sábado, 11 de julho de 2015

Hello, oposição

Hello, oposição, vamos repetir a notícia dada por Gerson Camarotti: Dilma Rousseff encontrou-se clandestinamente com Ricardo Lewandowski, para "tratar" da Lava Jato.



Esperamos providências urgentes e enérgicas. Vocês recebem salário para defender as instituições, caso tenham esquecido.
  • Oposição considera 'trapalhada' omissão de encontro de Dilma e Lewandowski



    Ao Blog, o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) criticou neste sábado (11) o encontro sigiloso entre Dilma Rousseff e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, em Portugal, na última terça (7).

    Ele usou argumento semelhante ao do discurso que fez na Câmara dos Deputados na sexta (10). Na ocasião, ele classificou a omissão na agenda oficial de “trapalhada” do governo Dilma e disse que o "manto de silêncio" dava a impressão de algo "errado".
     
     "A questão é o manto de silêncio, que passa uma impressão de conspiração, de coisa errada, de coisa ruim, envolvendo os chefes de dois Poderes", afirmou.


    Como revelou o Blog na quinta (9), Dilma se reuniu com o presidente do Supremo na cidade do Porto, durante uma escala técnica que fez antes de seguir para a Rússia. Também participou do encontro o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.


    Segundo Lewandowski, o tema discutido foi o reajuste a servidores do Judiciário, recentemente aprovado pelo Congresso e que corre o risco de ser vetado pela presidente.


    No Brasil, políticos da base aliada foram informados, porém, de que a conversa foi ampla e que incluiu entre os temas a Operação Lava Jato.



    Procurado pelo Blog, o ministro Cardozo confirmou o encontro na cidade do Porto, mas negou que a Operação Lava Jato tenha sido tema da conversa.




    O ministro disse ainda que o encontro foi solicitado por Lewandowski, que estava na cidade de Coimbra com ele e outros ministros do STF para participar de um encontro entre juristas brasileiros e portugueses.



    Na avaliação de Fortes, o problema não está no tema discutido, mas no sigilo sobre a reunião. “Só Deus sabe o que trataram! E se trataram da Operação Lava-Jato e do impeachment, são duas pessoas públicas que têm o direito de discutir!”, discursou na Câmara.

Campanha de Dilma no banco dos réus

O ANTAGONISTA

Manchete da IstoÉ:


“PF mira a campanha da presidente”.


A reportagem de Cláudio Dantas sobre a VTPB e a Focal mostra que a investigação policial não se limita à suspeita de lavagem de dinheiro. Ela apura se os 50 milhões de reais embolsados por essas duas empresas de fachada foram, na verdade, roubados da Petrobras:


“Como revelou a IstoÉ em15 de maio, parte dos serviços da VTPB teria sido bancada com dinheiro sujo, desviado da Petrobras para o caixa da UTC Engenharia, de Ricardo Pessoa. Agora surgem novos fatos. Pessoa confirmou em delação premiada ter doado à campanha de Dilma, por pressão do então tesoureiro Edinho Silva, um total de R$ 7,5 milhões. O dinheiro teria origem no Petrolão. O primeiro depósito ocorreu em 5 de agosto. No mesmo dia, Edinho transferiu R$ 5 milhões para a conta da Polis Propaganda e Marketing, empresa do marqueteiro João Santana.


A segunda doação da UTC foi feita no dia 27 do mesmo mês. Com dinheiro em caixa, o tesoureiro fez uma série de pagamentos. Entre eles, quatro depósitos na conta da VTPB num total R$ 1,7 milhão. Outros R$ 672,6 mil abasteceram a Focal Comunicação. As duas empresas são suspeitas de servir para lavagem de dinheiro”.


Um procurador da Lava Jato, citado pela reportagem, disse que essa descoberta de que o dinheiro sujo entrou na campanha petista e saiu de lá no mesmo dia para pagar fornecedores suspeitos pode encrencar ainda mais Dilma Rousseff:


“Não há mais dúvidas de que os recursos desviados da Petrobras percorreram um caminho sinuoso que passa pelas empreiteiras e deságua nas contas dos fornecedores”.


Pessoa tem de falar sobre a VTPB no dia 14, no TSE

O lucro cubano--À beira da depressão

O ANTAGONISTA

O governo brasileiro já repassou 2,85 bilhões de reais para pagar os 11 400 médicos cubanos que atuam no país. Como a Opas, que intermedia o acordo, embolsa 5% dos valores, Cuba recebeu 2,7 bilhões de reais desde agosto de 2013.


O projeto foi planejado para custar 511 milhões de reais, mas o Ministério da Saúde já prepara o sétimo aditivo do contrato.



A informação é da Veja.


À beira da depressão

O IBGE acaba de mostrar que, em maio, a produção industrial caiu 8,8% em 12 meses.
Não é o retrato de uma economia em crise - é o retrato de uma economia à beira da depressão.

José Eduardo Cardozo é golpista confesso


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O discurso duas caras adotado pela extrema esquerda vive batendo na mesma nota: “defender impeachment é golpismo”. Com certeza, Cardozo, o ministro da justiça de Dilma, defende esta cretinice ao menos uma vez por dia.



Eis que encontramos um trecho do livro “A Máfia das Propinas” (página 202), escrito pelo próprio Cardozo, mostrando que ele próprio defende o impeachment. Logo, usando seu próprio livro de regras, ele não é apenas um golpista. Mas um golpista confesso. Porém, defender impeachment na verdade não é golpe. Defender uma ética duas caras (mesmo sendo um ministro da justiça) é um golpe contra a ética.



