terça-feira, 3 de setembro de 2013

(Esta denuncia foi feita em 2013.De lá para cá a situação só piorou!Por que será??) Park Way / Raves incomodam



Jornal de Brasília - 19JUL11 - Cidades 


Moradores reclamam de som alto, incidentes, bebedeiras e tumulto de carros 


Da Redação


As festas eletrônicas, mais conhecidas como raves, estão tirando a tranquilidade dos moradores do Park Way. Geralmente, os organizadores não divulgam o horário, o dia nem o local dos eventos. 



O interessado só fica sabendo após comprar o ingresso, como explicou a assessoria da Administração do Park Way. "Essas festas são divulgadas pela internet, mas o comprador só tem conhecimento do endereço após adquirir o convite", explica. 


Segundo José Estrela, administrador do Park Way, existe um acompanhamento das reclamações dos moradores e, com isso, a administração está mapeando os locais das festas. "A dificuldade de inibirmos a realização desses eventos é descobrir o local e o dia. Vamos tomar providências, juntamente com as polícias Federal e Civil, e Agefis". 


Para Flávia Ribeiro da Luz, moradora da Quadra 25, além do incômodo, a realização das festas é desagradável. "Quem mora no Park Way busca um ambiente silencioso e de contato com a natureza. Esse tipo de evento vai contra o espírito do bairro e dos moradores", afirma .



 "As autoridades agem muito pouco na região. É um total descaso, já que pagamos um dos IPTUs mais caros de Brasília. Praticamente não se vê uma coibição por parte dos responsáveis", reclama a moradora. De acordo com Robson Neri, presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Park Way (Conseg), existem várias reclamações e é grande o incômodo para as famílias. 



"A proibição das festas requer ação da Agefis e da Administração do bairro, até porque, para a realização desses eventos é necessário alvará de autorização, o que não pode ser concedido", explica. Robson diz que os convidados das festas consomem bebidas alcoólicas, o que gera acidentes de trânsito, como batida em poste de luz. 




"Precisamos da presença do Detran e da Polícia Militar para multar os carros estacionados em locais proibidos e operar com o uso do bafômetro. Nas últimas festas não houve presença dos agentes", relata. 

Ação coibiu a festa 

De acordo com José Estrela, administrador do Park Way, no último fim de semana estava programada a realização de uma festa eletrônica na região. Segundo ele, o evento não foi realizado e pode ter sido cancelado, devido a ação promovida pela própria administração. "Havia a previsão de ocorrer a rave e, por conta disso, buscamos informações pela internet, como interessados em comprar o convite. O objetivo da ação foi saber o local da festa", explica Estrela. 


A Polícia Militar foi acionada pela Administração pois, segundo Estrela, houve conhecimento que os ingressos iriam ser vendidos a partir das 17h do sábado em uma loja do centro comercial Gilberto Salomão. "Em virtude desses procedimentos os organizadores poderiam ter desistido da realização da festa, já que ela não ocorreu", afirma. Ainda de acordo com o administrador do Park Way, as maiores reclamações ocorrem nas sextas-feiras, sábados e domingos. "Sem contar que as festas são uma espécie de vale tudo, pois existem denúncias de consumo de drogas e de prostituição", explica Estrela.
Barulho é constante 


Para José Campelo Araújo, morador da Quadra 29 do Park Way, o barulho do som alto das festas eletrônicas é constante. "Antes, essas festas começavam mais tarde, mas agora iniciam por volta das 15h, 16h do sábado e vão até a madrugada do domingo", reclama. 



"Se não existe freio para o volume do som, que essas festas sejam levadas para uma área comercial e que não fiquem aqui", diz o morador, indignado. Portador de hiperacusia aguda, um distúrbio de audição que se refere à hipersensibilidade de alguns sons, o militar reformado reclama da situação que vive os habitantes da região. 


"Não estou reclamando em função do meu problema auditivo, mas sim, devido à falta de sossego de todos os moradores. Deve ter muita gente incomodada", afirma Araújo. O morador do Park Way explica que não existe um obstáculo para a barreira de sons. Devido a esse fato, o barulho ouvido é como se a festa ocorresse na porta de casa do aposentado. "O problema maior era no sábado. Agora, algumas festas já começam na sexta-feira. Precisa haver uma solução para isso o mais rápido possível", reforça. 

