segunda-feira, 26 de maio de 2014

Bancos de Maldades--BLOG Alerta Total


Por Carlos Maurício Mantiqueira

O seu vizinho viajou para uma temporada de seis meses no exterior e deixou  vazio o apartamento onde mora. Um parente que tem a cópia da chave, resolve alugá-lo a um terceiro, sem a autorização do dono, só por três meses.

Por qualquer motivo, o dono resolve voltar mais cedo do que o previsto. Encontra o apartamento ocupado por um estranho que lhe conta tê-lo alugado de boa fé.

Furioso, o dono liga para o parente que lhe suplica ter um pouco de paciência, porque afinal o apartamento ia ficar vazio.

Assim agem os bancos.

Você deposita seu dinheiro em conta-corrente “à vista” e o banco, sem sua autorização, o empresta a terceiros. Se você decide sacar o dinheiro que é seu, o banco cria dificuldades ilegais.

“Você precisa avisar antes se for sacar mais de X reais. Afinal de contas estamos desprevenidos !” ou “Você precisa preencher um formulário !” (mesmo que o valor seja inferior ao fixado pelas autoridades para identificação de saques).

Como o parente esperto, o banco embolsa o rendimento dos empréstimos a terceiros e cria para você, depositante otário, uma séria de aborrecimentos.

Você paga uma tarifa ao banco para manter a conta-corrente e recebe um serviço desleal.



Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

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