A imagem abaixo está pronta para ser esfregada na cara de qualquer bolivariano que você vir pela frente:
Clique para ampliar

Jacques Wagner cochila durante discurso de Dilma na reunião dos BRICS

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Deve ser difícil mesmo aturar aquela lenga lenga de sempre de “quem não gosta de mim é golpista”, “só critica o PT quem quer ver pobre sofrer huahua” e daí por diante. Na reunião de Dilma nos BRICS, o ministro da defesa Jacques Wagner cochilou com gosto, como vocês podem ver abaixo:

Mãe de vítimas de estupro se revolta com “pena” de 3 anos. O que Maria do Rosário teria a dizer?


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Conforme a Folha, os quatro menores que participaram do estupro de quatro garotas adolescentes (uma delas morreu) no Piauí foram “condenados” a três anos de internação. Isto ocorre porque o ECA coloca este limite para as “penas” de menores praticantes de qualquer tipo de crime. Se as quatro morressem, novamente a pena máxima seria… 3 anos. Se eles tivessem matado e estuprado 400 meninas, novamente seria… 3 anos. Quem quer que não tenha a mente deformada percebe nesta legislação uma das maiores vergonhas da história das legislações mundiais.


A mãe de uma das vítimas comentou que a pena é pequena. Mas ela não quis se identificar, pois sabe que daqui a três anos os menores estarão livres e prontos para se vingar. Ela completou: “Mas a Justiça é quem sabe. Fico pensando quando esses meninos saírem e voltarem para Castelo. Entrego o destino deles a Deus. Sou contra mandar fazer vingança”.


O trauma dessas garotas não terá fim. Em qualquer país civilizado, esses bandidos ficariam detrás das grades no mínimo 30 anos. Porém, nesta terra parasitada pelo pensamento de extrema esquerda, estarão livres em 3 anos. E vão caminhar nas ruas de uma cidade pequena, rindo sadicamente de garotas que puderam estuprar. E poderão estuprar de novo. E, por causa da pena ridiculamente pequena, os pais das vítimas vão ter que ficar de bico calado.


Enquanto isso, os defensores da impunidade continuam galhardeando dizendo que “reduzir maioridade penal não resolve o problema”. É preciso de uma mistura de cinismo e sadismo acima de qualquer parâmetro conhecido para continuar proferindo essa frase monstruosa diante do drama que viveram e ainda viverão as vítimas (e seus familiares) do estupro do Piauí.

O peixe gigante que inspirou a lendária serpente marinha

Banhistas seguram peixe-remo em Catalina, nos EUA

  • 11 fevereiro 2015


Peixe-remo morto apareceu na ilha de Catalina, na Califórnia

O enigmático peixe-remo (Regalecus glesne) pode ser o verdadeiro animal por trás das antigas lendas sobre serpentes marinhas capazes de afundar grandes embarcações.


Animais dessa espécie podem chegar a medir 11 metros de comprimento e, na superfície, se movem como uma cobra, casando exatamente com as descrições que antigos navegantes faziam de monstros que surgiam das profundezas dos oceanos.
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Esse peixe gigantesco ainda é capaz de assustar quem os vê de perto, e cada vez mais se registram casos de espécimes nadando em águas rasas ou encalhando em algumas praias.


Mas a verdade é que o peixe-remo é inofensivo - e inclusive, raramente visto, pois vive em águas localizadas entre 150 e 300 metros de profundidade.


Leia mais: O que podemos aprender com os legumes gigantes?
Leia mais: Como identificar uma nova forma de vida

Maior do mundo

Pertencente à família Regalecidae, o mais longo peixe ósseo do mundo foi identificado pela primeira vez em 1772 pelo biólogo norueguês Peter Ascanius.


Até pouco tempo atrás nenhum peixe-remo tinha sido filmado em seu hábitat. As primeiras imagens, transmitidas em um especial da BBC, mostram que o animal nada verticalmente, fazendo ondulações com sua barbatana dorsal para se manter parado e se alimentar.


Isso contrasta com o serpenteio horizontal que faz em águas rasas.

Até recentemente, cientistas só tinham acesso a espécimes conservados de peixe-remo
"Trata-se de um peixe magnífico, todo prateado, com manchas azuis iridescentes e barbatanas vermelhas", descreve Rick Feeney, diretor da coleção de ictiologia (o estudo dos peixes) do Museu de História Natural do Condado de Los Angeles.
"No mar aberto, esse animal está perfeitamente adaptado a se camuflar na água. As pessoas ficam fascinadas quando conseguem avistar um na superfície. É quase como fazer contato com um ser alienígena", compara o cientista.


Segundo Feeney, é muito raro que um peixe-remo apareça em águas rasas ou encalhe em alguma praia. Desde meados do século 18, foram registradas cerca de 500 observações desse animal em lugares como as Ilhas Britânicas, a Austrália, o México, a Costa Rica e o Japão.


Leia mais: Quem foram afinal os primeiros predadores na Terra?
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'Presente de Natal'

Em 2013, dois peixes-remo apareceram mortos em praias dos Estados Unidos no espaço de uma semana.


"As pessoas ficaram excitadíssimas", conta Jeff Chace, do Instituto Marinho da Ilha de Catalina, na costa da Califórnia, onde um dos espécimes foi encontrado.


"Foi incrível poder ver, pegar e estudar um animal que nunca tínhamos visto antes. Para mim foi como voltar à infância e abrir um presente de Natal", lembra.


Os biólogos do instituto dissecaram o corpo e enviaram amostras para outros organismos de pesquisa interessados em estudar o peixe gigante.


Mas ninguém ainda conseguiu provar o motivo de o animal ter aparecido nas praias.


