segunda-feira, 14 de julho de 2014

Bolsa sobe na véspera de divulgação de novas pesquisas eleitorais.



Amanhã sai pesquisa Sensus-Isto É e na quarta sai Datafolha-Rede Globo. A Bolsa já sinalizou hoje que ao fracasso do Brasil na Copa não fez bem para Dilma. A notícia abaixo é do Valor Econômico.

A especulação eleitoral voltou a servir de justificativa para as principais altas da Bovespa nesta segunda-feira. A bolsa brasileira repetiu hoje o movimento observado na última quinta-feira (10), que foi o primeiro pregão após a derrota humilhante por 7 a 1 do Brasil contra a Alemanha. 
 
 
O jogo de sábado (12) contra a Holanda, na disputa pelo terceiro lugar, terminou com mais uma derrota amarga por 3 a 0, reforçando as apostas do mercado de que o fracasso da seleção na reta final da Copa pode custar votos à reeleição de Dilma Rousseff.

Esta semana, ao menos três pesquisas eleitorais - Datafolha/Folha e Globo, Sensus/IstoÉ e Ibope/RBS - poderão captar como a população reagiu ao sucesso na realização da Copa e ao vexame da seleção. Por enquanto, os investidores preferem acreditar que o segundo fato irá pesar mais na opinião do eleitor e, por isso, voltaram às compras das ações do chamado “kit eleições”: estatais – principalmente Petrobras – e bancos.

O Ibovespa terminou em alta de 1,75%, para 55.743 pontos, maior pontuação deste ano, acumulando alta de 8,2% em 2014. Desde 22 de outubro de 2013, quando marcou 56.460 pontos, o Ibovespa não alcançava um patamar tão alto. O volume financeiro da bolsa brasileira hoje também foi expressivo, de R$ 8,488 bilhões. Pão de Açúcar PN (R$ 1,331 bilhão) e Petrobras PN (R$ 1,285 bilhão) foram as principais responsáveis pelo giro tão elevado.

Entre os papéis do “kit eleições”, Petrobras PN (4,48%) liderou os ganhos do Ibovespa, acompanhado de Eletrobras ON (4,45%), Bradesco ON (4,06%), Petrobras ON (3,88%), Bradesco PN (3,61%), Eletrobras PNB (2,78%), Banco do Brasil ON (2,62%) e Itaú PN (2,29%).
 

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