SAIBA +
De acordo com José Estrela, administrador do Park Way, as festas não têm alvará para serem realizadas. "São eventos que ocorrem em áreas particulares. Os organizadores nunca pediram alvará. Na verdade eles não querem autorização, pois fazem as festas às escondidas", declara. Segundo o diretor do Detran, houve uma reunião na sexta-feira com o administrador do Park Way onde ficou decidido que quando tiverem conhecimento do dia e local das festas o Detran será acionado. 



Com a informação, será deslocada equipe para realizar teste do bafômetro e levar guinchos para retirar carros estacionados em locais proibidos. "O problema operacional é que se não soubermos o dia e local do evento não há como fazer a fiscalização", explica. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Votação dia 24.

Prezados,

Como voces sabem será realizada no dia 24 de agosto (sábado, a partir das 8h00min), na Escola da Vargem Bonita, a etapa local da 5ª Conferencia das Cidades.

A reunião foi convocada pela SEDHAB (Secretaria de Desenvolvimento e Habitação) que  quer apresentar aos moradores  do Park Way propostas de alterações nos seguintes segmentos:

 1.Habitação;

2.Regularização Fundiária  - Com a nossa constante presença nas reuniões destinadas a esse tema e outros, fica claro que a mencionada  Secretária tenciona, entre outras coisas,  transformar as áreas verdes das Quadras de 1 a 5 em Arniqueira, ou passar as mesmas  quadras para Aguas Claras e efetivar a regularização das invasões em áreas de  proteção ambiental.  Fomos informadas também de que algumas empresas querem construir predios de até 6 andares naquelas quadras! (!!)

3.Planejamento Urbano e Desenvolvimento Territorial "Sustentável" -  Transcrevo a seguir trecho de reportagem publicada no Jornal de Brasilia:  " A construção do Estádio Nacional Mané Garrincha pode estar acabando com o patrimônio da Terracap. A   arena causou um rombo   na estatal, responsável pelas obras, que agora vende terras públicas e faz empréstimos para tentar cobrir as despesas"

 É provavel portanto que esteja de olho nas areas verdes do Park Way!

Assuntos delicados:

1)Construção de uma Praça nas quadras  de 7 a 13. A construção dessa praça foi incluida como uma das ultimas prioridades dos moradores durante a reunião do Orçamento Participativo de 2011. No entanto, apesar de ter recebido pouquissimos votos, já tem até numero de processo!Estranho, não é mesmo?


2)Alargamento das vias de 14 a 25.? Como voces sabem, tal alargamento não ajudará os moradores do Park Way, pelo contrario.Provocará a entrada pela 14 dos  veiculos ( dos onibus e dos caminhões) que normalmente transitam pela EPIA e que poderão, caso a 14 seja alargada, cortar caminho pelo Park Way. Depois do alargamento da 14 virá o alargamento da 26 e da 27 para desafogar o transito da EPIA.Voce já imaginou como os lotes da 14, 26 e 27 vão ficar desvalorizados?

Os moradores vão ter dificuldades até para tirar o carro de casa tamanho o transito de carros, onibus e caminhões que trarão com eles o barulho a fuligem e a poluição costumeiras.

Esperem o termino das obras do Expresso DF antes de tomar decisões definitivas que vão atrapalhar em muito a qualidade de vida dos moradores da 26, 27 e 14. Além do mais o alargamento das vias não vai impedir ultrapassagens perigosas. Pelo contrario.

3) Comércio: Os donos de casas de festas vão comparecer, forçar a barra para conseguir que a atividade deles seja regularizada.Na ultima Conferencia das Cidades o dono de uma casa de festa  trouxe uma claque de 30 pessoas  para ridicularizar os moradores do Park Way. Na Conferência da LUOS (Lei de Uso e Ocupação do Solo) a dona de uma escola  fez o mesmo.Contratou uma claque com cerca de 50 pessoas para caçoar dos discursos dos moradores do Park Way. Cada vez que um morador iniciava um discurso os membros da claque ficavam de pé e se viravam de costas para demonstrar o desprezo que sentiam pelos moradores do Park Way que eram contra a regularização do comercio na RA.Só pararam quando o organizador do evento os repreendeu seriamente.