Algumas teorias especulam que eles tenham sido forçados a se aproximar de águas rasas por uma tempestade, por doença ou pela necessidade de se alimentar ou procurar um parceiro.


No Japão, são comuns as lendas que descrevem a aparição de um peixe-remo como prenúncio de terremoto.


"Essa é a única tese que eu descarto", afirma o biólogo Feeney. "Simplesmente porque não há relação entre o surgimento desses animais e os fortes terremotos que já atingiram a Califórnia."


"Outras possíveis causas são a chamada maré vermelha (proliferação excessiva de algas tóxicas), a presença de predadores ou de embarcações, ou ainda mudanças nas correntes marítimas", diz. "Ou também uma combinação de fatores".


Os cientistas esperam que novas aparições ou a melhoria dos equipamentos submarinos de pesquisa possam ajudá-los a finalmente desvendar os segredos desse animal que ganhou status tão mítico.


Leia mais: Campanha tenta salvar segundo maior recife do mundo
Leia mais: Quatro coisas que você não sabia sobre peixes-dourados


Leia a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Earth.

Oceanos 'recebem 8 milhões de toneladas de plástico por ano'

Poluição no mar (foto: Reuters)

  • 13 fevereiro 2015
Cientistas dizem que 20 países são responsáveis por 83% da poluição dos mares por plástico
Cerca de 8 milhões de toneladas de lixo plástico são lançadas nos oceanos anualmente, segundo cientistas.


Essa quantidade poderia cobrir 34 vezes toda a área da ilha de Manhattan, em Nova York, com uma camada de lixo à altura dos joelhos de uma pessoa. Além disso, supera de 20 a 2 mil vezes os cálculos anteriores sobre a massa de plástico levada pelas correntes oceânicas.


O novo estudo é considerado um dos melhores esforços para quantificar o plástico despejado, queimado ou arrastado para o mar. Segundo os pesquisadores, a análise também pode ajudar a descobrir a quantidade total de plástico existente hoje no oceano – não apenas o material que é encontrado na superfície ou nas praias.
Grandes quantidades de resíduos podem estar escondidas no fundo dos oceanos ou fragmentadas em pedaços tão pequenos que não são captados pelas análises convencionais. Essas partículas estão sendo ingeridas por criaturas marinhas – o que pode resultar em consequências desconhecidas.


Leia mais: Inventor adolescente cria método para limpar lixo plástico dos oceanos


Os detalhes foram divulgados no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

Vilões dos mares

A equipe de especialistas analisou dados populacionais com informações sobre a quantidade de lixo gerado e gerenciado (ou não gerenciado). Eles elaboraram cenários para prever a quantidade de plástico despejado nos oceanos.


Para o ano de 2010, esses cenários variam de 4,8 milhões a 12,7 milhões de toneladas. A cifra de 8 milhões de toneladas é a média dessa variação.


O cenário conservador equivale em termos de massa à quantidade de atum pescada anualmente nos oceanos.


"Isso significa que estamos tirando atum e colocando plástico em seu lugar", disse Kara Lavender Law, co-autora da pesquisa e porta-voz da Associação Educacional do Mar de Woods Hole, no Estado americano de Massachussetts.


Os cientistas também fizeram uma lista dos países que seriam os maiores responsáveis pelo despejo desses resíduos. As 20 nações que despejam as maiores quantidades seriam responsáveis por 83% do plástico mal gerenciado que pode entrar nos oceanos.



A China ocupa o topo da lista, produzindo mais de um milhão de toneladas. Mas a equipe ressalva que é preciso levar em conta a imensa população do país e a extensão da sua costa.


Os Estados Unidos ficaram no 20º lugar da lista. O país tem uma grande área costeira, porém adota melhores práticas de descarte do lixo. Por outro lado, os EUA registram altos níveis de consumo de plástico per capita.
A União Europeia é analisada em bloco e ocupa o 18º lugar na lista.

Soluções

O estudo recomenda soluções para o problema. Afirma que as nações ricas precisam reduzir seu consumo de produtos descartáveis e embalagens de plástico, como sacolas plásticas. Já os países em desenvolvimento têm que melhorar o tratamento do lixo.



"O crescimento econômico está ligado à geração de lixo. O crescimento econômico é uma coisa boa, mas o que você vê normalmente em países em desenvolvimento é que a estrutura de tratamento do lixo é deixada de lado", disse a pesquisadora Jenna Jambeck, da Universidade da Georgia.


"Isso faz algum sentido na medida em que eles estão mais focados em produzir água limpa e melhorar o saneamento. Mas não devem se esquecer desse tratamento porque os problemas só vão ficar piores."


A equipe de pesquisadores estima que a quantidade de plástico jogada anualmente nos mares pode alcançar 17,5 milhões de toneladas até 2025. Isso significa que até lá 155 milhões de toneladas chegarão aos oceanos.


O Banco Mundial estima que o patamar máximo de lixo produzido no mundo só será atingido em 2100.


O pesquisador Roland Geyer, da Universidade da Califórnia, que também participou do estudo, disse que não é possível limpar o plástico dos oceanos. "Fechar a torneira é a única solução", afirmou à BBC.


"Como você recolheria o plástico do fundo dos oceanos considerando que a sua profundidade média é de 4,2 mil metros? Temos antes que evitar que o plástico chegue aos oceanos."


"A falta de sistemas de tratamento de lixo alimenta a entrada de plástico no oceano", diz o cientista. "Ajudar todos os países a desenvolver estruturas de tratamento é a mais alta prioridade", disse.

Alô, Justiça, processe o caluniador Luiz Marinho!


