sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Rios, córregos e áreas de captação de água terão placas de identificação.

As primeiras 57 placas foram colocadas em 2011, nos principais corpos hídricos envolvidos com o abastecimento humano
 
A Adasa e o DER-DF, até o final deste ano, renovam as antigas e instalam 53 novas placas identificativas de corpos hídricos ao longo das rodovias e estradas vicinais com o objetivo de sensibilizar e educar a sociedade sobre a necessidade de preservar os rios, riachos e córregos.

 Também serão identificados todos os pontos (21) ao longo das rodovias onde são permitidas as captações de água por caminhões pipas. No total serão 110 placas que indicarão à sociedade os nomes dos rios e as áreas onde se pode captar água pelos caminhões pipas.

As primeiras 57 placas foram colocadas em 2011, nos principais corpos hídricos envolvidos com o abastecimento humano. Segundo Hudson Rocha, coordenador de Fiscalização da Superintendência de Recursos Hídricos da Adasa, a experiência de identificar os corpos hídricos tem levado a população a se interessar mais pela preservação dos rios e córregos, e se preocupar com os aspectos mais elementares da preservação dos mananciais.

A escolha dos novos pontos foi realizada estrategicamente com o intuito de envolver a sociedade no fortalecimento da gestão sustentável dos recursos hídricos. Para a Adasa, as placas com slogans ambientais renovam a esperança de que a participação e o envolvimento do cidadão na gestão dos recursos hídricos se tornem mais efetivas. O cidadão, atuando como parceiro-fiscalizador, pode reforçar as políticas públicas de garantia e manutenção de corpos hídricos saudáveis.

As placas, que tiveram um custo aproximado de R$ 80 mil, são de 2 metros quadrados (rios e córregos) e 2x1,5 m definindo as área de captação.

Como órgão responsável pela regulação dos usos das águas no DF, a ADASA – ao ampliar o projeto- acredita que informar e educar a população para a prática do uso racional e preservação dos recursos hídricos é essencial para garantir a quantidade e qualidade dos recursos hídricos da Capital, em benefício de toda a sociedade.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Comentario

Anonimo

Educar a população? A população sabe da importância dos mananciais.Tem que educar o IBRAM isso sim!!!

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