E foram só dois os empresários que causaram toda essa comoção em audiencias publicas!!!!.Voces já imaginaram se o comércio for regularizado e os comerciantes forem 100, 200? Voces acham que os moradores do Park Way terão voz ativa? Serão ouvidos? Terão lugar para sentar nas Conferencias?Comerciante quer fregues, quer aumentar a densidade do Park Way, comerciante paga imposto vai ter o apoio do governo. Os comerciantes vão votar pela construção de predios, vão construir feiras e mercados nas areas verdes, vão provocar novas invasões que o Governo, é claro, a exemplo do que está acontecendo nas quadras de 01 a 5 não vai retirar, os deputados querem votos e vão acabar regularizando as invasões e nosso paraiso vai ter fim.Vamos virar Arniqueira II!

Prezados

Peço a vocês que participem das reuniões, dos debates, e que escolham apenas propostas que sejam positivas para o Park Way ( se é que vai haver alguma!) e rejeitem veementemente as que forem prejudiciais ao nosso paraíso! Se vocês forem filiados a alguma entidade, associação de moradores, como a Associação Park Way Residencial, sindicato, ou representantes do poder publico poderão escolher os delegados que representarão o Park Way  nas outras duas etapas da Conferencia e aqueles que participarão do Conselho de Planejamento Local. Votem apenas em quem queira preservar o nosso paraíso!

E o objetivo da nossa Associação é exatamente este!

1)      Manter o Park Way como área exclusivamente residencial;

2)      Manter as quadras atuais de 01 a 29 sob a região administrativa do Park Way. Retirar as invasões. Respeitar nossas poligonais (Temos poligonais, sim!).

3)      Manter a atual legislação de uso e ocupação do solo do Park Way.

4)      Manter o atual gabarito de construção e de parcelamento máximo em 8 unidades, de no mínimo 2500 metros2.

Para conseguir continuar protegendo o Park Way  é preciso que Flavia Ribeiro da Luz e Magda Helena Tavares Chaves, respectivamente Presidente e Vice Presidente desta Associação Park Way Residencial sejam eleitas membros da Delegação e do Conselho de Planejamento Local.


PRECISAMOS do SEU VOTO!


Associação Park Way Residencial

Nossa Associação não tem vinculação politica, portanto só diz a verdade!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

5ª Conferencia Distrital das Cidades!!( Conseguiremos sobreviver a mais uma?)


Prezados,

Foi realizada quinta feira última, dia 08 de agosto, na sede da Administração Regional, encontro preparatório para a etapa local da  5ª Conferencia Distrital das Cidades.

As reuniões da Conferencia Distrital serão realizadas na Escola da Vargem Bonita no dia 24 de agosto.

No dia 24 as reuniões terão inicio às 8:00 (credenciamento) e durarão até as 18:00 com pausa para o coffee break e para o  almoço.

No mesmo dia 24 serão formados grupos de debates. A SEDHAB deverá apresentar propostas de alteração do Park Way nos seguintes segmentos:

1. Habitação;
2. Regularização Fundiária;
3. Planejamento Urbano e Desenvolvimento Territorial  Sustentável;
4. Orçamento Participativo.

Analisem as propostas com o máximo cuidado pois, geralmente, o que é bom (lucrativo) para a SEDHAB e para a TERRACAP é pessimo para o meio ambiente e desastroso para os moradores do Park Way.Lembrem-se de que a nossa qualidade de vida está em jogo!

 Ainda no dia 24, às 16: 30, serão realizadas a Eleição para o Conselho Local de Planejamento (CLP) e a Eleição dos Delegados que defenderão os interesses do Park Way ( ou os interesses próprios, dependendo do grau de honestidade  do Delegado) nas outras etapas da  Conferência.

Prezados,

Os assuntos que serão debatidos são sérios. Vocês sabem o que a SEDHAB e a TERRACAP pretendem fazer no Park Way.

Peço a vocês que participem das reuniões e que escolham apenas propostas que sejam positivas para o Park Way (se é que vai ter alguma!) e rejeitem veementemente as que forem prejudiciais à nossa qualidade de vida!

Ajudem a escolher delegados em quem vocês confiem na defesa do nosso paraíso!!.