Luiz Marinho, da máfia sindical petista, prefeito de São Bernardo e amicíssimo do tiranete Lula, caluniou o juiz Moro em entrevista ao Estadão, dizendo que os presos em Curitiba sofrem tortura. Merece não só processo, mas cadeia, junto com seus asseclas corruptos. Segue trecho com as infames declarações do caluniador:


Um dos mais próximos interlocutores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), cobrou uma ação mais ativa da presidente Dilma Rousseff para contornar a crise política. Em entrevista ao Broadcast Político, da Agência Estado, pediu que Dilma faça como Lula após o escândalo do mensalão: saia do gabinete e mostre obras do governo. “Este é o meu clamor, do presidente Lula e de todos os dirigentes do partido”, disse. “É preciso que a presidenta rode primeiro o País, para Lula rodar depois.”

Estado - Qual sua avaliação sobre a Operação Lava Jato?
É uma opinião de leigo, apesar de eu ser bacharel (em Direito). Não estudei os processos, mas como cidadão vejo de forma espantosa como um juiz de primeira instância (Sérgio Moro) possa colocar de joelhos as instâncias superiores da forma como tem feito. Parece até encomenda e é preciso que as instâncias superiores assumam a responsabilidade por este processo. É um absurdo que delatores A, B ou C acusem alguém sob tortura. 
Estado - Tortura?
O que se ouve de bastidor é que está havendo tortura não só psicológica. E alguém falando nessas condições tem o direito de mentir. Sugiro que os senadores (da oposição que foram à Venezuela para tentar visitar os presos políticos do regime de Nicolás Maduro) façam uma comissão e, em vez de ir à Venezuela, vejam o que está acontecendo em Curitiba, que é muito mais perto. (Íntegra, no Estadão).

P.S.: só pra lembrar: não se trata nem de difamação nem de injúria. Calúnia é atribuir crime a alguém - e tortura, como se sabe, é crime. O STF e as demais instâncias da Justiça deveriam processar imediatamente o mafioso de São Bernardo.
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STF nega liminar contra anulação da PEC da redução da maioridade penal.




(G1) O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello negou conceder liminar (decisão provisória) para suspender o andamento, na Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves. A decisão foi tomada na noite desta sexta-feira (10) e divulgada na manhã deste sábado (11) pelo STF.

 
 
A liminar, protocolada por um grupo de 102 deputados federais de 14 partidos – PT, PMDB, PSDB, PDT, DEM, PSB, PC do B, PSOL, PPS, PV, PROS, PTC, PR e PSC –,  tenta anular a votação da proposta em primeiro turno - o tema ainda precisa ser analisado em segundo turno e depois no Senado. Agora, a ação será julgada pelo plenário do Supremo, em data ainda não definida. O relator do processo será o ministro Gilmar Mendes, mas, em razão do recesso do Judiciário, o caso foi decidido pelo presidente em exercício do Supremo nesta semana, Celso de Mello.

 
 
O argumento da ação é que a votação feriu o devido processo legislativo porque a Constituição proíbe que uma matéria rejeitada seja novamente votada no mesmo ano. No caso da PEC da maioridade, o plenário da Câmara rejeitou a redução para diversos tipos de crimes, entre eles tráfico de drogas. Um dia depois, a Casa aprovou texto que abrangia crimes hediondos (como estupro) e lesão corporal seguida de morte.

 
 
'Atropelo'
No mandado de segurança, os deputados questionaram os procedimentos adotados pela Mesa da Câmara e relataram 'atropelo' do devido processo legislativo. "O prejuízo material é evidente e transcende o mérito do tema específico então em votação. O que está em jogo, sem exagero, é a funcionalidade e a legitimidade do Congresso Nacional. A maioria pode ganhar, mas têm de seguir as regras do jogo", afirmam os parlamentares no pedido apresentado ao STF.

 
 
Nesta sexta (10), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, negou ilegalidade na votação e afirmou que o questionamento dos 102 parlamentares "serve apenas para satisfazer interesses políticos" que foram "derrotados" na votação do plenário. "É absolutamente impróprio taxar de inconstitucional esse expediente amplamente reconhecido pela prática legislativa e pelo direito parlamentar. 
 
 
 
 
Tal alegação serve apenas para satisfazer interesses políticos conjunturais (derrotados pela maioria do plenário) colocando em suspeição um procedimento que tem se mostrado crucial na produção legislativa das últimas duas décadas e meia", disse o peemedebista em sua resposta ao Supremo.

 
 
Para Cunha, os deputados que entraram com a ação tentam induzir o STF ao "erro" e promover uma "intervenção" do Judiciário em questões internas do Legislativo.
 
 

"Homem de Dilma" na Eletrobras cobrou propina para a campanha de 2014


Valter Cardeal: conluio com o mochileiro Vaccari.
Matéria de capa da revista Veja desta semana traz outra revelação de Ricardo Pessoa, da UTC, o homem que tira o sono de Lula e Dilma. Com essas denúncias, o impeachment de Dilma se torna cada vez mais próximo:


Quando era presidente, Fer­nan­do Henrique Cardoso cultivou a fama de exterminador de crises, que, dizia-­se, sempre saíam do Palácio do Planalto menores do que entravam. De Dilma Rousseff, fala-se exatamente o oposto. Centralizadora e avessa a negociações, a presidente semeou um quadro de recessão econômica e de derrotas no Congresso. Rejeitada por nove em cada dez brasileiros, ela também perde apoiadores no grupo de políticos e empresários que ditam o rumo do país. Até o ex-presidente Lula, seu mentor, lhe faz críticas cada vez mais contundentes. Com apenas seis meses de segundo mandato, Dilma está só, não exerce o poder na plenitude nem consegue mobilizar a tropa governista. De quebra, é acossada por investigações que podem destituí-la do cargo - entre elas, a Operação Lava-Jato, que esquadrinha o maior esquema de corrupção da história do país. Diante de uma conjuntura assim, a maioria dos governantes optaria por mais diálogo, sensatez e pés no chão. Dilma não. Ela reage à crise com argumentações destrambelhadas, otimismo exagerado e erros primários de avaliação. Pior: como de costume, alimenta a agenda negativa.

