Tentaram vinculá-lo a FHC
Publicado: 14 de setembro de 2014 às 18:23 - Atualizado às 19:16
A Petrobras confirmou neste domingo (14) que o perfil na Wikipédia de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, foi alterado de um dos computadores da sede da empresa.
Na modificação, Costa, preso durante as investigações da Operação Lava Jato, é apresentado como “cria do governo tucano” de Fernando Henrique Cardoso. Em nota, a assessoria de Imprensa da Petrobras informou que a Área de Tecnologia da Informação está rastreando os acessos à internet para identificar o computador em que o artigo foi reescrito.
A mudança foi feita às 16h16 deste sábado (13) pelo endereço de IP 164.85.6.3. O texto sobre Costa passou a informar que ele foi demitido “com aprovação da presidente Dilma Rousseff” por estar “muito soltinho”. O artigo dizia que a imprensa omite que ele começou a carreira na Petrobras em 1979 e detalhava ainda os cargos ocupados por Costa durante o governo tucano, a partir de 1995, quando assumiu o posto de “gerente geral do poderoso Departamento de Exploração e Produção do Sul”.
O texto ficou no ar por seis minutos, até o perfil original ser restaurado pelo usuário Guilhermebr1. Na justificativa, disse que houve “edição tendenciosa a partir da rede da Petrobrás”.
O IP é uma identidade virtual que permite identificar o computador usado para acessar a internet.
Recentemente, um computador do Palácio do Planalto foi utilizado para modificar o perfil dos jornalistas Míriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. Foi aberta sindicância e o servidor de carreira Luiz Alberto Marques Vieira Filho assumiu ter escrito os textos. Ele foi exonerado do cargo de confiança que ocupava na Secretaria de Relações Internacionais e vai responder a processo administrativo disciplinar.
Comentarios
- Julio Cesar Marques ·nada de anormal visto que a empresa vem sendo dirigida por bandidos a pelo menos 12 anos.
o que eu gostaria de saber é : onde esta o sindicato dos petroleiros que viviam a encher o saco (desculpem o vocabulário chulo) da população toda com greves na distribuirão de gás e combustíveis ? são todos vagabundos também da mesma laia dos petistas presos ? sem dó ,privatiza esta empresa e retira ela das mãos deste e dos futuros governos . provavelmente acontecera com ela o que ocorreu com a Embraer . sindicato de merda 
Luiz Solano ·Eu diria mais. É uma seita satânica.Tem um deputado aqui de Brasília que acende uma vela para Deus e outra para o Diabo. Até com a desgraça em minha família, com a morte trágica de minha esposa em um acidente de aviação, esse Deputado do PT quer tirar proveito.
José Freitas ·O ex-diretor pode ter entrado na Petrobras, por concurso, durante governos anteriores mas só aderiu ao crime durante o governo do PT. Ou ele servia aos interesses políticos do Partido dos Trambiqueiros e de sua base comprada ou caia fora. Não adianta petralhas infiltrados na máquina pública quererem atribuir à outros governos a bandalheira e corrupção nos ministerios e empresas estatais. Esse demérito é exclusivo deles. Dilma pode até não ser corrupta (há dúvidas sobre isso) mas seu chefe pode muito bem estar implicado. Ele se borra de medo do que o "Paulinho" possa denunciar. Ela pode ser apenas incompetente e/ou conivente com os crimes. Não há outra alternativa uma vez que nunca tomou providências para "estancar a sangria", antes que as denuncias ganhassem repercussão pública. Sendo "apenas" incompetente ou tambem conivente não poderia jamais ser presidenta.
Luiz Solano ·A Erenice Guerra continua fazendo loby no Palácio do Planalto,nos Ministérios e Dilma sabe disso. Elatem escritório de luxo na Capital Federal. Quanto a Rose Noronha. deve está se aproveitando dos dólares que levou para a Eurora, precisamente 25 milhões.
Carlos Espíndola Ramos ·A canalhada é criativa demais, a cada hora eles inventam uma forma de serem mais canalhas ainda. Parece que dentro do PT tem um concurso para premiar O MAIS CANALHA. Devem distribuir premios em dinheiro, viagens, semanas em uma zona qualquer, drogas, o que quiserem. Mas que eles cada vez se aperfeiçoam mais não resta a menor dúvida.





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