No ano passado-apesar das vaias e da grosseria da claque levada ao Auditório, no dia das votações, por um dono de casa de festa que queria legalizar tal atividade no Park Way- nós, moradores, conseguimos:

1)Manter o Park Way como área exclusivamente residencial (RE); 

2)Manter as quadras atuais de 01 a 29 sob a região administrativa do Park Way; 
3) Manter o atual gabarito de construção de parcelamento máximo em 8 unidades, de no mínimo 2500 metros quadrados; 
4)Manter a atual legislação de uso e ocupação do solo do Park Way.

Não foi fácil, mas nós moradores conseguimos! E esse terá de continuar sendo nosso objetivo!

 Atenciosamente,

Flavia Ribeiro da Luz
Presidente da Associação Park Way Residencial


terça-feira, 6 de agosto de 2013


PPCUB e LUOS 

        Urbanistas por Brasília em relação ao PPCUB e à LUOS
  • o processo de elaboração do PPCUB – Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília – deveria estar pautado pelo aperfeiçoamento da dinâmica da cidade e, acima de tudo, pela sua preservação, não por prazos contratuais ou políticos;
  • o PPCUB é um documento extremamente complexo e extenso e o domínio de seu conteúdo é um desafio até para especialistas. Assim, sua elaboração deveria primar pela transparência, informação e precisão técnica;
  • o entendimento do conteúdo do PPCUB é um direito fundamental da população de Brasília, contudo essa população até hoje não sabe o que é o PPCUB, tampouco tem conhecimento das alterações que esse documento trará a uma cidade que é Capital Federal e Patrimônio Cultural da Humanidade;
  • o desconhecimento da população acerca do conteúdo do PPCUB se deve, entre outros fatores, ao tumultuado processo de audiências públicas fragmentadas, pouco didáticas e com divulgação insuficiente, resultando em um processo com baixíssima transparência;
  • a Audiência Pública final feita em março de 2012, no Museu Nacional, foi cancelada pela Justiça Federal na manhã de sua realização, e a nova Audiência Pública feita em junho de 2012 foi realizada em pleno feriado de Corpus Christi e sem o atendimento das condicionantes impostas pela justiça. Em nossa avaliação não houve Audiência Pública válida;
  • a pouca transparência do processo de discussão do PPCUB também é exemplificada pela ausência INEXPLICÁVEL de uma simples tabela expondo a situação de regiões ou setores da cidade antes e depois do PPCUB, ou seja, expondo didaticamente as alterações que estão sendo propostas para a cidade;
  • consideramos assim que o PPCUB não está amadurecido o suficiente para que seja aprovado e se transforme em uma lei com capacidade de alterar profundamente a realidade física da área tombada que inclui o Plano Piloto de Brasília;
  • o Urbanistas por Brasília e o Movimento em Defesa de Brasília não exigem participação nem direito a intervir no processo, mas sim o cumprimento das Recomendações da Missão Unesco/Icomos 2012, com transparência das informações e participação de todas as instâncias que deveriam estar participando desse processo desde o início como o Iphan, a UnB, o IAB, o Icomos Brasil e a sociedade civil organizada;
  • a percepção do Urbanistas por Brasília em relação a LUOS – Lei de Uso e Ocupação do Solo – é similar, ou seja, há pouca transparência, pouca informação, as Audiências Públicas têm se realizado a reboque de prazos políticos e em detrimento da qualidade final do documento técnico que irá nortear a ocupação urbana de todas as cidades do DF que não fazem parte do perímetro tombado.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Nova proposta da Administração Regional para a feirinha da 14

(Para aumentar a imagem clicar por favor do lado esquerdo do mouse, depois do lado direito, escolher a opção "exibir imagem" e aumentar ainda mais com a lupa com sinal +)

Prezados, 


A Administração Regional apresentou outro projeto, aparentemente perfeito, para a área onde atualmente está sendo jogado o lixo do Park Way.Como os moradores que transitam pela quadra 14 já devem ter percebido, de manhã a aparência do local é ainda mais sórdida, com o lixo caindo fora das caçambas e se espalhando pelo que poderia ter sido um parque florido se a Administração tivesse cuidado melhor da natureza, não tivesse permitido, por exemplo, que os caminhões, tratores e ambulantes tivessem se instalado no local esperando fregueses. 