Na semana passada, a presidente, contrariando o mais elementar dos manuais de política, fisgou a isca dos adversários e abordou novamente em público a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment. "Eu não vou cair, isso é moleza", desafiou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, na qual chamou setores da oposição de golpistas. A resposta foi imediata: "Tudo o que contraria o PT é golpe", ironizou o senador Aécio Neves (PSDB). Nos regimes democráticos, a destituição de um mandatário depende de provas, do aval das instituições e do apoio da opinião pública (veja a reportagem na pág. 54). Em sua defesa, Dilma alega que jamais se locupletou de dinheiro sujo. Falta a essa versão o respaldo inequívoco dos fatos. VEJA teve acesso a mais um testemunho de que propina cobrada em troca de contratos - desta vez, no setor elétrico, a menina dos olhos de Dilma - abasteceu os cofres do PT em pleno ano eleitoral. Os operadores da transação criminosa foram o onipresente João Vaccari Neto, então tesoureiro do partido, e Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras, o "homem da Dilma" na estatal e um dos poucos quadros da administração com livre acesso ao gabinete presidencial.

O relato desse novo caso de desvio de verba pública para financiar o projeto de poder petista consta do acordo de delação premiada firmado entre o engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, e o Ministério Público Federal. Num de seus depoimentos, Pessoa contou que em setembro do ano passado o consórcio Una 3 - formado por Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa e UTC Engenharia - fechou um contrato para tocar parte das obras da Usina de Angra 3. A assinatura do contrato, estimado em 2,9 bilhões de reais, foi precedida de uma intensa negociação. A Eletrobras pediu um desconto de 10% no valor cobrado pelo consórcio, que aceitou um abatimento de 6%. A diferença não resultou em economia para os cofres públicos. Pelo contrário, aguçou o apetite dos petistas. Tão logo formalizado o desconto de 6%, Cardeal chamou executivos do consórcio Una 3 para uma conversa que fugiu aos esperados padrões técnicos do setor elétrico. Faltava pouco para o primeiro turno da sucessão presidencial. O "homem da Dilma" foi curto e grosso: as empresas deveriam doar ao PT a diferença entre o desconto pedido pela Eletrobras e o desconto aceito por elas. A máquina pública era mais uma vez usada para bancar o partido em mais um engenhoso ardil para esconder a fraude.

A conversa de Cardeal foi com Walmir Pinheiro, diretor financeiro da empresa, escalado para tratar dos detalhes da operação. Depois dela, Vaccari telefonou para o próprio Ricardo Pessoa e cobrou o "pixuleco". "Quando soube que a UTC havia assinado Angra 3, João Vaccari imediatamente procurou para questionar a parte que seria destinada ao PT - o que foi feito pela empresa", relatou o empreiteiro. Aos investigadores, Pessoa fez questão de ressaltar que, segundo seu executivo, foi Cardeal quem alertou Vaccari sobre a diferença de 4 pontos percentuais entre o desconto pedido pela Eletrobras e o concedido pelas construtoras. Perguntado sobre o que sabia a respeito de Cardeal, Pessoa afirmou: "É pessoa próxima da senhora presidenta da República, Dilma Rousseff". (Veja).

Crianças malvadinhas Escrito por Olavo de Carvalho | 07 Julho 2015





É isso o que dá ter duzentos mil seguidores no Facebook e não dizer a eles uma só palavrinha em louvor do governo.

Desmoralizada, acuada pela Justiça, desprezada e achincalhada abertamente por noventa e um por cento da população brasileira, a quadrilha comunolarápia decidiu reagir mediante uma onda de bravatas e ameaças, fazendo o que pode para macaquear com trejeitos histéricos a virilidade e a coragem, duas coisas que seus líderes só conhecem por ouvir falar.



Essas gesticulações circenses não assustam a ninguém, mas, se às vezes nos fazem rir, outras vezes deprimem e podem levar às lágrimas o cidadão que, contemplando tanta miséria e deformidade, se lembre de que elas são, afinal de contas, o rosto do Estado brasileiro, o rosto da nação.


A mim elas fazem lembrar antes aquele vídeo do Youtube, em que um boxeador nocauteado, estendido no chão como um trapo, continuava a esmurrar o ar, como se a luta tivesse um round suplementar no mundo dos sonhos.


Um dos lances mais comoventes da guerrinha dos fracassados contra o destino foi protagonizado pelo deputado Paulo Pimenta, ao pedir a prisão do jovem brasileiro que xingou a Sra. Dilma Rousseff na Califórnia.


Xingar um governante em público é, em circunstâncias normais, um crime. Mas, quando o país inteiro está fazendo isso nas ruas, nas praças, nos estádios e nos panelaços, punir seletivamente um cidadão isolado é como tentar desviar um furacão.


No meu modesto entender, o rapaz da Califórnia só errou num ponto. Xingar a presidente de “terrorista”é inócuo, pois isso ela já sabe que é. Eu, em vez disso, a teria xingado de “mocréia”, pois há sempre um risco de que, malgrado a impopularidade avassaladora, ela continue se achando linda.


