasília – As ações conjuntas para prevenção a assaltos às agências dos Correios e a roubos a carteiros foram discutidas hoje (21) em reunião entre o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. 

As duas instituições têm um acordo de cooperação desde o final do ano passado para ampliar as medidas de segurança aos trabalhadores dos Correios.

Nas últimas semanas, os Correios e a Polícia Federal iniciaram uma atuação conjunta no Piauí para a prevenção de assaltos. A ação é considerada pioneira e está revendo procedimentos em busca de aprimorar a troca de informações entre as duas instituições e agilizar a prisão de criminosos, de acordo com os Correios. 

No estado, a empresa está investindo na compra de cofres, fechaduras, sistemas de alarme e de imagem e instalação de porta com detector de metais e contratação de serviços de vigilância.

Um projeto piloto de prevenção a roubos a carteiros foi feito no último ano em São Paulo e houve redução de 36% no número desses crimes. Os Correios, no entanto, não detalham as ações do projeto para não prejudicar as medidas de segurança. Umas delas é investir no uso de rastreadores para veículos e para encomendas.

O Sindicato dos Correios do Distrito Federal reclama da falta de segurança nas agências e diz que, apesar dos assaltos, são poucas as unidades do Distrito Federal que têm portas giratórias com detector de metais e nenhuma delas têm vigilantes. 

Os Correios afirmam que alarmes, vigilantes e porta com detector de metais são recursos de segurança adotados nas agências, de acordo com os níveis de risco e as características de cada localidade.

Os Correios informam que estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 240 milhões em aparatos de segurança em todo o país.

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