Ás quintas e sextas feiras o aspecto do "lixão" é mais simpático devido à presença das barraquinhas dos feirantes.E de noite não se vê tanto a sujeira.

Voltando ao projeto, ele me parece bem estruturado, o que voces acham?A grande dúvida que paira é se ele será executado ou se tornará mais uma promessa vazia das autoridades do GDF.

Atenciosamente,

Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mapa das ciclovias e relação das obras a serem construidas no Park Way.





Prezados

Estou encaminhando, acima, os seguintes documentos:

1) Orçamento Participativo de 2011. Obras que serão realizadas.

2) Criação de uma  praça de uso comunitário Quadras 6 a 13 (quadras 7 a 11).Processo numero 305.000.195/2012.

3) A relação das obras que a Administração Regional (AR) pretende construir no Park Way (Para aumentar o documento por favor clique do lado esquerdo do mouse, depois do lado direito, escolher a opção "exibir imagem" e depois clicar na lupa com o sinal +);

4) Mapa que indica as quadras onde serão construídas as ciclovias no Park Way;  

A esse respeito gostaria de chamar a atenção de vocês, pois não sei se todas as obras escolhidas pela AR são do interesse dos moradores das quadras onde as mesmas serão implementadas. 

Por exemplo: não entendo porque vai ser colocada grama artificial na Vargem Bonita e na Quadra 28 do Park Way. Grama artificial tem durabilidade limitada e é muito mais cara do que grama natural. Grama artificial numa área de proteção ambiental? 

Tampouco entendi a necessidade de duplicação das vias de 14 a 25 (item 21). O congestionamento é causado pelo gargalo formado pelo eterno congestionamento da EPIA ( os carros que estão na EPIA tentam escapar do transito  cortando caminho pela quadra 14 do Park Way) e atualmente pelas obras do balão do aeroporto.

Mesmo que as vias sejam alargadas o congestionamento continuará, ou se agravará pois o numero de automóveis, ônibus e caminhões que fogem da EPIA pelo Park Way aumentará.

E se as vias forem alargadas é provável que as ciclovias e calçadas das quadras 14 a 25 fiquem muito próximas da rua colocando em risco a segurança dos ciclistas e dos pedestres.

O número de processo da duplicação da via de ligação entre as Quadras 14 e 25 é 305.000.253/2012. Já foi encaminhado à GELAG/DIDUL I e SEDHAB.  Eu não fui consultada a respeito. Voces foram? Na minha opinião, uma iniciativa que afetará e muito a vida dos moradores , provavelmente de forma negativa e definitiva, não deveria ser tomada antes de haver plena consulta aos moradores, voces não acham?

Segundo bem disse um morador do Park Way: " Toda a cautela é sempre necessária na análise das "benfeitorias" que querem trazer ao Park Way. Algumas me pareceram muito boas, como a ciclovia.

Outras, completamente impróprias. Há muito tempo vejo moradores querendo encurtar caminho e ganhar tempo, pelo que sugerem a abertura de vias diretamente da 19/ 24/25 para a cidade/aeroporto. Com o maior respeito que tenho por todos, me oponho por completo a essa proposição.

Essa suposta facilitação irá transformar a via interna que começa na entrada da 29
(Country Clube) até a 24/25 em via de passagem. Haverá um aumento absurdo do
número de veículos de todos os portes nas vias internas do PW e isso não interessa a ninguém. Peço que perguntem a quem hoje mora em local que teve o "privilégio" de virar "passagem", seja em Brasília, São Paulo ou qualquer outra região. É desgosto em altíssimo grau. Todos querem se livrar do imóvel que, desvalorizado, não encontra interessados. E isso porque, entre tantas
outras razões, o trânsito intenso acaba também por retirar a privacidade e a segurança das residências vizinhas ao novo eixo de deslocamento”. 

No que se refere às obras que serão implementadas no âmbito do Orçamento Participativo chamou minha atenção a construção de uma praça entre as quadras 6 a 13 do Park Way. Os moradores pediram essa praça?Foram consultados a respeito?

 Caso vocês tenham duvidas a respeito das obras ou do prazo de execução das mesmas contatem, por favor, a Administração Regional pelo numero: 34866818 /34866828. Se for necessário agendem um encontro com o Administrador Regional ou com o Calvi e peçam maiores informações sobre o que eles pretendem realizar na nossa RA.