Não menos patética foi a indefectível Sra. Maria do Rosário, ao dar queixa contra um indivíduo anônimo e não identificável que, cruzando com ela no meio da massa, teria previsto a sua morte em data incerta e não sabida, por causas não mencionadas. À polícia ela não deu a mais mínima pista que pudesse levar à descoberta do ofensor sem rosto, conhecido unicamente pelo nome de “Alguém”.


Sem a menor esperança de novas averiguações, ficou, pois, registrada apenas a identidade da vítima, mas isso é pura redundância, pois quem não sabe que a sra. Maria do Rosário é uma vítima?
Depois foi a vez do Sr. Jacques Wagner que, tentando ser ministro da Defesa, mas não tendo ninguém a defender contra o que quer que seja, escolheu a apresentadora Maju Coutinho como alvo de ataques fictícios, fabricados inteiramente por MAVs a serviço do governo, e saiu bravamente em campo para defender a moça contra seus inimigos imaginários. 


Não foi essa, admito, a mais notável performance carnavalesca do sr. Wagner, que jamais superará o seu feito de 2007, pioneiramente registrado por mim em http://www.olavodecarvalho.org/semana/070312Bdc.html, quando, governador da Bahia, ele patrocinou um tremendo beijo lésbico em público entre sua esposa e a do então ministro da Cultura, Gilberto Gil. 


Essa é a razão pela qual, quando me dizem que o Sr. Wagner não somente existe mas é ministro da Defesa, sinto-me à beira de ter um ataque de nervos como o do dr. Paulo Ghiraldelli e sair gritando: “É mentira! É mentira! É mentira! É mentira! É mentira! É mentira! É mentira! É mentira! É mentira!”
Também me pergunto se os altos oficiais das Forças Armadas não temem que, se o homem teve a cara de pau de fazer o que fez com a mulher de um ministro, ele venha a sentir-se ainda mais à vontade para fazê-lo -- agora que ele próprio é ministro -- com as mulheres de seus subordinados, isto é, as mulheres deles.


Qualquer que seja o caso, a atividade dos MAVs nos últimos dias não se limitou a criar racistas eletrônicos. Mais ou menos uma semana atrás recebi esta mensagem de um amigo que, por motivos óbvios, prefere permanecer anônimo:


“Professor Olavo, estou com uma informação de inteligência de que atacarão e derrubarão a sua página pessoal em breve, está sabendo? 

Depois do bloqueio de três dias virá o bloqueio de sete e depois o de trinta. Vão denunciar todas suas postagens em massa e qualquer uma será interpretada como fora dos padrões.  Outra coisa que eles farão é pegar o seu mail vinculado à sua conta e colocá-lo como administrador de diversas paginas falsas. (Sim, é possível fazer isso.) Nestas páginas vão colocar pornografia e o administrador  (no caso, você) se punido e banido do Facebook.”


O aviso do bloqueio de três dias cumpriu-se no prazo. 


É isso o que dá ter duzentos mil seguidores no Facebook e não dizer a eles uma só palavrinha em louvor do governo. Também não é de espantar que, como toda censura, a do Fabebook oculte a sua própria existência: como minha esposa divulgasse na sua página a suspensão da minha, a dela também foi suspensa. 


Vamos falar o português claro. Uma censura direta, feita oficialmente por funcionários do governo, é muito mais decente do que contratar moleques para derrubar páginas do Facebook. Quando um governo acossado por investigações de corrupção apela a um expediente tão pueril para tapar a boca dos denunciantes, é inevitável concluir que ele todo se compõe de crianças malvadinhas.

Publicado no Diário do Comércio.



http://olavodecarvalho.org

Evoluindo? Só se for para o abismo





 
O objeto (o valor moral, a Verdade) em si não muda, apenas é revelado; o que muda é a capacidade de percepção de quem o vê.


Quem diz que “a sociedade evoluiu” porque, por exemplo, agora se faz sexo cada vez mais cedo, já está na situação de confusão psicótica criada pelo estado de volubilidade moral criado pelo relativismo moderno.


Ouvi alguém dizer (talvez uma sexóloga de programa vespertino de TV) que “hoje em dia é normal que jovens de 12, 13 anos façam sexo” e que “pode ser que um dia deixe de ser assim”, “que volte a ser como antes”, mas que “agora é preciso se adaptar” à situação vigente.




Pois digo que o pensamento humano, a moralidade humana, não é algo alternado, transitório, sucessivo. Não é descrito, como querem os relativistas hodiernos, por algo como o movimento cíclico das estações do ano; não é uma sucessão de alterações de intensidades e estados de aparência, típica das mudanças climáticas. Em vez disso, a melhor metáfora à movimentação da humanidade (stricto sensu) é a evolução da noite para o dia – nessa ordem, porque é a alteração da escuridão para a luminosidade. 




Não se trata de uma mudança radical, binária; há, também, graduação – mas muito mais sutil do que na metáfora climática do relativismo. Nesta, os valores se alteram ao sabor das condições externas, do contexto. Como corpos submetidos às mudanças meteorológicas, os valores sob a ótica relativista têm suas características alteradas por acidentes e incidências ambientais – mudam de essência e aparência conforme estas ou aquelas condições de temperatura e pressão. 



Não há, pois, perenidade moral, porque tudo depende de condições várias, aleatórias e de previsibilidade falha, o que redunda não em evolução, mas em uma alternância confusa e caótica de estados. E, assim, a verdade de hoje será a mentira de amanhã e vice-versa.



Contudo, quem se detenha honestamente, sem vícios, à análise da natureza humana sabe que há, sim, uma evolução de fato – perene e indubitável. Para essa análise, sugiro sempre que se siga C.S. Lewis, no Capítulo 1 de "Cristianismo puro e simples" [1]. 



