segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Mercado prevê crescimento do PIB em apenas 1,67%

Os candidatos de oposição criticam a presidente Dilma Rousseff por causa do crescimento baixo da economia e estão tendo mais motivos para isso.

Há três semanas, os analistas econômicos consultados pelo Banco Central reduzem suas previsões para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2014.

Agora, eles se fixaram na margem de 1,67%, que é bem menor do que a de 2013, quando o PIB deve ter crescido mais de 2% (aguardam-se os números do IBGE).

Para 2015, a projeção para o crescimento do PIB também caiu, pela segunda semana consecutiva, ao ser ajustada para 2%.


Essas projeções fazem parte da pesquisa semanal do BC em instituições financeiras sobre os principais indicadores da economia. A estimativa para a expansão da produção industrial passou para 1,87%, este ano, e 3% em 2015.


A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) permanece em US$ 7,9 bilhões, este ano. Para 2015, a previsão passou para US$ 10,5 bilhões.

A projeção para a cotação do dólar subiu para R$ 2,50, ao final de 2014, e segue em R$ 2,55, no próximo ano.

A expectativa das instituições financeiras para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) subiu para US$ 58,8 bilhões, em 2014. Para o próximo ano, segue em US$ 57,3 bilhões.

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