Flavia Ribeiro da Luz
Associação Park Way Residencial


quarta-feira, 10 de julho de 2013

TERRACAP: Acusada de desaparecer com 34 milhões do Estadio Mané Garrincha e outras fraudes!

Materia publicada no Jornal de Brasilia no dia 06 de julho.



Denúncias de sobra

Servidores pedem ajuda ao Ministério Público para investigar supostas irregularidades no órgão

Indícios de fraude em   licitações e contratos da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) são alvo de investigação do Ministério Público (MPDFT).   As denúncias são relativas a incoerências de terrenos submetidos à licitação, patrocínio de eventos, desvio de verba e reintegração de posse. O MP foi provocado  por servidores    da   companhia.

De posse de documentos que revelariam as irregularidades, cerca de 60 servidores caminharam   da Terracap até o MP para pedir providências.  Representantes foram recebidos pelo promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público Social (Prodep), Roberto Carlos Silva.


Entre as denúncias está o repasse de dinheiro  para entidades sem relação com a autarquia. Por meio de   contratos sem licitação, o órgão estaria disponibilizando verba para  eventos como  o Grande Prêmio Brasília de Fórmula Náutica - F1H2O,  para a Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF) e competições de MMA.

Inclusive, ontem foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF)  patrocínio  para a 7ª edição doprojeto cultural “Brasília – Meio Século da Capital do Brasil”, realizado em  Paris  de 15 a 30 de junho.  Sem a necessidade de uma licitação,  a Terracap destinou   R$ 100 mil à ação.


“A Terracap tem sido usada como fonte de caixa para desvio de dinheiro. Essas entidades não têm relação com a autarquia, já que o papel da companhia é o de promover o desenvolvimento e infraestrutura do DF”, relata uma   servidora, que preferiu o anonimato.
Os funcionários também alegaram incoerências em imóveis licitados. Em uma primeira licitação, o empreendimento é oferecido por um valor avaliado como o de mercado. Mas depois o imóvel é retirado do processo por motivos, segundo os servidores, de incongruência.

Após meses, o mesmo imóvel  aparece em outra licitação. No entanto, o preço é até 50% mais barato. “A diferença certamente beneficia alguém”, aponta a servidora.

Até mesmo desistência de reintegração de posse está entre as denúncias. Em alguns casos, segundo os funcionários, após a decisão da Justiça que obriga a saída de invasores, o proprietário da área desiste da ideia e comunica à Terracap.

Também foram protocoladas denúncias que envolvem o Estádio   Mané Garrincha. Segundo a servidora, um   contrato para o paisagismo ao redor da arena,  de cerca R$ 34 milhões, simplesmente desapareceu da autarquia. Ela diz que servidores foram ameaçados de perder os cargos caso fizessem denúncias.


Gasto na Copa também será investigado

Além de ser alvo de investigação do MPDFT, a Terracap ainda terá de se explicar ao Tribunal de Contas do DF (TCDF), juntamente com o Banco de Brasília (BRB), sobre possíveis irregularidades na aquisição de ingressos e camarote para a Copa das Confederações.

A denúncia foi feita por um cidadão e, posteriormente, representada pela deputada distrital Celina Leão (PSD), que também aponta o BRB como o responsável pela compra dos ingressos, conforme decisão tomada pela Diretoria Colegiada da Terracap. Por isso, as duas entidades têm o prazo de até 15 dias para apresentarem as alegações que entenderem pertinentes acerca dos pontos questionados.

Em relação à denúncia, a Terracap já havia prestado esclarecimentos, onde buscou justificar a distribuição dos ingressos como forma de divulgação e promoção da empresa em atendimento ao interesse público.

Aquisição custou caro

Segundo o TCDF, mesmo que seja comprovado interesse público na distribuição do ingresso, “impõe-se a necessidade de assentar nos autos os critérios objetivos que foram definidos para a escolha dos beneficiários da distribuição dos ingressos e lugares no camarote”. A compra inclui mil ingressos e camarote privativo com 18 assentos e custou aos cofres públicos R$ 2,8 milhões.

Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

--

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Construção de Ciclovias.Fiscalização por parte dos moradores.