A evolução do pensamento humano, da moralidade humana, é uma evolução de luminosidade, da possibilidade de se enxergar aquilo que estava nas trevas da ignorância – a saber: cada ponto, cada artigo daquilo que Lewis chama de Lei Natural ou Lei da Natureza Humana, que diz que "todos os seres humanos, em todas as regiões da Terra, possuem a singular noção de que devem comportar-se de uma certa maneira, e, por mais que tentem, não conseguem se livrar dessa noção".


A verdadeira evolução é, pois, a transição das trevas para a luz. O objeto (o valor moral, a Verdade) em si não muda, apenas é revelado; o que muda é a capacidade de percepção de quem o vê. E, diferentemente das estações climáticas relativistas, nas quais todos são submetidos passivamente às inexoráveis intempéries, o dia da Verdade chama cada indivíduo à ação, à resistência, à caminhada. Para a humanidade, esse dia começa após a queda original; ou seja, é um dia que começa na noite, na escuridão. 



O sujeito, então, deve resistir à paralisia e ao desespero dessas trevas. Conforme tateia o ambiente e identifica aquilo que o cerca, passa a pelo menos vislumbrar os vultos. À medida que o sujeito resiste, ele avança não apenas no tempo, mas também no espaço – a transição se dá com o passar dos segundos, mas se o sujeito não caminhar na direção da luz, parará no tempo. Aos poucos, a luminosidade começa a tomar conta do ambiente, até ser total e atingir o próprio indivíduo. É assim com cada tópico da Lei da Natureza Humana.



Voltando ao mote deste texto: com o fim da escuridão, à ausência de nuvens, vemos que não somos rebanhos irracionais, que não precisamos nos “adaptar” à situação vigente, mas que podemos entender a realidade perene e arbitrar livremente sobre o que fazer com ela. A realidade do caso que motivou esta reflexão é que se trata da expressão de uma confusão tipicamente relativista. Diz-se que, atualmente, é “normal” que na transição da infância para a adolescência se pratique sexo com base em uma evolução aparente: já foi “normal” apenas a partir dos 21, depois a partir dos 18, 17, 15 e, agora, 13, 12 anos de idade. 



Ora, com base nessa mudança com aparência de evolução, não seria equivocado dizer que logo será “normal” que a sexualidade aflore aos 9, 7, 5 anos de idade. E bem sabemos que não é assim. A aceitação dessa suposta “situação vigente” não é a evolução da ignorância para a verdade; não é sequer a alteração relativista de uma verdade para a outra; é, sim, a obnubilação da verdade desta questão, o apagamento do fato de que não é pela idade que se mede o preparo para o ato sexual, mas por um conjunto de aspectos (físicos, psicológicos, morais), do qual a idade é mero elemento.



Quem diz que “a sociedade evoluiu” porque, por exemplo, agora se faz sexo cada vez mais cedo, já está na situação de confusão psicótica criada pelo estado de volubilidade moral criado pelo relativismo moderno, que [diz que] matou Deus e colocou em seu lugar a vontade egoísta de cada um. Apega-se a um registro (etário, no caso) em nome de uma verdade arrogada, gelatinosa, tíbia, relativa, ignorando as variáveis realmente relativas que conformam a Verdade fixa da questão.


Dificilmente viva entre nós quem atingirá a luminosidade total, e nisso não há novidades nem problemas, pois, se (mesmo sabendo que ela é inabarcável por nossa compreensão limitada) vivermos a buscá-la nesta vida, ela nos esperará na Vida luminosa de fato.


Essa busca é dificílima per se, mas é ainda dificultada por algumas intempéries. Após o vislumbre permitido pela luz do dia da Verdade, poderemos vacilar, fraquejar e permitir que nuvens obscureçam a visão, ou que chuvas e trovoadas atordoem nossa percepção. O importante é jamais nos esquecermos de que a Verdade seguirá lá, por detrás das nuvens, ou melhor, por sobre as nuvens, luminosa, pétrea, impávida e colossal, fixa no solo como a mais forte e imponente cruz que a mente humana possa conceber, apenas esperando por que consigamos evoluir até acessá-la.


Já a evolução relativista seguirá sempre a passos largos, rumando ao abismo.



"O cristianismo [a Verdade, em última instância] é a única estrutura que preservou o prazer do paganismo. Poderíamos imaginar crianças brincando na planície de um topo relvoso de alguma ilha elevada no meio do mar. Contanto que houvesse um muro em volta da beira do precipício, elas poderiam entregar-se ao jogo frenético e transformar o lugar na mais barulhenta creche. Mas os muros foram derrubados, deixando desguarnecido o perigo do precipício. As crianças não caíram; mas quando seus amigos voltaram, elas estavam todas amontoadas cheias de terror no centro da ilha; e sua canção já havia cessado."
G. K. Chesterton




[1] http://portalconservador.com/…/C.S.Lewis-Cristianismo-Puro-…

http://colombomendes.blogspot.com

Governo Dilma é reprovado por quase 70% dos deputados


Não só nas ruas, mas também na Câmara a situação de Dilma é grave. Seu governo continua ladeira abaixo. De zero a 10, os deputados cravaram um três como nota para o desastroso governo Dilma. Coluna de Lauro Jardim (Radar on-line):


Não é novidade para ninguém que a popularidade de Dilma Rousseff na Câmara não é lá essas coisas – as sucessivas derrotas de projetos do seu interesse reforçam a percepção. Mas o problema para Dilma é que sua rejeição entre os deputados não para de crescer.

