quinta-feira, 13 de março de 2014

Senador Wilder defende o uso de água da chuva e telhados ambientalmente corretos em prédios públicos federais

13/03/2014 15:44


CATEGORIA: politica

Proposta de  Wilder aproveita água da chuva e reduz aquecimento global

O senador goiano Wilder Morais apresenta mais um projeto de lei favorável  ao meio ambiente - o PLS 191/2013, que prevê a obrigatoriedade de os prédios públicos federais serem construídos  com  sistemas de aproveitamento da água da chuva. 

A proposta também determina que  as  novas construções pertencentes à União utilizem telhados ambientalmente corretos.

A matéria de Wilder defende o uso da água da chuva em   irrigação de gramados e plantas ornamentais, limpeza de pisos e pavimentos, espelhos d’água, descargas em vasos sanitários e demais atividades que não necessitem de água potável. 

O parlamentar observa também o lado vital da água da chuva para todos os seres, dizendo que “é a chuva que repõe a água dos mananciais, o que exige de nós uma relação racional para com a chuva.”

 O parlamentar salienta que se faz necessário “a adoção de práticas e métodos construtivos dentro da promoção de maior sustentabilidade".

Com isso, segundo ele, “ é possível evitar os danos advindos do impacto ambiental gerados por edificações construídas sem preocupação ambiental.”

       Telhados ambientalmente corretos

Além do aproveitamento da água da  chuva, segundo o senador Wilder,  o projeto tem o objetivo de também contribuir com a redução do aquecimento global.  

Por isso,  o texto  determina que os novos prédios da União sejam cobertos com  telhados ambientalmente corretos. 

São eles:  telhados verdes (com grama ou jardim), uso de telhas metálicas claras ou prédios pintados com tinta branca.

      Telhados assim, segundo o senador Wilder, “melhora nas condições termo-acústicas da edificação no inverno e no verão, dispensando ou minimizando o uso de sistemas de ar-condicionado ou climatização, como também contribui no combate às chamadas ilhas de calor, formadas nos centros urbanos pela presença excessiva de estruturas de concreto e assim aumenta a área verde e consequentemente promove o sequestro de carbono da atmosfera pela vegetação.”

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