Prezados,

Esta Associação tem recebido reclamações de moradores sobre a forma como estão sendo construídas as ciclovias.


As criticas mais freqüentes são:


1)Quadra 25-Retirada de cascalho sem autorização ambiental, desmatamento excessivo, com riscos de erosão, de deslizamento de terra na época das chuvas e de aterramento do Ribeirão do Gama que corre ao longo daquela quadra. Cumpre recordar que a quadra 25 não possui ainda drenagem pluvial o que pode agravar o problema de assoreamento do Ribeirão do Gama.


2)Quadra 26-Destruição sem necessidade das matas em áreas situadas em frente da ciclovia.Segundo os moradores foram vistos tratores invadindo areas que não são necessárias para a construção da ciclovia,desmatando em frente ou do outro lado da rua , sem necessidade. De fato, algumas areas do conjunto 8 da quadra 26 foram desmatadas recentecemente e não foi para a construção da ciclovia.Se confirmada essa informação cabe ter em mente que a mata da 26 foi considerada pelo IBRAM como um exemplo perfeito, íntegro, de Refugio de Vida Silvestre e que desmata-lo é um ato criminoso..



Resta agora verificar se esses tratores pertencem de fato à empresa que está construindo a ciclovia ou se o crime está sendo cometido por outra pessoa.

Tanto a retirada de cascalho sem a devida autorização do IBRAM quanto o desmatamento de mata desvinculado da construção da ciclovia em uma área de preservação ambiental podem ser considerados CRIMES AMBIENTAIS  e a Policia Ambiental pode ser acionada através do telefone: 39 10 19 61.


Além disso, alguns moradores desconfiam que os trabalhadores estão colocando fogo "no mato" para facilitar o trabalho dos tratores que abrem terreno para as ciclovias.Outo crime ambiental.


 3)Quadra 16. Ciclovia construída muito perto da pista em local que não tem acostamento nem meio fio, com risco de atropelamento dos ciclistas.

Se vocês moradores tiverem criticas sobre a forma que está sendo construída a ciclovia na sua quadra reclamem enquanto dá tempo de  corrigir a obra pelos telefones:


34 03 23 52 ( Claudio Marcio) e 32 33 61 08  (Rodrigo)


Flavia Ribeiro da Luz

Associação Park Way Residencial

terça-feira, 25 de junho de 2013

Moradores criticam a atual Administração Regional do Park Way !

Prezados,

A atual  Administração Regional do Park Way em breve completará tres anos, o que nos leva a refletir  sobre  seus feitos frente aos anseios de seus moradores.

Por exemplo, como estão sendo tratadas  as queixas dos moradores relativas ao funcionamento ilegal das casas de festas, que incomodam os vizinhos mas que  continuam funcionando a todo vapor?

Incomodados com a indiferença do Administrador nesse quesito, vários moradores, num   tom de decepção, confidenciaram a esta Associação que suas queixas são recebidas com ironia por aquela autoridade,  como se os moradores não tivessem o direito de reclamar dos transtornos causados por uma atividade ilegal cujas atividades não deveriam sequer ser autorizadas!

Outra questão preocupante é  a da área verde da Quadra 14, que deveria ser  de  recuperação ambiental, de acordo com a placa ali colocada pelo IBRAM , um Parque Ecológico que a atual Administração transformou em deposito de lixo, submetendo  os frequentadores da feirinha a convivência  com  caçambas entupidas de lixo, caminhões de lixo, com o mau cheiro, os insetos  e as doenças decorrentes. Isso não ocorria na Administração passada que, por pior que fosse, não transformou o local da feirinha num LIXÃO!!

Aliás,  nesse particular, esta Associação cobrou da Administração providências para que esse quadro desagradável fosse  desfeito, o que não aconteceu até o momento e o lixo  continua infectando o ambiente daquele local acolhedor.

Como não bastasse,  aos  sábados e domingos  esse Parque Ecologico da 14 corre sérios riscos de ser devastado pelo fogo,  pela forma imprudente com que vendedores de frango assado,   utilizando  equipamento altamente inflamável,  se instalam no local  e, ao final do dia, lançam atrás de suas tendas resíduos de  materiais inflamáveis, concorrendo para  que  o fogo se espalhe sobre a vegetação seca.