De acordo com uma pesquisa inédita da consultoria Arko Advice, feita há duas semanas com cem deputados de 23 partidos (respeitando o princípio da proporcionalidade), 68% dos ouvidos desaprovam o modo como Dilma governa. É o pior resultado desde o início do ano, quando a Arko iniciou o levantamento mensal.

Entre junho e julho, subiu de 46% para 55% o percentual dos deputados que consideraram a política econômica do governo como ruim ou péssima. É o pior índice registrado na série histórica da pesquisa.

Mais: de zero a dez, os parlamentares cravaram um três como nota para o seu governo – também a pior de 2015.

Copa +Corrupção + Olimpiadas deu nisso: Pátria Analfabeta: governo Dilma estrangula pós-graduações. É o fim da pesquisa científica.


Dilma faz picadinho das pós-graduações.
Os protestos se generalizam nas universidades federais com o corte de 75 por cento no Programa de Apoio à Pós-Graduação, mantido pela Capes. Cursos de mestrado e doutorado estão à míngua, comprometendo o desenvolvimento de pesquisas em todo o país. Ao lulopetismo convém uma pátria analfabeta:


Universidades públicas de todo país manifestaram repúdio ao que chamaram de “corte” na ordem de 75% no Programa de Apoio à Pós-Graduação (Proap), mantido ela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), instituição do Ministério da Educação (MEC) responsável por financiar programas de mestrado e doutorado. De acordo com as instituições, a restrição do recurso compromete o desenvolvimento de pesquisas em todo país.

A verba do Proap é destinada ao custeio de passagens para que professores de outras instituições examinem bancas de mestrado e doutorado, bem como para alunos e professores participarem de congressos. Além disso, o recurso também é utilizado para financiar a tradução de artigos e a manutenção de equipamentos. A Capes emitiu um comunicado às instituições de ensino orientando à “readequação” dos valores de custeio do Proap para o ano de 2015, o que foi interpretado pelas universidades como um corte.

— A Capes não está reconhecendo que houve corte, mas, quando orienta à redução de 75% dos custos, entendemos que sim, houve. Em julho você pede que os programas reorganizem suas planilhas de funcionamento? Isso significa um corte notificado sem qualquer diálogo prévio. É muito problemático porque impossibilita a mobilidade dos pesquisadores— criticou a presidente da Associação Nacional de Pós-graduandos, Tamara Naiz, acrescentando que a redução na concessão de recursos pode interferir nas pesquisas— O corte pode afetar o desenvolvimento das pesquisas, porque você pode não ter verba para fazer viagens para um determinado laboratório ou, por exemplo, visitar uma área que tenha um tipo específico de planta que você está pesquisando.
FEDERAL DA BAHIA PARALISA PÓS
Diante desse quadro, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) comunicou ontem a suspensão das atividades de seu programa de Pós-Graduação. De acordo com a instituição, com os novos cálculos da Capes, a UFBA teve os valores de custeio — que antes chegavam aos R$4 milhões— reduzidos para cerca de R$1 milhão, quantia insuficiente para pagar as dívidas já assumidas pela universidade que chegam a R$ 2 milhões.

Em nota, a UFBA afirmou que a decisão da Capes foi anunciada tardiamente em um momento em que as instituições já haviam assumido compromissos e que um caso como este jamais havia sido visto na história recente da pós-graduação brasileira. O comunicado finaliza sugerindo que, a exemplo do que aconteceu com a Federal da Bahia, a interrupção de atividades deve ocorrer em instituições de todo Brasil: “Por estas razões a implementação desta medida levará à paralisação, de fato, da atividade de pós-graduação na maioria das universidades do país.”

A restrição imposta pela Capes acontece em um momento de crise nas principais Universidades Federais do país. Nesse contexto, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) — que teve a reitoria ocupada por alunos durante o mês de maio e enfrenta um greve dos três segmentos: professores, estudantes e funcionários— também manifestou repúdio à restrição

Segundo a UFRJ, o corte se torna mais grave “quando inserido no quadro mais geral de cortes orçamentários das Federais”. Assim como a UFBA, a UFRJ pede que a Capes volte atrás na decisão para que não comprometa “o futuro da pós-graduação e da pesquisa brasileira”.

NOVOS REPASSES SERÃO 'AVALIADOS'

Além da UFBA e da UFRJ, pelo menos cinco outras universidades públicas se posicionaram contra a medida tomada pela Capes. Entre estas, estão as federais do Espírito Santo, Santa Maria, Rural do Rio de Janeiro, além das estaduais da Paraíba e do Ceará.

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) enviou um ofício ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmando que é “inaceitável ”que estes programas, pilares para a pesquisa, ciência, tecnologia e inovação, sejam tão fortemente comprometidos no seu financiamento.”

No final de junho, outro programa já havia tido as verbas ameaçadas. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid)— que ajuda na formação prática dos universitários que serão futuros professores— chegou a estar na mira dos cortes segundo um e-mail repassado a professores universitários por Hélder Silveira, coordenador geral de Programas de Valorização do Magistério da Capes. Segundo a mensagem, o ajuste fiscal do governo havia chegado à fundação. O coordenador contou que um corte de R$785 milhões havia sido imposto à Capes o que iria afetar os projetos mantidos pela instituição, inclusive, as bolsas em vigência. Na ocasião, a Capes afirmou que não haveria interrupção de programas ou contingenciamento.

Em nota, a Capes confirmou o contingenciamento. De acordo com a fundação, serão liberados recursos de custeio de 25% do que foi previsto para o ano de 2015. O restante será avaliado ao longo do segundo semestre. A Capes frisou que bolsas de estudo não serão interrompidas. (O Globo).