Segundo informação de moradores,  esta atitude inconsequente dos mencionados vendedores foi a causa do incêndio do ano passando  ocorrido naquela localidade, coincidentemente atrás da barraca dos mencionados vendedores.

Informado sobre o fato, o Administrador nada fez para que a situação fosse modificada e os  referidos vendedores continuam lá, expondo os moradores  e o Parque Ecologico ao perigo de um novo incêndio.

Outra observação a fazer é sobre a quadra 25, que,  por ser uma área  extremamente  sensível, dificulta a vida de muitos proprietários que precisam de licença ambiental para construir  condomínios. Exemplo esse acontecido com o proprietário do conjunto 01, lote 01. Mas, ao contrario do esperado, as invasões daquela quadra desmataram, lotearam e, de acordo com o Correio Braziliense, vendem os lotes, mas continuam incólumes sob a total indiferença do Administrador.

Voltando à quadra 14, chegou até nós reclamação de que um morador transformou seu lote em um  depósito de ferro  velho de ônibus, expondo também seus moradores ao perigo, entre outros,   da dengue, sob total inadvertência  do Sr. Administrador.

Outros tópicos de reclamação por parte dos moradores são a péssima qualidade  do asfalto do Park Way, os pontos de  ônibus que, alem de sórdidos, são  muitas vezes utilizados como  anuncio para  vendedores de grama, os botecos ilegais que  continuam  funcionando, todos,  tanto no Park Way quanto na Vargem Bonita, também sob a inobservância de nossa autoridade regional maior.

Observando inúmeras  áreas verdes, percebe-se o desleixo da Administração que permite o crescimento descontrolado de matos, possibilitando,  em alguns locais,  sua utilização como  depósito de entulho.

Assim, não fosse tanto descaso por parte de nosso Administrador, o Park Way, por sua beleza e qualidade de vida, proporcionada pela natureza, poderia ovacionar sua  Administração. Porém, inseguros com as atitudes nada plausíveis dele e de outras autoridades a ele vinculadas, que colocam em risco nossa segurança, nossa tranquilidade de vida, nossas áreas verdes, incluindo aí nossa fauna, os moradores desta regional temem muito pelo seu futuro. Estamos nos referindo às casas de festas, que continuam funcionando sem fiscalização, à falta de medidas que protejam nossas areas verdes, à proliferação de botecos ilegais onde a venda e o consumo de alcool e (segundo fui informada) de drogas ilícitas propiciam a criminalidade.

Sabemos que as administrações são visadas como plataforma por parte de muitos administradores que almejam alcançar cargos eletivos, como deputados distritais, federais e senadores.

Mas, sabemos também que muitos deles não atingem seus objetivos em razão de seu péssimo desempenho frente às regionais, pois o povo, pacificamente, responde com a mesma indiferença ao  mau gestor. Isso aconteceu com um dos últimos administradores do Park Way.Voces se lembram dele?

O Brasil está em luta contra esse tipo de autoridade que trabalha em proveito proprio e em proveito da autoridade que o colocou no cargo que exerce com tanta leviandade.Os brasileiros estão em luta porque não aceitam mais serem tratados com desprezo enquanto os governantes enriquecem graças aos nossos impostos pagos muitas vezes com tanto sacrificio.

Estamos sofrendo ameaças constantes de se trazer para nossa cidade a implantação de comércio, a construção de prédios, a modificação do gabarito de construção.

O  artigo 269-A do PDOT, aprovado recentemente na Câmara Distrital ( inclusive com a aprovação do Deputado que se auto intitula defensor do Park Way), sob a aprovação do Secretário da SEDHAB,  permite a  ocupação das áreas verdes de todo o DF; a LUOS, tambem de inspiração do atual Governo, definirá os criterios dessa ocupação, contrariando o desejo de sua preservação por parte da população não apenas do Park Way mas tambem de todo o DF.

A TERRACAP e a SEDHAB vem tentando utilizar os "espaços livres" do Park Way para a implantação de comercio ou para a criação de novos lotes.

Não teria chegado a hora de nós tambem nos manifestarmos publicamente contra o descaso com que a Administração Regional recebe nossos pedidos e escuta nossas reclamações?Contra a cupidez das autoridades governamentais que não respeitam nossa qualidade de vida e que querem "encher os bolsos" com a destruição do Park Way?